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Realizada em São Paulo, grande final do concurso culinário leva vencedor a uma viagem à Coreia do Sul

 Etapa decisiva do Concurso de Cozinha Coreana 2026, promovido pelo Centro Cultural Coreano

no Brasil (CCCB) contará com oito finalistas; disputa acontece em 23 de setembro, na

Universidade Anhembi Morumbi, com entrada gratuita e programação de live cooking,

degustação de K-Food e de bebidas tradicionais coreanas
 

Concurso de Cozinha Coreana 2025


São Paulo, setembro de 2026 – Chega à etapa final o Concurso de Cozinha Coreana 2026: Juansang, realizado pelo Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) em correalização com a Universidade Anhembi Morumbi, a Universidade Presbiteriana Mackenzie e o Centro Universitário Estácio São Paulo. No dia 23 de setembro, os oito finalistas selecionados ao longo do processo, que passou por inscrições, workshop e seletiva online, se apresentam ao vivo diante de uma banca julgadora e do público.

 

O tema desta edição é o Juansang (주안상), mesa que reúne bebidas alcoólicas tradicionais coreanas e pratos preparados especialmente para acompanhá-las, remetendo à hospitalidade, à convivência e ao equilíbrio de sabores que marcam a culinária coreana. Cada finalista desenvolveu um prato harmonizado com uma bebida alcoólica tradicional coreana usando ao menos um dos jang (장), os condimentos fermentados que formam a base dos sabores do país, como o ganjang, o doenjang ou o gochujang.
 

Concurso de Cozinha Coreana 2025

 

A disputa final
 

Os oito finalistas representam as quatro instituições parceiras do concurso (CCCB, Anhembi Morumbi, Mackenzie e Estácio São Paulo), cada uma credenciando dois representantes ao fim da seletiva. Na final, realizada em formato de cozinha ao vivo, cada um prepara sua receita diante do público e apresenta oralmente o conceito do prato, o uso do jang e a harmonização escolhida à banca avaliadora. O primeiro colocado é contemplado com uma viagem à Coreia do Sul, incluindo passagem aérea, hospedagem, traslados e refeições; o segundo e o terceiro lugares recebem kits de produtos coreanos.
 

Seungwoo Shin, Jeonghee Jeong, Vivi e Caio Yokota

 

A avaliação fica a cargo de um júri que reúne experiências complementares no universo gastronômico: o chef Seungwoo Shin, atualmente à frente da cozinha da residência oficial do Consulado da República da Coreia e com mais de dez anos de atuação entre hotéis, culinária de corte coreana e restaurantes franceses; Jeonghee Jeong, diretora do Centro Cultural Coreano no Brasil; e a chef Vivi, que por mais de dez anos comandou seu próprio restaurante na Vila Madalena, com proposta voltada à sustentabilidade e ao aproveitamento integral de ingredientes; e o chef Caio Yokota, à frente do restaurante taiwanês Aiô, reconhecido pela Forbes Under 30 e pelo Guia Michelin.
 

“Este concurso de cozinha coreana vai além de uma simples competição culinária. Ele foi criado para descobrir e formar jovens talentos que desejam estudar a culinária coreana de forma especializada e contribuir para o seu desenvolvimento no Brasil. Esperamos que esta edição, com oito finalistas selecionados de quatro instituições de ensino, incentive cada vez mais jovens talentos a se interessarem por nossa gastronomia”, diz Jeonghee Jeong, diretora do Centro Cultural Coreano no Brasil.
 

Programação aberta ao público
 

Além de acompanhar a disputa, o público vivencia outros aspectos da cultura gastronômica coreana durante o evento, com live cooking, exposição e degustação de bebidas tradicionais coreanas, degustação de K-Food e uma ação especial de distribuição de brindes.
 

Sobre o Centro Cultural Coreano no Brasil

O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) é uma instituição oficial do governo da República da Coreia, vinculada ao Ministério da Cultura, Esportes e Turismo. Integrante da rede global de Centros Culturais Coreanos presente em 30 países, o CCCB está sediado na Avenida Paulista desde 2019. Com a missão de fortalecer as conexões culturais entre Brasil e Coreia, desenvolve uma programação ampla e multidisciplinar que abrange exposições, mostras de cinema, apresentações musicais, festivais temáticos e atividades educativas. Entre os destaques estão os cursos gratuitos de língua coreana, realizados em parceria com o Instituto Rei Sejong, além de cursos de K-pop, dança tradicional, taekwondo e oficinas temáticas. Em 2025, o Centro recebeu mais de 86 mil visitantes em sua sede e atingiu mais de 463 mil pessoas em eventos pelo Brasil.


 

SERVIÇO

Final do Concurso de Cozinha Coreana 2026: Juansang

Data: 23 de setembro de 2026

Horário: 14h às 19h

Local: Universidade Anhembi Morumbi, campus Mooca

Endereço: Rua Doutor Almeida Lima, 1134, Mooca, São Paulo

Entrada: gratuita, com vagas limitadas

Inscrição para acompanhar o evento: até 22/09, às 23h59, via Google Forms 

Classificação etária: livre (degustação de bebidas alcoólicas restrita a maiores de idade)



Créditos: Cristiane Nascimento  

Angela Merkel revela os bastidores do poder e reflete sobre os desafios da liderança em livro de memórias

Em Liberdade, a ex-chanceler da Alemanha revisita a trajetória pessoal e política, analisa decisões que marcaram o cenário internacional e oferece uma visão inédita sobre os dilemas da democracia e da geopolítica contemporânea

 

“Este livro conta uma história que nunca mais acontecerá, simplesmente porque o Estado em que vivi durante 35 anos não existe mais desde 1990.”

 

Angela Merkel

 

Durante dezesseis anos à frente do governo alemão, Angela Merkel esteve no centro de algumas das decisões mais importantes da política internacional do século XXI. Em Liberdade, obra que chega às livrarias brasileiras pela Editora Planeta, a ex-chanceler reúne, pela primeira vez, as próprias memórias em um relato que percorre desde a infância na Alemanha Oriental até o encerramento de sua trajetória política, em 2021. O livro apresenta uma perspectiva pessoal sobre os caminhos que a levaram a se tornar a primeira mulher a ocupar o cargo mais alto da política alemã.

 

Ao longo das páginas, Merkel revisita momentos decisivos da carreira e guia os leitores aos bastidores da diplomacia internacional, revelando como eram conduzidas negociações de alta complexidade em Berlim, Bruxelas e outros centros de poder. Além de retratar o cotidiano da Chancelaria, a autora compartilha reflexões sobre o processo de tomada de decisões em cenários marcados por crises, disputas e constantes transformações políticas.

 

As memórias também ajudam a compreender acontecimentos que continuam moldando o cenário geopolítico atual. Temas como a dependência energética da Alemanha em relação ao gás russo, o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, os desafios da política migratória europeia e as mudanças na cooperação internacional aparecem contextualizados a partir da experiência direta de uma das principais lideranças políticas das últimas décadas, oferecendo novas perspectivas sobre questões que permanecem no centro do debate global.

 

Com formação em Física e uma trajetória que transformou o perfil técnico em liderança política, Angela Merkel constrói um relato que combina memória, análise histórica e reflexão sobre o exercício do poder. Para além de um registro autobiográfico, Liberdade propõe uma discussão sobre os limites e as responsabilidades da ação política em um mundo cada vez mais complexo, reafirmando a importância do diálogo, da democracia e da liberdade como pilares da vida pública.

 

FICHA TÉCNICA

Título: Liberdade

Autora: Angela Merkel

ISBN: 978-85-422-4322-2

Páginas: 688 p.

Preço livro físico: R$159.90

Editora Planeta

 

SOBRE A AUTORA

Angela Merkel, chanceler da República Federal da Alemanha de 2005 a 2021, foi a primeira mulher a ocupar o cargo mais poderoso do país. Nascida em 1954 em Hamburgo, cresceu na Alemanha Oriental, onde estudou Física e concluiu o doutorado. Em 1990, foi eleita para o Bundestag. De 1991 a 1994, foi Ministra para Mulheres e Juventude; de 1994 a 1998, Ministra Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear. De 2000 a 2018, foi presidente da União Democrata‑Cristã da Alemanha. Em 2021, encerrou sua carreira política ativa.

 

SOBRE A EDITORA

A Editora Planeta Brasil, criada em 2003, é o braço brasileiro do Grupo Planeta. Com mais de 1.500 livros publicados, a Planeta Brasil conta com nove selos editoriais, que englobam o melhor dos gêneros ficção e não ficção: Academia, Crítica, Essência, Outro Planeta, Paidós, Planeta, Planeta Estratégia, Planeta Minotauro e Tusquets. A Planeta Brasil lança cerca de 150 livros todos os anos. Em faturamento, está entre as cinco maiores editoras do Brasil.

 


Créditos: Imprensa - Editora Planeta  

Setor de motéis mira descanso, trabalho e celebração com nova marca

 

Guia de Motéis GO passa a se chamar Motz e lança movimento para estimular novas formas de ocupar as suítes


Por décadas, o motel foi associado principalmente a encontros íntimos. Agora, uma empresa que acompanha a transformação do setor há mais de 25 anos quer ampliar essa percepção. Apresentado nesta quarta-feira (16), durante a Equipotel, em São Paulo, o Motz, novo nome do Guia de Motéis GO, aplicativo lançado em 2019 para reservas de suítes, passa a assumir uma missão ampliada: aumentar o espaço que os motéis ocupam na vida das pessoas.
 

A proposta parte de uma característica particular da motelaria no Brasil. Estimativas do setor apontam cerca de 5 mil motéis e mais de 200 mil suítes espalhados pelo País. São espaços privados, equipados e disponíveis, com uma característica pouco comum na hotelaria tradicional: a possibilidade de utilização por períodos fracionados, de algumas horas a uma diária.
 

“Se olharmos para o que foi construído ao longo de décadas, temos uma rede gigantesca de espaços privados, equipados e disponíveis 24 horas por dia e a qualquer hora, mas nos acostumamos a enxergar uma única razão para ocupá-los. O problema não é o sexo. O problema é só o sexo. Isso é desperdício”, afirma Rodolfo Elsas, fundador do Guia de Motéis.
 

Boa parte dessa estrutura já oferece recursos que permitem experiências muito diferentes do uso tradicional. É o que mostra um levantamento feito a partir da base do Guia de Motéis. Entre 11.181 categorias de suítes analisadas, 5.483 categorias, ou 49%, possuem recursos como piscina, churrasqueira, sauna, ofurô, bar, pista de dança, áreas externas e outras estruturas associadas a lazer, bem-estar e celebração. Essas categorias estão distribuídas por 1.564 motéis, em 460 cidades do País.
 

O levantamento mostra uma mudança que já acontece dentro da própria motelaria. Nos últimos anos, estabelecimentos passaram a investir em retrofit, arquitetura, gastronomia, atendimento e experiência, criando ambientes que, em diferentes aspectos, se aproximam de propostas encontradas na hotelaria, no lazer e no entretenimento.
 

Há 1.080 categorias de suítes que comportam grupos maiores, 765 categorias com estrutura associada a festas e celebrações, 349 categorias que reúnem piscina e churrasqueira ou recursos semelhantes para lazer e 317 categorias com recursos de spa e bem-estar. Outras 434 categorias têm dimensões declaradas que chegam, em alguns casos, a centenas de metros quadrados. Também há categorias de suítes com estrutura para cinema e motéis que recebem experiências gastronômicas assinadas por chefs.
 

A oferta está longe de ser um fenômeno restrito às grandes capitais. As 5.483 categorias de suítes identificadas estão distribuídas pelas cinco regiões do País: representam 52% das categorias de suítes mapeadas no Sudeste, 50% no Sul, 48% no Centro-Oeste, 41% no Norte e 37% no Nordeste.
 

Movimento Motz: ampliar os motivos para ocupar
 

É a partir desse cenário que a estratégia do Motz passa a atuar em duas frentes. Como marca e aplicativo, a empresa pretende colocar no radar do consumidor novas ocasiões de uso, de uma comemoração ou encontro entre amigos a algumas horas de descanso, uma hospedagem durante uma viagem, um momento de lazer ou até um espaço para trabalhar.
 

Para os empresários do setor, o Guia de Motéis lança o Movimento Motz, uma convocação para que cada estabelecimento avalie quais novas ocasiões fazem sentido para seu público, localização e estrutura. A proposta é estimular adaptações que podem envolver desde novos ambientes de wellness, gastronomia ou fitness até mudanças mais simples, como internet de alta qualidade, estação de trabalho, espaço para bagagens e maior controle sobre a exposição de conteúdo adulto.
 

“O Motz pode mudar aquilo que as pessoas imaginam e os motéis precisam mudar aquilo que elas encontram. O Movimento Motz existe para provocar o setor a fazer essa transformação junto com a gente”, diz Elsas. A proposta não é transformar o motel em hotel, resort, spa ou coworking. O motel continua sendo motel. A ideia é ampliar a quantidade de momentos em que as pessoas consideram utilizar uma estrutura que já existe.
 

Uma nova etapa para a empresa

 

A mudança de nome acompanha uma trajetória de transformação da própria empresa. Criado em 1999, o Guia de Motéis começou levando os estabelecimentos para a internet e, ao longo dos anos, ajudou a digitalizar a relação do público com a motelaria. Em 2019, com o lançamento do Guia de Motéis GO, passou a oferecer reservas de suítes por aplicativo.
 

Agora, o mesmo aplicativo passa a se chamar Motz e leva essa transformação para outra frente: além de facilitar o acesso aos motéis, a marca quer ampliar as situações em que essas estruturas são consideradas uma opção. Reservas, usuários e volume financeiro movimentado pelo Guia de Motéis crescem entre 60% e 70% ao ano, segundo a empresa, que prevê dobrar a receita em 2027.
 

A mudança também ganha uma nova linguagem na campanha de lançamento, assinada pelo publicitário Victor Rebouças, profissional com mais de quatro décadas de carreira. A comunicação apresenta os motéis em situações como trabalho, viagens, descanso e lazer, ao mesmo tempo em que preserva o desejo, o humor e a irreverência associados ao universo da motelaria.
 

“O que diferencia o Motz de uma simples mudança de identidade é o movimento de repensar e ressignificar a múltipla função que suítes absolutamente atraentes e confortáveis, com uma oferta de serviços gigantesca, já oferecem”, afirma Rebouças.


Créditos: Jessica Silva Cunegundes de Souza  

Enem 2026: cartilha do Inep alerta para "repertório de bolso"; pedagoga explica como ampliar conhecimentos até a prova

 

Foto: Shutterstock


Além de dominar a estrutura da redação, estudantes devem relacionar informações de diferentes áreas ao tema e utilizá-las para sustentar seus argumentos

A preparação para a redação do Enem vai além do treino de estrutura textual e da memorização de citações. Na edição 2026 da Cartilha do Participante, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) chama a atenção para o chamado “repertório de bolso”.

De acordo com o documento, o repertório sociocultural pode ser formado por informações, fatos, citações ou experiências que tenham relação com o tema e contribuam para a construção da argumentação. O Inep também reforça que essas referências precisam ser pertinentes, contextualizadas e articuladas ao ponto de vista defendido pelo estudante. 

A orientação muda a forma como o estudante pode aproveitar as últimas semanas antes da prova. Em vez de tentar memorizar uma grande quantidade de frases de filósofos ou referências consideradas “coringas”, a recomendação é ampliar o contato com diferentes fontes de informação e, principalmente, aprender a estabelecer relações entre elas e os problemas discutidos na sociedade.

“A construção de repertório não deve ser encarada como uma coleção de citações para serem encaixadas na redação. O estudante precisa entender a informação que está utilizando e perceber de que maneira aquele conhecimento ajuda a explicar o problema apresentado. Uma notícia, um filme, uma obra literária, um acontecimento histórico ou um conceito estudado em sala podem se transformar em repertório quando são compreendidos e relacionados ao argumento”, explica Taís Guimarães, pedagoga escolar da Legacy School.

A própria Cartilha do Enem 2026 amplia as possibilidades de onde esse conhecimento pode vir. O documento cita letras de músicas, filmes, obras literárias, conhecimentos adquiridos na escola, podcasts, palestras, notícias e documentários, além do conhecimento de mundo construído ao longo da formação do estudante. 

Para quem está na reta final da preparação, uma estratégia é acompanhar notícias e, em vez de apenas memorizar números ou acontecimentos, tentar compreender qual problema social está sendo discutido, suas causas, consequências e possíveis relações com outros conhecimentos.

“O estudante pode transformar o próprio hábito de acompanhar notícias em uma ferramenta de preparação. Ao ler uma reportagem, por exemplo, vale perguntar: qual é o problema apresentado? Quem é afetado? Quais são as causas? Que consequência isso produz? Existe algum conteúdo de História, Geografia, Sociologia, Literatura ou outra área que ajude a compreender essa questão? Esse exercício desenvolve justamente a capacidade de relacionar conhecimentos”, orienta Taís.

Essa capacidade também está diretamente relacionada à Competência III, que avalia a seleção, organização, relação e interpretação de informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista. Segundo a Cartilha, um bom texto deve apresentar uma estratégia clara de argumentação, com ideias organizadas e desenvolvidas, evitando informações soltas ou sem relação com a tese. 

“Mais importante do que saber citar muitas obras é conseguir explicar por que aquela referência é relevante para o argumento. Quando o estudante consegue fazer essa conexão, ele deixa de apenas mencionar uma informação e passa a utilizá-la como parte da construção do raciocínio”, afirma a pedagoga.

Literatura, filmes e atualidades também entram na preparação

A Cartilha de 2026 apresenta exemplos de repertório considerado produtivo a partir de diferentes áreas. Em um dos casos, uma redação utiliza Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, para discutir o envelhecimento. O documento considera que a referência funciona porque o estudante interpreta a crítica social presente na obra e estabelece uma relação com a invisibilização das pessoas idosas. 

Outro exemplo utiliza o filme A Substância para discutir a influência da mídia na construção de estereótipos relacionados ao envelhecimento. Segundo a análise apresentada pelo Inep, a referência é produtiva porque não fica restrita à história do filme: o estudante estabelece uma ponte entre a obra e um problema social contemporâneo. 

A orientação mostra que não existe apenas um tipo de repertório válido. O desafio é compreender o conteúdo e saber mobilizá-lo de acordo com o tema.

“Esse é um momento em que o estudante pode olhar para o próprio repertório com mais confiança. Ele não precisa conhecer tudo. Pode partir de filmes que assistiu, livros que leu, conteúdos estudados na escola, notícias que acompanhou e até conhecimentos construídos ao longo da própria formação. O mais importante é compreender essas referências e desenvolver a capacidade de relacioná-las”, completa Taís.

Dicas para ampliar o repertório na reta final

  1. Leia notícias todos os dias
    Escolha assuntos relacionados a sociedade, educação, tecnologia, meio ambiente, saúde, cultura, economia e comportamento.
  2. Não decore apenas dados
    Procure entender o que o dado revela sobre determinado problema.
  3. Revise conteúdos de diferentes disciplinas
    História, Geografia, Sociologia, Filosofia, Literatura e Ciências podem fornecer conhecimentos úteis para diferentes discussões.
  4. Assista a filmes e documentários com olhar analítico
    Depois, pergunte: qual problema a obra apresenta? Que crítica ela faz? Em quais discussões sociais essa ideia poderia ajudar?
  5. Leia literatura
    Além de ampliar o vocabulário, obras literárias podem oferecer perspectivas históricas, sociais e culturais para a argumentação.
  6. Treine a conexão entre repertório e argumento
    Não basta escrever “como afirma determinado autor”. Explique o que aquela ideia significa e como ela ajuda a sustentar sua tese.
  7. Evite o “repertório de bolso”
    A Cartilha alerta que referências utilizadas de forma automática, genérica ou forçada podem ser consideradas pouco produtivas. 
  8. Treine o raciocínio antes de treinar apenas a redação completa
    Pegue um tema e tente elaborar, em poucos minutos, uma tese, dois argumentos e um repertório pertinente para cada um.

Na redação do Enem 2026, as cinco competências continuam distribuindo 200 pontos cada, avaliando desde o domínio da escrita formal até a construção da argumentação, a coesão e a proposta de intervenção. 

A preparação, portanto, não depende apenas de saber como começar ou terminar uma redação. Na reta final, ler, observar o mundo, compreender diferentes assuntos e aprender a relacioná-los pode ser tão importante quanto praticar a estrutura do texto.


Créditos: Caroline Soares

É revelado o título do novo longa da O2 Filmes protagonizado por Ruan Vitor Vaqueirinho: O Menino que Não Existia

Longa-metragem dirigido por Iberê Carvalho está sendo filmado em Brasília e marca a estreia do jovem artista como protagonista no cinema; a distribuição será da O2 Play

 

Ruan Vitor Vaqueirinho protagoniza seu primeiro longa-metragem no papel de Pivete (Foto: Luciana Melo)

 


São Paulo, setembro de 2026 – Ruan Vitor Vaqueirinho revela o título de seu primeiro longa-metragem como protagonista: O Menino Que Não Existia. As filmagens estão em andamento em Brasília (DF), onde o jovem artista dá os primeiros passos de sua trajetória no cinema. O filme é dirigido por Iberê Carvalho, com criação e roteiro de Gabriel Quadros, produzido por Andrea Barata Ribeiro, com coprodução de Wellington Pingo.

 

O elenco reúne ainda grandes atrizes como Thainá Duarte e Tânia Maria, além de João D'Souza, Giovanni Venturini, Luiz Bertazzo, Murilo Grossi, Isi Marques, Vilma Melo e André Deca. O Menino Que Não Existia, com produção da O2 Filmes e distribuição da O2 Play, acompanha a jornada de um menino em situação de rua que encontra na música e na arte uma forma de afirmar sua existência em um mundo que insiste em torná-lo invisível.


 

Thainá Duarte é a jornalista Flávia e O Menino Que Não Existia (Foto: Luciana Melo)

 

Conhecido pelo talento na música, Ruan Vitor, conhecido como “Vaqueirinho”, conquistou milhões de seguidores nas redes sociais compartilhando vídeos de forró e piseiro desde pequeno. Ao longo de sua trajetória, já dividiu palco com nomes como João Gomes, Léo Santana e Mestrinho e, agora, amplia sua atuação artística ao assumir seu primeiro papel nas telas dos cinemas.

 

Sobre a O2 Filmes

Fundada em 1991, a O2 Filmes já produziu longas-metragens e séries que participaram e receberam prêmios nos principais festivais de cinema do mundo, como Cannes, Berlim e Veneza, e premiações como o Emmy, Oscar e BAFTA.


 

A O2 realiza projetos independentes e em parceria com grandes estúdios internacionais e emissoras de televisão. Hoje é considerada uma das mais criativas e importantes produtoras no mercado internacional, sendo a única do Brasil com cinco indicações ao Oscar®, produzindo conteúdo reconhecido e premiado em todo o mundo para players de TV aberta, fechada e VOD.

 

Mais informações em: Link

 

Sobre a distribuidora O2 Play

A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes. A distribuidora faz parte do grupo O2, que também tem como sócios o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro.


 

Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar, além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand) – licenciando conteúdo para além de 30 plataformas digitais.


 

Já foram mais de 100 filmes lançados em cinemas, entre títulos brasileiros premiados, como Elis e Tom, Oeste Outra Vez e 2DIE4, primeiro filme brasileiro gravado em IMAX, e internacionais, incluindo Megalópolis, Paris, Texas (restaurado em 4k) e O Convite, além de parceria com a Netflix, como O Irlandês, Dois Papas, Não Olhe Para Cima, Priscilla, Bardo, Pinóquio por Guillermo Del Toro – estes dois últimos indicados ao Oscar® 2023, Apocalipse nos Trópicos e Frankenstein – indicados ao Oscar® 2026.


 

A lista de longas ainda inclui parcerias com a MUBI: Annette, que abriu o Festival de Cannes 2021 e conquistou o Prêmio de Melhor Direção, Crimes of the Future, que estreou no Festival de Cannes 2022, o vencedor do Oscar® 2022 de Melhor Filme Internacional Drive My Car, o vencedor do Prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes 2022 Holy Spider, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Ator Aftersun, o indicado ao Oscar® 2023 de Melhor Filme Internacional Close, o indicado ao Oscar® 2024 de Melhor Filme Internacional Dias Perfeitos, e Hot Milk e ALPHA.


 

Mais informações no site da O2 Play.


Créditos: Ihanna Barbosa  


 

Exclusivo na HBO Max, 'Supergirl' continua a construção do novo universo DC

 


 Com a chegada de SUPERGIRL, o Universo DC se expandiu ainda mais. Com um catálogo cheio de clássicos e projetos que compõem os novos caminhos de amados heróis e vilões, a HBO Max continua sendo o destino para fãs e entusiastas da DC Studios. 

Muito antes da família aumentar com SUPERMAN, SUPERGIRL e Krypto, as novas histórias começaram a ser escritas com o lançamento de O ESQUADRÃO SUICIDA (2021), apresentando o anti-herói, PACIFICADOR (John Cena), que ganhou sua própria série em 2022 e explorou as consequências do filme lançado um ano antes. 

Dando sequência aos anti-heróis em 2025, a estreia de COMANDO DAS CRIATURAS trouxe ainda mais profundidade a personagens uma vez esquecidos e que podem ter um impacto no futuro. No mesmo ano, SUPERMAN levou o punk-rock a Metropolis e apresentou um novo olhar ao homem de aço, junto com a Gangue da Justiça. Também vimos um pouco sobre novos universos e viagens intergaláticas. Ensinando a todos como quebrar as regras da viagem entre universos, a segunda temporada de PACIFICADOR fechou 2025 embarcando em uma jornada entre diferentes Terras. 

Já em 2026, a DC Studios trouxe às telas os corajosos Lanternas Verdes em LANTERNAS, apresentando Hal Jordan e John Stewart. Sendo o lançamento mais recente, SUPERGIRL trouxe a emocionante origem da nômade interplanetária Kara Zor-El.  

Em constante desenvolvimento e com novos projetos no futuro, o Universo DC segue fascinando fãs de todas as idades com novos olhares a histórias de personagens amados. Todos os títulos mencionados acima e muito mais podem ser encontrados no extenso catálogo de filmes e animações da DC Studios na HBO Max.  

 

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Sobre a HBO Max  
HBO Max é a plataforma global de streaming da Warner Bros. Discovery que oferece histórias únicas e cativantes da mais alta qualidade, abrangendo conteúdos roteirizados, filmes, documentários, true crime, animação adulta, esportes ao vivo (nos países disponíveis) e conteúdo infantil. HBO Max é o destino de marcas de entretenimento prestigiadas como HBO, Warner Bros., Max Originals, DC, Harry Potter, além de shows icônicos como “Friends” e “The Big Bang Theory”, tudo em um só lugar. 


Créditos: Bruna Santos Galvao  


Miley lança “Bass Persuades”, seu aguardado décimo álbum de estúdio

 Novo trabalho chega acompanhado do clipe de “Let’s Get Married”, com participação de Maxx Morando, e antecede duas apresentações esgotadas no Hollywood Bowl 

Crédito: MERT ALAS

Crédito: MERT ALAS

Miley lança seu aguardado décimo álbum de estúdio, Bass Persuades, via Atlantic Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. O novo trabalho já está disponível em todas as plataformas digitais. Ouça aqui.

 

O disco chega impulsionado pelo single ‘Bass Persuades’, faixa-título do projeto, que rapidamente ganhou força nas rádios dos Estados Unidos, liderando a lista de músicas com maior número de novas inclusões na programação.

 

A chegada do álbum é acompanhada ainda pelo videoclipe oficial de “Let’s Get Married”. Dirigido por Mert Alas e gravado no icônico Chateau Marmont, em Los Angeles, o vídeo traz a participação de Maxx Morando, noivo de Miley. Assista aqui.

 

Para celebrar o lançamento, Miley fará duas apresentações no lendário Hollywood Bowl, em Los Angeles, nos dias 16 e 18 de outubro. Os ingressos para as duas noites estão esgotados, após uma pré-venda que registrou demanda recorde: cerca de 1,5 milhão de fãs chegaram a entrar na fila virtual em busca de entradas para os shows.

 

Bass Persuades - Tracklist:

  1. Bass Persuades
  2. Different Religion (feat. Model/Actriz)
  3. Let’s Get Married
  4. Orbit
  5. Aftermath
  6. REDLIGHTS
  7. Neon Signs (feat. Andrew Wyatt of Miike Snow)
  8. Innocent Ways
  9. Snow
  10. Bass Persuades Remixx
     

Crédito: MERT ALAS



Créditos: Jhaniffer Moreira  



E se uma corporação pudesse vender suas melhores sensações de volta para você?

 Em "Tobacco City", Ricardo Novaes conduz o leitor pelos corredores de uma misteriosa companhia onde o desejo humano é comercializado

Divulgação


Imagine sentir novamente algo que já viveu. Um toque, uma lembrança, a vertigem de uma intimidade que parecia perdida. Agora imagine tudo isso encapsulado em um produto desenvolvido pela indústria do tabagismo. Sim, um cigarro capaz de reproduzir a sensação de prazer que só uma memória despertaria. Em Tobacco City, o XCITE nasce desse princípio: comercializar o desejo. Quanto mais perfeita é a experiência, mais difícil se torna distinguir aquilo que foi vivido daquilo que foi cuidadosamente projetado. 

É nesse mundo que Matheus Reis construiu sua carreira. Brilhante, metódico e acostumado a enxergar dados antes de pessoas, ele parece ter encontrado em Tobacco City o lugar ideal para prosperar. Quanto mais Matheus sobe, porém, mais perto chega do centro de um sistema desenhado para não deixar ninguém escapar. A cidade-empresa está longe de ser apenas um endereço corporativo. Ali, habitantes das regiões miseráveis que a cercam são tratados como “biomassa” para experimentos científicos.  

Entre salas frias de aço escovado e corredores que parecem não ter fim, Tobacco City constrói uma atmosfera que remete ao universo corporativo de Severance e à inquietação tecnológica de Black Mirror. A distopia de Ricardo Novaes parte de elementos reconhecíveis do presente para explorar um futuro em que tecnologia, desejo e exploração humana se tornam perigosamente indissociáveis. 

Tobacco City está em Leitura Coletiva 

A LC selecionará 30 leitores para receber a obra e um kit de boas-vindas personalizado. Além da leitura e da produção de conteúdo para seus perfis, os participantes terão um encontro online com Ricardo Novaes para conversar sobre o livro e seu universo criativo.  

São 30 vagas. Inscreva-se aqui: https://forms.gle/3eFWS28Ekor9ffVC8  

Sobre o autor: Cientista de dados e escritor, Ricardo Novaes transforma sua experiência profissional com algoritmos e comportamento humano em matéria-prima para a ficção. Sua escrita combina tecnologia, crítica social e dilemas éticos em tramas distópicas construídas a partir de questões cada vez mais presentes no cotidiano. 

Tobacco City, sua estreia literária, alcançou rápido reconhecimento internacional, recebeu o selo de cinco estrelas do Readers' Favorite e tornou-se finalista global nas categorias de Melhor Novela e Melhor Livro de Ficção do Next Generation Indie Book Awards, um dos principais prêmios do mercado editorial independente internacional. 

Instagram: @ricardonovaes.autor | Site: https://www.ricardonovaes.com/autor  


Créditos: Alessandra Blaessing

ROSÉ lança “new trick” com audiovisual gravado inteiramente no iPhone 18 Pro

 Novo single integra a campanha “Shot on iPhone”, da Apple, em produção dirigida por Dave Meyers que acompanha a atmosfera leve e vibrante da faixa


A estrela global ROSÉ lança “new trick”, seu novo single, escolhido para integrar a mais recente campanha “Shot on iPhone”, da Apple. Assista ao videoclipe aqui e ouça a faixa aqui.

 

Na nova música, ROSÉ atravessa as desilusões e dores da vida com uma força renovada. “Talvez eu seja emotiva, coloco meus sonhos sobre a mesa, o amor é incondicional, ele desaparece como um arco-íris”, canta antes de mudar o tom no refrão e revelar seu “new trick” — um novo jeito de encarar as coisas. Com ritmo acelerado e atmosfera sonhadora, a faixa transita pelo alt-pop e combina a energia das comédias românticas dos anos 1990, a atitude punk-rock do início dos anos 2000 e uma leveza divertida e despretensiosa.

 

Em entrevista à VOGUE na semana passada, ROSÉ definiu “new trick” como “possivelmente a coisa mais fofa que ela e a compositora Amy Allen já fizeram juntas”. A artista também falou sobre o aguardado sucessor de rosie, seu primeiro álbum completo, lançado em 2024: “Estou trabalhando em músicas novas há algum tempo e ainda estou no processo de encontrar o equilíbrio perfeito entre o universo que quero criar, o quanto disso expressa quem sou hoje e quem estou me tornando, tanto pessoalmente quanto como artista. Estou animada para descobrir aonde essa jornada ainda vai me levar, que tipo de sonoridade vai fazer sentido para mim e para apresentar uma nova era da minha música no ano que vem”.

 

Dirigido pelo renomado cineasta Dave Meyers (Taylor Swift, Kendrick Lamar, Ariana Grande), o videoclipe de “new trick” foi filmado inteiramente com o novo iPhone 18 Pro, que traz o sistema de câmera mais avançado já desenvolvido pela Apple e, pela primeira vez em um iPhone, controle de abertura variável. Com a identidade visual característica do diretor, o vídeo apresenta ROSÉ em uma atmosfera vibrante e jovem, com cenas dinâmicas que traduzem o espírito leve e divertido da faixa.

 

Outras edições da campanha “Shot on iPhone” já contaram com The Weeknd, em “Dancing In The Flames”, gravado com o iPhone 16 Pro; Olivia Rodrigo, em “Get Him Back!”, filmado com o iPhone 15 Pro Max; e Lady Gaga, em “Stupid Love”, registrado com o iPhone 11.
 

Ao longo de sua trajetória, ROSÉ vem acumulando recordes, apresentações em alguns dos principais palcos do mundo e milhões de fãs, tanto em sua carreira solo quanto como integrante do BLACKPINK, um dos girl groups de maior sucesso da história. A estrela sul-coreana-neozelandesa já ultrapassa 10 bilhões de streams em sua carreira solo, impulsionada por seu primeiro álbum de estúdio, rosie, e pelo sucesso “APT.”, parceria com Bruno Mars indicada três vezes ao GRAMMY e reconhecida como o single mais vendido globalmente em 2025.
 

Créditos: Jhaniffer Moreira 

Patricia Dalpra analisa crise de Ed Sheeran e os limites da responsabilidade de uma marca

Especialista em branding, comunicação e reputação avalia como decisões tomadas dentro do território de uma marca podem gerar impactos mesmo quando a responsabilidade é atribuída a terceiros

A crise envolvendo Ed Sheeran e a retirada de Macklemore de sua turnê nos Estados Unidos coloca em discussão uma questão importante para a gestão de reputação: até que ponto uma pessoa consegue se desvincular de uma decisão que acontece dentro do território da sua própria marca?

Para Patricia Dalpra, especialista em branding, comunicação e reputação, o ponto central não é discutir se Ed Sheeran deveria ou não se posicionar politicamente. A questão está na responsabilidade diante de uma situação que acontece dentro de um espaço diretamente associado ao artista.

Macklemore foi retirado das próximas apresentações da turnê após manifestações de apoio à Palestina durante shows. Sheeran afirmou que a decisão não foi dele, mas dos promotores e dos locais que receberiam as apresentações. Ainda assim, para Patricia, atribuir a decisão a terceiros não necessariamente afasta o impacto reputacional.

“Era a turnê de Ed Sheeran. Era o palco associado ao seu nome. Quando Macklemore foi retirado e Sheeran explicou que aquela não havia sido uma decisão dele, mas dos promotores, ele tentou se afastar da decisão. Do ponto de vista reputacional, porém, isso não necessariamente o protege”, analisa.

Para a especialista, existe uma diferença entre não querer se posicionar sobre um conflito político e não se posicionar diante de uma decisão que acontece dentro do próprio território de marca.

“Quando você não ocupa o seu espaço de posicionamento, alguém ocupa por você. A narrativa deixa de estar nas suas mãos.”

O episódio também traz uma discussão sobre coerência entre discurso, comportamento e percepção. Em sua manifestação, Sheeran afirmou que usa sua plataforma e sua música para aproximar pessoas de diferentes origens e culturas e que busca manter seus shows como espaços de segurança e acolhimento.

Para Patricia, é justamente nesse encontro entre discurso, comportamento e percepção que a reputação é construída. “Reputação é justamente esse encontro entre discurso, comportamento e percepção.”

Ao mesmo tempo, o caso de Ed Sheeran mostra a importância do chamado saldo reputacional. O artista construiu ao longo dos anos um histórico positivo junto ao público, e esse patrimônio pode ajudá-lo a atravessar e conduzir uma crise como a atual. Uma trajetória consistente oferece maior margem para administrar um episódio pontual, embora esse saldo não seja ilimitado. 

Por isso, os próximos movimentos podem ser mais importantes do que uma tentativa de explicar excessivamente o que aconteceu. Para Patricia, o desafio agora é reassumir a própria narrativa e deixar claros os princípios que orientam suas decisões.

Em uma crise de reputação, não é apenas o fato original que importa. A forma como a marca responde também influencia a maneira como o episódio será percebido.

Sobre Patrícia Dalpra

Yulli Nakamura

Especialista em Branding, Personal Branding, Reputação, Carreira e Comunicação, Patrícia Dalpra é fundadora da PD Imagem e Carreira e possui mais de 20 anos de experiência no desenvolvimento de líderes, executivos, empresários e atletas. É autora de dois livros sobre liderança e tendências, membro do Conselho Winning Women da EY e possui formação em instituições de referência internacional, como Columbia University, SDA Bocconi School of Management e Instituto Marangoni. Sua atuação é focada no fortalecimento da identidade, posicionamento, reputação e legado de profissionais e organizações.

Outras informações: https://pdimagemecarreira.com/ 


Créditos: Alessandra Seixas