Featured Slider

Budii Toy de Thiago Rosinhole, obra avaliada em R$ 140 mil, tem exposição prorrogada em Paraty até 16 de maio

 

imagem de divulgação


O sucesso de público fez com que a presença do Budii Toy em Paraty ganhasse mais tempo. Inicialmente prevista para encerrar no fim de abril, a exposição do artista Thiago Rosinhole na Galeria Platô Dezoito, no centro histórico da cidade, foi prorrogada até o dia 16 de maio devido ao alto número de visitantes registrados ao longo das últimas semanas.

A obra, um Budii Toy de 1,40m produzido em fibra de vidro e avaliado em R$ 140 mil, se tornou um dos destaques do Salão de Arte Anual de Paraty e passou a atrair não apenas colecionadores e apreciadores de arte contemporânea, mas também turistas que visitam a cidade durante o período. A peça já havia chamado atenção anteriormente ao ser exibida no Memorial da América Latina e agora reforça o crescimento do nome de Rosinhole dentro do circuito artístico nacional. “Foi uma recepção muito especial. Ver pessoas entrando na galeria, fotografando a obra, comentando e voltando para visitar novamente mostra como a arte pode criar conexão. Essa extensão da exposição é um reflexo disso”, comenta Rosinhole. 

Conhecido por unir arte contemporânea, cultura pop e toy art em obras de forte identidade visual, o artista vem consolidando sua presença em galerias e coleções privadas dentro e fora do Brasil. Entre seus clientes e admiradores estão nomes como Neymar, Alok, Lewis Hamilton e Charleen McCrory, viúva de Dusty Hill, baixista da banda ZZ Top.  Além da prorrogação da mostra em Paraty, o artista também vive um novo momento de expansão internacional. Rosinhole está em fase de planejamento de novos projetos e deve marcar presença nos Estados Unidos ainda este ano, a convite da Casa Rede Ronaldo, para acompanhar ações relacionadas à Copa do Mundo. A viagem faz parte de um movimento de aproximação com novos mercados e oportunidades internacionais envolvendo arte, eventos e ativações culturais.

Atualmente residente em Sorocaba, o artista possui representação oficial nos Estados Unidos pela Off The Wall Gallery, com espaços expositivos no The Galleria, em Houston. A galeria reúne obras de grandes nomes da arte moderna e contemporânea, como Pablo Picasso, Salvador Dalí, Andy Warhol e Takashi Murakami.  Com uma trajetória marcada pelo diálogo entre o universo urbano e o mercado de arte de alto padrão, Rosinhole segue ampliando o alcance de seu trabalho enquanto transforma o toy art em uma linguagem cada vez mais presente no circuito contemporâneo.

Serviço

Exposição Budii Toy – Thiago Rosinhole
Período: até 16 de maio de 2026
Local: Galeria Platô Dezoito
Endereço: Rua Dr. Samuel Costa, 18 – Centro Histórico – Paraty (RJ)
Entrada gratuita

Sobre Thiago Rosinhole

Thiago Rosinhole é artista plástico paulistano, 37 anos, com trajetória consolidada no Brasil e no exterior. Antes de se dedicar integralmente às artes visuais, construiu carreira de 12 anos no mercado financeiro, com atuação nos principais bancos privados do país e experiência internacional em Londres.

Autodidata, desenvolveu uma linguagem autoral marcada por referências da street art, cultura pop e estética urbana, sendo hoje reconhecido como uma das principais referências brasileiras na criação e customização de toy art.

Seu trabalho já integrou exposições internacionais em cidades como Miami, Soho, Austin, Houston, Orlando, Paris, Veneza e Lagos, além de participações em eventos como CCXP, Pixel Show e Brasil Game Show.

Criador do Budii, toy art autoral e patenteado lançado em 2022, Rosinhole consolidou uma assinatura própria dentro do mercado, combinando expressão artística, identidade visual forte e alto valor agregado.

Entre seus clientes e colecionadores estão nomes como Silvio Santos, Neymar, Faustão, Lewis Hamilton, Alok, Marcos Mion, Galvão Bueno, Suárez, Agüero, Tiago Leifert, Fátima Bernardes, entre outros, além de colecionadores internacionais ligados ao universo da música e do entretenimento.

 

Créditos: Vanessa Luckaschek

Rio sedia em junho a primeira edição da Rio Nature & Climate Week, com foco em soluções para o clima, natureza e desenvolvimento

 A Semana, que será realizada de 1º a 6 de junho, conta com uma programação distribuída por diferentes pontos da cidade e edital inédito de apoio a organizações de base



Assim como acontece todos os anos em Londres e Nova York, o Rio de Janeiro passará a sediar uma semana internacional inteiramente dedicada à agenda climática, com foco na integração entre clima, natureza e desenvolvimento, e ambição de se tornar a principal plataforma para amplificar as vozes dos países do Sul Global. A Rio Nature & Climate Week (RNCW) vai acontecer entre os dias 1° a 6 de junho, com uma programação que inclui uma Conferência Principal, com convidados nacionais e internacionais, além de encontros temáticos e eventos em diferentes pontos da cidade liderados por comunidades, organizações da sociedade civil, setor privado, governos e instituições multilaterais.
 

As informações completas sobre a Rio Nature & Climate Week estão disponíveis no site oficial.
 

Uma novidade da semana é o lançamento do edital RNCW Grassroots, voltado para apoiar iniciativas e ativações planejadas por organizações sociais de base nos seus territórios durante a semana. Anunciada em setembro do ano passado, a organização da RNCW é liderada pelo Instituto Natureza e Clima Brasil e conta com uma rede extensa de parceiros e apoiadores para a sua realização, que inclui a Re:wild, o Global Citizen, o Instituto Igarapé, o Instituto Talanoa, o Earthshot Prize, o World Climate Foundation, o Instituto Amazônia +21, a Prefeitura do Rio de Janeiro, entre diversas outras organizações.
 

A programação da Conferência Principal será no Píer Mauá, na Região Portuária da cidade, e, entre os convidados, estão o ex-primeiro ministro português José Manuel Durão Barroso, o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento Ilan Goldfajn, o cientista Carlos Nobre, a ativista indígena equatoriana Helena Gualinga, o presidente da COP30, André Corrêa do Lago, John Reed, ambientalista, escritor e Pesquisador Associado do IPAM, Swapan Mehra, fundador e CEO da Iora Ecological Solutions, da Índia Bontle Sebata, defensora da Mudança Social e Líder em Sustentabilidade, na África do Sul, Isabella Neoro, Fundadora da ÚNA: Uniting Narratives with Arts, Cacique Ranoi, ativista e liderança indígena do Instituto Raoni, entre outros nomes.
 

“A Rio Nature & Climate Week nasce com a ambição de fortalecer o protagonismo do Sul Global e abrir mais espaço para vozes que, embora estejam na linha de frente das soluções e dos impactos, ainda seguem sub-representadas nos grandes debates internacionais sobre clima e natureza”, Rodrigo Medeiros, presidente do Instituto Natureza e Clima Brasil e Senior Brazil Lead da Re:wild
 

Rio Nature & Climate Week (RNCW) vai acontecer entre os dias 1° a 6 de junho no Pier Mauá

 

“A Global Citizen tem orgulho de se associar ao Instituto Natureza e Clima Brasil na primeira edição da Rio Nature & Climate Week e de colaborar com a Prefeitura do Rio de Janeiro”, afirmou Michael Sheldrick, cofundador e diretor de Políticas Públicas, Impacto e Relações Governamentais da Global Citizen. “Dando continuidade ao impulso gerado pelo Global Citizen Festival Amazônia, estamos focados em ampliar soluções nas áreas de clima, energia, segurança alimentar, empregos, educação e saúde. Ao reunir parceiros estratégicos, o Brasil tem uma oportunidade concreta de liderar pelo exemplo e apresentar resultados antes da COP31.”
 

O presidente da COP 30, André Corrêa do Lago, também destacou a importância dessa mobilização para a próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em novembro, na Turquia. “O Rio é associado mundialmente a acordos internacionais fundamentais para a manutenção da vida no planeta, como as convenções sobre clima, biodiversidade e combate à desertificação, e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. É simbólico que continue sendo referência na mobilização de soluções. Ao adotar a estrutura oficial da Agenda de Ação definida durante a COP30, a Rio Nature Climate Week se alinha à implementação do Balanço Global do Acordo de Paris e contribui à renovação e ao fortalecimento da agenda climática rumo à COP 31”.
 

Inspirada pelo legado do Rio de Janeiro na construção da governança ambiental internacional — com marcos como a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) —, a Rio Nature & Climate Week busca se firmar como um polo de convergência entre lideranças, ideias e propostas, capaz de aproximar agendas que frequentemente avançam de forma fragmentada, além de incorporar a diversidade territorial da cidade à sua programação.
 

Sobre a Rio Nature & Climate Week
A Rio Nature & Climate Week é uma iniciativa internacional criada para acelerar soluções integradas para clima, natureza e desenvolvimento, a partir de uma perspectiva enraizada no Sul Global. Realizada no Rio de Janeiro, a iniciativa reúne lideranças de diferentes setores em uma semana de diálogo, articulação, mobilização e ação, combinando programação oficial, eventos parceiros e ativações distribuídas pela cidade. Saiba mais no site oficial da Rio Nature & Climate Week 
 

Sobre o Instituto Natureza e Clima Brasil

O Instituto Natureza e Clima Brasil é uma organização da sociedade civil dedicada a promover soluções integradas para a crise climática e a perda da biodiversidade. Atua em parceria com povos indígenas, comunidades tradicionais, governos, setor privado e filantropia para fortalecer a governança socioambiental e impulsionar economias sustentáveis. É responsável pela realização da Rio Nature & Climate Week.


Créditos: Lupa Comunicação

Nova lei da nacionalidade portuguesa eleva rigor e muda estratégia de brasileiros em busca da cidadania

 Mudanças ampliam exigências de vínculo, aumentam prazos de residência e reforçam critérios legais, exigindo mais preparo técnico nos processos

Freepik

A recente atualização na legislação portuguesa sobre nacionalidade representa uma mudança significativa na forma como o país avalia pedidos de cidadania — especialmente para brasileiros. Mais do que alterações pontuais, a nova lei inaugura um cenário de maior rigor, exigindo estratégias jurídicas mais estruturadas e uma comprovação mais robusta de vínculo com Portugal.
 

A reforma atua em três frentes principais: o aprofundamento do critério de ligação com o país, o aumento dos prazos de residência para naturalização e a introdução de novas regras relacionadas à perda de nacionalidade. Na prática, isso significa que processos que antes eram considerados mais simples agora demandam maior preparo técnico e documental.
 

Um dos pontos mais sensíveis é justamente o critério de vínculo. Historicamente, o domínio da língua portuguesa era frequentemente aceito como comprovação suficiente de ligação com o país. Com a nova legislação, essa interpretação foi revista. Agora, é necessário demonstrar uma conexão efetiva com a cultura, a sociedade e os costumes portugueses.
 

Essa comprovação pode incluir registros de viagens frequentes a Portugal, participação em associações portuguesas, conhecimento cultural, além de documentos e evidências que sustentem o histórico familiar e a relação com o país. A exigência impacta diretamente casos de netos e cônjuges de portugueses, que passam a ser analisados de forma mais criteriosa.
 

Outro impacto relevante está nos prazos de residência para quem busca a cidadania por naturalização. Para cidadãos de países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), como o Brasil, o tempo mínimo subiu de cinco para sete anos. Já para outras nacionalidades, o prazo foi ampliado para dez anos. A mudança exige replanejamento por parte de famílias que pretendem migrar com esse objetivo.
 

A nova lei também altera regras para filhos de imigrantes nascidos em Portugal. Antes, não havia exigência mínima de tempo de residência dos pais para concessão da cidadania. Agora, será necessário comprovar ao menos cinco anos de residência legal, o que aumenta a necessidade de planejamento prévio para evitar insegurança jurídica.
 

Além disso, a legislação passa a prever a possibilidade de perda da nacionalidade para cidadãos naturalizados condenados por crimes graves, com penas iguais ou superiores a cinco anos. Embora a medida tenha impacto restrito na prática, ela reforça o posicionamento do Estado português em relação ao controle sobre a concessão da cidadania.
 

Segundo especialistas, o principal efeito da nova lei é a elevação do nível de exigência nos processos.

“O amadorismo nos processos de cidadania tornou-se um risco que antes podia ser absorvido. Hoje, com a legislação mais exigente, uma documentação mal construída não resulta apenas em demora, pode resultar em um indeferimento definitivo”, afirma Vinícius Gama, sócio-fundador da Pátria Cidadania.
 

Para quem já iniciou o processo, a recomendação é revisar a documentação à luz das novas exigências. Já para novos solicitantes, o cenário reforça a importância de planejamento e acompanhamento especializado desde o início.
 

Mais do que uma mudança legal, a nova legislação sinaliza uma transformação no posicionamento de Portugal: a cidadania passa a ser concedida com base em critérios mais rigorosos, priorizando vínculos reais e consistentes com o país.



Créditos: Lucas Orte de Faria  




Desfile Beneficente APADA Niterói 2026

 Desfile APADA 2026 acontecerá em junho no Clube Central, em Icaraí

Jocilea Cruz, presidente da APADA Niterói


Niterói receberá, no dia 18 de junho, o Desfile Beneficente APADA Niterói 2026, no Clube Central, em Icaraí. A proposta do evento é reunir moda, filantropia e glamour em uma tarde dedicada à solidariedade, ao encontro entre marcas e público e ao fortalecimento de uma causa social relevante.

 

 

Pensado para unir elegância, propósito e impacto social, o desfile promete uma programação especial, com passarela, apresentação de looks exclusivos e momentos voltados à valorização da comunidade. A abertura oficial contará com apresentação da Orquestra da Grota, e o encerramento será com show do cantor Marco Vivan, que levará ao público um repertório com clássicos da MPB. O evento também terá coquetel assinado pelo Buffet Rogério Montenegro.

 

 

 

Segundo Tatiana Pontífice, gestora da APADA Niterói, a iniciativa representa uma oportunidade de visibilidade para marcas que desejam associar imagem e propósito. “Este desfile é mais do que moda: é uma ponte entre marcas visionárias e o impacto real na sociedade. O desfile do ano passado foi um sucesso de público, e este ano convidamos grifes e designers a se unirem a nós, ganhando visibilidade premium em um evento que une o melhor de Niterói – elegância e coração”, declara.

 

 

 

Para Jocilea Cruz, presidente da APADA Niterói, o desfile simboliza uma nova fase para a instituição. “Estamos abrindo essa nova fase com um momento especial, convidando marcas que compartilham do nosso propósito. Juntas, criaremos não só um desfile inesquecível, mas um movimento de transformação. Participe e faça parte dessa história!”, afirma.

 

Uma história de amor que virou missão

 

A trajetória da APADA começou em 1969, quando Miriam Rangel Rodrigues enfrentou o desafio do diagnóstico de surdez profunda da filha Luciane, na época com apenas dois anos. Diante da ausência de uma educação adequada e de recursos acessíveis, Miriam transformou sua dor em propósito, unindo forças com outras famílias para fundar a associação. Desde então, a APADA se consolidou como referência nas áreas da saúde, educação bilíngue e assistência social para pessoas surdas e deficientes auditivos.

 

Hoje, a instituição oferece atendimentos nas áreas de saúde, com exames audiológicos e apoio multiprofissional em Libras/Português; educação, com creche bilíngue inclusiva e cursos de Libras para a comunidade; e assistência social, promovendo a equidade de acesso por meio de parcerias com a Fundação Municipal de Saúde e Educação.

 

 

 

Marcas de moda, acessórios e lifestyle interessadas em participar do evento podem entrar em contato com a organização da ED Eventos pelo WhatsApp (21) 99858-4062.

 

 

 

Pontos de venda de ingressos

 

         • Carla Andrade Coletivo — Rua Gavião Peixoto, 355, loja 1, Icaraí. Atendimento de segunda a sexta, das 9h às 18h.

 

         • Fabi Felício — Rua da Conceição, 137, sala 1013, Centro, Niterói. Atendimento de terça a sexta, das 10h às 17h.

 

         •Loja EXIBIDA — Niterói Shopping, loja 106. Procurar Luciana.

 

         •Clube Central — Av. Jorn. Alberto Francisco Torres, 335 - Icaraí.

 

 

Serviço:

Evento: Desfile Beneficente APADA Niterói 2026

Data: 18 de junho

Horário: 14h às 19h

Local: Clube Central — Icaraí, Niterói

Instagram: @apadaniteroioficial

Contato/WhatsApp: (21) 99858-4062



Créditos: Alex Ferraz

 



Inadimplência alta pressiona consumo e expõe fragilidade comercial de pequenas empresas

 O empresário Raphael Costa afirma que inadimplência elevada e crédito restrito exigem revisão de vendas, cobrança e retenção de clientes 

O avanço da inadimplência entre consumidores brasileiros voltou ao centro das preocupações do varejo e do setor de serviços em 2026. Dados recentes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que o endividamento das famílias segue em patamar elevado, enquanto levantamentos de birôs de crédito indicam milhões de brasileiros com contas em atraso. O cenário reduz capacidade de compra, alonga decisões de consumo e pressiona empresas que dependem de vendas parceladas ou recorrentes.

Para Raphael Costa, autor e presidente do Grupo 220, organização voltada à formação de lideranças e aceleração de negócios, parte das empresas atribui toda a queda de performance ao ambiente econômico e ignora falhas internas de operação comercial. “O mercado influencia, mas não explica tudo. Muitos negócios sofrem mais porque venderam sem processo, sem critério de concessão e sem acompanhamento do cliente”, afirma.

Com orçamento apertado, o consumidor passou a comparar mais preços, reduzir compras por impulso e priorizar despesas essenciais. Isso afeta desde comércio eletrônico até academias, clínicas, educação privada e serviços por assinatura. Em diversos segmentos, vender ficou mais caro e reter clientes passou a valer mais do que conquistar novos.

Segundo Costa, empresas com modelo comercial frágil tendem a sentir o impacto primeiro. “Quando a operação depende só de promoção, desconto ou esforço individual de vendedores, qualquer retração do consumo vira crise imediata. Falta previsibilidade porque nunca houve método”, diz.

Na prática, isso significa ausência de funil de vendas estruturado, cadastro deficiente, cobrança improvisada e baixa leitura de indicadores. Sem acompanhar taxa de conversão, ticket médio, cancelamentos e atrasos, empresários reagem tarde à piora do caixa. O resultado costuma aparecer em cortes emergenciais, redução de equipe e perda de margem.

Outro erro recorrente é insistir no mesmo discurso comercial para um consumidor que mudou de comportamento. Clientes mais cautelosos exigem confiança, clareza sobre valor entregue e condições realistas de pagamento. “Venda hoje depende mais de relacionamento e segurança do que de pressão. Quem não entendeu isso continua oferecendo o produto certo do jeito errado”, afirma o executivo.

Especialistas recomendam revisar política comercial em cinco frentes: segmentar melhor clientes, reduzir dependência de poucos canais de aquisição, acompanhar indicadores semanais, reforçar pós-venda e profissionalizar cobrança preventiva. Em muitos casos, recuperar receita passa mais por gestão do que por aumento de tráfego ou publicidade.

Costa também defende maior integração entre comercial e financeiro. “Empresa saudável não celebra venda ruim. Faturamento sem recebimento é ilusão contábil. Crescimento sustentável exige vender bem e receber bem”, afirma.

Com inadimplência elevada e consumo seletivo, empresas que mantiverem operação comercial baseada apenas em improviso tendem a enfrentar mais volatilidade ao longo do ano. Para pequenos e médios negócios, a resposta não está apenas na retomada econômica, mas em construir processos capazes de funcionar mesmo em ciclos adversos.

 


Sobre Raphael Costa

Raphael Costa é administrador de empresas e presidente do Grupo 220, organização voltada à formação de lideranças e aceleração de negócios. Especialista em comportamento humano aplicado à gestão, já treinou mais de 10 mil empreendedores em temas como liderança, cultura organizacional e direcionamento estratégico.

Iniciou a trajetória profissional na área comercial, experiência que consolidou sua visão prática sobre disciplina e crescimento sustentável. Foi sócio-fundador do Clax, grupo liderado por Flávio Augusto, e atualmente assessora empresários e executivos na estruturação de equipes, organização financeira e expansão de resultados com foco em método e execução.

Para mais informações, acesse instagram.

Sugestão de fonte: clique aqui

Sobre Grupo 220

O Grupo 220 é uma organização especializada na formação de lideranças, desenvolvimento estratégico e aceleração de negócios. Com atuação voltada a empresários e executivos, a empresa trabalha a estruturação de equipes, cultura organizacional e direcionamento de crescimento com base em método, disciplina de gestão e foco em performance.

Sediado em Alphaville, em São Paulo, o Grupo 220 atende empresas que buscam profissionalizar processos, organizar a gestão financeira e ampliar resultados de forma sustentável. A atuação combina estratégia, comportamento humano aplicado aos negócios e acompanhamento prático da execução, com foco na construção de bases sólidas para expansão.

Para mais informações, acesse grupo220.com.

 

fontes de pesquisa

 

McKinsey & Company
https://www.mckinsey.com/capabilities/people-and-organizational-performance/our-insights/building-capabilities-for-performance

Deloitte Insights
https://www2.deloitte.com/us/en/insights/topics/talent/learning-and-development-trends.html

LinkedIn Workplace Learning Report
https://learning.linkedin.com/resources/workplace-learning-report

Gallup Workplace Research
https://www.gallup.com/workplace/236927/employee-engagement-drives-growth.aspx


Créditos: Carolina Lara


Casa Bauducco incentiva momentos de pausa em nova promoção com café cortesia

 Durante o mês de maio, a rede de franquias oferece a bebida por conta da casa na compra de dois itens selecionados, como fatia de Panettone e Pão de Queijo

Créditos: Divulgação


 Em um cotidiano cada vez mais acelerado, a Casa Bauducco, unidade de negócio D2C (Direto ao Consumidor) da Bauducco®, quer resgatar o valor das pequenas pausas. Para tornar esses momentos ainda mais convidativos, a rede de franquias anuncia uma ação especial para o mês de maio: na compra de dois produtos selecionados, o café é por conta da casa.

 

A promoção, válida até 31 de maio, ocorre nas mais de 200 lojas pelo Brasil, distribuídas em aeroportos, rodovias, avenidas, centros corporativos, shoppings, universidades e hospitais. A iniciativa reúne alguns dos itens mais consumidos do portfólio e permite ao cliente montar sua própria combinação.

 

Na campanha, ao adquirir duas das opções selecionadas do cardápio, o consumidor recebe um café expresso de cortesia. Itens icônicos da marca participam da ação, como Muffin (70g), Brownie (50g), Pão de Mel (40g), fatia de Chocottone® ou Panettone e Pão de Queijo tradicional.

 

De acordo com Camila Forte, gerente executiva de marketing da Casa Bauducco, o objetivo da ativação é oferecer uma proposta atrativa e acolhedora. “Focamos nos itens mais pedidos, como fatias e doces individuais, que já fazem parte da escolha de quem visita a Casa Bauducco. Ao longo do mês, a campanha reforça o convite para que os consumidores vivam a experiência nas lojas de forma aconchegante, valorizando a arte de degustar tão inerente à marca”, conta.

 

Sobre a Casa Bauducco

A Casa Bauducco é uma rede de cafeterias e franquias criada em 2012, com mais de 200 lojas em shoppings, aeroportos, hospitais e outros centros de grande fluxo. Inspirada na cultura italiana, é a frente D2C (direto para o consumidor) da Bauducco® e atua no segmento premium com uma experiência de consumo sofisticada e produtos exclusivos.

 

Com o conceito “Um sentimento chamado casa”, a rede oferece um ambiente acolhedor e contemporâneo, que preserva as raízes italianas de Turim, cidade natal de Carlo Bauducco, fundador da marca-mãe.

 

Seu portfólio inclui receitas proprietárias e releituras da gastronomia italiana, como fatias de Panettones e Chocottones® quentes o ano todo, pratos salgados, sobremesas, bebidas e cafés preparados com grãos selecionados, além de itens exclusivos e uma linha de presentes premium.


Créditos: Grasiela Caldeira  





Casais que dividem tudo brigam mais: finanças ainda são a maior causa de separações

 "A falta de dinheiro gera frustrações que afetam os relacionamentos, especialmente quando se trata de dividir contas", afirma especialista

Foto: Pexels


Há quem ainda subestime o impacto que o dinheiro (ou a falta dele) pode ter nas relações amorosas. Muitos acreditam que "casar por amor" é suficiente para sustentar um relacionamento, mas será mesmo que os sentimentos resistem à pressão das contas no fim do mês? De acordo com um levantamento do MeuPatrocínio, maior plataforma Sugar Daddy e Sugar Baby da América Latina, a resposta é não. O estudo, que contou com a participação de 3.500 pessoas entre 20 e 45 anos, revelou: casais que dividem as contas brigam mais, e com muito mais frequência.

"A falta de dinheiro gera frustrações que afetam os relacionamentos, especialmente quando se trata de dividir contas. A liberdade financeira diminui o estresse, oferece mais conforto e melhora a qualidade de vida. Embora o dinheiro não compre felicidade, a falta dele traz aborrecimentos. A escassez financeira, por exemplo, é um dos principais fatores para o aumento dos divórcios no Brasil, que cresceram 75% nos últimos cinco anos, com 60% desses casos relacionados a problemas financeiros", afirmou Caio Bittencourt, especialista em comportamento afetivo e relacionamentos da plataforma.

Só amor não é suficiente quando a conta chega?

O resultado da pesquisa mostra que a divisão de despesas não só compromete a qualidade do relacionamento, como muitas vezes também se torna a principal fonte de conflitos. Confira:

  • 74% dos participantes que dividem igualmente as despesas no relacionamento relataram discussões financeiras ao menos três vezes por semana.

  • 82% dos entrevistados afirmaram sentir-se estressados devido às limitações causadas pela falta de dinheiro.

  • 63% das mulheres disseram sentir um desgaste emocional maior quando precisam arcar com metade (ou mais) dos custos do relacionamento.

  • 86% dos homens afirmaram que a incapacidade de contribuir com uma parcela maior das despesas impacta positivamente sua autoestima e vida sexual.

“A verdade é que o dinheiro é como o ar: quando está presente, nem percebemos que tudo está bem, mas quando falta, tudo vira caos. Ele não só é essencial, mas também melhora a qualidade de vida e permite aproveitar pequenos luxos. Ter recursos proporciona viver novas experiências", concluiu o especialista.


Créditos: Imprensa MeuPatrocínio

Rodrigo Teaser lota espetáculo na China com 15 mil pessoas e se consolida como fenômeno internacional com tributo a Michael Jackson

 

Crédito das fotos Michael Live Forever China Team


Com ingressos esgotados e casa cheia, o brasileiro Rodrigo Teaser protagonizou uma noite histórica na China ao levar 15 mil pessoas ao Changsha International Convention & Exhibition Centre, no último dia 2 de maio. Reconhecido como o maior intérprete de Michael Jackson no mundo, o artista apresentou uma versão expandida do espetáculo “Tributo ao Rei do Pop”, em uma superprodução que recriou, em escala monumental, o universo do ícone - com palco inspirado nas dimensões da lendária HIStory World Tour.
 

O show impressionou pela fidelidade e grandiosidade, reforçada pela presença de músicos que integraram a banda original de Jackson, como a guitarrista Jennifer Batten , o backing vocal Kevin Dorsey e o baterista Jonathan Moffett. A resposta do público chinês foi imediata: uma plateia em êxtase acompanhou cada detalhe da performance, consolidando Teaser como um fenômeno internacional em um momento em que o Rei do Pop volta ao centro das atenções com o lançamento de sua cinebiografia.
 

Foi uma das noites mais especiais da minha vida. Sentir essa energia do público chinês, com tudo lotado, cantando e vibrando comigo, é algo que não dá pra explicar. O Michael sempre foi sobre conexão, e eu sinto que conseguimos viver isso intensamente aqui”, declarou Teaser após a apresentação.

Mais fotos abaixo. Crédito: Michael Live Forever China Team





Créditos: Amanda Barros Matos  


"1964: O que ainda nos resta dizer?" inscrito no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

 Coletânea organizada por Luciene Carris reúne 11 autores e propõe uma reflexão crítica sobre os impactos da ditadura militar no Brasil






Em um momento de forte polarização política no Brasil, em que o passado volta a ser disputado no espaço público e parte da sociedade ainda relativiza ou até nega a existência da ditadura militar, o debate sobre memória, verdade e democracia se torna ainda mais urgente. É nesse contexto que a coletânea 1964: O que ainda nos resta dizer?, organizada pela historiadora Luciene Carris e publicada pela Editora Metanoia (Selo Estudos Americanos), ganha ainda mais relevância ao ser inscrita no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026.


A obra reúne 11 autores e apresenta, em oito capítulos, novas abordagens sobre um dos acontecimentos mais impactantes da história do Brasil: o golpe de 1964 e a estruturação da ditadura militar. Mais do que revisitar os marcos mais conhecidos da repressão política, o livro amplia o olhar para temas como remoções forçadas de moradores de favelas da Zona Sul do Rio de Janeiro, violência contra povos originários, resistência feminina por meio da música, repressão aos trabalhadores rurais, patrimônio histórico, liberdade de expressão, artes plásticas e a luta pelo direito à moradia.


Ao longo da coletânea, o leitor encontra reflexões sobre a demolição da antiga Faculdade de Medicina no Rio de Janeiro, o curta-metragem sobre homossexualidade produzido em 1968, manifestações artísticas em Salvador e Belo Horizonte durante o período autoritário, além das lutas da Comunidade do Horto e de povos indígenas como os Kinja, Krenak e Guarani-Kaiowá. A publicação demonstra que a história da ditadura não se esgota nos marcos tradicionais, mas se fortalece quando observada por meio de novas experiências e diferentes escalas sociais.


Para Luciene Carris, a inscrição no Jabuti Acadêmico já representa uma conquista importante. “Para mim, a inscrição no Jabuti Acadêmico já é uma conquista valiosa. Caso o livro seja selecionado e premiado, o debate sobre a ditadura será levado para outros espaços, além do ambiente acadêmico. Além disso, reconhece a importância dos temas pesquisados pelos onze autores e autoras. Passamos por um momento na história recente do país marcado por disputas sobre essa memória. A coletânea analisa esse período com o intuito de compreender o passado e o presente, além de reforçar a importância da democracia na contemporaneidade”, destaca.


Ao completar 60 anos do golpe em 2024, 1964: O que ainda nos resta dizer? reforça que refletir sobre esse passado não é apenas um exercício acadêmico, mas também uma forma de enfrentar os resíduos autoritários ainda presentes no país. Mais do que responder de forma definitiva à pergunta que levanta, a coletânea reafirma que sempre haverá o que dizer sobre 1964 — e que essa reflexão continua sendo parte fundamental da luta por memória, justiça e democracia.


Participam da coletânea os autores Andréa Cristina de Barros Queiroz; Carlos Eduardo Pinto de Pinto e Rodolfo Rodrigues de Souza; Andréa Casa Nova Maia, Adrina Camargo Pereira e Rita Lages Rodrigues; Vicente Saul Moreira dos Santos; Silene Orlando Ribeiro; Luzimar Soares Bernardo; Mário Brum; Luciene Carris e Maria Nilda Bizzo.


Serviço
Título: 1964 – O que ainda nos resta dizer?
Organização: Luciene Carris
Editora: Editora Metanoia – Selo Estudos Americanos
Páginas: 264
Preço: R$ 60


Créditos: Marcela Vigo


A jornada de um garoto pela Amazônia, em busca de suas raízes ancestrais

 "O Mistério do Povo Mamoé", do escritor e biólogo Paulo Spínola, acompanha as aventuras de Jobim pela geografia e história de ocupação da Amazônia

Divulgação / Paulo Spínola



Jobim nasceu de um breve relacionamento entre Ruth, uma viúva de descendência alemã, e Taboré, líder da extinta Nação Tapajó. O protagonista, criado pela mãe às margens do Rio Formoso, sempre sonhou em conhecer o pai — que nunca soube da existência do próprio filho. Ao completar 15 anos, Jobim embarca, então, em uma longa viagem pela Amazônia, para encontrar não só Taboré, mas também sua ancestralidade indígena.

Inspirado por suas próprias vivências como analista ambiental, Paulo Spínola publica O Mistério do Povo Mamoé, uma obra envolvente e informativa, que apresenta a geografia da região enquanto Jobim cumpre sua trajetória. A busca do garoto pelo pai retrata a própria afirmação de sua identidade e o desejo de saciar sua história incompleta. Essa falta o faz enfrentar desafios que, por vezes, parecem intransponíveis, mas que demonstram a capacidade humana de superação e resiliência quando há um objetivo maior a ser alcançado.

Teria que voltar para seu povo sem nenhuma esperança, mas com a certeza de que os indígenas não tinham nenhuma importância para o chefe branco e que, para os brancos, pouco importava o que os indígenas pensavam. Para os brancos, o povo de Taboré era só um obstáculo. (O Mistério do Povo Mamoé, p. 93)

Jobim aos poucos encontra pistas que o levam de um lado para o outro, atravessando os Rios Araguaia e Tocantins, a Ilha do Marajó, o Parque Indígena do Xingu e o Planalto das Guianas. Nesse percurso, ele conta com a ajuda de diversas pessoas, incluindo Samiris, uma jovem empenhada em salvar a vida da Sacerdotisa Mamoé, sua mãe, vítima de um feitiço.

O Mistério do Povo Mamoé é uma obra que mescla aventura, mistério e fantasia para introduzir aos adolescentes o universo amazônico e sua história de resistência. Por meio dos deslocamentos do protagonista, a narrativa revela as consequências do garimpo e a degradação ambiental provocada por decisões políticas, além de ressaltar a luta dos povos indígenas pela proteção de suas terras e a resistência cotidiana de quilombolas e ribeirinhos.

O livro foi inspirado nas viagens de Paulo Spínola pela região no início dos anos 2000, mas agora chega aos leitores publicado pela AVÁ Editora. “Em 2004, eu morava em São Paulo e era empresário. Larguei tudo para viajar: fui para a Amazônia, para os Andes e para o Peru. Foi assim que surgiu a história, porque eu escrevia correspondência para os meus amigos e imaginava aventuras possíveis. Em 2005, prestei concurso para o Ibama, e a história começou a tomar forma”, conta o autor.

FICHA TÉCNICA

Título: O Mistério do Povo Mamoé
Autor: Paulo Spínola
Editora: AVÁ
ISBN: 978-65-83549-24-2
Páginas: 224
Preço: R$ 60
Onde encontrar: Avá Editora 

Divulgação / Paulo Spínola



Sobre o autor: Paulo Spínola é biólogo formado pela Universidade de São Paulo (USP) e pós-graduado em Biologia da Conservação pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Trabalhou como analista ambiental concursado do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama/AM) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/PA), atuando nas áreas de fiscalização, educação ambiental e gestão de unidades de conservação. O Mistério do Povo Mamoé, obra juvenil publicada pela AVÁ Editora, marca sua estreia como escritor.

Instagram: @paulospinola.escritor | @avaeditora


Créditos: Maria Clara Menezes