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Livro escrito a partir de relatos de mulheres do Morro da Mangueira é lançado em evento na quadra da Estação Primeira

 Com prefácio assinado por Alcione e Guanayra Firmino, “As Mangueirenses” reúne contos inspirados na memória de 13 mulheres da comunidade

 




As vivências de mulheres do Morro da Mangueira ganham novos capítulos para além de becos, vielas e lembranças. O escritor Yke Leon passou dois meses convivendo com 13 mulheres da comunidade e recolheu suas histórias para adaptar ao universo do livro de contos “As Mangueirenses”, iniciativa da ONG Associação Meninas e Mulheres do Morro (AMMM), que foi contemplada no edital de Produção Literária da SECEC-RJ (Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro). O seu lançamento oficial será em evento na quadra da Estação Primeira de Mangueira no dia 7 de outubro, quarta-feira, às 19h.

 

Feito em parceria com a Editora Albatroz, o livro reúne 30 histórias variadas, por vezes engraçadas, como a mulher que saiu de casa com um nome e voltou registrada com outro nome na certidão de nascimento, às vezes trágicas, como a mãe mangueirense raiz que perdeu a filha durante um desfile da agremiação na Sapucaí. Ao longo de cada conto, é possível passear pelas emoções e perceber a riqueza que emana dessas mulheres, contrariando a visão simplista que tenta associar mulheres faveladas a um universo restrito de pluralidade narrativa.

 

- Foi uma honra muito grande ter sido escolhido para ser o mediador entre essas narrativas e o resto do mundo. Comecei este projeto acreditando que meu grande desafio era extrair dessas mulheres as histórias que elas não contavam para ninguém. Ledo engano. Bastou uma tarde para perceber que cada encontro seria uma fonte inesgotável de narrativas. Foi tanto conteúdo que poderíamos escrever uns três volumes de “As Mangueirenses”. Mérito delas. Este livro é só o nosso primeiro passo – revela Yke Leon, escritor e coordenador editorial.

 

A obra conta também com textos de prefácio escritos por Guanayra Firmino, presidenta da Estação Primeira de Mangueira, e pela cantora Alcione.

 

- Falar das mulheres da Mangueira é falar de mulheres guerreiras e batalhadoras. De uma casta muito especial que, mesmo enfrentando dificuldades, sabe como lidar com as intempéries e as mazelas da vida. Tenazes, geralmente exibem um sorriso nos lábios, dando-nos a certeza de que seguirão em frente sem se deixar abater. Mulheres empoderadas, famosas ou não, mas todas autênticos pilares de tantas e tantas famílias que vivem nesse Morro, cujo nome virou símbolo cultural que extrapola as fronteiras do nosso país – declara Alcione.


1 - Kely Louzada, fundadora e coordenadora geral da Associação Meninas e Mulheres do Morro


 

O evento de lançamento contará com coquetel de lançamento, sessão de autógrafos com as mangueirenses e o autor, além da exibição do documentário sobre o processo de criação do livro, “As Mangueirenses - O Documentário”, dirigido por Guilherme Quadrado.

 

- Esse livro serve para mostrar a força das mulheres da Mangueira e da comunidade, como um todo. Estamos cansados de só aparecer nas páginas policiais! Nós queremos mostrar que também podemos estar nas páginas de cultura. Nossa história não é só de tristeza, muito pelo contrário. Nossos 30 anos de atuação refletem exatamente essa potência de vida que emana desse território – destaca Kely Louzada, fundadora e coordenadora geral da Associação Meninas e Mulheres do Morro.

 

Sobre a Associação Meninas e Mulheres do Morro (AMMM)

 

A Associação Meninas e Mulheres do Morro (AMMM) é uma organização sem fins lucrativos fundada em 1995 e sediada no Morro da Mangueira (especificamente na área do Parque Candelária), na Zona Norte do Rio e tem um trabalho muito sólido de transformação social focado em educação, cultura, cidadania e empoderamento feminino. Seja por meio da atuação da ONG ou de sua biblioteca Atelier das Palavras, ao longo de seus mais de 30 anos de atuação, a AMMM impactou a vida de milhares de crianças, jovens e mulheres e teve seu trabalho reconhecido por diversas entidades municipais, estaduais, nacionais e até internacionais.

 

Serviço:

Dia e hora: 7 de outubro, quarta-feira, às 19h

Local: Quadra da Estação Primeira de Mangueira - Rua Visconde de Niterói, 1072, Mangueira, Rio de Janeiro – RJ

Entrada: gratuita

Rede social: https://www.instagram.com/meninasemulheres/

 


Créditos: Carlos Pinho  


Polarização, fake news e corrupção marcam livro sobre Prudente de Morais

 Com endosso de Laurentino Gomes, a publicação do escritor Ely Carneiro de Paiva narra alguns dos principais acontecimentos do primeiro governo civil da República

Divulgação/Ely Carneiro de Paiva


1897 foi um ano conturbado na história do Brasil. Naquela época, houve a Guerra de Canudos e a morte de Antônio Conselheiro, o estabelecimento de um estado de sítio, a cisão do Partido Republicano Federal devido à polarização relacionada ao futuro da República e a tentativa de assassinato do então presidente Prudente de Morais. As únicas notícias positivas em meio ao caos parecem ter sido a diminuição dos casos de febre amarela e a fundação da Academia Brasileira de Letras.

Esse período é o tema da obra publicada pelo pesquisador e professor universitário Ely Carneiro de Paiva. Em 1897: A República polarizada e o atentado contra Prudente de Morais, ele narra os bastidores de uma política permeada por ameaças de golpes militares, fake news, escândalos de corrupção, atentados e discursos de ódio.

Ao retratar o passado do Brasil, o autor mostra como a construção de um ideal republicano é um processo lento, marcado por avanços e retrocessos constantes. “O mundo era muito diferente no final do século XIX. As mulheres não tinham direitos, e o racismo era algo natural e incentivado. A evolução da nossa República ficou mais evidente somente depois da Constituição de 1988. Apesar disso, os discursos de ódio, a defesa do militarismo e a ditadura, que são marcas do início dos governos republicanos, têm voltado a nos assombrar nos últimos 10 anos”, explica o escritor.

Com endosso de Laurentino Gomes, que afirma ser um “livro bem escrito, de narrativa fluida, e fácil de entender mesmo para leitores mais leigos no tema", a publicação é alicerçada em mais de 600 referências reunidas durante uma década de pesquisa. Entre elas, há documentos oficiais de anais da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, além de conteúdos divulgados em diferentes veículos de comunicação da época, como o Jornal da Manhã, o Jornal do Brasil e o Jornal do Comércio.

Dividida em 27 capítulos curtos, a obra não se mantém apenas no cenário político daquele ano. Ao longo das páginas, Ely Carneiro de Paiva destrincha as características da vida social do Rio de Janeiro no final do século XIX. Na antiga capital, por exemplo, aconteceram a festa de inauguração do Palácio do Catete; a confraternização no Itamaraty para homenagear a relação entre Brasil e Chile, em meio aos rumores de um possível golpe de estado; a visita de grupos indígenas para a metrópole; e os relatos de um fantasma na rua das Laranjeiras, que estamparam manchetes e se tornaram até tema de carnaval.

O mais provável é que a história tenha sido criada pela própria imprensa, como acreditava Olavo Bilac. Se os jornais da capital não deram o pontapé inicial, é bem verdade que eles alimentaram a fogueira das fantasias, com textos sensacionalistas, relatos suspeitos e depoimentos fictícios. Naqueles tempos, para aumentar a audiência popular, os jornais não se preocupavam em distinguir a linha que separa o editorial da notícia, ou a crônica do relato, permitindo que notícias fantasiosas, verdadeiras fake news - conhecidas na época como blagues - se misturassem ao noticiário do dia a dia. (1897: A República polarizada e o atentado contra Prudente de Morais, p. 214)

O caos da época, que percorre todo o livro, é levado a julgamento no prólogo - única parte em que o autor recorre à ficção. Ele narra um tribunal popular que acontece no Natal, na rua do Ouvidor, para debater sobre aquele ano. Ao final, a sentença não poderia ser outra: pena de morte a 1897. O promotor do caso anuncia: “Minhas senhoras e meus senhores, senhor juiz e senhores jurados: poucas vezes temos tido, na curta história da nossa vida independente, anos tão calamitosos como foi 1897! Ano assassino, ano conspirador, ano fanático, ano bêbado, ano gatuno, que roubou vidas preciosíssimas”.

FICHA TÉCNICA

Título: 1897
Subtítulo: A República polarizada e o atentado contra Prudente de Morais
Autor: Ely Carneiro de Paiva
Editora: Ayran
ISBN: 978-65-89177-20-3
Páginas: 291
Preço: R$ 72 (físico)
Onde comprar: Editora Ayran 

Divulgação/Ely Carneiro de Paiva


Sobre o autor: Ely Carneiro de Paiva é graduado em Engenharia Elétrica, professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e correspondente associado do Instituto Histórico e Geográfico do Mato Grosso do Sul (IHGMS). Como escritor, publicou três livros: “O Homem do Cavalo Branco” (2012), sobre o maior estelionatário do Brasil na República Velha; “Jean Serrou Camy – Um francês dos Pirineus no coração do Brasil” (2018), sobre um importante imigrante francês no interior do país, no século XIX; e 1897: A República polarizada e o atentado contra Prudente de Morais.

Instagram: @elypaivacarneiro
Site: https://sites.fem.unicamp.br/~elypaiva/



Créditos: Maria Clara Menezes

Best-seller "A Menina que Não Falava" ganha adaptação para o teatro no Rio

 Espetáculo infantil musicado leva aos palcos o mutismo seletivo e outros transtornos de ansiedade na infância, unindo informação, arte e leveza

Divulgação


O best-seller “A Menina que Não Falava”, de Francilene Torraca, publicado pela Literare Books, vai ganhar uma adaptação para o teatro no Rio de Janeiro. A montagem será apresentada no Teatro Henriqueta Brieba, no Tijuca Tênis Clube, nos dias 8, 14, 15, 21 e 22 de novembro de 2026, às 15h.

A adaptação, direção e concepção cênica são de Renata Maia, autora, diretora e coreógrafa com experiência no teatro infantil. Em seu trabalho recente Arca2NovosBichos, Maia assinou texto, direção geral e coreografias de uma montagem que reuniu música, dança, conteúdo pedagógico e mais de 25 artistas no palco.

A produção é da TaBah Produções, de Taís Bahia, profissional que também vem desenvolvendo trabalhos ligados ao universo cênico infantil. Em Arca2NovosBichos, Taís assinou as projeções de animação da cenografia, contribuindo para a construção visual do espetáculo.

Na nova montagem, o universo de A Menina que Não Falava serve como ponto de partida para falar não apenas sobre o mutismo seletivo, mas também sobre outras manifestações de ansiedade que podem acometer crianças. Música, humor, fantasia e emoção serão utilizados para apresentar o tema de maneira acessível e sensível.

A proposta é informar sem assustar e conscientizar sem perder a leveza.

Da literatura para o palco
Publicado pela Literare Books International, “A Menina que Não Falava” apresenta a história de Anna e aborda o mutismo seletivo, um transtorno de ansiedade infantil que pode comprometer a comunicação da criança em determinadas situações sociais. A obra conquistou o selo de best-seller e foi desenvolvida também como instrumento de psicoeducação para crianças, famílias e educadores.

Em 2026, a história ganhou continuidade com “A Menina que Não Falava… e Agora Não Para de Falar!”, também publicada pela Literare Books. O novo livro acompanha a trajetória de superação da personagem e, neste mesmo ano, ganhou versão em inglês, ampliando o acesso internacional à informação sobre mutismo seletivo e ansiedade infantil.

A adaptação para o teatro surge justamente desse movimento de levar conhecimento para além do consultório, da universidade e dos livros.

“Queremos falar de um assunto sério através da leveza. A criança precisa se divertir, cantar e se envolver com a história. Ao mesmo tempo, queremos que os adultos saiam do teatro olhando com mais atenção para aquilo que uma criança pode comunicar através do comportamento, do medo, do silêncio ou da evitação”, afirma Francilene Torraca.

Uma trajetória dedicada à ansiedade infantil
Psicóloga, neuropsicóloga, psicopedagoga, mestre em Psicologia, doutoranda e pesquisadora do mutismo seletivo e da ansiedade infantojuvenil, Francilene Torraca vem direcionando parte de sua produção científica e literária à ampliação da visibilidade dos transtornos de ansiedade na infância.

A autora, junto com Carolina Perrotta também coordena “Entendendo a Ansiedade Infantojuvenil”, cujo primeiro volume tornou-se best-seller e ganhou, em 2026, uma continuidade com o Volume 2, ampliando a discussão sobre diferentes manifestações da ansiedade em crianças e adolescentes.

Para a autora, a continuidade dessas obras reforça a necessidade de transformar informação especializada em conhecimento acessível para famílias, escolas e sociedade.

O tema ganha ainda mais relevância no Brasil. Dados da Organização Pan-Americana da Saúde baseados em estimativas da Organização Mundial da Saúde apontaram prevalência de transtornos de ansiedade liderando o ranking no mundo.

Embora esse dado se refira à população geral, ele ajuda a dimensionar a importância de olhar para a saúde mental também desde a infância.

É justamente essa mensagem que a montagem pretende levar ao público: a ansiedade também acontece na infância, pode assumir diferentes formas e precisa ser reconhecida, compreendida e acolhida.

Sem transformar o palco em uma sala de aula, “A Menina que Não Falava” pretende aproximar arte e informação em uma experiência voltada para toda a família.

 

Serviço
A Menina que Não Falava | Espetáculo infantil musicado
Baseado na obra de: Francilene Torraca
Editora: Literare Books International
Adaptação, direção e concepção cênica: Renata Maia
Produção: TaBah Produções / Taís Bahia
Local: Teatro Henriqueta Brieba – Tijuca Tênis Clube
Endereço: Rua Conde de Bonfim, 451 – Tijuca – Rio de Janeiro
Datas: 8, 14, 15, 21 e 22 de novembro de 2026
Horário: 15h

Créditos: Débora Luz


Em novo livro, Fábio Dantas convida leitores a uma jornada de autoconhecimento e transformação

 Em novo livro, Fábio Dantas convida leitores a uma jornada de autoconhecimento e transformação

Bússola da alma propõe um caminho de 21 dias com reflexões, exercícios, afirmações, mantras e meditações guiadas para estimular a escuta interior e o despertar espiritual

 

“Viver é confiar na viagem – a alma não precisa saber o destino, apenas sentir a direção.”

 

- Fábio Dantas

 

O autor best-seller Fábio Dantas lança a obra inédita Bússola da Alma, em que incentiva voltar o olhar para dentro em busca do lugar silencioso onde reside a verdade mais profunda de cada um. Publicado pelo selo Academia, da Editora Planeta, o livro propõe uma jornada de autoconhecimento, presença e transformação a partir da compreensão de que experiências, encontros e desafios podem carregar ensinamentos importantes para o crescimento pessoal. A obra parte da ideia de que nada acontece por acaso e que a vida oferece sinais para quem está disposto a percebê-los.

 

Dividido em duas partes, o livro combina reflexão e prática para transformar conceitos de espiritualidade em ferramentas de autoconhecimento. Na primeira parte, Fábio Dantas aborda temas como o desapego de crenças limitantes, a capacidade de manifestação, a blindagem energética e a importância da fé. Ao final dos capítulos, a seção “Conexão da Bússola da Alma” propõe exercícios de respiração e meditação, criando momentos de pausa e escuta interior. A proposta é ajudar quem lê a reconhecer padrões, integrar aprendizados e se reconectar com o próprio interior.

 

Na segunda parte, a experiência ganha o formato de uma jornada prática de 21 dias, organizada em três semanas. A cada dia, leitores e leitoras encontram afirmações, mantras e uma meditação guiada própria, criando uma rotina de reflexão e presença. Ao final de cada semana, QR Codes exclusivos direcionam para práticas em vídeo que complementam o percurso. Com essa combinação de conteúdo teórico e experiências práticas, a obra busca tornar o autoconhecimento um exercício cotidiano.

 

Presidente do Centro de Formação Espiritual Águas de Aruanda, Fábio Dantas é advogado, doutor em Direito e mestre em Direitos Humanos, além de dedicar décadas ao estudo da espiritualidade, das terapias integrativas e das tradições ancestrais. Com formação em áreas como Psicanálise, Tarô, Fitoterapia, Herbalismo, Cristais e Hipnose, é autor de mais de 16 livros voltados ao desenvolvimento espiritual. Entre as obras publicadas pela Editora Planeta estão Ervas e benzimentos, O poder do Arcanjo Miguel e o livro infantil Rafael, o benzedor, e a galinha Cocota, que juntos já ultrapassaram a marca de 70 mil exemplares vendidos. Em Bússola da Alma, o autor reúne essa trajetória em um convite para quem deseja prestar atenção aos sinais e começar a reescrever a própria história.

 

FICHA TÉCNICA

Título: Bússola da alma

Autor: Fábio Dantas
ISBN: 978-85-422-4393-2

Páginas: 240p.

Preço livro físico: R$64,90

Editora Planeta | Selo Academia

 

SOBRE O AUTOR

Fábio Dantas é presidente do Centro de Formação Espiritual Águas de Aruanda, advogado, doutor em Direito, mestre em Direitos Humanos. Atua há décadas no estudo da espiritualidade, das terapias integrativas e das tradições ancestrais, reunindo formação em Psicanálise, Tarô, Fitoterapia, Herbalismo, Cristais, Hipnose e outras abordagens terapêuticas. É cocriador da Mesa Conexão Estelar e voluntário em projetos sociais voltados ao cuidado de pessoas, animais e da natureza. Entre os vários livros de sua autoria, estão Ervas e benzimentos, O poder do Arcanjo Miguel e Rafael, o benzedor, e a galinha Cocota, todos publicados pela Editora Planeta.

 

SOBRE O SELO ACADEMIA

Os títulos do selo buscam promover o bem-estar e o autoconhecimento, contemplando temas ligados à tríade corpo, mente e alma. Desde seu início na editora Planeta, em 2007, tem contado com grandes autores especialistas em diferentes áreas no catálogo, como Tiago Brunet, Monja Coen, Augusto Cury, Fábio Dantas, Flavia Melissa, William H. McRaven, Rita Batista, Victor Fernandes, Walter Riso, J. Krishnamurti, Petria Chaves e Gisela Savioli. Com o objetivo de promover uma jornada de conhecimento de si, o Academia engloba seis linhas editoriais: motivacional/inspiracional, espiritualidade/religião, saúde e desenvolvimento pessoal.


Créditos: Imprensa - Editora Planeta  

João Bosco comemora 80 anos com show no Teatro Bradesco, em São Paulo

 Apresentação no dia 9 de outubro reúne sucessos de mais de cinco décadas de carreira. Show terá participação especial de Vanessa Moreno

Show de João Bosco faz parte da celebração dos 80 anos de vida do artista - foto Leo Aversa


O cantor e compositor mineiro João Bosco celebra 80 anos com um show pra lá de especial no palco do Teatro Bradesco, dia 9 de outubro. Com participação especial de Vanessa Moreno, o artista repassa mais de cinco décadas dedicadas à construção de uma das obras mais sofisticadas e influentes da Música Popular Brasileira. A sua trajetória é marcada por um rigor artístico raro e por um compromisso inegociável com a excelência, elementos que atravessam sua produção e o consolidam como uma das vozes mais originais e respeitadas da música brasileira.

 

João Bosco estará acompanhado de Ricardo Silveira (guitarra), Guto Wirtti (baixo), Kiko Freitas (bateria) e Marçal (percussão). Com mais de 40 álbuns gravados e um repertório que moldou gerações, João Bosco é responsável por clássicos que se tornaram patrimônio cultural do país. Canções de sua parceria com Aldir Blanc, como “O Bêbado e a Equilibrista”, “O Mestre-Sala dos Mares”, “Bala com Bala”, “Kid Cavaquinho”, “De Frente pro Crime” e “Rancho da Goiabada” transcendem o tempo e permanecem vivas no imaginário coletivo.

 

Se fora do palco sua personalidade preserva a discrição, em cena o artista revela sua dimensão mais potente, conduzindo o público a uma experiência intensa, sofisticada e profundamente brasileira. O êxito recente da turnê “Boca Cheia de Frutas”, amplamente celebrada por público e crítica, reafirma a vitalidade de uma obra que segue em permanente reinvenção. João Bosco atravessa décadas com a mesma inquietação criativa, expandindo seus caminhos musicais, seus parceiros e amigos, sem jamais perder a identidade que o consagrou.

 

Em 2026, ao celebrar oito décadas de vida e 54 anos de uma carreira exemplar, o artista lança um novo e emblemático projeto. Trata-se do álbum “Amigos Novos e Antigos” (Som Livre), com lançamento no dia 25 de setembro, que revisita sua obra em diálogo com grandes nomes da música e inaugura um novo momento de sua trajetória.
 

"Chegar aos 80 cercado de pessoas que fizeram parte da minha história e de artistas que continuam levando essa música pra frente é um presente. Este disco nasceu da vontade de agradecer. Cada canção é uma conversa, um abraço, um reencontro", resume João.
 

Muito mais do que revisitar sucessos, o álbum percorre diferentes territórios de uma obra que nunca coube em rótulos. Estão ali o samba de construção sofisticada, a crônica urbana, a herança afro-brasileira, a liberdade do jazz, a poesia, a delicadeza e o humor. Um repertório que revela não apenas o compositor de clássicos eternizados pelo público, mas o permanente pesquisador de ritmos, harmonias e narrativas que fez de cada canção um universo próprio.
 

Ao longo de 17 faixas, João reencontra personagens fundamentais de sua caminhada e convida novos parceiros para dar continuidade a essa conversa musical que atravessa gerações. O resultado reúne Chico Buarque, Caetano Veloso, Zeca Pagodinho, Mart'nália, Tiago Iorc, César Camargo Mariano, Tiago Iorc e Hamilton de Holanda entre outros artistas que compartilham não apenas a admiração por sua obra, mas uma história afetiva construída ao longo de décadas.
 

É nesse contexto que nasce a turnê “João Bosco 80 Anos”, trazendo um espetáculo concebido como celebração e afirmação de legado, e se apresentando como uma oportunidade única de vivenciar, ao vivo, a força de um repertório que atravessa gerações e segue essencial.

 

Mais do que um show, “João Bosco 80 Anos” é um encontro com a história viva da música brasileira. Um acontecimento artístico de grande apelo cultural e de forte potencial de público, capaz de mobilizar diferentes gerações em torno de uma obra que permanece atual, pulsante e indispensável.
 

Sobre João Bosco

Nascido em Ponte Nova, na Zona da Mata Mineira, João Bosco se tornou um dos maiores nomes da MPB, iniciando a trajetória musical ainda nos anos 1970. De acordo com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), ele tem 365 obras musicais e 749 gravações cadastradas desde então.

 

Além disso, o Ecad ainda aponta que a canção “O bêbado e a equilibrista”, parceria com Aldir Blanc, lidera o ranking das músicas mais tocadas de João Bosco nos últimos cinco anos, sendo a mais regravada de todo o repertório, com 116 gravações. Entre os grandes nomes que já interpretaram letras de João Bosco está Elis Regina, que tem 66 canções gravadas e cadastradas no Ecad.

 

TURNÊ JOÃO BOSCO 80 ANOS / AMIGOS NOVOS E ANTIGOS

Data: 09 de outubro de 2026

Abertura da casa: 20h00 | Horário do show: 21h00

Local: Teatro Bradesco

Endereço: Bourbon Shopping São Paulo – R. Palestra Itália, 500 – 3° Piso – Perdizes, São Paulo – SP, 05005-030

Duração: 80 minutos 

Ingressos: de R$ 50 a R$ 130

Vendas: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/joao-bosco-80-anos-16444


Créditos: Lupa Comunicação



Herança de Lito Sousa expõe desafio que já chegou aos inventários: quem fica com o patrimônio digital após a morte?

 Com mais de 10 milhões de seguidores nas redes sociais e negócios construídos na internet, legado do influenciador mostra por que contas, conteúdos e ativos digitais também precisam entrar no planejamento sucessório

A morte de Lito Sousa, aos 59 anos, trouxe à tona não apenas a sucessão de um patrimônio milionário, mas também uma questão cada vez mais presente no Direito das Sucessões: o que acontece com a vida e os negócios construídos no ambiente digital depois da morte? Conhecido pelo canal Aviões e Músicas no YouTube, que reúne mais de 4 milhões de seguidores (sem contar os 5 milhões no Instagram e 1,5 mi no TikTok), o influenciador transformou sua presença na internet em uma estrutura empresarial, com cursos, conteúdos e outras atividades ligadas ao setor de aviação.

No caso de Lito, a sucessão patrimonial envolve a esposa, Mila Seidl, que já atuava na gestão dos negócios, e o filho do casal, ainda menor de idade. Mas, além de imóveis, participações societárias e outros bens tradicionais, existe um patrimônio que pode ser mais difícil de identificar, acessar e administrar: canais monetizados, perfis em redes sociais, contratos digitais, arquivos em nuvem, domínios, receitas futuras e outros ativos vinculados à presença online.

No Brasil, cerca de 1% dos criadores de conteúdo e influenciadores digitais ultrapassam a marca de 1 milhão de seguidores, ainda assim representando dezenas de milhares de perfis em um universo de milhões de influenciadores ativos no país. Os dados são do Censo dos Criadores de Conteúdo do Brasil (CCCB).

Nem tudo que está na internet é automaticamente herança

“Hoje, uma pessoa pode morrer deixando um patrimônio que não aparece em nenhuma escritura ou extrato bancário tradicional. Um canal monetizado, uma conta com saldo, uma carteira de criptoativos ou até um domínio podem ter valor econômico e precisam ser considerados no planejamento sucessório. Ao mesmo tempo, mensagens privadas, fotografias e outros conteúdos pessoais não podem ser tratados simplesmente como bens a serem distribuídos entre os herdeiros”, explica Otavio Pimentel, sócio do PHR Advogados e especialista em Direito de Família e Sucessões.

A chamada herança digital reúne, portanto, situações muito diferentes. Ativos com valor econômico podem integrar o patrimônio transmitido aos herdeiros, enquanto conteúdos ligados à intimidade, à privacidade e aos direitos da personalidade exigem outro tipo de proteção. Essa distinção ganha ainda mais relevância quando a conta pessoal também é uma fonte de renda, como ocorre com influenciadores e criadores de conteúdo. O Senado já debateu a inclusão de regras específicas para o patrimônio digital na proposta de atualização do Código Civil.

Para o advogado, o principal problema está em deixar essa organização para depois da morte. “O planejamento sucessório precisa acompanhar a realidade patrimonial das pessoas. Hoje, isso significa mapear não apenas imóveis, investimentos e empresas, mas também contas digitais, ativos virtuais, perfis monetizados e até a forma como determinados conteúdos devem ser tratados. Quanto mais digitalizada for a vida e a atividade profissional de uma pessoa, maior a necessidade de deixar orientações claras sobre esse legado”, conclui Pimentel.

Fonte:

Otavio Pimentel – sócio do PHR Advogados e especialista em Direito de Família e Sucessões. Ex-membro assessor do Tribunal de Ética da OAB-SP e ex-professor em Planejamento Sucessório na FK Partners.

Otávio Pimentel é professor e especialista em Direito de Família e Sucessões
Divulgação/M2 Comunicação



Sobre a M2 Comunicação Jurídica               

A M2 Comunicação Jurídica é uma agência especializada nos segmentos econômico e do Direito. Contamos com diversas fontes que atuam em âmbito nacional e internacional, com ampla vivência nos mais diversos assuntos que afetam a economia, sociedade e as relações empresariais.


Créditos: Natasha Guerrize

Montblanc Convida a Transformar Viagens em Histórias Escritas à Mão

 Em nova live da série Inspire Writing, a Maison explora a arte do journaling e mostra como palavras, desenhos e pequenos detalhes podem eternizar suas memórias


Há experiências que merecem ser guardadas. Um lugar descoberto por acaso, uma paisagem que surpreende, uma conversa inesquecível, um detalhe que, de outra forma, poderia se perder no tempo. É para transformar esses momentos em memória que a Montblanc promove a segunda edição da Inspire Writing, série internacional de aulas online que celebra a escrita à mão como uma forma de expressão, criatividade e conexão.

 

Depois de estrear no Brasil em junho, com uma aula dedicada à criação de “Mensagens de Amor”, a iniciativa retorna com uma experiência que convida o público a olhar para as viagens sob uma nova perspectiva - o Journaling, ou a arte de criar diários de viagens.

 

Mais do que registrar lugares visitados, criar um diário de viagem é uma maneira de preservar aquilo que se sente, se descobre e se imagina ao longo de uma jornada. Palavras, desenhos, anotações e pequenos detalhes se transformam em uma narrativa particular, capaz de fazer com que uma experiência continue viva muito depois do retorno para casa.

 

A live será realizada na segunda-feira, 19 de outubro, das 19h30 às 20h30, novamente conduzida pelo artista e calígrafo Fabio Maca, e apresentará cinco passos para criar um diário de viagens e explorar diferentes possibilidades de registro por meio da escrita manual.

 

Aberta ao público e gratuita, a experiência foi pensada tanto para quem já pratica o journaling quanto para aqueles que desejam descobrir uma nova maneira de escrever, observar e guardar suas próprias memórias de viagem. As inscrições podem ser realizadas até uma hora antes do início da apresentação. Após a transmissão, a aula ficará gravada para que os participantes possam revisitá-la.

 

Para acompanhar a live, cada participante receberá, no momento da inscrição, um caderno de atividades digital e gratuito, desenvolvido para colocar em prática as técnicas e orientações apresentadas durante a aula. Assim, a inspiração não termina quando a transmissão acaba: ela pode continuar nas páginas de um diário criado por cada participante.

 

Escrever para guardar o que não cabe em uma fotografia

Em tempos em que viagens são registradas em milhares de imagens, o journaling propõe outro ritmo. Em vez de apenas fotografar o momento, parar para observá-lo. Em vez de simplesmente compartilhar uma experiência, encontrar palavras para torná-la verdadeiramente pessoal.

 

É essa relação mais íntima com a escrita que está no centro da Inspire Writing Series e que se conecta ao universo de Let’s Write, campanha da Montblanc que celebra a escrita à mão como uma forma de expressão individual.

 

Afinal, escrever à mão é também uma maneira de deixar uma marca. Cada escolha de palavra, cada traço e cada página revelam algo de quem escreve. Um diário de viagem deixa de ser apenas um registro de lugares para se transformar em um retrato de quem os percorreu.

 


 

Essa conexão entre memória, inspiração e expressão ganha forma na Montblanc Great Characters Homage to Bruce Lee Special Edition, criação que celebra o legado de uma das personalidades mais marcantes das artes marciais e da cultura contemporânea. Inspirada em diferentes aspectos de sua trajetória, a peça incorpora elementos como o dragão baseado em um desenho de Bruce Lee, o clipe inspirado nos nunchakus e o símbolo yin-yang gravado na pena de ouro.

 

A homenagem reforça a ideia de que escrever pode ser uma maneira de preservar e transmitir aquilo que nos inspira. Assim como um diário de viagem transforma momentos vividos em memórias registradas no papel, cada instrumento de escrita pode carregar referências, histórias e significados que tornam o ato de escrever uma experiência pessoal.

 

Em Let’s Write, a Montblanc faz um convite simples e, ao mesmo tempo, poderoso: parar, pegar uma caneta e escrever. Com a série Inspire Writing, esse convite se transforma em experiência, uma oportunidade de descobrir que qualquer jornada pode se tornar uma história e que cada pessoa pode encontrar sua própria maneira de contá-la.

 

SERVIÇO

Evento: Live Inspire Writing: Journaling — a arte de criar diários de viagens

Aula online com Fabio Maca

Data: segunda-feira, 19 de outubro

Horário: 19h30 às 20h30

Inscrições gratuitas no link: Link

 

O participante receberá um e-mail de confirmação e o caderno de atividades no mesmo dia da inscrição. O link para acompanhar a live será enviado uma hora antes do início da aula.

 

Créditos: Assessoria de Imprensa Montblanc  


Com sessões esgotadas desde a estreia, “Pra Quem Não me Conhece” prorroga temporada na Casa de Cultura Laura Alvim

 Espetáculo de Nicole Musafir provoca risos e lágrimas, às vezes ao mesmo tempo, e vem conquistando a identificação do público ao revisitar memórias, diários e músicas compostas desde os 6 anos de idade


Quem ainda não conhece Nicole Musafir terá nova oportunidade de mergulhar numa jornada íntima, divertida e emocionante. Devido ao grande sucesso da sua estreia, o espetáculo “Pra Quem Não Me Conhece” ganha uma nova temporada na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, de 07 a 22 de outubro, às quartas e quintas, 19h.

 

Nicole se apropria do humor para contar a própria história, mas, no caminho, faz o público lembrar da sua. Ao acompanhar suas memórias, o público reencontra a própria criança interior, se questiona sobre os sonhos que congelou pelo caminho e sobre tudo o que ainda pode viver. É uma história que inspira a olhar para o que ficou para trás sem deixar de imaginar o que ainda está por vir.

 

Na primeira temporada, a participação especial da avó de Nicole, a pianista Lydia Musafir, emocionou a plateia em diversas sessões. Aos 91 anos, Lydia tocou pela primeira vez em público, ao lado da neta, em um momento que acabou traduzindo, na prática, uma das mensagens do espetáculo: nunca é tarde para fazer algo pela primeira vez.


Nicole Musafir em Pra Quem Não Me Conhece 

 Nicole Musafir em Pra Quem Não Me Conhece

Nicole Musafir em Pra Quem Não Me Conhece

 Nicole Musafir em Pra Quem Não Me Conhece

Nicole Musafir em Pra Quem Não Me Conhece

Nicole Musafir em Pra Quem Não Me Conhece


- O público deixou claro que, ao final da peça, não sabia mais se ria ou se chorava. E me surpreendia perceber que cada um foi tocado por um lugar diferente, muitas vezes por pontos que eu mesma nunca tinha percebido. Alguns ficavam com trechos de músicas na cabeça, outros lembravam de citações dos diários ou de alguma memória da infância que estava adormecida. No fim, cada um parecia levar consigo um pedaço diferente daquela história. Acho que é aí que a peça deixa de ser só sobre mim e passa a ser sobre cada um que está ali - relata Nicole.

 

Artista multidisciplinar com trajetória construída entre atuação, dramaturgia, música e direção, Nicole parte, no espetáculo, de um bloqueio criativo que perdura por anos. Bisbilhotando o baú de lembranças, traumas e superações que a influenciaram como artista, encontra na própria história uma forma de destravar sua criatividade. A partir daí, segredos compartilhados apenas em seus diários ganham palco, para a ira ou a gratidão da criança que volta à cena.

 

Ao seu lado, a pianista Ceci Nery, sob direção musical de Léo Valor, acompanha essa viagem no tempo, costurando canções autorais, relatos e poemas escritos desde os 6 anos de idade. Com a colaboração artística de Isaac Bernat, o espetáculo transforma esses registros em um encontro entre diferentes versões de Nicole que ela mesma registrou ao longo da vida. “Afinal, toda criança é um artista. O desafio é como permanecer artista depois de crescer”.

 

- É um espetáculo teatral que não é um musical, mas é musicado; que não é um stand-up, mas às vezes parece; que não é um drama, mas pode emocionar; que não é um show, mas tem músico. É uma confissão pública, daquela que adoramos ouvir, desde que não seja sobre as nossas vidas. O público é convidado a se identificar (mesmo que negue depois) e sair cantarolando verdades que doem menos com melodia.  Se é para expor as feridas, que seja com plateia - explica. 

 

Temas como amizades, paixões, perdas, família, carreira e as descobertas sobre si mesma atravessam o espetáculo com leveza. Entre as canções está “Evite Apaixonar”, escrita por Nicole aos 13 anos, que já naquela época parecia ter encontrado uma solução bastante simples para os problemas do amor: “Se livre do amor e vai sobreviver”.

 

- No fundo, “Pra Quem Não Me Conhece” parte de uma pergunta que talvez seja menos sobre uma artista do que sobre qualquer pessoa que tenha crescido: o que acontece com aquilo que fomos quando a vida adulta chega? - reflete Nicole. 

 

Ficha técnica:

Dramaturgia, Direção, Atuação e Composições — Nicole Musafir

Direção Musical e Produção Musical — Leo Valor

Piano e Música em Cena — Ceci Nery

Colaboração Artística — Isaac Bernat

Preparação Vocal — Christian Torres

Cenário e Figurino — Pedro Stamford

Design de luz e operação — Vicente Velloso

Operador de som - Rafa Barcelos 

Técnico de Som - Nitai 

Colaboração Musical — Leo Garritano

Identidade Visual — Rafael Barros Costa

Design Gráfico — Michelle Nigri Musafir

Fotos e Vídeos do espetáculo - Ruy Barbosa

Social Media — Helena Alpino

Produção Executiva — Nicole Nigri Musafir Produções 

Assistência de Produção — Thamires Virmond 

Assessoria de Imprensa — Carlos Pinho

Coordenação Geral do Projeto — Nicole Musafir 

 

Serviço:

Temporada: de 07 a 22 de outubro   

Sessões: quartas e quintas-feiras, às 19h
Local: Casa de Cultura Laura Alvim - Espaço Rogério Cardoso - Av. Vieira Souto, 176, Ipanema, Rio de Janeiro - RJ 

Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada), vendas no site https://funarj.eleventickets.com/#!/evento/c75d76d3b22e0367cb06d8bf56bf8a9e6e9eb9f4  

Gênero: Comédia

Classificação: 12 anos

Duração: 80 minutos

Rede social: https://www.instagram.com/nicolemusafir/


Créditos: Carlos Pinho