Em "Overdone: A beleza que mata", o culto à perfeição estética abre as portas para o maior atentado bioterrorista da história
Para Roberto Dias, a humanidade sempre foi um projeto mal-acabado. Acostumado a trabalhar nas mais sofisticadas clínicas de estética, aprendeu a enxergar falhas onde outros viam apenas rostos comuns. Rugas, marcas do tempo, pequenas assimetrias: cada detalhe reforçava a impressão de que o mundo aceitava imperfeições demais.
No livro tema desta Leitura Coletiva, essa fixação tem origem em um episódio antigo. Expulso da faculdade de medicina após um trote que terminou em escândalo, Roberto viu a carreira desmoronar ainda jovem. Sem poder exercer a profissão, migrou para a indústria da beleza. Ali construiu reputação e influência suficientes para ser conhecido como o “Rei da Toxina Botulínica”.
O prestígio e o dinheiro, porém, não resolveram o que ficou para trás. Em Overdone: A beleza que mata, o escritor José Roberto da Costa Pereira transforma esse ressentimento no ponto de partida da trama. Ciente do potencial letal da toxina e com o apoio de um investidor anônimo, o personagem usa décadas de experiência técnica para estruturar o maior atentado bioterrorista do mundo. E ninguém suspeita do lugar onde tudo começa.
Com uma narrativa ácida e irônica, o autor utiliza sua experiência como cirurgião plástico para destrinchar as vaidades do mercado estético. A escrita ágil e visual transporta o leitor para cenas cinematográficas, questionando a confiança cega em uma indústria que lucra com a promessa de corrigir o que chama de imperfeição.
Prepare-se para encarar a face mais perturbadora da vaidade humana!
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Sobre o autor: José Roberto da Costa Pereira é médico, com especialização em cirurgia plástica e pós-graduação em nutrologia. Leitor de ficção e biografias, sempre demonstrou interesse por inovação.
Autor de monografias e artigos científicos, já publicou duas crônicas em coletâneas. Overdone: A beleza que mata marca sua estreia na ficção. No romance, reúne duas características que o acompanham desde sempre: criatividade e senso de humor.



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