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Livro “Protagonistas 2” será lançado dia 9 de setembro em São Paulo

 Com mais de 80 coautoras, novo volume reúne histórias de mulheres de diferentes gerações, origens e trajetórias em relatos sobre desafios, escolhas e recomeços

 


Mais de 80 mulheres, dos 19 aos 80 anos, com diferentes origens, profissões e histórias de vida, dividem suas trajetórias em Protagonistas Volume 2, que será lançado no dia 9 de setembro, às 19h, na Galeria Magalu, na Avenida Paulista, em São Paulo. O evento reunirá grande parte das coautoras e convidadas para celebrar a chegada do segundo volume da coleção, que estreou no mercado editorial como best-seller e teve seu estoque inicial de lançamento esgotado.
 

Mais do que reunir histórias de sucesso, Protagonistas Volume 2 coloca em primeiro plano os caminhos, desafios e escolhas que existem por trás de cada trajetória. Luto, violência, preconceito, falência, maternidade atípica, deficiência, discriminação, saúde mental, mudanças de carreira e recomeços estão entre os temas abordados em relatos escritos pelas próprias protagonistas.
 

São histórias de mulheres que reconstruíram suas vidas depois de perdas profundas, romperam ciclos de violência, enfrentaram doenças, mudaram de carreira, desafiaram preconceitos, criaram empresas, ocuparam novos espaços e decidiram transformar experiências pessoais em narrativas capazes de gerar identificação, reflexão e conexão.
 

A partir do primeiro volume, Protagonistas ultrapassou as páginas dos livros e se transformou em um ecossistema de conexão entre mulheres, dando origem a uma comunidade que permanece ativa por meio de palestras, workshops, painéis, encontros e até um podcast. As participantes passaram a compartilhar experiências, conhecimento, valores e oportunidades, fortalecendo uma rede de trocas e apoio mútuo que mantém vivo o propósito do projeto para além dos lançamentos.
 

A pluralidade é uma das marcas da nova edição. “São mulheres pretas, LGBTQIA+, ribeirinhas, indígenas, mães atípicas, neurodivergentes e uma pessoa cega. Temos representatividade dos 19 aos 80 anos de idade, contando suas histórias de vida, desafios e superações. É impossível não se identificar com uma delas”, afirma Christiane Pelajo, jornalista, âncora do canal Times Brasil, licenciado exclusivo CNBC, coautora e uma das coordenadoras da publicação.
 

Entre as mais de 80 mulheres que integram o novo volume estão a atriz Cristiana Oliveira, a jornalista Renata Ceribelli, a jornalista e empresária Fran Hochmüller, além de executivas, empreendedoras e profissionais de diferentes áreas. O livro conta ainda com prefácio de Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza.
 

Com produção editorial de Bianca Brandão, responsável pela SerMente Editorial, Protagonistas Volume 2 é coordenado por Christiane Pelajo, Carol Dostal, Fernanda Amorim, Liliane Rocha e Maíra Donnici.
 

SERVIÇO

Lançamento de Protagonistas Volume 2

Data: 9 de setembro de 2026

Horário: 19h

Local: Galeria Magalu

Endereço: Av. Paulista, 2.073 — Consolação, São Paulo
 


 











Quando um quarto branco se transforma em espelho de uma vida

 No livro "O Buraco", a escritora Fabiana C.O. utiliza a história de uma mulher presa em um misterioso cômodo branco para discutir identidade, relações familiares e os silêncios que atravessam a experiência de muitas mulheres

Divulgação | VR Editora


Eva abre os olhos e se percebe presa num quarto completamente branco. Não há portas, janelas ou qualquer pista de como foi parar ali. Ao redor, vê apenas uma cama de ferro, um girassol, uma escada e um bloco de notas. Enquanto tenta compreender o espaço, é tomada por lembranças de uma vida marcada por expectativas, perdas e silêncios. É a partir dessa premissa que o leitor é apresentado ao enredo de O Buraco, lançamento da escritora Fabiana C.O., publicado pela VR Editora.

Em um espaço onde passado e presente se misturam, a protagonista revisita a própria existência, ao confrontar a infância ao lado dos avós, as expectativas familiares em relação ao próprio futuro, o casamento desgastado e anos convivendo com dores crônicas da endometriose que insistiam em ser tratadas como exagero. Sem transformar a obra em um relato sobre a doença, a autora incorpora à narrativa a realidade de cerca de 8 milhões de brasileiras que também convivem com a inflamação do endométrio e enfrentam negligência e um atraso médio de sete anos para o diagnóstico.

Certa vez, uma enfermeira, ao me ver em observação no hospital, tomando soro
para aliviar as cólicas e possíveis contrações, insinuou que a dor era psicológica.
“Não é possível uma menina sentir tudo isso. Contração é coisa de mulher grávida.
Você só está menstruando”, disse ela, conferindo a velocidade do soro.
Durante muito tempo aquelas palavras me assombraram.

(O Buraco, p.80)

Embora a endometriose seja apenas uma das camadas da história da personagem, a escritora amplia a discussão para além da doença ao abordar a forma como muitas mulheres aprendem a silenciar dores, inseguranças e conflitos pessoais. No enredo, Fabiana explora como expectativas familiares, relacionamentos e escolhas feitas ao longo da vida podem afastar uma pessoa da própria identidade. A vida de Eva também reflete uma realidade em que sintomas e sentimentos femininos ainda são frequentemente minimizados, transformando uma experiência individual em uma reflexão sobre escuta, pertencimento e autoconhecimento.

Ao longo das páginas, o misterioso quarto branco deixa de ser apenas um cenário intrigante para conduzir a protagonista por diferentes lembranças e acontecimentos que marcaram sua trajetória. A ambientação minimalista, mas ao mesmo tempo carregada de simbolismo, contribui para a construção de um suspense que acompanha o leitor do início ao fim, revelando em doses homeopáticas as camadas emocionais da personagem sem antecipar respostas.

Por meio da ficção, Fabiana C.O. transforma experiências femininas frequentemente invisibilizadas em literatura sensível e provocadora. Escritora, palestrante e estudiosa do comportamento humano, a autora provoca reflexões sobre tudo aquilo que muitas mulheres aprendem a suportar caladas, sem abrir mão da delicadeza, da subjetividade e da força emocional. O Buraco conta com projeto gráfico assinado por Malu Francini, cujas ilustrações e intervenções visuais ampliam a imersão do leitor nos pensamentos, nas memórias e nos conflitos vividos por Eva.

Ficha Técnica:
Título: O Buraco
Autora: Fabiana C.O.
Editora: VR Editora
Edição/ano: 1ª/2026
ISBN do livro físico: 978-85-507-0817-1
ISBN do e-book: 978-85-507-0818-8
Gênero: Ficção
Idade recomendada: A partir de 16 anos
Número de páginas: 216
Preço: R$ 69,90
Onde encontrar: Amazon | VR-Commerce | Mercado Livre | Principais livrarias do Brasil

Foto: Arquivo pessoal


Sobre autora: Escritora, palestrante e voluntária, Fabiana C.O. encontra no cotidiano feminino - com suas contradições, silêncios e emoções - a matéria-prima para uma escrita sensível e provocadora. Nascida em São Paulo em 1986, é formada em Marketing de Moda e tem MBA em Gestão de Empresas. Hoje, aprofunda seus estudos em Filosofia, Autoconhecimento e Psicologia Positiva pela Universidade de Harvard. Apaixonada por comportamento humano, Fabiana escreve sobre o que as mulheres vivem, o que carregam e o que ainda precisam dizer em voz alta.

 Redes sociais: @eupossoservoce

Sobre a editora: Alguns livros viram febre, outros, marcam gerações. Com mais de 25 anos no Brasil e um catálogo de autores e ilustradores premiados, a VR Editora transforma literatura em experiências que os leitores querem viver e reler.

Instagram: @VReditorabr 


Créditos: Gabriela Cuerba

O luto e a escrita literária

 Maria Carolina Amendolara*

Muito se fala de novas maneiras das pessoas lidarem com o luto. Coisas que, antigamente, não eram relacionadas a esse estado de espírito. O luto era, em tempos remotos, imaginado como uma forma de depressão em que o isolamento, a apatia e o uso das roupas pretas por períodos prolongados eram os seus principais signos.

Não que isso tudo ainda seja incomum, mas o luto pode existir para além dessa caracterização um tanto quanto caricatural e ser mais um processo em que a pessoa elabora a perda de um ente querido, debruçando-se sobre algo que possa dar um destino ao vazio ocasionado por essa perda.

Uma dessas formas é a arte. A arte desponta como um meio de externalizar o que as palavras já não conseguem quando a pessoa sofre perdas importantes.

A escrita literária emerge como sendo a manifestação artística em que o luto pode ser ressignificado, já que ela permite que sejam traçados caminhos e destinos diversos para esse sentimento que, na maioria das vezes se desdobra para além da morte propriamente dita. Porque a morte, enquanto fim sem retorno, aprisiona o luto.

Mas a arte, e nesse caso, a escrita, em contrapartida, o expande e viabiliza uma transformação da perda que originou o luto. Isso é possível graças ao trabalho de recuperação da memória que a experiência literária promove por meio da reconstrução de cenários, diálogos, momentos e sentimentos que passam a ter um novo lugar: um romance, um poema, uma história escrita. Todo esse processo traz a sensação de que aquela pessoa que partiu será sempre lembrada, e isso pode amenizar a falta, a saudade.

Escrever sobre o luto revela as suas entranhas, as suas diversas faces, as suas diversas camadas, retirando o peso de ser unicamente a perda de alguém a questão preponderante. Isso faz com que esse mesmo luto encontre novo abrigo à imensa dor que lhe deu causa.

Quando alguém morre, a partida leva junto outras partes importantes da vida da pessoa que fica. A rotina ao lado daquela pessoa, um pedaço da sua própria história – são exemplos de coisas que a escrita se presta a recuperar com bastante sucesso e, com isso, ela pode apaziguar o vazio deixado por essa perda. Pois, quando escrevemos, estamos mergulhados em algo que está fora de nós mesmos, que toma corpo e, assim, passa a ter vida novamente.

Fotografia por Maurício França



* Maria Carolina Amendolara é administradora e autora de “Você vai ver que eu tenho razão”, romance que reflete sobre saúde mental e luto


Créditos: Maria Clara Menezes


Grávida aos 48, a idade em que a mulher brasileira entra na menopausa

 Avanço dos partos depois dos 40 aproxima maternidade da transição menopausal e exige atenção conjunta à saúde reprodutiva, cardiovascular e profissional


Maju Coutinho e Agostinho Paulo Moura
Reprodução: Instagram


O anúncio da gravidez da jornalista Maju Coutinho, aos 48 anos, coloca em evidência uma mudança no perfil reprodutivo brasileiro. A maternidade avança para uma faixa etária que coincide com a transição menopausal, fazendo com que gestação, mudanças hormonais e cuidados com a saúde futura da mulher passem a ocorrer no mesmo período da vida.

Aos 48 anos está a média de idade em que a brasileira entra na menopausa, segundo estudo colaborativo entre a Faculdade de Medicina de Jundiaí, a Faculdade de Medicina do ABC, a Universidade de São Paulo e a Universidade de Pavia, publicado na revista Climacteric. A pesquisa, realizada com 1.500 mulheres de 45 a 65 anos, também identifica o início da irregularidade menstrual aos 46 anos. A referência internacional adotada pela International Menopause Society e pela The Menopause Society é de 51 anos.

Quando a maternidade avança para depois dos 40, os dois processos passam a se encontrar dentro da mesma fase. A medicina, porém, ainda tende a acompanhá-los em especialidades diferentes. “A mulher que engravida aos 45, 46, 48 anos não está fora da menopausa. Ela está dentro da transição menopausal, gestando. Isso não é uma exceção biográfica, é uma nova categoria clínica, e o Brasil ainda não escreveu o capítulo dela”, afirma a Dra. Fabiane Berta.

Gravidez tardia avança no país

As Estatísticas do Registro Civil do IBGE mostram que os partos entre mulheres de 40 anos ou mais passam de 57.983, em 2003, para 106.263, em 2022. O crescimento chega a 83%, o maior entre todas as faixas etárias e o único grupo em alta enquanto os demais recuam. O adiamento da maternidade está associado a fatores como formação, carreira, escolha de parceiro, planejamento financeiro e preservação da fertilidade. Maju Coutinho já tornou pública, em entrevistas anteriores, a decisão de congelar óvulos aos 37 anos.

“O que mais me interessa nesse movimento não é a idade, é a intenção. Recebo no consultório mulheres de 44, 46, 48 anos que chegam com exames em dia, composição corporal medida, sono discutido, força muscular monitorada. Elas não estão tentando parecer mais jovens. Estão tentando ser mais aptas. Essa é a ciência da maturidade feminina, e ela começa muito antes do positivo”, diz Fabiane Berta.

Riscos exigem avaliação individualizada

A possibilidade de engravidar em idade mais avançada não elimina os riscos, mas também não significa que toda gestação depois dos 40 deva ser tratada como necessariamente perigosa.

O consenso do American College of Obstetricians and Gynecologists registra que, tomando mulheres de 35 a 39 anos como referência, o risco de pré-eclâmpsia é 32% maior entre 40 e 44 anos e mais do que dobra a partir dos 45. Estudos também identificam maior ocorrência de diabetes gestacional, cesariana, prematuridade e outras complicações nessa faixa etária. Somam-se a esse quadro a redução progressiva da reserva ovariana, a maior taxa de aneuploidias e a necessidade mais frequente de reprodução assistida.

“Risco não é sentença, é informação para decidir melhor. A mulher de 47 anos que quer engravidar precisa de avaliação cardiovascular, metabólica, tireoidiana e de reserva ovariana antes da concepção, e não de um encaminhamento genérico. O que combato é a consulta que resolve isso com uma frase: é da idade”, afirma a médica.

Gestação sinaliza a saúde cardiovascular futura

A gravidez também pode funcionar como uma janela de avaliação da saúde cardiovascular feminina. Documento científico da American Heart Association, publicado na Circulation, estabelece que complicações como hipertensão gestacional, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e prematuridade estão relacionadas a maior risco de doença cardiovascular ao longo da vida.

Quando a gestação ocorre perto dos 50 anos, essa informação ganha ainda mais importância porque se aproxima da pós-menopausa, período em que o risco cardiovascular feminino aumenta.

“A gestação tardia é o exame de estresse mais informativo que uma mulher fará antes da menopausa. Se ela desenvolveu pré-eclâmpsia aos 46, essa informação precisa estar na primeira linha do prontuário dela aos 55. A menopausa não é o começo do risco cardiovascular feminino, é a hora em que ele aparece por escrito”, afirma Fabiane Berta.

Maternidade e menopausa dividem a mesma década

O adiamento da maternidade também encontra questões profissionais. Pesquisa da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas mostra que 48% das trabalhadoras estão fora de seus postos 12 meses após o início da licença-maternidade, patamar que se mantém nos dois anos seguintes.

“Existe uma conta que ninguém faz. A mesma mulher que se afasta do trabalho para gestar aos 46 vai atravessar a transição menopausal enquanto amamenta, com privação de sono somada à flutuação hormonal, e continuará sendo avaliada como se nada disso estivesse acontecendo. Não é fragilidade dela. É desenho institucional”, afirma a médica.

Dra Fabiane Berta
Divulgação


Para Fabiane Berta, o avanço da maternidade sobre a quinta década torna ainda mais necessária a integração entre obstetrícia e medicina da menopausa.

“A menopausa brasileira tem sotaque. E agora a maternidade brasileira também tem. Nenhuma das duas cabe em diretriz importada”, conclui.

 

Créditos: Mayara Rodrigues



Shopping Nova América recebe feira de futebol que reúne torcedores e colecionadores

 De 5 a 7 de setembro, evento reúne ídolos, peças raras e atrações para apaixonados pelo esporte 

Para quem busca uma programação diferente para o fim de semana e o feriado, o Shopping Nova América recebe, de 5 a 7 de setembro, a GERAL - Feira de Futebol, um dos principais encontros de colecionismo e cultura futebolística do país. Com grande adesão do público por onde passa, a iniciativa chega ao shopping reunindo atrações para apaixonados pelo esporte, entre itens raros e convidados especiais. O evento será realizado no estacionamento G3, Deck 1, próximo ao Hotel Ibis, no sábado, das 10h às 22h, e no domingo e na segunda-feira (feriado), das 13h às 21h. 





A programação contempla uma ampla variedade de produtos ligados ao universo do futebol, como camisas históricas, peças de coleção e artigos que despertam a memória afetiva de torcedores de diferentes gerações. O espaço será um ponto de encontro para quem deseja compartilhar histórias, ampliar o acervo pessoal ou simplesmente celebrar a paixão pelo esporte. 

Entre os destaques desta edição, estão as presenças do ex-jogador do Fluminense e da Seleção Brasileira Edinho, que participará da feira com a venda de camisas em homenagem ao título carioca de 1980, e do ex-jogador do Vasco Zé Mário, que irá autografar um livro sobre sua trajetória. Outros nomes ligados ao futebol também marcarão presença, proporcionando momentos de interação com os visitantes e aproximando o público de personagens que fazem parte da história do esporte. 

Com entrada gratuita, a atração reforça a agenda de lazer e entretenimento do Shopping Nova América durante o feriado, oferecendo uma experiência para toda a família e para torcedores de todas as idades. 

“O Shopping Nova América já é um ponto de encontro tradicional para muitos torcedores, especialmente pela facilidade de acesso ao Maracanã via metrô. Receber a GERAL - Feira de Futebol reforça essa conexão natural com o esporte, reunindo ídolos, colecionadores e fãs em uma programação que conversa diretamente com a cultura carioca e com diferentes gerações”, destaca Alisson Mori, gerente de Marketing do Shopping Nova América. 

 

Serviço - A GERAL - Feira de Futebol 
Quando: 5, 6 e 7 de setembro 

Horários: 
Sábado: das 10h às 22h 
Domingo e segunda-feira (feriado): das 13h às 21h 

Local: Shopping Nova América, G3, Deck 1, próximo ao Hotel Ibis 

Endereço: Av. Pastor Martin Luther King Jr., 126, Del Castilho

Entrada gratuita 

 

Sobre o Shopping Nova América: Principal fonte de entretenimento e consumo da Zona Norte do Rio de Janeiro, o Shopping Nova América é o maior complexo multiuso da cidade. Reúne três torres comerciais, três lajes corporativas, academia, dois hotéis com mais de 420 quartos, universidade, quatro bancos, clínica de diagnóstico e imagem, laboratório, clínica popular, loteria, correios e serviços de estética e bem-estar. Tombado pelo patrimônio histórico, o shopping preserva parte das instalações da Companhia de Tecidos Nova América, desativada em 1991, com os tradicionais tijolos ingleses. Com localização privilegiada e fácil acesso, fica próximo à Linha Amarela, via expressa que liga a Zona Norte à Barra da Tijuca, e conta com acesso direto ao metrô Del Castilho, que movimenta mais de 400 mil pessoas por mês. Entre seus diferenciais está a Rua do Rio, área gastronômica ao ar livre com bares e restaurantes inspirados na região boêmia da cidade e a primeira área exclusiva destinada à gastronomia em um shopping da Zona Norte carioca. 

Sobre a Ancar: A Ancar é uma plataforma que conecta pessoas a experiências, marcas a consumidores e negócios a resultados. Com 53 anos de atuação e um portfólio de 23 empreendimentos distribuídos pelas cinco regiões do Brasil, é pioneira no setor de shopping centers do país. A companhia oferece soluções estratégicas para lojistas, ancoradas em dados, inovação e gestão de ativos com foco em desempenho. 

Com visão integrada e estratégica de negócio, a companhia se estrutura em cinco pilares essenciais: experiência do consumidor, inteligência de dados, inovação, excelência operacional e geração de valor sustentável. Esse ecossistema conecta gestão, pessoas e tecnologia para impulsionar crescimento, inovação e impacto positivo em todos os ativos da empresa. Para mais informações, acesse www.ancar.com.br 


Créditos: Mariana Totino

Val Marchiori volta à Avenida Paulista neste domingo á frente do movimento Mulheres Sem Espera

 

Foto: Divulgação



Val Marchiori participa, neste domingo (30), de uma caminhada pela Avenida Paulista, em São Paulo, a partir das 11h. A concentração será no metrô Consolação, de onde Val seguirá pela avenida para conversar com a população, ouvir diferentes opiniões e compartilhar suas ideias e propostas.

A ação dá continuidade a uma agenda que Val vem realizando nas últimas semanas, com o objetivo de estar cada vez mais próxima das pessoas. Nos dois últimos domingos, ela esteve na Avenida Paulista e, após as caminhadas, seguiu para Embu das Artes. No último sábado, esteve também no calçadão de Osasco, conversando com moradores e circulando pelas ruas da cidade.

Neste domingo, além da caminhada, haverá um ponto fixo nas imediações da esquina da Avenida Paulista com a Rua Peixoto Gomide, próximo ao MASP, onde o público poderá encontrar Val e acompanhar a movimentação.

A proposta é promover encontros mais próximos e espontâneos, criando espaço para diálogo, troca de experiências e, principalmente, para ouvir as demandas e percepções da população.

A participação acontece em um momento de intensificação da atuação pública de Val e de seu envolvimento com pautas voltadas às mulheres, especialmente por meio do movimento Mulheres Sem Espera, que vem encabeçando.
Segue link com fotos:

Link
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Serviço:

📅 Domingo, 30 de agosto

⏰ A partir das 11h

📍 Concentração: metrô Consolação

📍 Ponto fixo: Avenida Paulista com Rua Peixoto Gomide, nas proximidades do MASP

Val também fará caminhada pela Avenida Paulista e conversará com a população.


Créditos: Veronica Dalle


O que o cinema ensina a uma geração moldada pelo clique?

 Poliana Maluf*

Existe uma transformação silenciosa na forma como as crianças se relacionam com o tempo. Acostumadas ao ritmo frenético das telas de bolso, onde qualquer fração de segundo de tédio é interrompida pelo deslizar de um dedo, a nova geração enfrenta uma crise invisível de atenção. Em um ecossistema digital projetado para a recompensa imediata e a fragmentação constante, a capacidade de sustentar o foco em uma única história tornou-se uma habilidade rara. É precisamente nesse cenário de aceleração que a sala de cinema deixa de ser apenas um espaço de entretenimento para se converter em um ato de resistência pedagógica e afetiva.

Diferente dos vídeos curtos que entregam estímulos prontos e superficiais a cada três segundos, o cinema exige o exercício da permanência. Ao sentar diante de uma grande tela, a criança é convidada a aceitar o tempo da narrativa: o silêncio que antecede o conflito, a pausa que constrói a atmosfera e o desenvolvimento gradual dos personagens. A escuridão da sala e a ausência de botões para pular cenas não funcionam como restrições, mas como uma moldura de proteção. Ali, o cérebro infantil descobre que o encanto não mora na velocidade da troca de imagens, mas na profundidade do enredo.

Essa desaceleração forçada produz efeitos profundos no repertório cognitivo e emocional dos pequenos. Ao sustentar a atenção durante noventa minutos, a criança aprende a lidar com a expectativa e a tolerar a ausência da recompensa instantânea. O cinema ensina que os melhores desfechos dependem da construção, que os conflitos exigem maturação e que a complexidade das relações humanas não cabe em recortes de quinze segundos. Trata-se de um treino direto de paciência narrativa, elemento fundamental para o desenvolvimento da empatia, do raciocínio crítico e da leitura de mundo.

Mais do que isso, essa imersão contínua abre espaço para o pensamento próprio. Quando o olhar não é atropelado por uma avalanche ininterrupta de estímulos, a mente da criança ganha brechas para questionar o que vê, fazer pontes com a sua vida e construir significados que pertencem só a ela.

Cultivar o hábito de levar as crianças ao cinema não é uma tentativa nostálgica de combater a tecnologia, mas um compromisso consciente com a saúde do olhar infantil. Ensinar uma criança a sustentar o tempo de um filme é devolver a ela o direito à contemplação, à imaginação profunda e à escuta atenta. Em um mundo que exige pressa, o cinema ensina a infância a desacelerar e a descobrir a beleza de permanecer até o final.

Divulgação / Poliana Maluf


*Poliana Maluf é produtora audiovisual, estrategista criativa brasileira radicada em Los Angeles e autora de “Poppy e a Tela Gigante”, livro infantil que une sua experiência no universo cinematográfico à vontade de criar histórias que despertem a imaginação das crianças.

Créditos: Maria Clara Menezes


Ullisses Campbell, Juliana dal Piva e muito mais: Matrix Editora leva mais de 20 autores à Bienal Internacional do Livro de SP

 Editora promove sessões de autógrafos no estande e leva nomes da casa a espaços oficiais do evento

Reprodução




A Matrix Editora marcará presença na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 4 a 13 de setembro no Distrito Anhembi, na zona norte da capital paulista. Em 2026, a editora celebra 27 anos de trajetória consolidada como uma das mais respeitadas do país, com mais de 1.100 títulos publicados e média de oito lançamentos mensais.

Localizada no Estande J75, a casa editorial promoverá sessões de autógrafos com autores de destaque ao longo dos dez dias de evento. Entre eles, Ullisses Campbell, presente também no Espaço Autógrafos 1 e na mesa "As narrativas da não-ficção", do Skeelo Talks; Alex Solnik, autor de O Código 12 - As surpreendentes revelações sobre o assassinato de JK pela ditadura militar; Geraldo Leite e Eduardo Baptistão, do livro-caixinha® Heróis e heroínas da MPB; Bia Garbato, que assina Bipolar, sim. Louca, só quando eu quero e levará ao Espaço Saúde e Bem-Estar o debate "Bipolaridade: uma vida que vai além do diagnóstico”; entre outros.

Juliana Dal Piva, autora de Crime sem castigo, investigação aprofundada sobre a morte de Rubens Paiva, foi vencedora da 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026, na categoria Comunicação e Informação, e participará do Espaço Prêmio Jabuti.

No segunda-feira, 7 de setembro, o Salão de Ideias receberá, às 10 horas, o editor e dono da Matrix Editora, Paulo Tadeu, como mediador da mesa "Outros Jeitos de Ler um Livro". Paulo é jornalista formado pela Cásper Líbero e também autor, com 94 livros já publicados.

A participação da Matrix Editora na Bienal reforça o compromisso em apostar em novos talentos, formatos e leitores, com foco em obras de não-ficção, como biografias, livros-reportagem, negócios, motivacionais e literatura infantil. A presença no evento também destaca a importância da editora no cenário literário nacional e a contribuição para o diálogo entre diferentes narrativas e promoção da diversidade cultural.

Confira abaixo a programação completa da Editora durante o evento.

Autores da Matrix na programação oficial da Bienal:

  • 5 de setembro, 19h – Ullisses Campbell – Espaço Autógrafos 1
  • 7 de setembro, 11h30 às 12h30 – Solange Depera – Espaço Educação – "Tudo que seus pais não te ensinaram: criando meninos"
  • 7 de setembro, 14h – Ullisses Campbell – Skeelo Talks (Estande B30) – "As narrativas da não-ficção"
  • 8 de setembro, 19h às 20h – Daniela Souza – Espaço Educação – "Superdotação e altas habilidades"
  • 8 de setembro, 19h30 – Juliana Dal Piva – Espaço Prêmio Jabuti
  • 9 de setembro, 18h – Bia Garbato – Espaço Saúde e Bem-Estar – "Bipolaridade: uma vida que vai além do diagnóstico"

Confira a programação completa das sessões de autógrafos no estande da Matrix Editora (J75):

4 de setembro – Sexta-feira

  • 16h às 17h – Raul Marques – Livro Bzzzzz
  • 19h às 20h – Marco Moraes – Livro Planeta Hostil
  • 20h às 21h – Ana Mendes – Livros-caixinha® Vamos falar de vitimização, Arteterapia e Carência afetiva

5 de setembro – Sábado

  • 11h às 12h – Thiagson – Livro Putologia Avançada

6 de setembro – Domingo

  • 11h às 12h – Mariana Ramos – Livro-caixinha® Supervisão em Psicologia
  • 12h às 13h – Marcos André Costa e Marcia Cavallieri – Livro Gestão da reputação e competitividade empresarial
  • 15h às 16h – Mariana Caltabiano – Livro Vaga-lume, um amigo brilhante e outros

7 de setembro – Segunda-feira

  • 13h às 14h – Solange Depera Gelles – Livros-caixinha®  Deu match, Síndrome do ninho vazio e Dinâmicas de expressão para crianças, e livro Onde você está quando não está aqui?
  • 15h às 16h – Renata Valério de Mesquita – Livro-caixinha®  Puxa conversa: avós e netos

8 de setembro – Terça-feira

  • 11h às 12h – Patricia Sampaio Bettencourt – Livro Cozinhando para o seu bebê
  • 21h às 22h – Daniela Souza – Livros-caixinha® Adolescentes com TOD, Superdotação e altas habilidades, Pais de adolescentes, Autorrespeito e Trabalho invisível da mulher

9 de setembro – Quarta-feira

  • 19h às 20h – Pamela Magalhães – Livro Bem me quero

10 de setembro – Quinta-feira

  • 15h às 16h – Geraldo Leite e Eduardo Baptistão – Livro-caixinha® Heróis e heroínas da MPB
  • 16h às 17h – Leão Serva – Livro Como se proteger de uma granada

11 de setembro – Sexta-feira

  • 16h às 17h – Bia Garbato – Livro Bipolar, sim. Louca, só quando eu quero
  • 19h às 20h – Maria das Graças Cleophas – Livro-caixinha®  Vamos falar de inteligência artificial
  • 20h às 21h – Paulo Rogério Nunes – Livro-caixinha®  Vamos falar de futuro

12 de setembro – Sábado

  • 12h às 13h – Cristina Lyra – Livro-caixinha®  Coaching Mitológico
  • 13h às 14h – Flávia Lippi – Livro Nunca é só por dinheiro (e outros)
  • 14h às 15h – Jason Tércio – Livro Sitiados
  • 15h às 16h – Carla da Nóbrega e Víctor Naranjo – Livro Captação descomplicada para pequenas organizações
  • 16h às 17h – Dra. Ana Luísa Vilela – Livro Renascimento hormonal
  • 17h às 18h – Rubens Paulo Gonçalves Filho com Cristiane Segatto – Livro Dores femininas
  • 18h às 19h – Érica Paloschi – Livro-caixinha®  Vamos ter filhos?

13 de setembro – Domingo

  • 14h às 15h – Alex Solnik – Livro O Código 12

Acompanhe a movimentação da Bienal nas redes sociais da editora:


Créditos: Bárbara Azalim

Sig Bergamin e Murilo Lomas assinam arquitetura da Fazenda Santa Helena, novo empreendimento da JHSF

Localizado a apenas uma hora de São Paulo, projeto de 6 milhões de m² reúne arquitetura, natureza, esporte e bem-estar em um novo destino de campo


Sig Bergamin e Murilo Lomas


A arquitetura brasileira ganha um novo endereço voltado à integração entre natureza, bem-estar e experiências de alto padrão. Nesse sábado (29), foi inaugurada a Fazenda Santa Helena, novo empreendimento da JHSF, localizado a apenas uma hora de São Paulo, que ocupa uma área de 6 milhões de m² e tem arquitetura assinada pela dupla Sig Bergamin e Murilo Lomas, com paisagismo de Maria João d’Orey.
 

Reconhecidos por projetos que transitam entre diferentes escalas, linguagens e referências, Sig Bergamin e Murilo Lomas levam à Fazenda Santa Helena uma arquitetura pensada para estabelecer uma relação próxima com a paisagem e com a experiência de viver no campo. O projeto integra diferentes núcleos residenciais e de convivência à extensa área verde da propriedade, criando uma proposta que combina sofisticação, natureza e uma nova maneira de experienciar a vida fora dos grandes centros urbanos.
 

A Fazenda Santa Helena foi concebida como um destino completo, reunindo residências, esporte, gastronomia, bem-estar e atividades ao ar livre. Entre os principais espaços estão trilhas em meio à mata nativa, um campo de golfe assinado por Jack Nicklaus, Golf Clubhouse, Centro Equestre e o Santa Helena Country Club, que contará com restaurante, spa e quadras esportivas. O empreendimento também terá o Santa Helena Market, com lojas, gastronomia e serviços.
 

Dentro desse conjunto, a arquitetura de Sig Bergamin e Murilo Lomas participa da construção de uma identidade que busca equilibrar a grandiosidade da propriedade com a relação direta com a natureza. A proposta contempla lotes a partir de 2.000 m², estâncias de 20.000 m² e Villas de 608 m², com cinco suítes e lotes a partir de 1.000 m².
 

A participação da dupla reforça também a trajetória de Sig Bergamin e Murilo Lomas na criação de projetos que unem arquitetura, interiores e uma forte narrativa estética. Com repertórios complementares, os arquitetos vêm desenvolvendo trabalhos que exploram diferentes referências culturais e formas de habitar, sempre com atenção à relação entre os espaços e seus contextos.
 

A inauguração da Fazenda Santa Helena marca, assim, a chegada de um novo destino de campo nos arredores de São Paulo, em que arquitetura e paisagismo são protagonistas de uma experiência que propõe valorização do tempo, do bem-estar e da relação com a natureza.


Créditos: Heloisa Medvedik de Moraes Dantas  



Santeria convida público para set de filmagem em ação com impacto social

 Campanha conduzida pelo diretor Rafa Damy oferece cinco vagas para acompanhar um dia de gravação e contribuir para doar 1 tonelada de alimentos a entidade assistencial



A Santeria, produtora de audiovisual da FSB Holding, criou uma ação para aproximar o público do processo de produção de filmes publicitários e apoiar uma iniciativa social. A campanha oferece cinco vagas para interessados acompanharem um dia de gravação em um set dirigido por Rafa Damy, sócio fundador, diretor e produtor da Santeria.

 

Para concorrer a uma das vagas, basta realizar uma contribuição via Pix, de R$ 20,00, no mínimo. O valor arrecadado será convertido em alimentos para doação. A meta é reunir uma tonelada de alimentos para o Instituto Santa Teresa D’Ávila, entidade assistencial indicada na ação. O prazo para participar da campanha vai até 2 de setembro. O sorteio será realizado em 3 de setembro.

 

A ideia nasceu do desejo de compartilhar com o público a experiência e os bastidores da produção audiovisual, associando esse contato a uma mobilização com propósito social. “Quero te convidar para vir num set meu e conhecer esse universo da produção. Você vai adorar, vai se encantar”, afirma Rafa Damy no vídeo divulgado no Instagram @santeria.tv. “A Santeria está arrecadando uma tonelada de alimento para ajudar o Instituto Santa Teresa D’Ávila. E você pode fazer parte também dessa boa ação”, explica.


Confira o vídeo: 

https://www.instagram.com/reel/DcPYwxiKhDC/?igsh=MWFwNWttZ2J3NTl5dA%3D%3D

 

Todos os participantes que fizerem uma contribuição também terão acesso a uma sala virtual exclusiva com o diretor. No encontro, Rafa vai compartilhar detalhes de sua trajetória profissional e explicar etapas do processo criativo e da produção de filmes publicitários. “Todo mundo que doar, vai entrar numa sala secreta online comigo, onde eu vou contar todos os detalhes da minha carreira”, diz.

 

Rafa Damy dirige filmes publicitários há mais de dez anos e já trabalhou com algumas das principais marcas e agências do Brasil. Ao longo da carreira, conquistou dez Leões no Cannes Lions, além de outros reconhecimentos da publicidade internacional. Na Santeria, atua na direção e na produção de projetos audiovisuais, combinando experiência criativa e domínio da operação de set.

 

A experiência no set permitirá aos convidados acompanhar a rotina de uma gravação e a articulação de diferentes profissionais para tirar uma ideia do papel. Um dia de filmagem reúne diretor, produtores, equipe de produção, assistência de direção, direção de fotografia, arte, figurino, maquiagem, som, elenco, operadores de câmera e profissionais responsáveis pela pós-produção, entre outras especialidades. Cada área atua em uma sequência precisa, com ajustes de luz, enquadramento, interpretação, cenário, movimento e ritmo.

 

A gravação envolve várias tentativas de uma mesma cena até que todos os elementos estejam alinhados ao conceito criativo. Entre uma tomada e outra, as equipes revisam detalhes técnicos, reposicionam equipamentos, ajustam a atuação, alteram a marcação dos participantes e reorganizam o set. O processo exige concentração, preparo físico, capacidade de decisão e muitas horas de trabalho. A duração final de um filme publicitário pode ser breve, enquanto sua realização envolve uma operação extensa e exaustiva, acompanhada integralmente por quem está atrás das câmeras.

 

Ao abrir esse processo por trás das câmeras para o público, a Santeria propõe uma experiência de aproximação com o audiovisual e revela o conjunto de decisões, profissionais e esforços que sustentam o resultado exibido nas telas.

 

Fundada em 2020, a Santeria integra a vertical audiovisual da FSB Holding como o braço dedicado a projetos publicitários de maior complexidade e orçamento. A produtora trabalha em parceria com agências como Africa, VML, Publicis, Talent e Lew’Lara e figura há cinco anos consecutivos entre as dez principais produtoras do ranking Meio & Mensagem.

 

A ação está sendo divulgada nos canais da Santeria: @santeria.tv.

 

 

Como participar

 

1. Faça uma doação de R$ 20 ou mais para o PIX (CNPJ): 43.022.928/0001-80

2️. Envie o comprovante por mensagem direta no Instagram @santeria.tv até 2/9.

3️. Receba seu número para participar do sorteio no dia 3/9.

4️. Pronto! Você já está concorrendo a uma das 5 vagas.

E tem mais: todo mundo que contribuir, independentemente do valor, poderá participar de uma sala secreta online com Rafa Damy, em que ele vai compartilhar seu processo criativo, experiências e bastidores da carreira. 

 

Sobre a Santeria
A Santeria é uma empresa do ecossistema FSB Holding, especializada em produção audiovisual. Atua no desenvolvimento de projetos autorais e de branded content, conectando linguagem, direção e repertório cultural a formatos relevantes para marcas, mídia e mercado.

Mais informações: audiovisual.fsb@giusticom.com.br


Créditos: Irene Ruberti