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Making Marie Antoinette, de Eleanor Coppola, ganha data de estreia

 Dirigido por Eleanor Coppola, documentário produzido por Sofia Coppola celebra os 20 anos do lançamento de Marie Antoinette

Making Marie Antoinette


COM EXCLUSIVIDADE NA MUBI A PARTIR DE 6 DE NOVEMBRO

WATCH THE OFFICIAL FIRST CLIP HERE


Distribuidora global, serviço de streaming e produtora, a MUBI tem o prazer de anunciar a data de estreia de Making Marie Antoinette. O documentário intimista no formato de longa-metragem chega com exclusividade à plataforma no dia 6 de novembro. Gravado pela aclamada cineasta Eleanor Coppola, o documentário é produzido por Lorenzo Mieli, Mario Gianani, Rachel Dengiz, Youree Henley e Sofia Coppola, filha de Eleanor. O filme foi financiado pela OUR FILMS (uma companhia Mediawan), Mediawan Rights e Entourage Pictures. Com o apoio da CHANEL.

Em 2005, Sofia Coppola gravou seu terceiro longa-metragem, Marie Antoinette, estrelado por Kirsten Dunst e Jason Schwartzman, no Palácio de Versalhes — a primeira produção da história a receber essa permissão. Sua mãe, a aclamada documentarista Eleanor Coppola, acompanhou as gravações e filmou cerca de oitenta horas de bastidores, com foco na jornada da filha durante a realização do filme. Este ano, para comemorar o aniversário de 20 anos do lançamento de Marie Antoinette e realizar o desejo de sua mãe, Sofia editou o material inédito. Making Marie Antoinette revela o esmero artesanal por trás da produção, a lendária figurinista Milena Canonero em ação e como era ser uma jovem diretora na época. O resultado traz um olhar fascinante sobre o processo de criação deste filme marcante, além de um retrato familiar surpreendentemente intimista.

As filmagens foram editadas por Aaron Matthews, com a colaboração de Davia Nelson e Liz Bird, grandes amigas de Eleanor. No filme, Eleanor Coppola é dublada pela indicada ao Oscar® Diane Lane, que lê trechos dos diários da cineasta em que ela relata as experiências no set e reflete sobre o relacionamento com a filha.

Sofia Coppola declarou: "Minha mãe e eu começamos a revisar o material dela durante a pandemia. Sempre foi um desejo dela transformar o que filmou em um documentário de longa-metragem. Ela estava no set como cineasta e também como minha mãe, então foi muito emocionante rever o material e enxergar nossas gravações através dos olhos dela".

Making Marie Antoinette
Disponível em 6 de novembro
Um lançamento MUBI
mubi.com

 

SOBRE A MUBI
A MUBI é um serviço global de streaming, produtora e distribuidora de filmes dedicada a celebrar o melhor do cinema. A MUBI produz, seleciona, adquire e promove filmes visionários, levando-os a diferentes públicos em todo o mundo.

MUBI é um espaço para descobrir filmes ambiciosos de cineastas visionários, de diretores icônicos a novos autores. Todos cuidadosamente escolhidos a dedo pelos curadores da MUBI. Com MUBI GO, membros em países selecionados podem obter um ingresso gratuito por semana para ver os melhores lançamentos nos cinemas. E a Notebook explora todos os aspectos da cultura cinematográfica — nas versões impressa e online.

Alguns lançamentos recentes e futuros da MUBI incluem: Valor Sentimental, de Joachim Trier; Sound of Falling, de Mascha Schilinski, A Única Saída, de Park Chan-wook; Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi; A Substância, de Coralie Fargeat; Morra, Amor, de Lynne Ramsay; A Graça, de Paolo Sorrentino; Queer, de Luca Guadagnino; Priscilla, de Sofia Coppola, How to Have Sex, de Molly Manning Walker, Folhas de Outono, de Aki Kaurismäki; Aftersun, de Charlotte Wells; e Close, de Lukas Dhont.

As produções MUBI incluem The Mastermind, de Kelly Reichardt, estrelado por Josh O’Connor; A Long Winter, de Andrew Haigh; Pai Mãe Irmã Irmão, de Jim Jarmusch; A Terra de Meu Pai, de Pawel Pawlikowski, estrelado por Sandra Hüller; Let Love In, de Felix van Groeningen; e Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte, de Jane Schoenbrun.

Fundada em 2007 por Efe Cakarel, a MUBI é a maior comunidade de amantes do cinema do mundo, com membros em 190 países. A MUBI tem sede em Londres, com 15 escritórios ao redor do mundo e mais de 400 colaboradores.

A MUBI também é proprietária da The Match Factory, uma importante empresa internacional de vendas de cinema independente, adquirida em 2022. A The Match Factory opera em conjunto com a MUBI, focando nas vendas globais de filmes excepcionais que não fazem parte do catálogo próprio de distribuição da MUBI. 

Além disso, a MUBI detém participação majoritária na Cinéart, uma das principais distribuidoras de filmes da região do Benelux.

Os planos de assinatura custam R$ 34,90 por mês ou R$ 298,80 a anuidade. A MUBI está disponível no navegador web, nas plataformas Roku, Apple Vision Pro, Amazon Fire TV e Apple TV, em aparelhos Smart TVs LG e Samsung, assim como em dispositivos móveis incluindo iPad, iPhone e Android, e também no Prime Video Channels. 


Créditos: Márcia Campos

Festival Gastronômico da Marina Itajaí traz menus autorais por R$ 119

 Evento promovido pela Marina Itajaí segue até 5 de setembro com menus em três etapas por R$119. Entre as opções estão carnes de cocção lenta, frutos do mar, massas, sushi e sashimi, em cardápios autorais dos restaurantes Zebuíno Parrilla e Fogo e Zephyr Seafood & Sushi.


Agosto, 2026 _ O tão aguardado Festival Gastronômico da Marina Itajaí entra nos últimos dias. Até 5 de setembro, o evento reúne menus autorais criados especialmente para a programação nos restaurantes Zebuíno Parrilla e Fogo e Zephyr Seafood & Sushi. As opções são servidas em três etapas, com entrada, prato principal e sobremesa, pelo valor fixo de R$119  por pessoa, de terça-feira a sábado, no jantar, das 19h às 22h.

No Zebuíno, um dos pratos de maior destaque é a Vaca Desatolada, preparada com costela Angus defumada por 14 horas, demi-glace, velouté de cará e mil-folhas de mandioca negra de Itajaí. A proposta combina uma proteína de cocção lenta com ingredientes de identidade regional e diferentes técnicas de preparo. O longo tempo de defumação da carne é um dos elementos centrais do prato e ajuda a criar uma experiência mais intensa de sabor e textura.

Já no Zephyr, o principal destaque é o Rigatoni com camarões à provençal, finalizado com tomates confitados, parmesão ralado, pangrattato e ervas aromáticas. O prato segue a linha mediterrânea do restaurante e combina massa, frutos do mar e ingredientes de sabor mais fresco. A proposta é equilibrar a intensidade dos camarões com o tomate, o parmesão e a crocância do pangrattato, resultando em um dos principais pratos do menu criado especialmente para o festival.

“A segunda edição do Festival Gastronômico confirmou o sucesso da iniciativa que tem tido ótima participação do público. Os visitantes puderam experimentar propostas gastronômicas exclusivas, com menus completos assinados pelos chefs dos restaurantes e valores acessíveis. Além de valorizar a gastronomia, o evento aproxima ainda mais a Marina Itajaí da comunidade e dos visitantes, mostrando que o nosso espaço oferece experiências que vão muito além do universo náutico", destaca Carlos Gayoso de Oliveira, diretor da Marina Itajaí.

No Zephyr, também fazem parte do menu a croqueta de polvo com emulsão de sriracha e bottarga gold, o carpaccio de robalo, o combinado de 20 peças de sushi e sashimi e a torta basca com caramelo salgado e crumble de laranja. Já no Zebuíno, além dos pratos em destaque, o cardápio inclui moules et frites, maionese de camarão, garoupa na brasa e a sobremesa Delícia Gelada, com sorvete artesanal, banana-da-terra assada e crumble de chocolate.

Aberto ao público, o festival conta com estacionamento gratuito e segue até 5 de setembro, exclusivamente no jantar, de terça-feira a sábado. As reservas podem ser feitas diretamente com os restaurantes, pelos sistemas on-line ou pelo WhatsApp. No Zebuíno Parrilla e Fogo, o contato é pelo (47) 99147-4775; no Zephyr Seafood & Sushi, pelo (47) 99140-0882. Os canais também estão disponíveis nos perfis oficiais dos restaurantes no Instagram.

Serviço
O quê: 2º Festival Gastronômico da Marina Itajaí
Local: Marina Itajaí – Av. Carlos Ely Castro, 100 Centro, Itajaí (SC)
Data: até 5 de setembro
Funcionamento: terça-feira a sábado, das 19h às 22h
Valor: R$ 119 por pessoa





Sobre a Marina Itajaí

Com início das operações em 2016, a Marina Itajaí está localizada no centro de Itajaí, SC, ao lado do Centreventos. Modernos equipamentos como ForkLift para até 12 toneladas e TravelLift para até 75 toneladas, são um diferencial na sua configuração, além do posto de combustível com bandeira BR, sendo a única marina no sul do país com Diesel Verana. Possui espaço gastronômico com dois restaurantes internacionais, o Zephyr Seafood & Nikkei e o Zebuino Parrilla e Fogo, com amplo estacionamento, ponto de carregamento de carros elétricos e heliponto. Foi a primeira Marina do Brasil com certificação internacional ISO 14.001/2015 e Bandeira Azul.

Mais informações: https://www.marinaitajai.com/


Créditos: BIANCA LUCA

ÁGUA DE COCO CELEBRA 40 ANOS DE MARCA COM ESTREIA DO DOCUMENTÁRIO “QUARENTA VERÕES” EM SÃO PAULO

 Liana Thomaz e Renato Thomaz apresentam “Quarenta Verões” em première que reúne nomes da moda, cultura e entretenimento em São Paulo

Celio Thomaz, Liana Thomaz, Tais Araújo e renato Thomaz

Depois de quatro décadas contribuindo ativamente na construção da história da moda praia brasileira, a ÁGUA DE COCO conclui as celebrações de seus 40 anos com a première de Quarenta Verões. Dirigido por Edu Diaz, o documentário parte da criação do biquíni, em 1946, para contar duas histórias que se cruzam ao longo do tempo: a evolução de uma das peças mais emblemáticas do guarda-roupa feminino e a trajetória da marca cearense fundada por Liana Thomaz, em 1985.
 

Realizada na quarta-feira (02), em São Paulo, a estreia reuniu nomes da moda, cultura e entretenimento em uma noite dedicada à história da marca e à moda praia brasileira. Liana Thomaz e Renato Thomaz apresentaram a sessão, acompanhados por Celio Thomaz e Taís Araujo (o primeiro desfile em que a atriz participou foi da ÁGUA DE COCO), que também integra o grupo de personalidades que participaram do documentário.
 

Entre os convidados estavam Lilian Pacce, Erika Palomino, Paulo Borges, Thássia Naves, Carol Trentini, Gianne Albertoni, Maria Braz, Teté Conde, Ma Tranchesi, Jordanna Maia, Vitória Fiore, Helena Barbero, Reis Rodrigues, Pam Barja, Maitê, Clara Santandrea, Chico Lachowski, Rafa Gasparini, Fabio Monerat, Giuliny, entre outros.
 

Mais do que um registro dos 40 anos da ÁGUA DE COCO, Quarenta Verões estabelece um paralelo entre a história da marca e a própria construção da moda praia brasileira, passando por temas como moda, empreendedorismo feminino, criatividade e brasilidade. O filme retrata a trajetória de Liana Thomaz, que, ao fundar a marca em Fortaleza, rompeu com a centralidade do eixo Rio--São Paulo e levou para o Brasil e para o mundo um olhar profundamente conectado às paisagens, às cores e à cultura do Ceará.
 

Ao longo de quatro décadas, a ÁGUA DE COCO ajudou a consolidar a moda praia brasileira como uma linguagem reconhecida internacionalmente, incorporando técnicas artesanais, inovação, sofisticação e uma identidade visual própria ao beachwear. Essa trajetória é contada no filme-documentário por meio de imagens de arquivo e depoimentos de quase 50 nomes que acompanharam o surgimento da marca e as transformações da moda, do comportamento e da cultura brasileira.
 

O filme também incorpora elementos contemporâneos à narrativa, como sua trilha sonora original, composta integralmente com o uso de inteligência artificial — uma escolha que aproxima tecnologia e memória em uma produção dedicada à passagem do tempo e às transformações de uma indústria.
 

Com registro na ANCINE, Quarenta Verões encerra o ciclo de comemorações dos 40 anos da ÁGUA DE COCO, mas amplia a história da marca para além de seu aniversário. Depois das premières de São Paulo e Fortaleza (15/09), o documentário segue sua trajetória com exibições especiais em outras capitais brasileiras e em espaços educacionais e culturais, incluindo universidades, faculdades de moda, design e comunicação, escolas de negócios, feiras e encontros de empreendedorismo.
 

Assim, Quarenta Verões encerra um ciclo comemorativo e inaugura outro: transforma memória em legado e uma história de marca em conteúdo cultural. Ao contar a trajetória de uma empresa nascida em Fortaleza que conquistou espaço no Brasil e no mundo, o filme também lança luz sobre a força de criar, empreender e construir no Brasil com resiliência, criatividade e coragem.
 

O documentário Quarenta Verões já está disponível na íntegra no YouTube e pode ser assistido pelo link abaixo.
 

Assista ao documentário:
Link 
 

EQUIPE TÉCNICA
 

Idealização/ Concepção: Renato Thomaz

Direção: Edu Diaz

Produção
Francisca Macedo
Dayane Zanetelli

Roteiro
Helo Ramos
Ana Hermann
Francisca Macedo

Direção de Fotografia
Thiago Sales
Gabriel Cortês

Câmeras 1 e 2
Thiago Sales
Marina Tulher
Pedro Conte
Thiago Pinho
Pedro Melo

Som Direto
Cesar Augusto
Camila Braune

Finalização
Ossimar Farias

Edição e Montagem
Yoou Group
Ossimar Farias

Marketing Água de Coco
Luisa Mello

Produção Executiva
Mariana Carvalho
Danilo Jorge

Captação Externa
Ossimar Farias

Coordenação de Pós-produção
Thiago Pinho
Gabriella Augusto

Trilha Sonora
Ossimar Farias

Cabelo e Maquiagem
Alan Pires
Juliana Coelho
Raphael Moreira

Assistente de Cabelo e Maquiagem
Paulo Henrique Fiorentino

Arquivista
Ossimar Farias

Direção de Arte Água de Coco
João Pessoni

Motion Design
Ossimar Farias

Projetos Especiais e Parcerias
Gleicy Sales

Assessoria de Imprensa
Index Conectada
 

PARTICIPAÇÕES
 

Ana Claudia Michels, Camila Coutinho, Camila Simões, Carol Trentini, Carlos Ferreirinha, Celio Thomaz, Claudia Leitte, Cristina Pioner, Dando Baumgartner, Danielle Lucie, Erika Palomino, Fernanda Motta, Francesca Monfrinatti, Germana Cabral, Gianne Albertoni, Giovanni Frasson, Isabeli Fontana, Iza Amaro, Ju Ferraz, Jussara Romão, Kaká Camarotti, Liana Thomaz, Lilian Pacce, Luanda Vieira, Lufre, Majecia da Costa, Maria Braz, Maria Prata, Monica Paes, Patricia Carta, Paulo Borges, Paul Ferreiro, Pedro Andrade, Rebeca Thomaz, Renato Thomaz, Rodrigo Thomaz, Sandro Barros, Silvia Braz, Susana Barbosa, Sylvain Justum, Taciana Veloso, Taís Araujo, Tarsilinha do Amaral, Thássia Naves e Vitorino Campos.



Créditos: Heloisa Medvedik de Moraes Dantas  

Thaís Oliveira leva dilemas da Geração Z à Bienal do Livro de SP

 Começa agora a Garagens Tour!

Com referência ao fenômeno The Eras Tour da cantora Taylor Swift, nova ficção brasileira discute pressão pela fama nas redes sociais entre jovens

Divulgação | Editora Mundo Cristão


Pérola sempre preferiu ter uma vida "low profile", longe das câmeras. Até que uma série de imprevistos lança a garota no centro da maior turnê musical do país. Como guitarrista substituta da GdE33, ela precisa encarar não apenas as plateias lotadas e a expectativa de sustentar uma imagem perfeita diante de milhares de fãs... mas também o reencontro com Joca, vocalista da banda e seu ex-melhor amigo. Em Bem-vinda à Garagens Tour, Thaís Oliveira oferece uma narrativa vibrante para o público jovem sobre o preço da fama e a busca por um propósito maior que os holofotes. 

Referência direta à The Eras Tour, fenômeno global da cantora Taylor Swift, o título da obra é porta de entrada para um universo repleto de dilemas reais da Geração Z. A obra mergulha em temas urgentes entre adolescentes, especialmente a pressão estética e por engajamento nas redes sociais. Alternando entre o glamour dos palcos e o esgotamento dos bastidores, a autora trata com sensibilidade sobre saúde mental, distorção da imagem corporal, monetização da vida privada e burnout digital. Aborda ainda amizade, pertencimento, autoestima, família, sonhos, fé, mágoas passadas, cura emocional e reconciliação.  

Sabe, ninguém merece ter a vida
exposta na internet desde… sempre!
Imagine ter suas gracinhas disponíveis
para qualquer um comentar. [...]
Sua vida sendo monetizada contra a sua vontade.
(Bem-vinda à Garagens Tour, página 16) 

Depois de conquistar o mercado editorial com as séries Aventuras de Mabel e Corajosas, Thaís Oliveira faz os leitores lembrarem que nenhum "sucesso" tem valor quando se perde quem realmente é pelo caminho. Em um mundo de filtros, curtidas e vidas milimetricamente calculadas para postar no feed, Bem-vinda à Garagens Tour defende o contrário: mostra a importância de viver a própria identidade sem depender de aplausos. Uma história inspiradora para fãs da indústria musical, romance juvenil e ficção cristã.  

Ficha técnica:  
Título: Bem-vinda à Garagens Tour 
Autora: Thaís Oliveira 
Editora: Mundo Cristão 
ISBN: 978-65-5988-603-6  
Páginas: 368 
Idade de leitura: ‎ 13 a 20 anos  
Preço: R$ 94,90 [pré-venda com pôster e marca-página] 
Onde encontrar: Amazon e principais livrarias do país 

Divulgação | Editora Mundo Cristão


Sobre a autora: Thaís Oliveira é uma capixaba que tem utilizado as palavras e as redes sociais para compartilhar com o maior número possível de garotas o quanto Deus as ama e quem elas realmente são aos olhos dele. Escreve sobre identidade e vida cristã, sempre cercada por xícaras de café, livros e fofurices. É autora da série Aventuras de Mabel (Uma aventura a dois e Quando o verão me trouxe flores) e coautora dos livros da série Corajosas e Valentes, publicados pela Mundo Cristão. É formada em História e mestre em Educação Básica e Formação de Professores. 

Instagram: @thaisoliveira.autora  

Sobre a editora: Fundada em 1965, a Editora Mundo Cristão é referência na publicação de Bíblias e livros de ficção e não ficção pautados por uma postura teológica cristã equilibrada e histórica. Com um catálogo diverso, a editora promove o crescimento espiritual e pessoal de seus leitores.  

 Instagram: @mundocristao 

 

Créditos: Genielli Rodrigues


Ed Motta lança "O Desejo Está Nu", terceiro single antes da chegada do álbum "Toc-Toc"

 Canção faz referências a Robson Jorge & Lincoln Olivetti, ao Rio de Janeiro dos anos 1980 e chega às plataformas no dia 4 de setembro antecedendo o primeiro álbum do artista em português após 13 anos

Ed Motta lança “O Desejo Está Nu”, seu terceiro single antes do álbum Toc-Toc/ Jorge Bispo

Ed Motta apresenta nesta sexta-feira, 4 de setembro, “O Desejo Está Nu”, terceiro e último single antes do lançamento de “Toc-Toc”, novo álbum de estúdio do cantor, compositor, arranjador e multi-instrumentista, que chega às plataformas no dia 25 de setembro. Depois de “Eu Quero Ser Feliz” e da faixa-título, o artista revela uma nova dimensão do trabalho ao voltar seu olhar para o Rio de Janeiro dos anos 1980, em uma canção que aproxima o soul e o funk de uma atmosfera essencialmente carioca.


Uma das composições mais recentes do álbum, “O Desejo Está Nu” encontra sua paisagem em uma Barra da Tijuca oitentista, ensolarada e hedonista. Ed define a música como uma espécie de “ponte aérea Rio-Havaí”, na qual o imaginário carioca se encontra com imagens tropicais e uma sensação permanente de verão. A referência visual passa pelo trabalho do artista japonês Hiroshi Nagai, conhecido pelas paisagens de piscinas, palmeiras, automóveis e horizontes ensolarados que se tornaram associadas à estética do city pop japonês.


Esse imaginário encontra um correspondente brasileiro nas referências afetivas de Ed. A novela “Sol de Verão”, exibida pela TV Globo no início dos anos 1980, aparece entre as imagens evocadas pelo artista para descrever a atmosfera da composição. Mais do que reproduzir uma época, a faixa reúne fragmentos dessa memória de encontro entre o Rio, o calor e a liberdade, vestidos todos de uma suntuosa elegância urbana.


“É um dos temas mais recentes do disco e tem um sabor oitentista. É uma música muito carioca, uma ponte aérea Rio-Havaí. A atmosfera tem muito a ver com o trabalho do Hiroshi Nagai, com a novela ‘Sol de Verão’ e com aquela Barra da Tijuca dos anos 80. Robson Jorge e Lincoln Olivetti são grandes influências nessa música. É um prenúncio do verão”, afirma Ed Motta.


OUÇA “O DESEJO ESTÁ NU”, DE ED MOTTA


Musicalmente, “O Desejo Está Nu” encontra em Robson Jorge & Lincoln Olivetti uma de suas referências fundamentais. A dupla desenvolveu uma linguagem particular dentro da música brasileira ao aproximar soul, funk, jazz e música brasileira de sintetizadores, grooves e uma produção de estúdio minuciosa. É nessa tradição de balanço e refinamento que Ed situa o novo single, transformando os sabores dos anos 1980 cariocas em matéria para uma composição contemporânea.


“O Desejo Está Nu” encerra, assim, a sequência de três singles que antecede “Toc-Toc”. Se cada uma das faixas lançadas até aqui revelou uma possibilidade distinta dentro do repertório do álbum, elas também escancaram os laços de Ed com referências fundamentais que ajudaram a formar sua identidade musical desde o início da carreira, funcionando como uma verdadeira espinha dorsal do novo trabalho. A canção desnuda, portanto, a simplicidade complexa do campo afetivo e artístico de um dos maiores nomes de nossa música.


“Toc-Toc”, novo álbum em português de Ed Motta após 13 anos


Primeiro trabalho de Ed em sua língua materna após 13 anos, “Toc-Toc” passa longe de uma imersão meramente nostálgica. Nele, o artista aproxima a energia e o caráter dançante de seus primeiros registros como músico, demonstrando parte fundamental de sua linguagem desenvolvida ao longo das últimas décadas.


O novo disco a ser lançado também sucede os trabalhos Perpetual Gateways (2016), Criterion of the Senses” (2018) e “Behind the Tea Chronicles” (2023), compostos e gravados em inglês e que aprofundaram a inserção internacional de Ed Motta, explorando sua relação com o jazz, o soul, o AOR e a música orquestral.

Agora, sem abandonar a sofisticação harmônica e o refinamento que caracterizam essa fase, o artista reencontra a língua portuguesa em um repertório que também recupera a espontaneidade e a atmosfera dos primeiros trabalhos.


“Gravar um disco em português para um selo alemão é uma forma de agradecer ao meu público brasileiro”, explica Ed Motta.

Produzido por Michel Limma e Ed Motta, Toc-Toc será lançado pelo selo Dwitza, em parceria com o tradicional selo alemão MPS, reunindo canções que transitam entre o electro-funk, a bossa nova, o soul e as baladas, estas fundamentais na estética do novo trabalho.


Mais do que um retorno ao idioma, o álbum marca uma nova fase do artista e representa um reencontro com referências que sempre fizeram parte da formação musical de Ed, agora revisitadas pela experiência de uma das trajetórias mais singulares da música brasileira.


Créditos: João Paulo Martins  

NIAD promove campanha de conscientização sobre o daltonismo no Shopping Pátio Alcântara e no Santa Cruz Shopping

 Em comemoração ao Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo, celebrado em 6 de setembro, shoppings terão ações gratuitas, aplicação do Teste de Ishihara e atividades sobre o ColorADD, alfabeto de cores que amplia a acessibilidade e a inclusão.

Campanha NIAD para o Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo 2026


“A cor é para todos”, que é o slogan do ColorADD, é o tema da campanha que a NIAD Shopping Centers promoverá em seis de seus empreendimentos para destacar o Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo. Ao longo de setembro, serão realizadas ações gratuitas que convidam o público a descobrir como as pessoas com o distúrbio da visão percebem as cores e como o ColorADD pode facilitar a comunicação, promover acessibilidade e contribuir para uma experiência de consumo mais inclusiva.
 
A campanha deste ano será divulgada nos canais digitais da NIAD e dos empreendimentos e estará presente nas ações gratuitas nos shoppings Bougainville (GO), Boulevard Brasília (DF), Boulevard Londrina (PR), Boulevard Vila Velha (ES), Pátio Alcântara e Santa Cruz (RJ). O público participará de atividades informativas, educativas e recreativas relacionadas ao tema. Também haverá aplicação do Teste de Ishihara, que auxilia na identificação do daltonismo em pessoas de diferentes idades. O daltonismo é uma condição que pode impor barreiras no dia a dia de quem convive com ela. O objetivo da campanha é lançar luz sobre o tema e fazer com que as pessoas conheçam um pouco mais sobre o ColorADD, criado pelo designer português Miguel Neiva, aprovado pela comunidade científica internacional e já utilizado em 90 países.
 
O dia 6 de setembro foi escolhido para marcar a conscientização sobre o daltonismo por coincidir com o aniversário de John Dalton, cientista que estudou a condição. Atualmente, cerca de 350 milhões de pessoas convivem com algum tipo de daltonismo no mundo e, no Brasil, são mais de 9 milhões.
 
A NIAD é a única administradora de shopping centers da América Latina a adotar o ColorADD nos empreendimentos que administra. Desde 2024, quando teve início a parceria inédita com a ONG portuguesa criadora dos símbolos que compõem o alfabeto das cores para daltônicos, as iniciativas realizadas nas unidades já impactaram mais de 4 milhões de pessoas. Foram aplicados mais de 600 testes, com acompanhamento de oftalmologistas. O diagnóstico tem o potencial de transformar profundamente a vida dessas pessoas, oferecendo a elas a oportunidade de compreender e lidar melhor com sua condição.
 
Nos shoppings administrados pela NIAD, os símbolos do ColorADD já podem ser encontrados em estacionamentos, elevadores, lixeiras para separação de resíduos, portas e outras áreas. A iniciativa integra a política de responsabilidade social da companhia e reforça o compromisso com acessibilidade, inclusão e pertencimento, contribuindo para uma experiência de visita e consumo mais completa para todos.

ColorADD aplicação nas caixas de reciclagem dos shoppings NIAD

ColorADD aplicação nos estacionamentos dos shoppings NIAD

Experiências de ColorADD nos Shoppings NIAD 2

 
Serviço - Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo
Data: 6 de setembro
Eventos gratuitos: a programação pode ser consultada nas redes sociais dos shoppings participantes.
- Bougainville Shopping (GO) - @bougainvilleshopping
- Boulevard Shopping Brasília (DF) - @boulevardshoppingbrasilia
- Boulevard Shopping Londrina (PR) - @boulevardshoppinglondrina
- Boulevard Shopping Vila Velha (ES) - @boulevardvv
- Santa Cruz Shopping (RJ) - @stacruzshoppingrio
- Shopping Pátio Alcântara (RJ) - @patioalcantara
Para mais informações sobre o ColorADD, acesse o site: www.coloradd.net/pt/ 


Créditos: Ligia Viegas

 

Neurologista esclarece a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição rara diagnosticada no comunicador Lito Sousa

 Especialista explica as origens priônicas, os sintomas da degeneração cerebral e os desafios do diagnóstico dessa enfermidade rara


O diagnóstico recente da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) revelado pelo especialista em aviação e influenciador Lito Sousa trouxe visibilidade a uma das condições neurodegenerativas mais raras e complexas da medicina moderna. Causada por proteínas alteradas que danificam o tecido cerebral de forma severa e progressiva, a enfermidade afeta a cognição, as funções motoras e o sistema nervoso central. 

Estima-se que a incidência global da DCJ seja de apenas 1 a 2 casos por milhão de pessoas a cada ano. Ao contrário da associação frequente no imaginário popular, a grande maioria dos casos não tem relação com a chamada ‘doença da vaca louca’. A exposição a produtos bovinos contaminados está relacionada à variante da DCJ (vDCJ), uma forma extremamente rara da doença. A forma mais prevalente é a esporádica, responsável por cerca de 85% dos registros no mundo, na qual a alteração da proteína ocorre sem causa aparente ou padrão de transmissão conhecido.

A neurologista da Rede Oto, Dra. Flávia Timbó, explica que os príons alterados agem em cadeia, forçando proteínas saudáveis a também se dobrarem incorretamente. "Esse acúmulo gera uma destruição rápida e generalizada dos neurônios, deixando o cérebro com um aspecto esponjoso. Por se tratar de um processo degenerativo acelerado, a preservação da dignidade e do bem-estar do paciente exige diagnóstico assertivo e suporte multidisciplinar", esclarece o médico.

A evolução da doença é veloz. A fase inicial costuma se confundir com outros quadros neurológicos, mas progride rapidamente para declínio cognitivo e alterações físicas. Os principais sinais observados incluem:

Sintomas motores: Ataxia (perda de coordenação motora e equilíbrio), tremores, rigidez muscular de padrão parkinsoniano e mioclonias (espasmos e contrações involuntárias).

Sintomas cognitivos e comportamentais: Perda de memória de rápida evolução, confusão mental, afasia (dificuldade de comunicação) e alterações bruscas no humor ou na personalidade.

Perda visual e de percepção: Dificuldade na orientação espacial e perda progressiva da acuidade visual.

Segundo a especialista da Rede Oto, a confirmação diagnóstica exige exames específicos para identificar os sinais que ela deixa no cérebro. Os médicos analisam o quadro do paciente e confirmam a suspeita por meio de uma ressonância magnética (que mostra alterações no tecido cerebral), um eletroencefalograma (que mede a atividade elétrica do cérebro) e a análise do líquor, um líquido retirado da espinha para buscar proteínas e marcadores específicos da doença. É a combinação desses três exames que permite identificar o problema com precisão e rapidez. 

Por se tratar de uma doença de progressão rápida e para a qual a medicina ainda busca terapias curativas eficazes, o protocolo terapêutico foca na qualidade de vida e no controle de sintomas do paciente.

"O papel das redes de saúde e de equipes especializadas é garantir suporte integral ao paciente e à família. O manejo adequado de dores, espasmos e distúrbios de sono, somado ao acolhimento multiprofissional, é fundamental para proporcionar conforto em todas as etapas", conclui o especialista da Rede Oto.

Dra Flavia


Sobre a Rede Oto

A Rede Oto é referência em atendimento médico de excelência e alta complexidade em Fortaleza, dispondo de estrutura tecnológica moderna, suporte em diagnósticos neurológicos de alta precisão e corpo clínico especializado no manejo de doenças raras e neurodegenerativas.


Créditos: Lara Alves  


DVD “Forró e Mulher II”, de Márcia Fellipe, ultrapassa 20 milhões de visualizações no YouTube

 

Márcia Fellipe Créditos @Italofilms

O DVD “Forró e Mulher II”, de Márcia Fellipe, ultrapassou a marca de 20 milhões de visualizações no YouTube, somando 3,1 milhões de streams no Spotify nos últimos 28 dias. Gravado no Haras Cartaxo, em Sousa, na Paraíba, o projeto reúne 17 faixas e participações de nomes como Samya Maia, Amanda Rainha, Mika Rodrigues, Adma Andrade, Mirella Vieira e Kátia Cilene.

Os números apontam para a continuidade do alcance do projeto nas plataformas digitais. Dos 17 vídeos disponibilizados no YouTube, sete já ultrapassaram 1 milhão de visualizações. Os dados foram registrados pelo YouTube Studio nos últimos 28 dias.

Entre as faixas, “Já Chorei Pra Valer” aparece como o principal destaque. A música soma 8 milhões de visualizações no YouTube e 2,4 milhões de streams no Spotify no período analisado. O áudio também figura entre os conteúdos em alta no Instagram, enquanto a faixa aparece no Top 10 de músicas em alta no YouTube.

Lançado em 7 de agosto, “Forró e Mulher II” foi gravado no dia 23 de julho e reúne repertório composto por clássicos e regravações em formato ao vivo. A proposta do projeto é reunir diferentes vozes femininas do forró em um mesmo trabalho audiovisual, ampliando a circulação das músicas nas plataformas digitais.

Os resultados também refletem o comportamento de consumo do público em diferentes ambientes digitais. Além do desempenho no YouTube e no Spotify, a presença de faixas do álbum entre os conteúdos em alta nas redes sociais indica a circulação do repertório para além das plataformas de streaming.

O projeto integra a discografia de Márcia Fellipe distribuida pela Potência Music, para todas as plataformas de áudios e redes sociais. A gravadora sediada em Fortaleza que atua nas áreas de produção musical, distribuição digital e desenvolvimento de projetos para artistas.

Serviço
DVD Forró e Mulher II
Disponível no YouTube e em todas as plataformas digitais


Créditos: Heitor Alencar 

Da passarela às ruas: como a moda revela a história de um país?

 Por Cristina Seixas

Desfile da Dior na Paris Fashion Week de 2026
Reprodução / Instagram @fashionweek


Já dizia o escritor francês Anatole France (1844-1924): “Se eu pudesse escolher apenas um livro entre as publicações impressas cem anos após a minha morte, sabe por qual optaria? Eu escolheria simplesmente uma revista de moda, na qual eu poderia ver como as mulheres estarão vestidas um século após minha partida. E estas roupas me falariam mais sobre a humanidade futura do que filósofos, romancistas, profetas e intelectuais”.

A discussão sobre a moda como fenômeno sociocultural de expressão de um momento, de uma sociedade ou um fenômeno meramente comercial, são algumas questões que emergem frequentemente nos debates sobre esse campo.

Moda como símbolo de comunicação

O processo de criação na moda passa por transformações, muitas vezes por influência do contexto cultural, histórico e ambiental, cujos valores e significados se revelam na interpretação de sua realidade. Assim, é possível definir a moda como a expressão do momento. Existem determinadas características de estilo que sobressaem e expressam manifestações culturais, tornando a moda um símbolo de comunicação de massa, cujas formas, cores e texturas “contam” o momento histórico social de um país.

Vejamos por exemplo a moda feminina das décadas de 1940 e 1950 na Europa, mais especificamente na França, onde pode-se notar claramente o discurso de cada uma, inserida em seu contexto. 1950 reflete a reação à rigidez da estrutura do vestuário feminino dos anos 1940 e as grandes limitações à moda parisiense, criada sob forte influência das linhas militares e do vestuário masculino, com poucas cores, sem ornamentações, ombros armados e profusão de bolsos e de botões. As saias encurtaram, devido à economia de tecido, e os looks eram complementados por sapatos abotinados e sandálias com plataforma de cortiça. Era o reflexo do rigor das leis protecionistas, que determinavam até a metragem do tecido a ser utilizada. Os países envolvidos no conflito conviveram com o sentimento de despojamento e de simplicidade.

Com o fim da guerra, mais precisamente em 1947, aconteceu uma grande reviravolta no mundo fashion, quando a Dior apresentou sua primeira coleção de alta costura, a Ligne Corolle - rebatizada de New Look por Carmel Snow, pela editora de moda da revista Harper’s Bazaar - com saias amplas de cintura fina e corpetes estruturados. Os modelos chegavam a gastar vinte metros ou mais de tecido para a roda da saia, a exemplo do modelo Dioríssimo, complementados por sapatos altos de salto “agulha” e enormes chapéus. Era uma nova silhueta, em que a moda expressava feminilidade e elegância e que, em contraponto à fase anterior, exibia o reflorescimento da indústria têxtil e das pequenas empresas de acessórios.

Linguagem da moda

A narrativa fashion é um conjunto de signos que envolve do conceito à construção estética e exibe um discurso implícito de um momento, influenciado, por exemplo, por um contexto social, como o comportamento de consumo, as crises ou novos movimentos sociais, e que se reflete no discurso visual.

Por exemplo, um desfile pós-pandemia pode exibir conforto e liberdade, por meio de formas e de tecidos, com a silhueta mais ampla e a modelagem mais fluida. As formas, os materiais e as cores dos modelos podem expressar e/ou questionar padrões corporais e estéticos, tornando-se o espelho de seu tempo.

Paris, hoje

Em uma rápida análise da moda em Paris, hoje, nota-se a valorização do corpo, unindo simplicidade visual e respeito à silhueta, com conforto e movimento natural, e os elementos que se destacam são a cintura marcada (uso do peplum), texturas ricas, como o couro, em peças principais do look, e os bordados delicados em substituição às estampas.

Realça o “feito à mão”, com técnicas artesanais, em contraponto ao consumo rápido anterior. A moda busca menos “choque” visual e mais pureza nas formas, definidas por modelagens e tecidos que dão o tom natural ao caminhar. Percebe-se o cansaço aos excessos, com a busca de uma estética mais limpa, mais natural, por meio de looks mais sóbrios e duradouros, contrapondo a prática do descarte. Enfim, a moda valoriza o trabalho artesanal e a origem das peças e sinaliza um retorno ao natural e ao chique.

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Arquivo pessoal / Cristina Seixas


Sobre Cristina Seixas: jornalista, tradutora, produtora de eventos de moda, estilista, escritora e mestre em Design pela PUC-Rio. Com mais de 40 anos de experiência, idealizou desfiles, produziu eventos em instituições como o Museu Histórico Nacional, além de ter sido professora do Curso de Bacharelado em Design – Habilitação Moda e de pós-graduação em Design de Moda e Acessórios de Moda do SENAI CETIQT, bem como lecionou na PUC-Rio, na UERJ e na UCAM. Participou da tradução de livros como “História da cozinha e da gastronomia francesa”, de Patrick Rambourg (Editora Cassará) e “Seu futuro nas linhas da mão”, de René Butler (Editora Record). Atuou na revisão de obras, entre as quais “Uma breve história do racismo”, de Jacques d’Adesky (Editora Cassará) e “Os sabores e os saberes de Danusia Barbara (Editora Cassará). Como escritora, publicou “Casa Canadá: a questão da cópia e da interpretação na produção de moda na década de 1950” (Editora Cassará, 2015), além de “Estética da moda, Styling & Produção”, este em parceria com a jornalista Lu Catoira (2021) e “Rabena Karib: jornada entre e o deserto e o mar” (2025), ambos pela Edições Cândido.

Instagram: @tittiseixas


Créditos: Victória Gearini