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Pitty lança seu sexto álbum de inéditas

 Em 13 faixas, álbum homônimo mantém o rock no centro e revela uma artista em plena liberdade criativa

Capa do álbum ‘Pitty’ (Foto Jorge Daux) 


“Sinto que estou fazendo o meu primeiro disco, essa é a minha sensação.” É assim que Pitty define o processo que deu origem a Pitty, seu sexto álbum de inéditas, que chega às plataformas no dia 16 de outubro, pela Deck e também nos formatos CD físico e vinil. Sete anos depois de Matriz (2019), a artista apresenta um trabalho homônimo de 13 faixas que reúne diferentes perspectivas, experiências e sonoridades.

 

O álbum nasceu depois de um período de pausa, escuta e reorganização. A partir de uma inspiração que, segundo Pitty, não foi racionalizada, as ideias foram surgindo e ela voltou a criar sozinha com o violão, como nos primeiros anos, quando compunha no quarto de sua casa, em Salvador. Desta vez, porém, o processo avançou para além das letras e melodias. Em seu próprio estúdio, a artista experimentou arranjos, criou riffs e pré-produziu demos, construindo a identidade musical das canções antes mesmo de entrar em estúdio para gravá-las.

 

O primeiro a ouvir as novas criações foi Rafael Ramos, parceiro de longa data e responsável pela produção do álbum ao lado de Pitty. “Quando ela fez as demos, as ideias estavam meio que prontas. O riff estava lá, a batida estava lá, a forma que o refrão crescia, até as quebradas de bateria. Então, muito dessa produção vem dela apresentar uma ideia completa. Não tivemos que passar por nenhuma reformulação, porque realmente, a demo era uma coisa perfeita, já empolgava”, comenta o produtor.

 

Em menos de dois meses, Pitty compôs todas as músicas do álbum, em um processo de criação intenso. Em Pitty, o rock permanece no centro da linguagem musical da artista, mas não funciona como fronteira. Ao longo das 13 faixas, guitarras, riffs e baterias convivem com diferentes ritmos, texturas e possibilidades de movimento. O resultado é um disco que preserva a identidade musical de Pitty enquanto amplia as formas de expressá-la.


Foto Jorge Daux


A abertura do álbum, Sobremesa, primeiro single do projeto, combina um riff de guitarra marcante a um refrão de forte apelo melódico. Armadura explora a possibilidade de um rock também dançante e incorpora uma referência a Clarice Lispector. Já o DESOBEDIENTE combina referências melódicas de diferentes tradições musicais com uma batida de hip-hop e o peso do rock. A faixa tem produção de Nave ao lado de Pitty e Rafael Ramos.

 

Felipe Vassão assina a coprodução de Sobriedade Seletiva e Pileque de Poeta, duas músicas que aproximam as guitarras da pista de dança. Não à Deriva também explora essa dimensão de movimento.

 

Em Caminhada, Pitty aborda parceria e sororidade, sintetizada no verso “É sobre meu braço no seu quando o corpo vacila, é ser o teu eco na frente da mesma fila”. “Amiga,” incorpora novas camadas de percussão, enquanto Álbum de Casamento dialoga com o blues. O repertório se completa com Madame, Prazer, Universo, Cuidada e Nó.

 

Mais de duas décadas depois de surgir como uma das vozes que transformaram o rock brasileiro, Pitty ocupa hoje um lugar raro na música brasileira: uma mulher que atravessa gerações com um repertório que segue vivo e cada vez mais relevante, sem perder a inquietação de quem ainda quer criar, experimentar e se mover. É desse encontro entre uma trajetória consolidada e o impulso de continuar descobrindo novos caminhos que nasce Pitty.

 

Pitty reúne, assim, diferentes dimensões da artista: a compositora que começou sozinha com o violão, a roqueira que mantém as guitarras no centro de sua linguagem e a mulher que segue experimentando novas possibilidades. Um disco que carrega sua trajetória, mas encontra sua identidade na artista que Pitty é hoje.


Foto Jorge Daux


O projeto também ganhará os palcos em breve. Anunciada em agosto, a turnê estreia no dia 17 de outubro, em São Paulo, um dia após o lançamento, com ingressos esgotados. Também já estão esgotadas praças como Belo Horizonte, Porto Alegre e Vitória. Até dezembro, o show passará ainda por Curitiba (PR), Recife (PE), Ribeirão Preto (SP), Sorocaba (SP), Balneário Camboriú (SC) e Leopoldina (MG), com os últimos ingressos à venda. Em breve serão anunciadas novas datas e cidades, ampliando a passagem do show pelo país.



FICHA TÉCNICA - “Pitty”

 

Produzido por Pitty e Rafael Ramos

 

“DESOBEDIENTE” produzida por Pitty, Rafael Ramos e Nave

“Pileque de Poeta” e “Sobriedade Seletiva” produzidas por Pitty, Rafael Ramos e Felipe Vassão

 

Gravado nos Estúdios: Tambor (RJ), Space Blues (SP) e 12 Dólares (SP)

Engenheiros de Gravação: Alexandre Fontanetti, Fabio Pinczowski, Jorge Guerreiro, Matheus Gomes, Pedro Luz e Tofu Valsechi.

 

Mixado no Estúdio Tambor (RJ) por Rafael Ramos

Engenheiros de Mixagem: Matheus Gomes e Pedro Garcia

 

Masterizado no Sterling Sound (NJ-EUA) por Randy Merrill

 

Todas as músicas e letras por Pitty e editadas por Setevidas (Warner Chappell)

 

Gerenciamento de carreira: Elemess

 

Arte: Carol Barragana

Fotos: Jorge Daux

 

Encarte:

Styling: Jéssica Schneider

Beleza: Norimeke

Assistência de beleza: Francisco Nicioli

Design: Leandro Arraes

 

FAIXAS:

 

1. Sobremesa:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados

 

2. Armadura:

Martin Mendonça: Guitarra e Violão

Paulo Kishimoto: Baixo e Synths

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados

 

3. DESOBEDIENTE:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo, Teclados e Violões

Nico: Bateria

Nave: Samplers e Programações

 

4. Pileque De Poeta:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo

Nico: Bateria

Felipe Vassão: Programação e Teclados

 

5. Não à Deriva:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo e Teclados

Nico: Bateria

 

6. Caminhada:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados

Rafael Ramos: Programação

 

7. Sobriedade Seletiva:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo

Nico: Bateria

Felipe Vassão: Programação e Teclados

 

8. “Amiga,”:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo, Violões e Percussão

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados

 

9. Madame:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo e Synths

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados

 

10. Álbum De Casamento:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo e Teclados

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Sampler e Teclados

 

11. Prazer, Universo:

Martin Mendonça: Guitarra e Violão

Paulo Kishimoto: Baixo

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados

 

12. Cuidada:

Martin Mendonça: Guitarra

Paulo Kishimoto: Baixo

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados

 

13. Nó:

Martin Mendonça: Guitarra e Violão

Paulo Kishimoto: Baixo

Nico: Bateria

Rodrigo Tavares: Teclados






Análise, por Carol Govari

Pitty

 

Sete anos depois de Matriz (2019) – num movimento contracorrente à lógica da efemeridade da música pop –, Pitty lança, pela Deck, seu sexto álbum de inéditas. Nesse intervalo, plataformas mudaram, tendências nasceram e desapareceram, formatos de consumo se transformaram e uma quantidade incontável de músicas foi lançada e esquecida. O álbum, por sua vez, nasce de uma pausa, de um processo nada racionalizado e de uma necessidade de criar que veio antes de qualquer estratégia. É por isso que este sexto álbum se impõe como um primeiro: ele não retoma uma trajetória, mas inaugura outra relação com a mesma.

 

Ao dar ao disco o próprio nome, Pitty acentua essa inflexão: Pitty é o título do dossiê – não a conclusão da investigação. Depois de mais de duas décadas sendo observada, narrada, fotografada, entrevistada, categorizada e, como acontece com toda mulher que ocupa espaço público por tempo suficiente, repetidamente explicada pelos outros, ela produz aqui um inventário particular de si que escapa à lógica de um auto retrato convencional – afinal, autorretratos convencionais dependem de enquadramento, pose e escolha de perspectiva. Há alguma coisa mais incisiva acontecendo: Pitty se abre numa espécie de autópsia emocional feita em um corpo muito vivo. Ela escancara as gavetas, revira os órgãos, cavoca as entranhas, tira a armadura, arruma os colares embolados; põe raiva, desejo, maternidade, prazer, ironia, memória, contradição, tesão, cansaço e desobediência sobre a mesa e não demonstra grande interesse em fazê-los combinar. Em vez de produzir uma narrativa organizada de si, deixa coexistirem várias versões completas: não há fragmentos à espera de uma unidade, mas subjetividades que se atravessam, brincam umas com as outras e seguem compondo a mesma pessoa. Por isso, o gesto de nomear o álbum Pitty ganha outra dimensão: o nome próprio não estabiliza uma identidade; multiplica-a.

 

Essa coexistência organiza também o som. Pitty é um disco de rock porque trata o rock como linguagem porosa – e as próprias faixas tornam audíveis essas passagens: “Álbum de Casamento” se ancora no blues, uma de suas linguagens fundadoras, enquanto “Não à Deriva” engrossa o riff até encostar no stoner. Em “Pileque de Poeta”, com Felipe Vassão dividindo a produção, a direção muda: baixo e bateria empurram a música para a pista e recuperam aquela linhagem do indie dos anos 2000 em que o rock voltava a descobrir o prazer de dançar. “Sobriedade Seletiva”, assinada pelo mesmo núcleo de produção, leva esse gesto adiante, embaralhando punk-disco e house: guitarra e pista vibram na mesma temperatura de perigo, urgência e prazer.

 

Se nessas faixas o corpo é convocado ao movimento, “Caminhada” muda o relevo da escuta e deságua num cancioneiro brasileiro marcado por matrizes baianas, nordestinas e por uma melancolia que desloca novamente o centro de gravidade do álbum. Já em “DESOBEDIENTE”, com Nave na produção conjunta, rap e metal se entrelaçam sem que um precise legitimar a presença do outro; o riff pesado sustenta uma melodia de caráter itinerante, atravessada por referências de world music e por acentos orientais que fazem a faixa circular por diferentes paisagens sonoras. Ou seja, o álbum trabalha por contaminação e fricção: as linguagens permanecem reconhecíveis, mas deixam de obedecer a demarcações estanques. Se o nome próprio não fixa Pitty numa identidade única, o som também se recusa a reduzir o rock a uma forma definitiva.

 

Essa abertura se estende à produção, assinada por Pitty em parceria com Rafael Ramos, responsável também pela mixagem do disco. A masterização foi feita no Sterling Sound, por Randy Merrill, que tem no currículo trabalhos de artistas tão distintos quanto Foo Fighters, Billie Eilish, David Bowie, Charli XCX, The Rolling Stones, Lady Gaga e Slayyyter. É essa combinação que ajuda a explicar como Pitty consegue ser coeso sem se tornar uniforme: de um lado, a continuidade de um núcleo autoral que atravessa o álbum inteiro; de outro, a experiência de Merrill em universos sonoros tão distintos.

 

Pitty é um disco suado. Isso importa – e muito – num período de produção musical marcado pela possibilidade técnica de manipular quase tudo. A assepsia figura entre as grandes tentações estéticas do nosso tempo: eliminar ruídos, corrigir desvios, suavizar o inconveniente até que nada ameace sair do lugar. Pitty faz o contrário: seu refinamento técnico não esteriliza o pulso humano, e o acabamento não limpa o sangue da cena.

 

No fim, talvez seja por recusar uma imagem definitiva de si que Pitty acabe funcionando como uma forma radical de autorretrato: não mostra uma representação pronta, mas deixa escutar o movimento interno de um corpo que continua se fazendo. Pitty não compete com a sucessão acelerada de estímulos de uma cultura midiática em que tudo parece condenado a virar novidade e esquecimento – faz outra coisa: atravessa esse fluxo para alcançar aquilo que ainda é capaz de permanecer e nos afetar. E, quando chega lá, não encontra uma essência intacta esperando para ser revelada. Encontra muitas. Todas com o mesmo nome.


Créditos: Marina Avellar  

Reality show gastronômico: concurso vai incluir receita alemã no cardápio oficial da Oktoberfest

 Cinco semifinalistas disputam vaga na grande final, que acontece presencialmente na festa nesta quinta-feira (22). Os pratos integrarão livro de receitas e o grande vencedor ainda leva R$ 10 mil em produtos

SCC SBT
Semifinalistas do concurso Sabor Germânico



A Mueller, marca com descendência alemã e referência em eletrodomésticos, está realizando o Sabor Germânico, concurso culinário destinado a cozinheiros amadores que tem como objetivo valorizar as tradições gastronômicas das famílias catarinenses. A grande final acontece na quinta-feira (22) na Oktoberfest Blumenau. O vencedor, além de ganhar R$ 10 mil em produtos, terá a sua receita no cardápio oficial da festa em 2027.

A ação busca revelar histórias e receitas passadas de geração para geração, ou seja, pratos que carregam memória afetiva e tradição familiar. Em parceria com o SCC SBT, o concurso está sendo transmitido no programa de televisão “A Tarde É Nossa”, apresentado por Maria Ester, com gravações realizadas no showroom da fábrica da Mueller, em Timbó.

“O Sabor Germânico nasce da nossa origem alemã e do nosso vínculo com a Oktoberfest Blumenau. A disputa é uma forma de valorizar as histórias e as tradições catarinenses, uma chance de transformar a receita que atravessa gerações em uma família em algo que milhares de pessoas poderão provar”, afirma Thiago Montanari, gerente de marketing da Mueller.

SCC SBT


SCC SBT





SCC SBT


SCC SBT


Conheça os semifinalistas

Abertas a cozinheiros amadores residentes em Santa Catarina e maiores de 18 anos, as inscrições receberam, até 18 de agosto, a trajetória de cada prato escolhido. A curadoria do concurso selecionou os cinco participantes que seguiram para as gravações. São eles: Bruna Luísa Ravache Casanova, com o Strudel de Queijo; Danielle Storck Tonon, com o Schmalzbrot (pão de centeio com banha de porco e cebola); Lenita Angela Juttel Castro, com o Filé com pepino e cogumelo; Lucas Silva de Lima, com a Torta de Requeijão; e Stephanie Guenther Koglin, com a Roskentorte (bolo de farinha de rosca).

Reta final

A dinâmica contempla sete episódios: nos cinco primeiros, cada participante apresenta e prepara sua receita; no sexto, que vai ao ar na terça-feira (20), são conhecidos os dois finalistas; e o sétimo episódio é a grande final. Na quinta-feira (22), os finalistas disputam a decisão de forma presencial na Oktoberfest de Blumenau, quando o campeão é revelado. No dia seguinte, sexta-feira (23), a grande final é exibida no SCC SBT para todo o estado de Santa Catarina.

Livro de receitas

Além dos prêmios para o grande vencedor, a Mueller também premiará os finalistas com eletrodomésticos da marca. E como forma de eternizar as histórias compartilhadas, os pratos finalistas serão reunidos em um livro de receitas, que estará disponível em versão digital e impressa. 

Sobre a Mueller Eletrodomésticos

Pioneira na fabricação da primeira lavadora de roupas no Brasil, a Mueller tem mais de 75 anos de história no setor de eletrodomésticos. Consolidada como uma das principais referências do mercado, a marca tem como propósito desenvolver soluções que otimizem o tempo e tornem o dia a dia das pessoas mais prático. Seu portfólio conta com mais de 100 produtos — entre fornos, fogões, micro-ondas de embutir, cooktops, coifas, lavadoras, tanquinhos, secadoras e centrífugas — exportados para mais de 20 países da América Latina, África e Oceania. Com visão de futuro, a Mueller investe continuamente na transformação digital e na indústria 4.0, integrando tecnologia e trabalho humano para aumentar a eficiência, elevar a qualidade dos produtos e garantir mais segurança nas operações.

Mais informações em: https://loja.mueller.ind.br/

Créditos: Kamile Bernardes


PlayTV estreia “Os Outros”, série inédita no Brasil que chega como o “Stranger Things do Leste Europeu”

 Ambientada na União Soviética dos anos 1950, produção mistura suspense, drama de época e fenômenos sobrenaturais; estreia acontece em 21 de outubro, às 22h


 PlayTV, canal dedicado a games, cultura geek, animes, música e entretenimento, anuncia a estreia de Os Outros, série inédita na televisão brasileira que combina drama de época, suspense e elementos sobrenaturais. A produção chega ao canal na quarta-feira, 21 de outubro, às 22h, com dublagem em português. Após a estreia, serão exibidos dois episódios inéditos por semana, sempre às quartas e sextas-feiras, no mesmo horário.
 

Ambientada na União Soviética dos anos 1950, durante a Guerra Fria, a trama acompanha um casal sem filhos que decide adotar uma menina de um orfanato. A tranquilidade da nova família, porém, dura pouco: os pais logo descobrem que a criança possui habilidades psíquicas, capazes de provocar situações cada vez mais difíceis de controlar.
 

A história ganha novos contornos com o reaparecimento da mãe biológica da menina, que também possui poderes paranormais e acaba de ser libertada dos campos de trabalho de Stalin. Determinada a recuperar a filha, ela entra em conflito com os pais adotivos. Diante da recusa do casal, as autoridades soviéticas oferecem ajuda, mas impõem uma condição: em troca, ela deverá trabalhar para os serviços de inteligência do país.
 

A combinação de fenômenos sobrenaturais, segredos de Estado e tensões políticas da Guerra Fria levou a PlayTV a apresentar a produção como o “Stranger Things do Leste Europeu”. Com episódios de 50 a 52 minutos, Os Outros será exibida com exclusividade no Brasil pela PlayTV, em todas as grades lineares do canal: TV aberta, TV por assinatura e canais FAST.
 

“Somos pioneiros em trazer conteúdo internacional que ninguém mais exibe na TV brasileira. Depois do sucesso das novelas coreanas, queremos que o nosso público abrace Os Outros com a mesma paixão com que abraçou os doramas. É uma série de época, com suspense, mistério e muita emoção, exatamente o tipo de história que o nosso telespectador procura”, afirma Leonardo Zalcman, CEO da PlayTV.
 

Com a chegada de Os Outros, a PlayTV promove uma mudança em sua programação. A reprise de Operação Zenkai deixa de ser exibida às quartas-feiras, abrindo espaço para a nova série na faixa das 22h. Os episódios inéditos do programa continuam normalmente às segundas-feiras, às 21h45.
 

A PlayTV tem investido na curadoria de produções internacionais inéditas na televisão brasileira, ampliando o acesso do público a histórias de diferentes países e culturas. Com conteúdos legendados e dublados em português, o canal busca diversificar sua programação e aproximar os espectadores de produções que ainda não chegaram à TV nacional.
 

Onde assistir?

  • Site: Link
  • NET/Claro: canal 622
  • SKY: canal 161
  • Oi TV: canal 143
  • Nova Parabólica: canal 574
  • Canais FAST: LG Channels, TCL Channel e Roku Channel, Sistema Vidaa da hisense

Para acompanhar as novidades da PlayTV, conferir a programação e ficar por dentro das próximas atrações, acesse o site oficial e siga o canal nas redes sociais: Instagram, YouTube e TikTok.
 

Sobre a PlayTV

Criada em 2006, a PlayTV é um canal brasileiro dedicado à cultura pop e ao entretenimento, com uma trajetória marcada por conteúdos sobre games, animes, música e tecnologia. Ao longo dos anos, ampliou sua atuação para diferentes formatos e plataformas, acompanhando as transformações no consumo de conteúdo e mantendo proximidade com as comunidades gamer e geek. Atualmente, a PlayTV reúne produção própria, programação especializada e presença multiplataforma, conectando televisão, internet e novos formatos de conteúdo.

Informações à imprensa



Créditos: Marcos Leodovico 

Com ingressos esgotados, Rey Vaqueiro estreia “O Rey do Nordeste” em Fortaleza e celebra 2 bilhões de streams

 Primeira edição da label na capital cearense reuniu Seu Desejo, Henry Freitas e convidados no Marina Park Hotel, em uma festa que foi até o amanhecer

O Rey do Nordeste - Créditos @oficialpikachu 




Com ingressos esgotados, a primeira edição de “O Rey do Nordeste” em Fortaleza movimentou o Marina Park Hotel neste sábado (17). A label comandada por Rey Vaqueiro reuniu uma maratona de forró, encontros musicais e uma celebração especial na carreira do anfitrião. Com apresentações que avançaram até o amanhecer, o evento teve como um dos pontos altos a homenagem pelos 2 bilhões de streams alcançados pelo artista nas plataformas digitais.


Um dos momentos mais marcantes da noite aconteceu durante o show de Rey Vaqueiro. Diante do público, o cantor recebeu da Potência Music, sua gravadora, uma placa comemorativa pela marca de 2 bilhões de reproduções nas plataformas de streaming. A homenagem celebrou a trajetória do artista, que acumula hits como “Nome Proibido”, “Body Splash” e “Estrela” e vem ampliando sua presença no cenário nacional do forró.


A programação começou com Pedro Guerra, responsável por abrir a festa e preparar o público para a sequência de atrações. A banda Seu Desejo, liderada por Yara Tchê e Alessandro Costa, também levou seu repertório de forró romântico ao palco. Já Rey Vaqueiro assumiu o comando da festa com um show marcado por grandes sucessos e encontro com convidado Henry Freitas, que dividiu o vocal com o anfitrião.


A festa também ultrapassou os limites do Marina Park Hotel. Com apresentação de Niara Meirele, a transmissão ao vivo pelo YouTube levou os principais momentos do evento ao público que acompanhava de casa e somou mais de 180 mil visualizações, ampliando o alcance da primeira edição da label em Fortaleza.


Criado em 2026, a partir da gravação de um DVD no Classic Hall, em Recife, “O Rey do Nordeste” ganhou mais um capítulo com sua estreia de ingressos esgotados na capital cearense. A iniciativa integra os projetos da Camarote Shows, empresa responsável pelo gerenciamento da carreira de Rey Vaqueiro, e reforça a aposta do cantor em uma festa própria, que combina seus sucessos, convidados e a identidade musical do Nordeste.



O Rey do Nordeste - Créditos @oficialpikachu 

Créditos: Heitor Alencar  

Paula Labaki e o fascínio pelo fogo que atravessa mais de quatro décadas de cozinha


Chef Paula Labaki tem mais de 40 anos de carreira. Crédito: Divulgação

 

Outubro de 2026 – O fogo é primitivo e, ao mesmo tempo, extremamente técnico. É nessa dualidade que a Chef Paula Labaki encontra o fascínio pela cozinha de fogo, universo ao qual se dedica há mais de 40 anos. Entre o controle da temperatura, a escolha dos ingredientes e o respeito ao tempo de cada preparo, a Chef construiu uma trajetória marcada pela busca por conhecimento e pela curiosidade diante das inúmeras possibilidades que a brasa oferece. Para ela, cozinhar vai muito além de dominar técnicas, e é também sobre criar experiências, reunir pessoas e despertar emoções à mesa.

 

A relação com a gastronomia começou muito antes da especialização no fogo. Paula cresceu observando o amor da mãe pela cozinha e pela arte de receber e cuidar das pessoas por meio da comida. “Sempre enxerguei a mesa como um lugar de encontro. Cozinhar nunca foi apenas preparar um prato; era criar um momento, reunir pessoas e despertar emoções”, conta a Chef.

 

O que nasceu do prazer de cozinhar se transformou em profissão e, ao longo de mais de quatro décadas, exigiu estudo, prática, disciplina, resistência e capacidade de adaptação. A experiência também ampliou a compreensão de Paula sobre o papel de um Chef, que envolve não apenas a criação de pratos, mas a formação de equipes, a gestão de processos e a responsabilidade pela qualidade do que chega ao cliente.

 

Mas foi no fogo e na brasa que Paula Labaki encontrou uma linguagem própria. A cozinha de fogo exige atenção constante às condições de preparo, desde a temperatura até a distância da brasa, passando pelo tempo necessário para transformar cada ingrediente. Nesse processo, a técnica precisa caminhar junto à observação e à paciência. “O fogo sempre me fascinou porque ele é, ao mesmo tempo, primitivo e extremamente técnico. Ele transforma o sabor, a textura e o aroma, mas exige respeito e presença”, explica.

 

Segundo Paula, há algo de muito verdadeiro na cozinha de fogo, uma vez que o produto fica exposto, sem muitos artifícios. Ou seja: se a carne não for boa ou se o fogo não estiver correto, não há molho ou decoração que consiga esconder: “Eu me identifiquei com a brasa justamente porque ela não permite distração. Você precisa estar inteira naquele momento.”

 

“Meu ritual é observar antes de agir. Olhar a brasa, sentir o calor, respeitar o tempo do produto e não ter ansiedade para virar ou retirar a carne. A cozinha de fogo ensina paciência. Muitas vezes, o papel do assador é saber a hora de interferir e, principalmente, a hora de não mexer”, explica.

 

Essa visão acompanha a evolução da própria cultura do churrasco no Brasil. Tradicionalmente associado ao preparo de carnes, Paula diz que o universo da brasa tem incorporado novos cortes, técnicas de maturação, defumação e diferentes métodos de cocção, além da ampliação dos ingredientes, levando ao fogo peixes, frutos do mar, legumes, frutas, queijos, pães e até sobremesas.

 

“Durante muito tempo, o churrasco foi entendido principalmente como carne, sal grosso e churrasqueira. Nos últimos anos, ampliamos muito esse repertório”, avalia a Chef. “O churrasco brasileiro ficou mais técnico e diverso sem precisar perder sua essência, que é reunir pessoas ao redor do fogo.”

 

Ao longo de sua trajetória, Paula também precisou conquistar espaço em um ambiente profissional historicamente masculino. Hoje, vê com satisfação o crescimento da presença feminina na cozinha de fogo. “Fogo não tem gênero. O que importa é conhecimento, sensibilidade, dedicação e capacidade de comandar uma operação”, afirma. Para ela, ampliar a participação feminina também significa criar oportunidades para que outras profissionais ocupem posições de liderança com segurança e reconhecimento.

 

Mesmo após mais de 40 anos de carreira, a Chef mantém a curiosidade e a vontade de aprender. “A gastronomia é infinita. Quanto mais eu aprendo, mais percebo o quanto ainda tenho para descobrir. Mesmo depois de mais de 40 anos de profissão, continuo entrando na cozinha com vontade de experimentar.”

 

Para Paula, a busca por novas descobertas é parte essencial do trabalho de um cozinheiro. “Acho que, no dia em que um cozinheiro perder a curiosidade, começa a perder também uma parte importante da sua criatividade. O fogo nunca se comporta exatamente da mesma maneira e talvez seja justamente isso que continue me encantando”, finaliza a Chef.

 

Sobre a Churrascada

 

A Churrascada nasceu como um festival gastronômico dedicado ao universo do churrasco e, ao longo dos anos, consolidou-se como uma das principais referências do segmento no Brasil. Hoje, a marca expandiu sua atuação para uma rede de restaurantes, entretenimento e experiências, com unidades em São Paulo, Campinas, Curitiba, Brasília, Campo Grande, Praia Brava, Recife, Itu, Barueri e Belo Horizonte. Além das casas físicas, a Churrascada integra um ecossistema que reúne produtos e diferentes formatos de experiências voltados à cultura do fogo e da carne.


Chef Paula Labaki tem mais de 40 anos de carreira. Crédito: Divulgação



 O fogo é primitivo e, ao mesmo tempo, extremamente técnico. É nessa dualidade que a Chef Paula Labaki encontra o fascínio pela cozinha de fogo, universo ao qual se dedica há mais de 40 anos. Entre o controle da temperatura, a escolha dos ingredientes e o respeito ao tempo de cada preparo, a Chef construiu uma trajetória marcada pela busca por conhecimento e pela curiosidade diante das inúmeras possibilidades que a brasa oferece. Para ela, cozinhar vai muito além de dominar técnicas, e é também sobre criar experiências, reunir pessoas e despertar emoções à mesa.

 

A relação com a gastronomia começou muito antes da especialização no fogo. Paula cresceu observando o amor da mãe pela cozinha e pela arte de receber e cuidar das pessoas por meio da comida. “Sempre enxerguei a mesa como um lugar de encontro. Cozinhar nunca foi apenas preparar um prato; era criar um momento, reunir pessoas e despertar emoções”, conta a Chef.

 

O que nasceu do prazer de cozinhar se transformou em profissão e, ao longo de mais de quatro décadas, exigiu estudo, prática, disciplina, resistência e capacidade de adaptação. A experiência também ampliou a compreensão de Paula sobre o papel de um Chef, que envolve não apenas a criação de pratos, mas a formação de equipes, a gestão de processos e a responsabilidade pela qualidade do que chega ao cliente.

 

Mas foi no fogo e na brasa que Paula Labaki encontrou uma linguagem própria. A cozinha de fogo exige atenção constante às condições de preparo, desde a temperatura até a distância da brasa, passando pelo tempo necessário para transformar cada ingrediente. Nesse processo, a técnica precisa caminhar junto à observação e à paciência. “O fogo sempre me fascinou porque ele é, ao mesmo tempo, primitivo e extremamente técnico. Ele transforma o sabor, a textura e o aroma, mas exige respeito e presença”, explica.

 

Segundo Paula, há algo de muito verdadeiro na cozinha de fogo, uma vez que o produto fica exposto, sem muitos artifícios. Ou seja: se a carne não for boa ou se o fogo não estiver correto, não há molho ou decoração que consiga esconder: “Eu me identifiquei com a brasa justamente porque ela não permite distração. Você precisa estar inteira naquele momento.”

 

“Meu ritual é observar antes de agir. Olhar a brasa, sentir o calor, respeitar o tempo do produto e não ter ansiedade para virar ou retirar a carne. A cozinha de fogo ensina paciência. Muitas vezes, o papel do assador é saber a hora de interferir e, principalmente, a hora de não mexer”, explica.

 

Essa visão acompanha a evolução da própria cultura do churrasco no Brasil. Tradicionalmente associado ao preparo de carnes, Paula diz que o universo da brasa tem incorporado novos cortes, técnicas de maturação, defumação e diferentes métodos de cocção, além da ampliação dos ingredientes, levando ao fogo peixes, frutos do mar, legumes, frutas, queijos, pães e até sobremesas.

 

“Durante muito tempo, o churrasco foi entendido principalmente como carne, sal grosso e churrasqueira. Nos últimos anos, ampliamos muito esse repertório”, avalia a Chef. “O churrasco brasileiro ficou mais técnico e diverso sem precisar perder sua essência, que é reunir pessoas ao redor do fogo.”

 

Ao longo de sua trajetória, Paula também precisou conquistar espaço em um ambiente profissional historicamente masculino. Hoje, vê com satisfação o crescimento da presença feminina na cozinha de fogo. “Fogo não tem gênero. O que importa é conhecimento, sensibilidade, dedicação e capacidade de comandar uma operação”, afirma. Para ela, ampliar a participação feminina também significa criar oportunidades para que outras profissionais ocupem posições de liderança com segurança e reconhecimento.

 

Mesmo após mais de 40 anos de carreira, a Chef mantém a curiosidade e a vontade de aprender. “A gastronomia é infinita. Quanto mais eu aprendo, mais percebo o quanto ainda tenho para descobrir. Mesmo depois de mais de 40 anos de profissão, continuo entrando na cozinha com vontade de experimentar.”

 

Para Paula, a busca por novas descobertas é parte essencial do trabalho de um cozinheiro. “Acho que, no dia em que um cozinheiro perder a curiosidade, começa a perder também uma parte importante da sua criatividade. O fogo nunca se comporta exatamente da mesma maneira e talvez seja justamente isso que continue me encantando”, finaliza a Chef.

 

Sobre a Churrascada

 

A Churrascada nasceu como um festival gastronômico dedicado ao universo do churrasco e, ao longo dos anos, consolidou-se como uma das principais referências do segmento no Brasil. Hoje, a marca expandiu sua atuação para uma rede de restaurantes, entretenimento e experiências, com unidades em São Paulo, Campinas, Curitiba, Brasília, Campo Grande, Praia Brava, Recife, Itu, Barueri e Belo Horizonte. Além das casas físicas, a Churrascada integra um ecossistema que reúne produtos e diferentes formatos de experiências voltados à cultura do fogo e da carne.

 


Créditos: Imprensa Churrascada