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Banda Piolhos volta à cena com nova leitura de "Palco", clássico de Gilberto Gil

 Primeiro single da nova fase do grupo chega com os convidados Guilherme Kastrup na produção e Henrique Albino nos arranjos. O single abre caminho para o próximo EP da banda.

Heloisa Bortz
Banda Piolhos

Depois de um período longe dos lançamentos, a Banda Piolhos, formada por Solange Sá, Mário Manga, Norberto Vinhas e Alê Cueva, retoma sua trajetória com uma escolha que conecta passado, presente e aquilo que pretende construir daqui para frente. O grupo apresenta uma nova versão de “Palco”, composição de Gilberto Gil, como primeiro single de uma fase que recoloca a banda em atividade e antecede a chegada de um novo EP. 

 

Conhecida pelo trabalho voltado ao público infantojuvenil sem subestimar a escuta dos adultos, a Banda Piolhos imprime à composição de Gil uma leitura inusitada, com produção musical de Guilherme Kastrup, arranjos e metais de Henrique Albino e voz de Solange Sá, cantora, compositora e idealizadora da Banda Piolhos. A versão, autorizada pelo próprio Gilberto Gil, preserva elementos essenciais da canção ao mesmo tempo em que altera caminhos rítmicos, acentua os metais  e leva “Palco” para o universo dessa nova fase do grupo.

 

“Escolher ‘Palco’ para esse retorno tem grande significado pra mim. Sou fã incondicional da obra e da pessoa de Gilberto Gil, que considero um mestre. E Palco é, segundo ele próprio, um talismã. E com o nível de propósito que motivou nossa volta, eu precisava de um talismã também rs. Convidei o Kastrup, que  propôs a ousadia de mexermos no ritmo, obviamente  sem alterar a alma, a estrutura da música, mas oferecendo uma surpresa para os ouvintes, e eu topei”, conta Solange Sá.

 

A nova gravação também estabelece uma ponte com o público adulto que acompanhou diferentes momentos da obra de Gilberto Gil e com crianças e jovens que podem encontrar a composição pela primeira vez a partir da Banda Piolhos. “Eu gosto dessa possibilidade de uma mesma música chegar por caminhos diferentes a pessoas de diferentes gerações. Os adultos carregam referências e memórias; as crianças chegam com outro ouvido, sem essa bagagem. Quando essas escutas se encontram, acontece algo muito interessante. Mas essa canção do Gil, como tantas, tenho certeza que agrada aos adultos e às crianças. O que eu desejo é que a nossa releitura também possa atingir a todos”, diz Solange.

 

Musicalmente, a versão aposta no impacto dos metais, arranjo sofisticado e clima muito alto astral e uma paisagem sonora que se diferencia de uma reprodução literal da original. Guilherme Kastrup também assume as percussões e a música conta ainda com as participações de Surama Ramos e Isabel Celeri Murray nos backing vocals. “Temos um respeito gigantesco por essa música, claro, mas quando pensei no Kastrup  e ele pensou no Albino, já foi a partir da ideia de trazer novidades e uma surpresa musical. E depois cada convidado  trouxe personalidade para a gravação e isso foi fundamental para que ela tivesse vida própria”, diz a cantora.

 

“Palco” será também a faixa de abertura do próximo EP da Banda Piolhos, O Palco, formado por cinco músicas, sendo quatro autorais e a releitura de Gilberto Gil. O trabalho marca a retomada de um grupo que já passou por espaços como o Kidzapalooza, no Lollapalooza, pelo Quintal da Cultura e por palcos do circuito cultural brasileiro, além de ter sido contemplado pelo Rumos Itaú Cultural. ‘Palco’ é a porta de entrada dessa nova fase, que está chegando com um forte conceito e um propósito muito claro que vai sendo revelado a cada próxima faixa.

 

Na reta final da gravação, a própria mensagem da canção ganhou para a Banda Piolhos um significado que ultrapassa o palco físico e conversa com o momento atual do grupo, especialmente da cantora que assina todas as canções autorais da banda. “No fim, ficou muito forte para mim essa ideia da Terra como o nosso grande palco. É onde tudo está acontecendo: nossas relações, nossas escolhas, a maneira como tratamos os animais, a natureza e uns aos outros. A música chega com alegria e energia, mas também deixa uma pequena inquietação. É exatamente desse lugar que a Banda Piolhos está voltando”.  conclui Solange Sá. 


Heloisa Bortz
Banda Piolhos



Divulgação
Banda Piolhos





SERVIÇO - Banda Piolhos 

Single - “Palco” 

 

Composição: Gilberto Gil

Voz: Solange Sá

 

Convidados:

 

Produção musical e percussão: Guilherme Kastrup

Arranjos e metais: Henrique Albino

Backing vocals: Surama Ramos e Isabel Celeri Murray

Fotos: Heloisa Bortz

 

Lançamento: 16 de outubro de 2026

Disponibilidade: plataformas digitais





Créditos: Sidney Triumpho

Faltam menos de dois meses para o ENEM: o que ainda vale a pena estudar?

 Com a prova se aproximando, educadora orienta estudantes a priorizar revisão estratégica, resolução de questões e redação, além de evitar erros comuns que podem comprometer o desempenho nesta fase

 

Faltando menos de dois meses para o ENEM, a sensação de que ainda existe conteúdo demais para estudar pode aumentar a ansiedade dos estudantes. E é por isso, que, segundo Kassula Correa, diretora geral da Start Anglo Bilingual School Recreio, a preparação precisa mudar de ritmo: em vez de tentar aprender tudo o que ficou para trás, o foco passa a ser entender o que já foi estudado, identificar dificuldades e ganhar segurança para a prova.

Para a educadora, a reta final não é o momento de transformar a rotina em uma maratona de conteúdos novos. O estudante precisa olhar para o próprio desempenho e tomar decisões mais estratégicas. “Neste momento, estudar mais não significa necessariamente estudar melhor. O aluno precisa entender onde ainda tem dificuldade, quais conteúdos aparecem com mais frequência nos seus erros e como está conseguindo administrar o tempo. A preparação passa a ser muito mais estratégica.”

 

O que merece prioridade agora?

A primeira orientação é revisar a partir dos próprios erros. Em vez de simplesmente reler todo o conteúdo, vale observar as questões que foram respondidas incorretamente em exercícios e simulados e tentar entender o motivo do erro. Foi falta de conhecimento? Dificuldade de interpretação? Desatenção? Falta de tempo? Confusão entre conceitos? Essa análise ajuda o estudante a perceber que dois erros aparentemente iguais podem exigir estratégias completamente diferentes.

“O erro é uma informação muito importante nessa fase. Se o aluno errou uma questão porque não sabia determinado conteúdo, ele precisa revisar aquele assunto. Se errou porque não interpretou corretamente o enunciado, precisa trabalhar leitura. Se errou porque estava cansado ou administrou mal o tempo, o problema é outro. Não adianta tratar todos os erros da mesma maneira.”

 

Questões de provas anteriores ajudam a entender o que a prova exige

Outro ponto que ganha importância nesta fase são as questões de edições anteriores do ENEM. Mais do que testar conhecimento, elas permitem que o estudante reconheça a forma como a prova apresenta os conteúdos e desenvolva familiaridade com seus enunciados.

Os simulados também têm um papel importante, especialmente quando realizados em condições próximas às do exame. O objetivo não é apenas descobrir quantas questões o estudante acertou, mas observar como ele se comporta diante de uma prova longa.

E, segundo Kassula, se observar e buscar respostas para esses questionamentos também fazem parte da preparação. “O estudante precisa treinar o conhecimento, mas também precisa treinar a própria estratégia de prova. O ENEM exige concentração durante muitas horas, leitura cuidadosa e tomada de decisão. Quanto mais familiarizado ele estiver com essa dinâmica, menos energia gastará tentando entender como fazer a prova e mais poderá se concentrar em resolver as questões.”

 

E a redação?

A redação merece atenção constante até a prova. Na reta final, porém, não basta escrever muitos textos sem analisar o que precisa ser aprimorado. Uma estratégia mais produtiva é alternar a produção de redações completas com momentos específicos de revisão. O estudante pode observar se está conseguindo desenvolver uma tese clara, organizar os argumentos, utilizar repertório de maneira pertinente e construir uma proposta de intervenção coerente.

Também vale revisar textos já produzidos. Muitas vezes, um erro que aparece em uma redação volta a se repetir em outra, e identificá-lo é uma oportunidade de evolução.

 

O que não fazer agora

Kassula explica que tão importante quanto definir prioridades é saber o que pode atrapalhar o desempenho:

Tentar recuperar todo o conteúdo de uma vez pode gerar uma rotina impossível de sustentar e aumentar a sensação de que nunca é suficiente.
Trocar completamente a rotina de sono para estudar mais também tende a ser uma armadilha. O descanso faz parte da preparação, principalmente quando o estudante precisa manter concentração e memória.
Fazer simulado atrás de simulado sem analisar os resultados transforma o exercício em contagem de acertos. O mais importante é entender o que cada resultado revela.
Abandonar conteúdos em que já apresenta bom desempenho também não é uma boa estratégia. A revisão precisa preservar conhecimentos já consolidados enquanto trabalha os pontos mais frágeis.
 

E, talvez principalmente, comparar o próprio desempenho o tempo todo com o de outros estudantes pode tirar o foco daquilo que realmente importa: a evolução individual.
 

“A reta final não precisa ser uma corrida contra o relógio. O estudante ainda tem tempo para evoluir, mas precisa usar esse tempo com inteligência. Mais importante do que tentar fazer tudo é saber o que, neste momento, pode realmente fazer diferença para ele”, afirma Kassula.

 

Cinco prioridades para as próximas semanas

1. Revisar a partir dos erros

Use exercícios e simulados para identificar os conteúdos e habilidades que ainda precisam de atenção.

2. Resolver provas anteriores

Mais do que conferir o gabarito, observe como você interpreta os enunciados e administra as questões.

3. Manter a redação em prática

Escreva, revise e procure identificar padrões de erros para trabalhar pontos específicos.

4. Simular a experiência da prova

Treine também tempo, concentração, alimentação e organização para uma prova longa.

5. Preservar a rotina

Sono, pausas e momentos de descanso não competem com o estudo. Eles ajudam a sustentar o desempenho nas semanas que antecedem o exame.

 

Para Kassula, a principal mudança de mentalidade agora é entender que não existe preparação perfeita. “O estudante não precisa chegar ao ENEM sabendo absolutamente tudo. Ele precisa chegar sabendo usar bem aquilo que aprendeu, reconhecendo suas estratégias, administrando o tempo e confiando no próprio processo. A preparação, neste momento, é muito mais sobre consistência do que sobre tentar fazer tudo de uma vez.”


Créditos: Adriana Hercowitz

Do hype ao palco: estudo da SAMY revela o impacto real dos fandoms e da experiência ao vivo no Rock in Rio 2026

 

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Mapeamento de dados mostra como a mobilização prévia dos fãs influenciou a repercussão das apresentações e quais artistas conseguiram transformar o engajamento digital em aclamação ao vivo

O que define o sucesso de um show em um grande festival: a repercussão prévia nas redes sociais ou a entrega do artista no palco? Para responder a essa provocação, a SAMY - ecossistema global de marketing social-first -, realizou um estudo proprietário que mapeou o comportamento digital em torno do Rock in Rio 2026. O levantamento acompanhou o evento de ponta a ponta, entre 5 de agosto e 16 de setembro, analisando mais de 3,6 milhões de interações e 700 mil menções estruturadas para entender como a expectativa gerada pelas comunidades digitais se converteu em aprovação presencial.

A análise revelou que a repercussão de um espetáculo começa muito antes da abertura dos portões. No período pré-evento, nomes como Stray Kids, Zara Larsson e Elton John lideraram a movimentação online, impulsionados pela força orgânica dos fandoms. O grupo Stray Kids, inclusive, despontou entre os termos mais buscados no Google associados ao festival, evidenciando a capacidade das fanbases de antecipar tendências e direcionar a atenção do mercado.

Com o início das apresentações, em 4 de setembro, a tração digital acelerou significativamente o online.

Contudo, o levantamento da SAMY reforça que volume de conversas e validação do público são métricas distintas. Ao cruzar o buzz prévio com a recepção pós-show, atrações como o próprio Stray Kids confirmaram o favoritismo ao atingir 88% de preferência na votação popular do Palco Mundo. Elton John liderou os Trending Topics do X e cravou 63% de aprovação, enquanto o Foo Fighters destacou-se no segmento rock, concentrando 22% das menções do gênero e 67% de aprovação. O Palco Sunset sobressaiu-se pela diversidade de público e aclamação: a colaboração entre João Gomes e a Orquestra Brasileira alcançou 75% de preferência, e o encontro de Joelma com Viviane Batidão registrou 67%.

Em contrapartida, o estudo também expôs divergências entre visibilidade e recepção crítica. O cantor MGK registrou o menor índice de preferência entre os destaques analisados, apenas 5% de aprovação popular em seu palco, acompanhado pela maior proporção de menções negativas. O dado sinaliza que a alta exposição digital não garante, necessariamente, uma percepção positiva da experiência ao vivo.

Apesar das variações individuais, o saldo geral do Rock in Rio 2026 manteve-se amplamente favorável. O levantamento contabilizou 59,3% de menções positivas e 14,7% de negativas, atingindo um índice de aprovação líquida de 80,1% ao desconsiderar interações neutras. 

A metodologia combinou inteligência de dados das plataformas Sprinklr, Stilingue/Blip, Google Trends e Reclame Aqui, além de enquetes públicas da Billboard no Instagram e TikTok.

Sobre a SAMY

A SAMY é uma empresa global de tecnologia e marketing social-first que integra criatividade, dados e tecnologia para impulsionar resultados de negócio. Com uma abordagem end-to-end, conecta toda a jornada do consumidor, da descoberta à conversão, por meio de soluções integradas. A companhia combina tecnologia proprietária, como o Maia, com parcerias estratégicas com plataformas líderes de mercado, transformando conversas sociais em dados acionáveis e decisões em tempo real. Seu foco está em gerar impacto mensurável para marcas, indo além de métricas de vaidade e entregando resultados concretos.



Créditos: Izabelle Prado - BS




AquaRio apoia Clean Up Day com equipe de mergulhadores na Praia Vermelha

 Promovida pela Dolphin Dive em parceria com a Escola Alemã Corcovado, ação de limpeza subaquática reúne estudantes em atividade de conscientização ambiental

A Praia Vermelha recebe, no dia 3 de outubro, o Clean Up Day, ação de limpeza subaquática promovida pela Dolphin Dive em parceria com a Escola Alemã Corcovado. O AquaRio participa como apoiador, com uma equipe de mergulhadores mobilizada para a retirada de resíduos do fundo do mar. A programação começa às 8h e reúne estudantes da instituição alemã em uma manhã dedicada à relação com o ambiente marinho.

A atividade propõe uma experiência prática de conscientização ambiental. Durante o mutirão, os participantes acompanham a coleta de resíduos no mar e entram em contato com os impactos que materiais descartados podem causar aos ambientes aquáticos e à fauna marinha.

O apoio do AquaRio leva para a ação uma frente de trabalho que também integra a atuação do aquário, que desenvolve atividades relacionadas à educação ambiental, pesquisa científica e conservação da biodiversidade. A participação dos mergulhadores contribui para a coleta dos resíduos submersos e para aproximar o tema da conservação da realidade dos estudantes.

Sobre o AquaRio

Inaugurado em 2016, o AquaRio é o maior aquário marinho da América do Sul e reúne cerca de 10 mil animais de 350 espécies. Localizado na Região Portuária do Rio de Janeiro, o complexo desenvolve ações de educação ambiental, pesquisa científica e conservação da biodiversidade. Além do circuito dedicado à vida marinha, o empreendimento conta com atrações complementares, como o Museu de Cera, o Mar de Espelhos e o Globo Experience (GEX).

Serviço

Clean Up Day

Data: 3 de outubro, a partir das 8h

Local: Praia Vermelha, Rio de Janeiro (RJ)

Realização: Dolphin Dive e Escola Alemã Corcovado

Apoio: AquaRio

 

 

 

 

 Créditos: Beatriz Rosa  

Academia da Cerveja, da Ambev, convida público para combinar pintura e cerveja no “Um Brinde à Arte”

A experiência criativa que une a expressão artística à cultura cervejeira será realizada presencialmente em São Paulo, no dia 08/10

 


 

A Academia da Cerveja, escola de cultura e conhecimento cervejeiro da Ambev, apresenta a oficina “Um Brinde à Arte”, experiência que convida o público a explorar a criatividade e o equilíbrio no universo da cerveja. O workshop acontece na quinta-feira, 08 de outubro, das 19h às 21h30, e une a personalização artística de taças ao prazer da degustação, em um ambiente leve e descontraído.

 

A proposta do encontro é mostrar que a apreciação do universo cervejeiro vai muito além do copo, também pode estar associada a momentos de pausa, expressão pessoal e celebração. Durante a oficina, cada participante terá a oportunidade de pintar e personalizar suas próprias taças, com orientação de um instrutor, exercitando a criatividade enquanto desfruta de um happy hour guiado pela Academia da Cerveja. Ao final do encontro, os alunos levam suas criações exclusivas para casa.

 

O valor da inscrição é de R$ 89 (+ taxas) e contempla os materiais necessários para a pintura, incluindo taças e tintas, a instrução técnica e o consumo de cerveja durante a experiência. Localizada no bairro de Pinheiros, em São Paulo, a Academia da Cerveja foi pensada para fortalecer a cultura cervejeira no país, de forma responsável, oferecendo um ecossistema de aprendizado completo.

 

O projeto reforça também o posicionamento da Academia da Cerveja como um espaço que combina conhecimento, experiências e diferentes possibilidades de conexão com a cultura cervejeira. Além das experiências cervejeiras criativas, o espaço vem ampliando sua agenda com iniciativas focadas no equilíbrio, incluindo eventos como aulas de yoga e grupos de corrida. O evento é destinado para maiores de 18 anos e é possível encontrar mais informações no link oficial do Sympla.

 

Serviço:


Créditos: Jessica Rodrigues 


Madrinhada por Hebe Camargo, Thereza Blota une música, TV e filosofia em trajetória única

 

divulgação

Artista e comunicadora mostra como conectar música, TV, publicidade e filosofia para construir uma carreira inspiradora e cheia de repertório no entretenimento brasileiro

Em um mercado de trabalho que muitas vezes cobra especialização única e escolhas rígidas, a história de Thereza Blota surge como uma inspiração de reinvenção e autoconhecimento. Transitando com naturalidade por universos tão plurais quanto a música, a televisão, a publicidade, o audiovisual e a filosofia, a comunicadora prova que somar bagagens distintas é o segredo para construir uma carreira autêntica e de grande impacto.

Sua caminhada na mídia é marcada por momentos emblemáticos nas telas da TV brasileira. Entre as vivências mais especiais de sua jornada no entretenimento, destaca-se o convite recebido diretamente da apresentadora Hebe Camargo — um divisor de águas na carreira da artista que reforçou sua versatilidade, carisma e capacidade de comunicação frente ao público e nos bastidores do meio artístico.

A paixão pelas artes também encontrou terreno fértil no universo musical. Ao longo dos anos, Thereza construiu pontes valiosas ao colaborar com grandes nomes da indústria cultural. Suas participações em projetos musicais de destaque e trabalhos com projeção internacional ajudaram a ampliar sua percepção estética e a enriquecer sua sensibilidade artística.

No entanto, a grande virada de chave de sua carreira está na combinação entre arte e profundidade analítica. Com forte bagagem em comunicação e estudos em filosofia, Thereza aplica uma visão estratégica a cada projeto que desenvolve. Isso permite que ela transite facilmente entre o lado criativo das produções e o olhar de negócios e comportamento exigido pelas grandes marcas e veículos de mídia.

Para a especialista, a multiplicidade de saberes não deve ser encarada como dispersão, mas sim como um poderoso diferencial competitivo. “Em um mundo onde o comportamento do público muda rapidamente, ter uma visão ampla sobre cultura, sociedade e entretenimento torna a comunicação mais humana, profunda e eficiente em todas as plataformas.” Enfatiza Thereza Blota.

A trajetória de Thereza Blota inspira quem busca transformar suas paixões em uma carreira sólida e diversa. Mais do que exercer diferentes funções, sua caminhada mostra que ter um repertório rico e plural é o segredo para se comunicar com liberdade, construir autoridade no mercado e manter a relevância ao longo dos anos.

Créditos: Carol Freitas

MAM promove formação sobre arte e saúde mental em parceria com o podcast Vibes em Análise

 Com André Alves e Lucas Liedke, curso “Arte e saúde mental: experiências do sensível” aborda temas como hiperconectividade, ansiedade, depressão, economia da atenção e vida cronicamente online​

 

André Alves e Lucas Liedke, do podcast Vibes em Análise.
 

 

O MAM Cursos, programação mensal de cursos e formações do MAM São Paulo, realiza em outubro e novembro o curso “Arte e saúde mental: experiências do sensível”, em parceria com o podcast Vibes em análise. Conduzida pelos psicanalistas e pesquisadores de cultura e comportamento André Alves e Lucas Liedke, a formação propõe investigar as relações entre arte e saúde mental, articulando psicanálise, filosofia e teorias da cultura.
 

Em um contexto marcado pelo excesso de estímulos, pela hiperconectividade, pela lógica algorítmica e pela necessidade constante de exposição e performance, o curso parte de uma questão: como sustentar experiências de profundidade em um tempo marcado pela aceleração e pela dificuldade de elaboração?
 

Ao longo da formação, diferentes manifestações artísticas são analisadas como possibilidades de elaboração, deslocamento e transformação subjetiva. Entre os temas, estão: a experiência estética, o inconsciente, o esvaziamento de sentido, a economia da atenção, a ansiedade, a cultura do déficit de atenção, a performatividade e os efeitos de uma vida cada vez mais conectada.
 

A programação é composta por uma aula aberta e três encontros ao vivo. A aula aberta será transmitida pelo videocast Vibes em Análise no dia 13 de outubro, às 20h, ao vivo no YouTube, com lançamento do episódio no Spotify em 15 de outubro. Os demais encontros acontecem ao vivo na plataforma de cursos do MAM, nos dias 4, 11 e 18 de novembro.
 

Programa
 

Aula aberta — A arte como dispositivo terapêutico | 13/10
A primeira aula aborda a arte como experiência de criação, contemplação e desestabilização, além das relações entre experiência estética, falta e inconsciente.
 

Aula 2 — Depressão e esvaziamento de sentido | 4/11
A aula discute os efeitos da indústria cultural sobre a subjetividade, o vazio em meio ao excesso e as experiências contemporâneas de esvaziamento de sentido.
 

Aula 3 — Ansiedade, aceleração e cultura do déficit de atenção | 11/11
O encontro aborda a economia da atenção, a proliferação de ruídos, a fragmentação da contemplação e da reflexão e os efeitos do entretenimento crônico.
 

Aula 4 — Identidade, performatividade e a vida cronicamente online | 18/11
A programação discute cultura narcisística, protagonismo, autoficção, performatividade e a transformação do self em mercadoria.
 

Sobre os professores
 

Lucas Liedke é psicanalista, pesquisador, escritor e analista de movimentos culturais. É cofundador do instituto de pesquisa floatvibes e apresentador do videocast "Vibes em Análise", que faz reflexões sobre temas emergentes da atualidade. Autor dos livros "Vibes em Análise: Psicanálise para escutar as vibrações da cultura contemporânea” e "Entre Sessões: Psicanálise para além do divã", Lucas tem mais de 20 anos investigando transformações sociais e comportamentais. Sua atuação na clínica psicanalítica inclui a rede de atendimento do Centro de Estudos de Psicanálise (SP), Casa de Saúde São João de Deus (SP), Rede Postinho de Saúde (RJ) e Oficina de Criatividade no Hospital São Pedro (POA).
 

André Alves é psicanalista, escritor, pesquisador de cultura & comportamento e co-fundador da floatvibes — instituto de estudos culturais e pesquisa comportamental. É co-apresentador do Vibes em Análise, podcast que faz uso da psicanálise para gerar reflexões sobre o estado atual do mundo em que vivemos. E também autor do livro Vibes em Análise: psicanálise para escutar as vibrações da cultura contemporânea, publicado em 2023 pela Editora Nacional. André é criador do Psicanálise Selvagem, uma série com análises de personagens ficcionais de filmes e séries. Em suas redes, ele elabora assuntos relacionados à saúde mental, internet, consumo, relacionamentos, política, trabalho e outros temas relevantes para o nosso tempo. Formado em comunicação social, tem mais de quinze anos de experiência profissional usando a pesquisa e a análise cultural como ferramentas essenciais para a pesquisa de mercado, conteúdo e clínica.


MAM Cursos
 

O MAM Cursos integra a programação mensal do MAM São Paulo e reúne cursos, palestras, oficinas e outras propostas de formação voltadas a diferentes públicos. A programação aborda temas relacionados à arte, à cultura e à sociedade, aproximando pesquisadores, artistas, profissionais e o público do museu.


Serviço
 

MAM Cursos — Arte e saúde mental: experiências do sensível
Com André Alves e Lucas Liedke
Parceria MAM São Paulo e Vibes em análise
 

Aula aberta: 13/10, terça-feira, às 20h, ao vivo no YouTube
(lançamento do videocast no Spotify em 15/10)
Encontros ao vivo: 04, 11 e 18/11, quartas-feiras, das 19h às 21h, na plataforma de cursos do MAM
 

Investimento: R$ 480,00 + taxas
Inscrições: mam.org.br/curso/arte-e-saude-mental-experiencias-do-sensivel 


Descontos:
20% para membros do programa Amigo MAM. Faça parte!
10% para estudantes, professores e aposentados.

Dúvidas:
cursos@mam.org.br | WhatsApp: 11 99774 3987
Telefone: (11) 5085-1300


Mais informações:


MAM São Paulo

instagram.com/mamsaopaulo/

facebook.com/mamsaopaulo/

youtube.com/@mamsaopaulo/

x.com/mamsaopaulo



Créditos: Evandro Pimentel  

Ele começou na feira aos 8 anos e virou empresário: conheça a história de superação que deu origem ao livro "Suor Sem Ego"

 


Suor sem ego

Empresário transforma uma trajetória que começou no trabalho aos oito anos em reflexão sobre sucesso, dignidade e a coragem de recomeçar

Aos oito anos, Bruno J. Pereira já sabia que trabalho não era apenas uma palavra de adulto. Em uma feira livre, empurrava um pesado carrinho de mão carregando as compras de outras pessoas em troca de pequenas moedas. O dinheiro não era para brinquedos ou doces, ajudava a colocar comida dentro de casa. Décadas depois, após atravessar pobreza, mudanças, perdas, experiências profissionais no Brasil e nos Estados Unidos e chegar ao empreendedorismo, ele transforma essa trajetória no livro Suor Sem Ego, A história de um homem que não aprendeu a desistir. “Eu não escrevi este livro para mostrar onde cheguei ou o que conquistei. Escrevi porque, olhando para trás, percebi quantas vezes foi necessário começar novamente. Para mim, sucesso não pode ser medido apenas pelo patrimônio, mas pela liberdade de escolher quem queremos ser sem deixar que o ego determine nossas decisões”, afirma Bruno J. Pereira. A reflexão sintetiza uma das ideias centrais da obra, que questiona a associação automática entre sucesso, dinheiro e status.

A autobiografia percorre uma vida marcada por contrastes. Bruno relata a pobreza na infância, as constantes mudanças da família, períodos vividos em cortiços e periferias, a passagem por Cotia, a mudança para o Paraná, a entrada no mercado de trabalho e o aprendizado no setor de comunicação visual. A morte do pai também aparece entre os acontecimentos que provocaram mudanças importantes em sua trajetória. A história posteriormente ultrapassou as fronteiras brasileiras. Bruno viveu nos Estados Unidos e passou por Manhattan, onde novamente precisou lidar com trabalho, adaptação e sobrevivência. De volta ao Brasil, enfrentou outro período de incerteza que atingiu milhões de brasileiros, a pandemia. Foi nesse cenário que criou a KLW Brasil, empresa que cresceu e passou a contar também com a participação dos filhos, levando o empresário a uma realidade financeira muito diferente daquela vivida pelo menino que trabalhava por moedas na feira.

Apesar da trajetória de ascensão, Suor Sem Ego procura fugir da fórmula tradicional das histórias que prometem ensinar o caminho para o sucesso. Em vez de apresentar uma receita, Bruno parte das próprias experiências para abordar disciplina, responsabilidade, desapego, capacidade de adaptação e disposição para começar outra vez. “Não acredito que exista uma fórmula que funcione para todo mundo. O que a minha história pode mostrar é que nenhum trabalho honesto diminui uma pessoa. Eu carreguei carrinho de feira, precisei me adaptar inúmeras vezes e comecei novamente quando foi necessário. O trabalho nunca foi motivo de vergonha, foi parte da construção da minha dignidade”, diz. Resume Bruno Pereira.pdf

A família também ocupa espaço central no livro. As dificuldades enfrentadas pelos pais aparecem como parte da formação do autor, enquanto os filhos Kauan, Luiza e Wendel representam uma nova etapa da história. Apontados por Bruno como motivação para grande parte de seus esforços, eles passaram posteriormente a compartilhar com o pai a realidade da empresa construída ao longo dos anos.

O título resume a mensagem que Bruno pretende deixar ao leitor. “Suor sem ego é continuar disposto a trabalhar, aprender e recomeçar independentemente do lugar que você ocupa hoje. Quando olho para aquele menino de oito anos e para o empresário que me tornei, não quero esquecer de onde parti. O maior risco de uma conquista é acreditar que ela nos torna maiores do que os outros”, afirma. Mais do que registrar onde Bruno chegou, o livro apresenta os diferentes lugares dos quais precisou partir, muitas vezes do zero, para continuar seguindo em frente.



Serviço:

Livro: Suor Sem Ego, A história de um homem que não aprendeu a desistir

Autor: Bruno J. Pereira

@bruno.jpefeirawolf

bj.pereira@aol.com

https://klwbrasil.com.br/

Rua das Palmeiras, 329 B, Pinhais/PR.


Créditos: Verônica Pacheco


Invasão 4x4 da Bamaq GWM impulsiona mais de 100 vendas em uma semana

 Evento movimentou as concessionárias do grupo em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul e aproximou clientes dos modelos Haval H9, Poer P30 e Tank 300

Invasão 4x4 na Bamaq GWM
Bamaq GWM

A Bamaq GWM encerrou com resultado positivo a Invasão 4x4, ação promovida no sábado (19) em suas concessionárias. Ao longo da semana do evento, a empresa registrou 109 veículos vendidos.

Durante a ação, o público pôde conhecer de perto o Haval H9, a picape Poer P30 e o Tank 300, conversar com as equipes comerciais e conferir as características e tecnologias da linha 4x4 da GWM.

A programação também contou com condições especiais para aquisição dos veículos, entre elas avaliação do usado por 100% da Tabela Fipe e financiamento com taxa zero em 24 parcelas, mediante entrada de 60%.

Embora tenham chegado recentemente ao mercado brasileiro, os três modelos já acumulam importantes reconhecimentos. Em 2026, o Haval H9 foi o vencedor da categoria “Mais de 5 Lugares Premium” do “Qual Comprar”, da revista Autoesporte, enquanto o Tank 300 liderou entre os “Híbridos Premium”. A Poer P30, por sua vez, foi eleita a Melhor Picape Média no Prêmio UOL Carros 2025. As premiações reforçam a rápida consolidação da linha 4x4 da GWM entre os consumidores brasileiros.

“O resultado da Invasão 4x4 demonstra a receptividade do público a veículos que aliam robustez, tecnologia, conforto e versatilidade. A ação também reforça a estratégia da Bamaq GWM de criar experiências que aproximem os clientes dos modelos e permitam conhecer, na prática, suas diferentes possibilidades de utilização”, afirma Nathalia Vianna, gerente-geral da Bamaq GWM.

Representante exclusiva da GWM na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a Bamaq GWM possui unidades na Raja Gabaglia, Pampulha e Contagem. Em Mato Grosso do Sul, representa a marca por meio das concessionárias de Campo Grande e Dourados.

Invasão 4x4 na Bamaq GWM
Bamaq GWM


Sobre a GWM

Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a quarta maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que lidera na China há 24 anos, com mais de 50% de participação. A marca atua em mais de 60 países, com 70 mil funcionários e oito centros de Pesquisa e Desenvolvimento ao redor do mundo.

Sobre o Grupo Bamaq

Fundado em 1974, o Grupo Bamaq é um dos maiores conglomerados empresariais do Brasil, com atuação nos setores de equipamentos pesados, automóveis e serviços financeiros. Com mais de mil colaboradores e presença em 17 estados, representa as marcas Porsche (MG, BA e MS), GWM (RMBH e MS) e Mercedes-Benz (RMBH).



Créditos: Michele de Melo Borges

Setembro Amarelo acende alerta para mudanças de comportamento entre crianças e adolescentes

 Especialista destaca importância de reconhecer alterações na rotina e reforça que cuidado com a saúde emocional deve fazer parte do cotidiano escolar


Imagem: Poliedro


Uma criança que começa a se afastar dos colegas. Um adolescente que perde o interesse pelo que antes fazia parte de sua rotina. Mudanças assim podem passar despercebidas no dia a dia, mas merecem atenção quando se tornam frequentes ou persistentes. No Setembro Amarelo, o debate sobre saúde emocional ganha espaço e reforça um desafio para quem convive diariamente com crianças e adolescentes: perceber quando um comportamento deixa de ser pontual e passa a comunicar uma dificuldade.
 

“Não existe um comportamento isolado que nos permita concluir que um estudante está em sofrimento emocional. O mais importante é perceber mudanças significativas em relação àquilo que é habitual e observar sua frequência, intensidade e duração”, explica Jéssica Pontes, especialista em educação socioemocional do Conviver, programa do Poliedro Educação.
 

Por ocupar parte importante da rotina de crianças e adolescentes, o ambiente escolar pode favorecer essa percepção. Isso não significa, porém, atribuir aos educadores uma responsabilidade clínica. Para Jéssica, a atuação começa pela proximidade e pela escuta, sem julgamentos ou tentativas de diagnóstico.
 

Entre acolher e encaminhar
 

“O papel dos professores é observar, acolher, mediar e escutar. A escola pode acompanhar e construir estratégias educativas, mas não deve assumir o papel de profissionais da saúde”, afirma Pontes. Quando uma mudança persiste ou começa a comprometer a rotina e a aprendizagem, o cuidado deve envolver a família e, se necessário, atendimento especializado. Em situações de risco à integridade do estudante, os protocolos de proteção e a rede de apoio precisam ser acionados.
 

Mais do que responder ao sofrimento quando ele já se manifesta, a especialista defende um trabalho permanente de fortalecimento dos vínculos e de desenvolvimento socioemocional. Sentir-se reconhecido, ouvido e parte de uma comunidade pode ampliar a rede de apoio dos jovens e contribuir para que encontrem caminhos para expressar o que sentem e pedir ajuda.
 

“Educação socioemocional não é ensinar a ‘pensar positivo’ ou fazer com que uma criança deixe de sentir raiva, medo, frustração ou tristeza. É ajudá-la a compreender o que sente e ampliar seu repertório para lidar com essas experiências”, diz Jéssica.
 

Essa perspectiva orienta o Conviver, que integra o desenvolvimento socioemocional à prática pedagógica e mantém um trabalho contínuo com estudantes, educadores e famílias. Para Jéssica, é justamente essa continuidade que deve permanecer após o mês de setembro. “Promover o bem-estar emocional e social não é criar mais uma ação para colocar no calendário. É construir uma cultura na qual as pessoas aprendam a conviver, reconhecer suas emoções, cuidar das relações, lidar com conflitos e pedir ajuda quando necessário.”
 

Sobre o Conviver e Integrar

O Conviver e Integrar, feito pelo Poliedro Educação, é o primeiro programa socioemocional que pode ser integrado a um sistema de ensino. Alinhado à BNCC, ele conecta desenvolvimento acadêmico e socioemocional em uma proposta estruturada que fortalece competências essenciais como autorregulação, habilidades de relacionamento e tomada de decisão responsável. Inspirado nas referências do CASEL e adaptado à realidade brasileira, o Conviver apoia a construção de ambientes escolares mais acolhedores, substituindo iniciativas isoladas por uma jornada consistente e integrada de formação humana.


Créditos: Laís Souza