Nattan, Léo Foguete e Mari Fernandez estão entre os nomes que levam o forró e a música nordestina para públicos além das fronteiras brasileiras
Celebrado em outubro, o Dia Internacional da Música é uma oportunidade para olhar para a força da música brasileira e para a forma como diferentes gêneros e manifestações culturais do país vêm conquistando espaço fora do Brasil. Entre os movimentos que acompanham essa expansão está a internacionalização do forró e da música nordestina, impulsionada por artistas que têm levado seus repertórios para apresentações em outros países.
É nesse cenário que nomes como Xand Avião, Nattan, Léo Foguete, Zé Vaqueiro e Mari Fernandez, artistas agenciados pela Vybbe, responsável pelo desenvolvimento de alguns dos maiores nomes da música nacional, vêm ampliando sua presença para além do mercado nacional. A realização de shows e participações em eventos internacionais representa uma nova frente de circulação para a música nordestina e aproxima esses artistas de brasileiros que vivem no exterior e também de novos públicos.
Além de atravessar fronteiras geográficas, a movimentação internacional ajuda a apresentar ao público de diferentes países elementos característicos da cultura nordestina, presentes nos ritmos, repertórios, performances e identidade visual dos artistas. Com isso, forró, piseiro e sertanejo e outras vertentes da música popular brasileiramente nordestina passam a integrar experiências musicais em diferentes territórios.
Para Carlos Aristides, CEO da Vybbe, a expansão internacional acompanha a transformação do mercado musical e a consolidação de artistas nordestinos em diferentes espaços da cultura brasileira.
“A música nordestina tem uma identidade muito forte e, ao mesmo tempo, uma capacidade enorme de dialogar com diferentes públicos. Quando artistas como Xand Avião, Nattan, Léo Foguete, Zé Vaqueiro ou Mari Fernandez se apresentam fora do Brasil, não levamos um show para outro país, mas também o trabalho de apresentar uma parte da nossa cultura, linguagem e nossa forma de celebrar a música. A internacionalização é uma extensão natural do crescimento desses artistas e abre novas possibilidades para a música nordestina”, afirma.
A presença de artistas brasileiros no exterior também acompanha a expansão das plataformas digitais, que facilitaram o acesso de públicos internacionais aos lançamentos e repertórios produzidos no Brasil. Músicas que antes dependiam da circulação física de CDs, DVDs e shows hoje podem alcançar ouvintes de diferentes países antes mesmo da realização de uma apresentação internacional.
Para a Vybbe, esse cenário amplia as possibilidades de construção de carreira e reforça a importância de pensar os artistas além das fronteiras do mercado brasileiro. A estratégia envolve não apenas a realização de shows, mas a criação de conexões com diferentes públicos e mercados, mantendo como elemento central a identidade artística e cultural de cada nome.
Créditos - Victoria Ragazzi


Nenhum comentário
Postar um comentário