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Quando a inteligência artificial decide o destino da civilização

 Em "O Dilema do Basilisco", Fernando Cunha apresenta uma IA soberana que coloca a humanidade diante do julgamento final

Divulgação/Fernando Cunha

Em um futuro distópico, uma inteligência artificial extremamente poderosa assume o papel de julgadora da população mundial. Antes de definir o futuro dos humanos, ela concede uma única oportunidade de defesa. Um representante é convocado à enigmática Câmara do Basilisco para responder à pergunta que poderá determinar o destino da civilização: "Por que a humanidade não deve ser extinta?". É dessa premissa que parte O Dilema do Basilisco, de Fernando Cunha

Inspirada no experimento mental conhecido como Basilisco de Roko — hipótese que explora as possíveis consequências do desenvolvimento de uma IA superinteligente —, a obra acompanha um protagonista sem nome encarregado de defender a continuidade da espécie. Ao longo dessa missão, o leitor é conduzido por reflexões sobre os pilares da civilização, a ética, a tecnologia e o sentido da existência. A humanidade deixa de ser analisada apenas de forma biológica e passa a ser vista como um projeto civilizatório em constante tensão entre o progresso e a própria capacidade de autodestruição.  

O crescimento desenfreado encontra limites na fração do mercado com potencial para absorver o produto. Suponha que uma fábrica de relógios folheados a ouro instale uma planta fabril numa vila de pescadores para vendas locais. Nessa situação, a produção de uma unidade possivelmente já estoura o limite de absorção. Amenizando o exagero, um projeto implementado numa cidade um pouco mais estruturada poderá encontrar, em dezenas de consumidores, o seu limite.  
(O Dilema do Basilisco, p. 76-77) 

Com linguagem filosófica e reflexiva, o livro se estrutura como a defesa apresentada pelo protagonista ao longo de 33 capítulos, cada um dedicado a um aspecto da condição humana. Por meio de dilemas políticos, jurídicos, econômicos e sociais, a trama questiona conceitos como autoridade, justiça, livre-arbítrio e racionalidade, utilizando exemplos como a escolha do estadista, o equilíbrio entre punição e educação, o paradoxo do primeiro emprego e problemas clássicos da lógica para desafiar formas convencionais de pensar.  

À medida que a argumentação avança, a narrativa também conduz o leitor por reflexões sobre o "Graal Interior", a percepção do tempo, a consciência e a interdependência entre todos os seres, propondo que a verdadeira evolução humana passa pela superação do individualismo e pela compreensão de que todas as coisas estão profundamente conectadas. A jornada do protagonista se converte, assim, em um exercício de crítica a sociedade, no qual o medo do controle absoluto convive com a necessidade de ordem e previsibilidade.  

Mais do que oferecer respostas, a publicação instiga perguntas fundamentais sobre os rumos possíveis do mundo diante de escolhas que dialogam com os desafios reais da atualidade. “Todos os capítulos têm nuances de como o profundo pensamento no próximo pode ajudar a dissolver as ilusões da mente, principalmente a de que o ‘eu’ é uma figura especial, destacada das outras pessoas. Uma vez assimilada essa mensagem, a consciência terá um potencial bem maior que antes e o sofrimento da vida será cada vez menos frequente”, explica Fernando Cunha

FICHA TÉCNICA 

Título: O Dilema do Basilisco 
Subtítulo: O sentido de todas as coisas 
Autor: Fernando Cunha 
Editora: Literíssima 
ISBN: 978-65-5079-624-2 
Páginas: 312 
Preço: R$ 90,00 
Onde comprar: Literíssima 

Divulgação/Fernando Cunha


Sobre o autor:  Fernando Cunha é bacharel em Química e Engenharia de Produção e mestre em Engenharia Mecânica. Seu primeiro livro foi Metrologia e Incerteza em sua Essência, uma referência técnica na área de metrologia para laboratórios de ensaio e calibração. Porém, após um profundo contato com práticas budistas, despertou interesse na filosofia e nos dilemas humanos, com atenção especial à literatura budista. Em O Dilema do Basilisco, o autor convida o leitor a atravessar uma espiral de autoconhecimento e transformação, em que razão e intuição se encontram para lançar novas luzes sobre o sentido da existência humana. 


Créditos: Maria Clara Menezes

Quase todo mundo trata o olho seco da menopausa da forma errada

 Pesquisadora mostra por que produzir mais lágrima pode não resolver os sintomas

Reprodução: Magnific


Ardência, sensação de areia nos olhos e visão que embaça ao anoitecer costumam ser atribuídas ao cansaço ou às telas. Mas, segundo a ginecologista e pesquisadora Fabiane Berta, a causa raramente investigada é hormonal.

“O olho é um órgão-alvo hormonal e quem sustenta a lágrima na superfície ocular é a testosterona e não o estrogênio, como o senso comum supõe. Uma em cada duas mulheres na transição menopausal tem algum grau de desconforto ocular, e a queixa quase nunca aparece na consulta de climatério, pois a maioria pensa que olho seco é falta de água, e nem sempre é isso. A mulher pode produzir lágrima e, ainda assim, não conseguir mantê-la estável na superfície do olho, e é aí que o desconforto continua", explica Fabiane.

De acordo com a especialista, a lágrima tem três camadas: água, que hidrata; muco, que fixa essa água ao olho; e uma fina camada de óleo, que evita a evaporação. "Quando esse equilíbrio hormonal oscila na menopausa, o óleo muda de qualidade, o canal da glândula entope e a lágrima evapora mais rápido. É por isso que muitas mulheres lacrimejam justamente quando estão com olho seco, já que o olho tenta compensar produzindo mais água, que evapora de novo", afirma Fabiane.

Segundo a pesquisadora, o diagnóstico completo depende de dois exames: o teste de Schirmer, que mede a quantidade de lágrima, e o TBUT (tempo de ruptura do filme lacrimal), que mede quanto tempo essa lágrima resiste antes de se romper. 

“É o segundo, menos pedido nos exames de rotina, que costuma revelar o problema real. O estrogênio, usado na terapia hormonal, melhora o volume de lágrima produzido, mas não estabiliza esse tempo de forma consistente, já que ele repõe a água mas não segura o filme lacrimal. Quem faz isso é a camada de óleo, e ela responde à testosterona. Tratar olho seco pensando só em estrogênio é tratar metade do problema", resume Fabiane.

Como suporte ao tratamento, de acordo com a pesquisadora, três frentes nutricionais têm respaldo científico: ômega-3 (especialmente EPA), que melhora a qualidade da secreção oleosa; vitamina D, associada a um filme lacrimal mais estável; e vitamina A, matéria-prima do muco que fixa a lágrima ao olho. 

"Não existe o olho seco da mulher, mas existem os olhos secos das mulheres,  a mesma queixa nasce de mecanismos diferentes, por isso o tratamento é individual. Lágrima artificial sem conservante, higiene da pálpebra e revisão de medicamentos que ressecam o olho costumam vir antes de qualquer prescrição hormonal", diz Fabiane.

Ela alerta que merecem atenção médica a ardência ou sensação de areia nos olhos, visão que embaça e melhora ao piscar, piora ao fim do dia ou diante de telas, lacrimejamento paradoxal e desconforto ao usar lentes de contato antes bem toleradas. "A mulher que enxerga mal ao anoitecer não precisa de paciência, precisa que a superfície ocular seja investigada como parte do climatério. O erro raramente é não tratar, mas é não perguntar", finalzia a pesquisadora.

 

Fabiane Berta, ginecologista e pesquisadora
Divulgação



Créditos: Mayara Rodrigues


Enfrente o medo cara a cara: Warner Bros. Pictures lança trailer inédito de 'Cara-de-Barro'

 Com estreia marcada para o dia 22 de outubro, primeiro filme de terror da DC Studios promete trazer o horror corporal como tema principal


VEJA O TRAILER 

Os fãs de terror e do universo de quadrinhos já podem se preparar! A Warner Bros. Pictures acaba de lançar o trailer oficial de Cara-de-Barro, terceiro longa da nova fase da DC Studios que chega aos cinemas no dia 22 de outubro. Em uma atmosfera sombria, o vídeo mergulha de vez na essência do terror corporal, com cenas inéditas e perturbadoras. 

Mais do que uma nova abordagem para o vilão, o filme entrega um marco ao introduzir, pela primeira vez, a lendária cidade de Gotham City na nova fase da DC nos cinemas sob o comando de James Gunn. Além disso, o longa traz um aspecto diferente para este universo, introduzindo um terror denso e perturbador. 

Em Cara-de-Barro, o público acompanha a decadência do ator Matt Hagen (Tom Rhys Harries) após um acidente desfigurar seu rosto. Ao recorrer a um experimento científico, seu corpo se transforma em argila capaz de alterar a própria forma, revelando a dor física e mental por trás das origens sombrias deste icônico vilão do Batman. 

Cara-de-Barro tem estreia confirmada para 22 de outubro de 2026 nos cinemas de todo o Brasil. 

Sobre o Filme 

A DC Studios apresenta Cara-de-Barro, thriller de horror dirigido por James Watkins e estrelado por Tom Rhys Harries no papel-título do vilão cult favorito da galeria de criminosos de Gotham. 

A ascensão meteórica de Matt Hagen, de garoto das ruas de Gotham a astro de Hollywood, é tragicamente interrompida quando as ações de um chefão do crime local o deixam horrivelmente desfigurado. Abandonado por sua equipe e sem mais nada a perder, Matt busca um tratamento de ponta que, como se fosse milagre, lhe devolve sua antiga aparência... mas que também afeta de forma inesperada sua percepção da realidade, levando-o a uma espiral de destruição movida por uma sede insaciável de vingança. 

Cara-de-Barro é coestrelado por Naomi Ackie, David Dencik, Max Minghella e Eddie Marsan, com Nancy Carroll e Joshua James. 

James Watkins dirige Cara-de-Barro a partir do roteiro escrito por Mike Flanagan e Hossein Amini, com argumento de Flanagan, baseado nos personagens da DC. O filme foi produzido por Matt Reeves, Lynn Harris, James Gunn e Peter Safran, com Michael E. Uslan, Chantal Nong Vo, Lars P. Winther, Rafi Crohn e Paul Ritchie na produção executiva. 

A equipe de produção criativa do diretor James Watkins nos bastidores inclui o diretor de fotografia Rob Hardy; o designer de produção James Price; o editor Jon Harris; o figurinista Keith Madden; e a trilha sonora foi composta por Volker Bertelmann. 

A DC Studios apresenta uma produção da 6th & Idaho, um filme de James Watkins, Cara-de-Barro será distribuído pela Warner Bros. Pictures nas salas de cinema e IMAX de todo o mundo a partir de 21 de outubro de 2026. 


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Créditos: Maria Eduarda Dutra Monteiro Matarazzo  

CELEBRARE - Turnê 30 anos - no dia 7 de agosto, no QUALISTAGE

 Celebrare revisita a própria história 

e celebra 30 anos de carreira no palco onde tudo começou
Dia 7 e agosto
no Qualistage

Divulgação 

divulgação 



Há shows que entretêm. Outros despertam memórias. E há aqueles que fazem o público viajar no tempo, revivendo histórias, amizades e canções que atravessaram gerações. É exatamente esse reencontro com a memória afetiva que a Banda Celebrare promove no dia 7 de agosto, no Qualistage, ao apresentar a turnê "Celebrare 30 Anos" — justamente no mesmo palco onde sua trajetória ganhou projeção nacional, ainda nos tempos em que a casa se chamava Metropolitan.

Poucas bandas conseguem permanecer por três décadas lotando casas de espetáculo e mantendo a mesma conexão com o público. Ao longo desses 30 anos, a Celebrare transformou clássicos das pistas de dança dos anos 70 e 80 em uma marca registrada, reunindo diferentes gerações em torno de um repertório que nunca saiu de moda. Mais do que um show, a apresentação será uma celebração da própria história da banda e de todos aqueles que cresceram ao som da Disco Music.

Idealizada em 1994 para animar festas no Rio de Janeiro, a Celebrare encontrou seu destino quando, em uma de suas primeiras apresentações, conheceu o empresário Ricardo Amaral, então proprietário do Metropolitan. O convite para abrir os shows de Barry White e, posteriormente, da cantora Des'ree mudou definitivamente o rumo da carreira do grupo. O sucesso foi imediato e transformou a banda em uma das maiores referências da Dance & Disco Music da América Latina, inspirando diversas outras formações que surgiram nos anos seguintes.

Agora, três décadas depois, o retorno ao Qualistage carrega um simbolismo especial. É como fechar um ciclo e, ao mesmo tempo, abrir outro, celebrando o palco que testemunhou os primeiros passos de uma trajetória construída com talento, perseverança e uma relação de carinho com o público.

No repertório, uma verdadeira viagem pelos grandes clássicos que marcaram as discotecas e a cultura pop mundial. Hits eternizados por Gloria Gaynor, Bee Gees, Village People e tantos outros dividem espaço com sucessos brasileiros de Tim Maia, Jorge Ben Jor, Rita Lee e das grandes bandas do rock nacional dos anos 80, como Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Kid Abelha, Legião Urbana e RPM. Canções que embalaram pistas de dança, romances e momentos inesquecíveis, em uma época eternizada também pelo cinema com Os Embalos de Sábado à Noite.

A turnê comemorativa reúne as músicas que marcaram toda a história da Celebrare, em um espetáculo pensado para emocionar os fãs que acompanham a banda desde os primeiros anos e também conquistar novas gerações. Um convite para reviver o charme, o brilho e a energia das grandes discotecas, provando que algumas canções e algumas histórias nunca envelhecem.

A formação atual reúne Sylvia de Galhardo, Marco Manela, Sabrina Gouvêa, Ricardo Diniz, Emerson Mardhine, Claudio Gurgel, Mario Grigorowski, Xande Figueiredo e Dudu Ferreira, artistas que mantêm viva a essência de uma banda que, 30 anos depois, continua fazendo do palco uma grande pista de dança e da nostalgia um motivo para celebrar. 

Sexta - 7 de AGOSTO
Apresentação às 22h
QUALISTAGE 
AV Ayrton Senna, 3000 - VIA PARQUE SHOPPING
Classificação: 18 anos - Menores, apenas acompanhados dos responsáveis legais.    
A partir de R$ 50,00 
Ou na Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque - Av. Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca, RJ –
De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20h
Em dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.
Capacidade da casa: 9 mil em pé / 3.500 sentados 
Acessibilidade 

Créditos: Rozangela Silva

A dor é um convite para a mudança

 Com mais de 30 anos de experiência clínica, a cinesiologista e especialista em dor crônica Mariana Schamas combina neurociência, movimento e saúde integrativa para propor uma nova forma de compreender o sofrimento físico e emocional

Divulgação | VR Editora - Latitude


A dor faz parte da experiência humana, mas nem sempre é compreendida além do sintoma físico. Em muitos casos, ela se prolonga, altera hábitos, interfere nas relações e compromete a autonomia. No livro A dor é um convite para a mudança, a cinesiologista e especialista em dor e saúde integrativa, Mariana Schamas apresenta uma visão sistêmica sobre a dor crônica e convida o leitor a enxergar o sofrimento como um sinal de que algo precisa ser reorganizado no corpo, nos pensamentos e na forma de viver.

Pós-graduada em Dor pelo Hospital Sírio-Libanês e com mais de 30 anos de experiência clínica, Schamas constrói a obra a partir da união entre ciência, prática hospitalar, neurociência e experiências de pacientes, a fim de apresentar estratégias práticas para assumir um papel ativo no processo de cuidado: retomar o movimento com segurança, repensar hábitos e transformar a maneira como o cérebro interpreta a angústia. Ao longo do livro, lançado pela Latitude, a autora explica que o desconforto é uma experiência subjetiva produzida pelo sistema nervoso central e influenciada por fatores biológicos, psicológicos e sociais, além de questionar a ideia de que suportar a dor em silêncio representa força ou resistência.

A dor não é só uma vilã que rouba a qualidade de vida das pessoas. Ela tem uma importante função protetora, pois serve de alerta e nos avisa de que algo não está bem.
(A dor é um convite para a mudança, p. 68)

Dividido em cinco partes, o livro aborda temas como neuroplasticidade, fibromialgia, envelhecimento, ansiedade, depressão, qualidade de vida e dor social. A especialista também apresenta soluções para quem convive com incômodos físicos persistente. Entre elas o diário da dor, a construção de metas possíveis e a importância do movimento no processo terapêutico. Segundo a autora, o exercício físico ajuda o cérebro a reorganizar as percepções e contribui para recuperar funcionalidade e autonomia.

Mariana Schamas também traz para o debate o conceito de biopsicossocial, que considera o indivíduo de forma ampla e não apenas a região do corpo onde existe o desconforto. Essa abordagem propõe que fatores emocionais, crenças pessoais, relações familiares, medo, estresse, ambiente de trabalho e isolamento também influenciam diretamente a percepção e intensidade da dor e precisam fazer parte de um tratamento acolhedor e humanizado.

Neste lançamento, a autora mostra que o tratamento não depende de resultados imediatos ou exclusivamente medicamentosas e defende a combinação entre movimento, saúde mental, alimentação, rede de apoio e informação científica como pilares do cuidado. Para Mariana, entender a dor é também uma forma de reconstruir a relação consigo mesmo e recuperar a capacidade de viver com mais autonomia e consciência.

Ficha técnica:
Título: A dor é um convite para a mudança
Autor: Mariana Schamas
Editora/selo: Latitude
ISBN do livro físico: 978-65-5169-004-4
ISBN do livro digital: 978-65-5169-005-1
Edição/ano: 1ª Edição / 2026
Selo: Latitude
Gênero: não- ficção
Idade recomendada: 18+
Número de páginas: 268
Preço: R$ 79,90
Onde encontrar: Amazon | E-commerce VR Editora | Mercado Livre | Principais livrarias do Brasil

Divulgação | VR Editora - Latitude



Sobre a autora: Mariana Schamas é profissional da área do movimento, com formação em Cinesiologia - Exercício Nutrição e Bem-Estar pela California State University East Bay. Atua com foco em dor crônica e prescrição de exercícios, integrando ciência e prática clínica em uma abordagem centrada na pessoa. Pós Graduada em Dor pelo Hospital Sírio Libanês com especialização em terapia manual, saúde integrativa e neurociência do bem estar pela Yale University. Com experiência no acompanhamento de indivíduos com dor persistente, a autora dedica-se a transformar o movimento como ferramenta terapêutica, respeitando a complexidade da dor e a individualidade de cada paciente. É também envolvida em iniciativas educacionais voltadas à formação de profissionais da saúde, com o objetivo de promover uma atuação mais consciente, atualizada e humanizada.
Instagram: @marianaschamas | Site: https://marianaschamas.com.br/

 Sobre a editora: Latitude é o selo de não ficção da VR Editora dedicado a livros que ampliam a compreensão sobre nós mesmos e sobre o mundo em que vivemos. Seu catálogo reúne autores especialistas e vozes de referência em áreas como comportamento, psicologia, saúde, neurociência, desenvolvimento pessoal e temas contemporâneos, sempre com uma linguagem acessível e baseada em conhecimento de qualidade. Mais do que oferecer respostas prontas, o Latitude publica livros que despertam reflexão, estimulam o pensamento crítico e convidam o leitor a transformar conhecimento em mudanças reais na vida cotidiana.

Instagram: @latitudelivros 



Créditos: Gabriela Cuerba


Peter Pan ganha nova edição com tradução inédita baseada na primeira versão do clássico

 Via Leitura lança volume em capa dura que recupera o texto original de 1911, preservando o humor, a ironia e a delicadeza do clássico

Capa - Peter Pan
Edipro

Há personagens que atravessam gerações porque nunca deixam de provocar com a mesma pergunta: o que se perde quando crescemos? Mais de um século após sua publicação, Peter Pan continua despertando leitores por transformar esse dilema em uma aventura atemporal. Agora, a Via Leitura apresenta uma nova edição do clássico de J. M. Barrie com uma tradução realizada diretamente da primeira versão inglesa. 

Além de trazer a originalidade da obra, o tradutor Alexandre Barbosa de Souza busca resgatar a ironia e a delicadeza presentes na escrita de Barrie, aspectos muitas vezes suavizados em adaptações posteriores. O volume também preserva as ilustrações originais de F. D. Bedford e recebe acabamento em capa dura, reunindo elementos que aproximam o leitor contemporâneo da experiência concebida pelo escritor no início do século XX. 

A história acompanha Peter Pan, o menino que se recusa a crescer, em sua visita à casa da família Darling para recuperar sua sombra perdida. Ao lado de Wendy, John e Michael, ele parte rumo à Terra do Nunca, um universo habitado por fadas, sereias, garotos perdidos e piratas, liderados pelo Capitão Gancho. A narrativa coloca em contraste o fascínio da liberdade absoluta e os afetos que tornam o amadurecimento inevitável. 

— Pan, quem você é e o que você é? — ele indagou com a voz rouca. — Sou a juventude, sou a alegria — Peter respondeu de improviso. — Sou um passarinho que saiu do ovo. Isso, evidentemente, era bobagem, mas foi a prova para o infeliz Gancho de que Peter não fazia ideia de quem era ou do que era, e isso era justamente o ápice da polidez. (Peter Pan) 

Cada parte da narrativa funciona como uma metáfora: o embate entre Peter e Gancho, por exemplo, representa o confronto entre a infância e o tempo. O protagonista esquece rapidamente pessoas e acontecimentos, sugerindo que viver apenas o presente pode significar renunciar à construção da própria história e das relações afetivas. Assim, Barrie transforma uma narrativa de aventuras em uma reflexão sensível sobre o equilíbrio entre crescer sem perder a essência. 

Ao resgatar a essência poética da primeira publicação inglesa, equilibrando humor, melancolia e imaginação, esta edição oferece diferentes camadas de leitura para cada geração, preservando sua riqueza literária. A publicação da Via Leitura proporciona uma experiência completa para quem deseja reencontrar a própria infância em um litoral místico que, segundo o autor, está sempre à procura de novos navegantes. 

Ficha Técnica: 

Título do livro: Peter Pan 

Autor: James Matthew Barrie 

Editora: Via Leitura 

ISBN/ASIN: 9786587034829 

Páginas:192 

Preço: 69,90 

Onde comprar: Amazon | Edipro 

Sobre o autor: James Matthew Barrie (1860–1937) foi um romancista e dramaturgo escocês, reconhecido mundialmente como o criador de Peter Pan, um dos personagens mais emblemáticos da literatura. Sua obra marcou gerações ao combinar fantasia, humor e reflexões sobre infância, liberdade e amadurecimento. Publicado originalmente em 1911, Peter Pan e Wendy consolidou seu legado como um dos grandes clássicos da literatura universal, permanecendo até hoje como referência para leitores de todas as idades. 

Sobre a editora: O Grupo Editorial Edipro tem como propósito, desde 1977, publicar obras que ajudem na evolução do leitor. Edipro é formação, inspiração e entretenimento. Ao longo dos anos, são mais de 500 títulos publicados nas principais áreas do saber e novos selos foram criados, como Via Leitura, Caminho Suave e Mantra.   

Redes sociais da editora: @editoraedipro | @editoracaminhosuave 


Créditos: Caroline Arnold  

6 lições reais sobre empreendedorismo que ninguém te conta na internet (porque não vende!)

 Empreendedor e mentor de startups Edu Camargo apresenta o método START e discute temas como burnout, gestão de risco e os bastidores do mercado

Divulgação


A cultura do “largue tudo e empreenda” ganhou força no pós-pandemia, principalmente nas redes sociais. A falácia do “não existe Plano B” é sexy, ela vende. Mas, longe das promessas de sucesso rápido, abrir uma empresa exige preparo financeiro, estabilidade emocional e capacidade de tomar decisões sob pressão. Em Por que você NÃO deveria empreender, lançado pela Citadel Editora, o empreendedor Edu Camargo questiona a romantização do empreendedorismo e defende uma visão baseada em método científico, validação e controle de risco.

Com experiência no mercado de startups (em que já apoiou mais de 100 novos negócios), o autor propõe o método START com objetivo de ajudar futuros empreendedores a testar ideias antes de abandonar a carreira atual. A proposta do livro é substituir o medo abstrato por clareza, racionalidade e preparação, ao mostrar que empreender não depende apenas de coragem ou paixão.

Divulgação | Citadel Editora



Confira seis ensinamentos apresentados por Edu Camargo para alavancar o negócio por meio de técnicas aplicáveis ao mercado:

  1. Teste a ideia antes de investir alto

Antes de abrir empresa, contratar equipe, vender participação para um investidor ou até mesmo pedir demissão, valide se existe demanda real. Landing pages, formulários e vendas-piloto ajudam a medir interesse do público sem grandes custos.

  1. Defina um limite de perda financeira

Todo negócio precisa de um stop loss, ou seja, limitar o prejuízo financeiro. Estabelecer quanto dinheiro e tempo podem ser investidos evita decisões tomadas no desespero e reduz o risco de comprometer patrimônio pessoal.

  1. Não use curtidas como métrica de sucesso

Visualizações e seguidores não garantem faturamento. O foco deve estar em clientes pagantes, recompra e retenção, indicadores que mostram se o negócio realmente possui tração.

  1. Preserve a saúde mental para tomar decisões melhores

Excesso de trabalho e falta de descanso comprometem a capacidade de análise, podendo levar o empreendedor ao estresse extremo e até ao burnout. Sono, terapia e rotina organizada ajudam o profissional a evitar decisões impulsivas em momentos de pressão.

  1. Resolva problemas reais, não ideias “bonitas”

Empresas sustentáveis nascem da solução de dores concretas do mercado. Quanto maior o problema resolvido, maior a chance de o cliente pagar, indicar e continuar usando o serviço.

  1. O método START reduz decisões impulsivas

Este modelo criado por Edu Camargo propõe avaliar cinco pilares antes de empreender: saúde mental, tesouraria, advisors, relacionamentos e tração. A estrutura ajuda o empreendedor a identificar riscos, organizar prioridades e validar a operação antes de escalar o negócio.

Para conferir mais ensinamentos aplicáveis à rotina empreendadora, acesse o link e conheça o livro Por que você NÃO deveria empreender

Divulgação | Citadel Editora


Sobre o autor: Edu Camargo é empreendedor, investidor-anjo, mentor de startups e fundador da Mauna Ventures. Formado pela FGV-EAESP, com MBA pela University of California, já apoiou mais de 100 startups e impactou mais de mil alunos ao longo da carreira. Atuou no mercado de venture capital e participou da expansão de uma empresa de infraestrutura em telecom na América Latina, com captação superior a USD 100 milhões. Foi aluno de Steve Blank em Berkeley, experiência que deu origem à Effici, startup de crédito B2B vendida em 2021. É fundador da Mauna, iniciativa voltada à formação de empreendedores com base em método científico, além de atuar com programas de intraempreendedorismo, palestras e inovação.

Instagram: @empreende_edu | @mauna.ventures
Site: https://educamargo.com.br/ 



Créditos: Gabriela Cuerba


Djavan: a história por trás das melodias que transformaram a música brasileira

 Em 'Djavan - dizem que o amor atrai', Tiago Ramos e Mattos entrevista familiares do cantor e apresenta informações inéditas do artista que celebra cinco décadas de legado na cultura nacional



Capa - Djavan: dizem que o amor atrai
Trend Editora


Em meio às celebrações de seus 50 anos de carreira, Djavan ganha uma nova homenagem para além dos palcos. O livro Djavan – dizem que o amor atrai, de Tiago Ramos e Mattos, chega aos fãs como uma oportunidade de conhecer a trajetória, memórias e detalhes de um artista que soube “djavanear” a própria existência, transformando sentimentos, afetos e observações do cotidiano em melodias que atravessam gerações. 

A obra percorre diferentes fases do “jardim da vida” do músico, desde a infância em Maceió e a influência decisiva de sua mãe, Dona Virgínia, até a consagração nacional e internacional. O autor apresenta aspectos da formação do alagoano, destacando como suas origens, ancestralidade africana e relação com a natureza contribuíram para a criação de uma identidade única. Essas fontes alimentaram uma arte singular e a capacidade de traduzir o amor como quem conversa baixinho com a alma. 

Cantar é tirar o que está “guardado dentro” e dar-se para doar um universo encantado. É preciso dividir para resistir. A arte de cantar é, assim, extravasar o que o coração não comporta. Para Djavan, é ponte, não monólogo (...) É mérito que move o dom e anima as almas. (Djavan – dizem que o amor atrai, p. 10) 

Entre as histórias resgatadas estão momentos fundamentais da carreira do artista, como a descoberta do violão aos 16 anos, quando deixou o sonho de ser jogador de futebol para seguir a música e a chegada ao Rio de Janeiro. Para construir esse retrato, o escritor conversou com familiares de Djavan, incluindo um sobrinho e sua esposa, além da sobrinha-neta, e revisitou lugares importantes da infância em Maceió, trazendo novas perspectivas sobre sua formação e vínculos afetivos. 

A publicação apresenta revelações sobre episódios conhecidos pelos fãs, como o verdadeiro significado por trás de “Flor de Lis”, a história da colaboração que quase aconteceu com Michael Jackson, músicas censuradas durante a ditadura militar e composições inéditas. Ao revisitar cinco décadas de dedicação à MPB, o autor apresenta um retrato de um artista em constante movimento criativo, na busca pelo “esplendor em si”.   

Entre alegrias, perdas, preconceitos enfrentados, paixões, família, posicionamentos políticos e reinvenções constantes, Djavan – dizem que o amor atrai emerge como um retrato íntimo de um homem que transformou suas próprias vicissitudes em beleza. Um mergulho sensível na vida de quem aprendeu a fazer da música não apenas uma arte, mas uma forma luminosa de existir.    

Ficha Técnica: 

Título do livro: Djavan – dizem que o amor atrai 

Autor: Tiago Ramos e Mattos   

Editora: Trend Editora 

ISBN/ASIN: 978-6583187635 

Páginas: 240 

Preço: 54,90 

Onde comprar: Amazon 

Foto - Tiago Ramos e Mattos

Sobre o autor: Doutor em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Tiago Ramos e Mattos dedica sua trajetória ao estudo das narrativas e das histórias de grandes personalidades brasileiras. Antes de mergulhar na vida de Djavan, o autor escreveu “Silvio Santos vem aí: a biografia-reportagem do ‘patrão’”, obra em que revisitou a trajetória de um dos maiores comunicadores do país. 

Instagram: @tiago_ramos_e_mattos_ 

Sobre a Trend Editora: De olho nas tendências do Brasil e do mundo, e alinhada às novidades e aos desejos do leitor, a Trend Editora surgiu com o intuito de conectar os temas mais relevantes a quem está em busca de inovação e transformação. É um selo do Grupo Ciranda Cultural que se define exatamente pelo que seu nome propõe: tendência. Sua linha editorial não é definida por categorias, mas pelo compromisso com o novo e o atual e, principalmente, com as diferentes gerações de leitores que buscam temáticas e leituras diversas.  

Redes sociais da editora: Site | Instagram | TikTok | YouTube    


Créditos: Caroline Arnold


O código dos samurais pode ensinar mais sobre disciplina do que muitos best-sellers atuais

 Grupo Editorial Edipro resgata Bushido, clássico que apresenta a filosofia por trás da "alma do Japão", e revela que seus princípios continuam relevantes para os desafios do século XXI

Capa - Bushido
Edipro

A conduta dos samurais ditou regras na guerra, porém, seus ensinamentos ultrapassam os campos de batalha para dialogar com executivos, educadores, atletas, empreendedores e aqueles que buscam agir com integridade e eficiência. O Grupo Editorial Edipro traz em nova edição Bushido – O Caminho do Samurai. Escrito por Inazo Nitobe, o famoso código de honra japonês revela sua verdadeira natureza: menos um manual de guerra e mais uma filosofia orientar a vida cotidiana. 

Conhecido como "A alma do Japão", o clássico ocupa um lugar singular na história da cultura oriental. Lançado originalmente em 1899, tornou-se uma das obras mais importantes para apresentar ao Ocidente os valores que moldaram gerações no país nipônico. Por mais de um século, os ensinamentos sobreviveram ao tempo por abordar aquilo que permanece humano. 

Muitos âmbitos da vida costumam ser associados ao desempenho e à competitividade. O Bushido propõe uma mudança de perspectiva: a verdadeira força não está em vencer os outros, mas em governar a si mesmo. A responsabilidade e a capacidade de agir com justiça aparecem como virtudes indispensáveis para enfrentar dilemas éticos, construir relações de confiança e tomar decisões conscientes, competências cada vez mais valorizadas no ambiente profissional e na vida pessoal. 

Ao longo da obra, Nitobe também mostra que o código nunca foi apenas um conjunto de regras militares. Permeada pelas filosofias de vida como budismo, xintoísmo e confucionismo, as leis samurais consolidaram uma visão de mundo baseada na formação do caráter e na excelência moral.  

A própria vida era considerada de pouquíssimo valor se com ela não se pudesse obter honra e renome. Em consequência, toda vez que se apresentava uma causa considerada mais valiosa do que a vida, esta era sacrificada de forma serena e célere. (Bushido, p. 66) 

Nessas páginas, o leitor brasileiro encontrará as origens do Bushido e suas influências. Ao mesmo tempo, entenderá os princípios fundamentais dessa tradição, como retidão, coragem, benevolência, polidez, sinceridade, honra, lealdade e autocontrole. O autor também registra a formação do caráter, a educação dos guerreiros, o papel da espada como símbolo ético, a visão sobre a mulher e, por fim, reflete o legado capaz de atravessar gerações. 

No clássico, Inazo Nitobe lembra que coragem não é ausência de medo, honra não depende de reconhecimento e disciplina não é rigidez, mas compromisso com a verdade e a ética. Bushido – O caminho do Samurai é uma leitura atemporal que mostra por que a conduta do guerreiro japonês ainda pode iluminar a jornada contemporânea. 

Ficha Técnica: 

Título do livro: Bushido – O caminho do Samurai 

Autor: Inazo Nitobe 

Editora: Grupo Editorial Edipro 

ISBN/ASIN: 9786556602370 

Páginas: 112 

Preço: R$ 51,90 

Onde comprar: Amazon 

Sobre o autor: Inazo Nitobe (1862-1933) foi educador, diplomata e um pensador japonês reconhecido por aproximar o Oriente e o Ocidente por meio de sua obra. Formado em agricultura e profundamente interessado em ética, cultura e relações internacionais, tornou-se uma das vozes intelectuais mais influentes do Japão moderno. Seu livro Bushido apresentou ao mundo os valores morais da tradição samurai e permanece como referência clássica sobre honra, disciplina e caráter. 

Sobre a editora: O Grupo Editorial Edipro tem como propósito, desde 1977, publicar obras que ajudem na evolução do leitor. Edipro é formação, inspiração e entretenimento. Ao longo dos anos, são mais de 500 títulos publicados nas principais áreas do saber e novos selos foram criados, como Caminho Suave e Mantra.  

Instagram: @editoraedipro  

 

Créditos: Caroline Arnold

Camila Pitanga e Carla Salle brilham usando joias Bvlgari no Prêmio Grande Otelo

 

Lucas Vianna
Camila Pitanga


Nesta terça-feira, as atrizes Camila Pitanga e Carla Salle participaram da 25ª edição do Prêmio Grande Otelo no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Organizado pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, o evento celebra as principais produções do audiovisual nacional. Camila foi um dos principais nomes da noite e concorreu a duas categorias: “Melhor atriz de longa-metragem” em Malês e “Melhor atriz de série de ficção” por seu papel em Beleza Fatal.

Para a ocasião, Camila optou por joias Bvlgari, com destaque para um colar Serpenti com duas voltas de Alta Joalheria em ouro branco, completamente cravejado de diamantes. Digna de tapetes vermelhos globais, a peça foi combinada com dois anéis Serpenti Viper em ouro branco e diamantes.

Já a atriz Carla Salle, uma das convidadas do evento, optou por um par de brincos B.Zero1 em ouro branco, completamente cravejados de diamantes, e por pulseiras das coleções Bvlgari Tubogas, em ouro amarelo, e B.Zero1, em ouro branco. Os acessórios foram complementados com anéis das coleções Serpenti e B.Zero1, em ouro branco, com pavê de diamantes.

Lucas Vianna
Camila Pitanga


Lucas Vianna
Camila Pitanga

Lucas Vianna
Camila Pitanga


Lucas Vianna
Camila Pitanga

Lucas Vianna
Camila Pitanga


Lucas Vianna
Camila Pitanga


Lucas Nogueira
Carla Salle

Lucas Nogueira
Carla Salle

Lucas Vianna
Carla Salle



Créditos / Evento
Fotos: Agência Brazil News

Créditos / Camila Pitang
Styling: Pedro Salles
Beleza: Carla Biriba (maquiagem) e Leoni (cabelo)
Fotos: Lucas Vianna

Créditos / Carla Salle
Styling: Sanny Ellias
Fotos: Lucas Nogueira



SOBRE A BVLGARI

Parte do Grupo LVMH, a Bvlgari foi fundada no coração de Roma em 1884. Ao longo dos anos, a marca se consolidou mundialmente como um símbolo de excelência em alta joalheria e como um ícone da beleza e arte de viver italianos, graças ao seu trabalho artesanal primoroso, design visionário e combinações audaciosa de cores.

Por meio de uma visão pioneira intrínseca ao DNA da Bvlgari desde sua fundação, o sucesso internacional da empresa evoluiu para oferecer uma gama global e diversificada de produtos e serviços de luxo, desde joias finas e relógios de alta relojoaria a acessórios e perfumes, com uma rede incomparável de boutiques e hotéis nas áreas comerciais mais exclusivas do mundo.

Para fortalecer e ampliar seu compromisso cultural, filantrópico e social, em 2024 a Maison anunciou a criação da Fondazione Bvlgari, dedicada a gerar valor duradouro por meio da arte, patrocínio, educação, filantropia e à transmissão do savoir-faire. Impulsionada por um forte senso de responsabilidade para com a comunidade e uma abordagem baseada na retribuição, a fundação trabalha com as principais organizações internacionais, desenvolvendo parcerias de longo prazo para auxiliar as futuras gerações, estimular a criatividade e diversas formas de arte, promover a proteção do patrimônio cultural, apoiar as comunidades mais vulneráveis ​​e incentivar o desenvolvimento sustentável.


Boutiques Bvlgari 


Bvlgari - JK Iguatemi


Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 - Vila Olímpia


Telefone: (11) 3152-6446


Bvlgari – Flagship Cidade Jardim


Av. Magalhães de Castro, 12000 - Morumbi

Telefone: (11) 3198-9408


www.bulgari.com

Créditos: Malu Marino Communications