Lançamento literário de Eduardo Armelin reflete sobre a imprevisibilidade do futuro e a importância de se transformar diante das adversidades
Em Na Estação Que Paramos, David dedica seus dias a conquistar dois grandes sonhos: tornar-se pai e alcançar o auge da carreira como investigador. Porém, prestes a tirar férias depois de tantos anos ininterruptos de trabalho, ele percebe que está longe de qualquer um de seus objetivos e, na verdade, nem sabe mais por onde começar.
O protagonista da obra de Eduardo Armelin narra um momento comum entre os adultos quando compreendem que, após lutar por muito tempo em prol daquilo que querem, o destino parece tê-los conduzido para um lugar jamais imaginado. Com uma narrativa emocionante e profunda, o livro apresenta os conflitos de alguém que está sem alternativa e precisa continuar se movimentando de qualquer maneira, rumo ao futuro desconhecido.
Mas, como o percurso da vida sempre exige transformação, David vai enfrentar uma situação que desafia todas as suas escolhas. Durante um trajeto de metrô, o protagonista oferece ajuda a uma mulher que parece nervosa enquanto tenta cuidar de um bebê. Em questão de segundos, ela desaparece, deixando a criança em seus braços.
Provocado por este encontro inesperado, o personagem decide embarcar em um processo de adoção monoparental, enquanto tenta destravar todos os conflitos que perduram em sua vida e busca retornar aos tempos de sucesso no trabalho.
— Muitas vezes ficamos tão preocupados em encontrar uma saída ou solução para as situações que vivemos que esquecemos de contemplar o que está aqui, diante de nós — disse o pai olhando ao horizonte, enquanto David o observava com atenção — Quando você era pequeno, foi pela sua insistência em vir aqui, que eu sentia uma calmaria dos problemas que eu mesmo estava lidando. Então, eu tenho que te agradecer, pois quando criança, você me ensinou algo valioso..., ou seja, eu só estou te lembrando algo que você já sabe por instinto. (Na estação que paramos, p. 123)
A partir de um drama pessoal, a publicação levanta debates sobre a imprevisibilidade do futuro, a importância da esperança, o poder dos sonhos, a paternidade solo e as marcas invisíveis dos traumas. “O livro reflete sobre o momento em que estamos em conflito, dentro de nossas cabeças e sem alternativa, mas que exige movimento para vermos com clareza os caminhos que devemos percorrer”, afirma o autor.
FICHA TÉCNICA
Título: Na Estação Que Paramos
Autor: Eduardo Armelin
Editora: Patuá
ISBN: 978-65-281-0309-6
Páginas: 232
Preço: R$ 60 (físico)
Onde comprar: Amazon | Patuá | Site do Eduardo Armelin
Sobre o autor: Eduardo Armelin é formado em Administração e trabalha há quase duas décadas na carreira corporativa. Em paralelo à trajetória profissional, escreve desde os 15 anos e agora estreia como romancista com o livro Na Estação Que Paramos. Nascido em São Paulo e residente em Santos, ele utiliza a literatura como forma de refletir sobre os sonhos e os conflitos humanos. Reflexo desse compromisso está também no seu site, onde disponibiliza kits do lançamento literário com o objetivo de convidar os leitores à ação, além de publicar conteúdos sobre escrita como resistência, reinvenção profissional e a busca pelo bem-estar.
Instagram: @eduardoarmelin.
TikTok: @eduardoarmelin.
Youtube: @eduardoarmelin.
Site: https://eduardoarmelin.



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