NIAD promove campanha de conscientização sobre o daltonismo no Shopping Pátio Alcântara e no Santa Cruz Shopping

 Em comemoração ao Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo, celebrado em 6 de setembro, shoppings terão ações gratuitas, aplicação do Teste de Ishihara e atividades sobre o ColorADD, alfabeto de cores que amplia a acessibilidade e a inclusão.

Campanha NIAD para o Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo 2026


“A cor é para todos”, que é o slogan do ColorADD, é o tema da campanha que a NIAD Shopping Centers promoverá em seis de seus empreendimentos para destacar o Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo. Ao longo de setembro, serão realizadas ações gratuitas que convidam o público a descobrir como as pessoas com o distúrbio da visão percebem as cores e como o ColorADD pode facilitar a comunicação, promover acessibilidade e contribuir para uma experiência de consumo mais inclusiva.
 
A campanha deste ano será divulgada nos canais digitais da NIAD e dos empreendimentos e estará presente nas ações gratuitas nos shoppings Bougainville (GO), Boulevard Brasília (DF), Boulevard Londrina (PR), Boulevard Vila Velha (ES), Pátio Alcântara e Santa Cruz (RJ). O público participará de atividades informativas, educativas e recreativas relacionadas ao tema. Também haverá aplicação do Teste de Ishihara, que auxilia na identificação do daltonismo em pessoas de diferentes idades. O daltonismo é uma condição que pode impor barreiras no dia a dia de quem convive com ela. O objetivo da campanha é lançar luz sobre o tema e fazer com que as pessoas conheçam um pouco mais sobre o ColorADD, criado pelo designer português Miguel Neiva, aprovado pela comunidade científica internacional e já utilizado em 90 países.
 
O dia 6 de setembro foi escolhido para marcar a conscientização sobre o daltonismo por coincidir com o aniversário de John Dalton, cientista que estudou a condição. Atualmente, cerca de 350 milhões de pessoas convivem com algum tipo de daltonismo no mundo e, no Brasil, são mais de 9 milhões.
 
A NIAD é a única administradora de shopping centers da América Latina a adotar o ColorADD nos empreendimentos que administra. Desde 2024, quando teve início a parceria inédita com a ONG portuguesa criadora dos símbolos que compõem o alfabeto das cores para daltônicos, as iniciativas realizadas nas unidades já impactaram mais de 4 milhões de pessoas. Foram aplicados mais de 600 testes, com acompanhamento de oftalmologistas. O diagnóstico tem o potencial de transformar profundamente a vida dessas pessoas, oferecendo a elas a oportunidade de compreender e lidar melhor com sua condição.
 
Nos shoppings administrados pela NIAD, os símbolos do ColorADD já podem ser encontrados em estacionamentos, elevadores, lixeiras para separação de resíduos, portas e outras áreas. A iniciativa integra a política de responsabilidade social da companhia e reforça o compromisso com acessibilidade, inclusão e pertencimento, contribuindo para uma experiência de visita e consumo mais completa para todos.

ColorADD aplicação nas caixas de reciclagem dos shoppings NIAD

ColorADD aplicação nos estacionamentos dos shoppings NIAD

Experiências de ColorADD nos Shoppings NIAD 2

 
Serviço - Dia Mundial de Conscientização do Daltonismo
Data: 6 de setembro
Eventos gratuitos: a programação pode ser consultada nas redes sociais dos shoppings participantes.
- Bougainville Shopping (GO) - @bougainvilleshopping
- Boulevard Shopping Brasília (DF) - @boulevardshoppingbrasilia
- Boulevard Shopping Londrina (PR) - @boulevardshoppinglondrina
- Boulevard Shopping Vila Velha (ES) - @boulevardvv
- Santa Cruz Shopping (RJ) - @stacruzshoppingrio
- Shopping Pátio Alcântara (RJ) - @patioalcantara
Para mais informações sobre o ColorADD, acesse o site: www.coloradd.net/pt/ 


Créditos: Ligia Viegas

 

Neurologista esclarece a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), condição rara diagnosticada no comunicador Lito Sousa

 Especialista explica as origens priônicas, os sintomas da degeneração cerebral e os desafios do diagnóstico dessa enfermidade rara


O diagnóstico recente da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) revelado pelo especialista em aviação e influenciador Lito Sousa trouxe visibilidade a uma das condições neurodegenerativas mais raras e complexas da medicina moderna. Causada por proteínas alteradas que danificam o tecido cerebral de forma severa e progressiva, a enfermidade afeta a cognição, as funções motoras e o sistema nervoso central. 

Estima-se que a incidência global da DCJ seja de apenas 1 a 2 casos por milhão de pessoas a cada ano. Ao contrário da associação frequente no imaginário popular, a grande maioria dos casos não tem relação com a chamada ‘doença da vaca louca’. A exposição a produtos bovinos contaminados está relacionada à variante da DCJ (vDCJ), uma forma extremamente rara da doença. A forma mais prevalente é a esporádica, responsável por cerca de 85% dos registros no mundo, na qual a alteração da proteína ocorre sem causa aparente ou padrão de transmissão conhecido.

A neurologista da Rede Oto, Dra. Flávia Timbó, explica que os príons alterados agem em cadeia, forçando proteínas saudáveis a também se dobrarem incorretamente. "Esse acúmulo gera uma destruição rápida e generalizada dos neurônios, deixando o cérebro com um aspecto esponjoso. Por se tratar de um processo degenerativo acelerado, a preservação da dignidade e do bem-estar do paciente exige diagnóstico assertivo e suporte multidisciplinar", esclarece o médico.

A evolução da doença é veloz. A fase inicial costuma se confundir com outros quadros neurológicos, mas progride rapidamente para declínio cognitivo e alterações físicas. Os principais sinais observados incluem:

Sintomas motores: Ataxia (perda de coordenação motora e equilíbrio), tremores, rigidez muscular de padrão parkinsoniano e mioclonias (espasmos e contrações involuntárias).

Sintomas cognitivos e comportamentais: Perda de memória de rápida evolução, confusão mental, afasia (dificuldade de comunicação) e alterações bruscas no humor ou na personalidade.

Perda visual e de percepção: Dificuldade na orientação espacial e perda progressiva da acuidade visual.

Segundo a especialista da Rede Oto, a confirmação diagnóstica exige exames específicos para identificar os sinais que ela deixa no cérebro. Os médicos analisam o quadro do paciente e confirmam a suspeita por meio de uma ressonância magnética (que mostra alterações no tecido cerebral), um eletroencefalograma (que mede a atividade elétrica do cérebro) e a análise do líquor, um líquido retirado da espinha para buscar proteínas e marcadores específicos da doença. É a combinação desses três exames que permite identificar o problema com precisão e rapidez. 

Por se tratar de uma doença de progressão rápida e para a qual a medicina ainda busca terapias curativas eficazes, o protocolo terapêutico foca na qualidade de vida e no controle de sintomas do paciente.

"O papel das redes de saúde e de equipes especializadas é garantir suporte integral ao paciente e à família. O manejo adequado de dores, espasmos e distúrbios de sono, somado ao acolhimento multiprofissional, é fundamental para proporcionar conforto em todas as etapas", conclui o especialista da Rede Oto.

Dra Flavia


Sobre a Rede Oto

A Rede Oto é referência em atendimento médico de excelência e alta complexidade em Fortaleza, dispondo de estrutura tecnológica moderna, suporte em diagnósticos neurológicos de alta precisão e corpo clínico especializado no manejo de doenças raras e neurodegenerativas.


Créditos: Lara Alves  


DVD “Forró e Mulher II”, de Márcia Fellipe, ultrapassa 20 milhões de visualizações no YouTube

 

Márcia Fellipe Créditos @Italofilms

O DVD “Forró e Mulher II”, de Márcia Fellipe, ultrapassou a marca de 20 milhões de visualizações no YouTube, somando 3,1 milhões de streams no Spotify nos últimos 28 dias. Gravado no Haras Cartaxo, em Sousa, na Paraíba, o projeto reúne 17 faixas e participações de nomes como Samya Maia, Amanda Rainha, Mika Rodrigues, Adma Andrade, Mirella Vieira e Kátia Cilene.

Os números apontam para a continuidade do alcance do projeto nas plataformas digitais. Dos 17 vídeos disponibilizados no YouTube, sete já ultrapassaram 1 milhão de visualizações. Os dados foram registrados pelo YouTube Studio nos últimos 28 dias.

Entre as faixas, “Já Chorei Pra Valer” aparece como o principal destaque. A música soma 8 milhões de visualizações no YouTube e 2,4 milhões de streams no Spotify no período analisado. O áudio também figura entre os conteúdos em alta no Instagram, enquanto a faixa aparece no Top 10 de músicas em alta no YouTube.

Lançado em 7 de agosto, “Forró e Mulher II” foi gravado no dia 23 de julho e reúne repertório composto por clássicos e regravações em formato ao vivo. A proposta do projeto é reunir diferentes vozes femininas do forró em um mesmo trabalho audiovisual, ampliando a circulação das músicas nas plataformas digitais.

Os resultados também refletem o comportamento de consumo do público em diferentes ambientes digitais. Além do desempenho no YouTube e no Spotify, a presença de faixas do álbum entre os conteúdos em alta nas redes sociais indica a circulação do repertório para além das plataformas de streaming.

O projeto integra a discografia de Márcia Fellipe distribuida pela Potência Music, para todas as plataformas de áudios e redes sociais. A gravadora sediada em Fortaleza que atua nas áreas de produção musical, distribuição digital e desenvolvimento de projetos para artistas.

Serviço
DVD Forró e Mulher II
Disponível no YouTube e em todas as plataformas digitais


Créditos: Heitor Alencar 

Da passarela às ruas: como a moda revela a história de um país?

 Por Cristina Seixas

Desfile da Dior na Paris Fashion Week de 2026
Reprodução / Instagram @fashionweek


Já dizia o escritor francês Anatole France (1844-1924): “Se eu pudesse escolher apenas um livro entre as publicações impressas cem anos após a minha morte, sabe por qual optaria? Eu escolheria simplesmente uma revista de moda, na qual eu poderia ver como as mulheres estarão vestidas um século após minha partida. E estas roupas me falariam mais sobre a humanidade futura do que filósofos, romancistas, profetas e intelectuais”.

A discussão sobre a moda como fenômeno sociocultural de expressão de um momento, de uma sociedade ou um fenômeno meramente comercial, são algumas questões que emergem frequentemente nos debates sobre esse campo.

Moda como símbolo de comunicação

O processo de criação na moda passa por transformações, muitas vezes por influência do contexto cultural, histórico e ambiental, cujos valores e significados se revelam na interpretação de sua realidade. Assim, é possível definir a moda como a expressão do momento. Existem determinadas características de estilo que sobressaem e expressam manifestações culturais, tornando a moda um símbolo de comunicação de massa, cujas formas, cores e texturas “contam” o momento histórico social de um país.

Vejamos por exemplo a moda feminina das décadas de 1940 e 1950 na Europa, mais especificamente na França, onde pode-se notar claramente o discurso de cada uma, inserida em seu contexto. 1950 reflete a reação à rigidez da estrutura do vestuário feminino dos anos 1940 e as grandes limitações à moda parisiense, criada sob forte influência das linhas militares e do vestuário masculino, com poucas cores, sem ornamentações, ombros armados e profusão de bolsos e de botões. As saias encurtaram, devido à economia de tecido, e os looks eram complementados por sapatos abotinados e sandálias com plataforma de cortiça. Era o reflexo do rigor das leis protecionistas, que determinavam até a metragem do tecido a ser utilizada. Os países envolvidos no conflito conviveram com o sentimento de despojamento e de simplicidade.

Com o fim da guerra, mais precisamente em 1947, aconteceu uma grande reviravolta no mundo fashion, quando a Dior apresentou sua primeira coleção de alta costura, a Ligne Corolle - rebatizada de New Look por Carmel Snow, pela editora de moda da revista Harper’s Bazaar - com saias amplas de cintura fina e corpetes estruturados. Os modelos chegavam a gastar vinte metros ou mais de tecido para a roda da saia, a exemplo do modelo Dioríssimo, complementados por sapatos altos de salto “agulha” e enormes chapéus. Era uma nova silhueta, em que a moda expressava feminilidade e elegância e que, em contraponto à fase anterior, exibia o reflorescimento da indústria têxtil e das pequenas empresas de acessórios.

Linguagem da moda

A narrativa fashion é um conjunto de signos que envolve do conceito à construção estética e exibe um discurso implícito de um momento, influenciado, por exemplo, por um contexto social, como o comportamento de consumo, as crises ou novos movimentos sociais, e que se reflete no discurso visual.

Por exemplo, um desfile pós-pandemia pode exibir conforto e liberdade, por meio de formas e de tecidos, com a silhueta mais ampla e a modelagem mais fluida. As formas, os materiais e as cores dos modelos podem expressar e/ou questionar padrões corporais e estéticos, tornando-se o espelho de seu tempo.

Paris, hoje

Em uma rápida análise da moda em Paris, hoje, nota-se a valorização do corpo, unindo simplicidade visual e respeito à silhueta, com conforto e movimento natural, e os elementos que se destacam são a cintura marcada (uso do peplum), texturas ricas, como o couro, em peças principais do look, e os bordados delicados em substituição às estampas.

Realça o “feito à mão”, com técnicas artesanais, em contraponto ao consumo rápido anterior. A moda busca menos “choque” visual e mais pureza nas formas, definidas por modelagens e tecidos que dão o tom natural ao caminhar. Percebe-se o cansaço aos excessos, com a busca de uma estética mais limpa, mais natural, por meio de looks mais sóbrios e duradouros, contrapondo a prática do descarte. Enfim, a moda valoriza o trabalho artesanal e a origem das peças e sinaliza um retorno ao natural e ao chique.

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Arquivo pessoal / Cristina Seixas


Sobre Cristina Seixas: jornalista, tradutora, produtora de eventos de moda, estilista, escritora e mestre em Design pela PUC-Rio. Com mais de 40 anos de experiência, idealizou desfiles, produziu eventos em instituições como o Museu Histórico Nacional, além de ter sido professora do Curso de Bacharelado em Design – Habilitação Moda e de pós-graduação em Design de Moda e Acessórios de Moda do SENAI CETIQT, bem como lecionou na PUC-Rio, na UERJ e na UCAM. Participou da tradução de livros como “História da cozinha e da gastronomia francesa”, de Patrick Rambourg (Editora Cassará) e “Seu futuro nas linhas da mão”, de René Butler (Editora Record). Atuou na revisão de obras, entre as quais “Uma breve história do racismo”, de Jacques d’Adesky (Editora Cassará) e “Os sabores e os saberes de Danusia Barbara (Editora Cassará). Como escritora, publicou “Casa Canadá: a questão da cópia e da interpretação na produção de moda na década de 1950” (Editora Cassará, 2015), além de “Estética da moda, Styling & Produção”, este em parceria com a jornalista Lu Catoira (2021) e “Rabena Karib: jornada entre e o deserto e o mar” (2025), ambos pela Edições Cândido.

Instagram: @tittiseixas


Créditos: Victória Gearini

Amanhã (4), às 15h: Vitória Martinello fala de santidade real na Bienal do Livro

 Inspirada pela mãe, Vitória Martinello lança livro que aproxima jovens da santidade

Influenciadora estreia como escritora em "Ser diferente é um presente", lançamento da Editora Vida sobre relacionamentos, identidade, renúncia, maturidade e propósito

Divulgação | Editora Vida


Desde a infância, Vitória Martinello ouviu a mãe, Viviane Martinello, repetir uma frase: "ser diferente em uma geração de iguais é como ter um precioso tesouro". Agora, a criadora de conteúdo transforma essa mensagem no seu livro de estreia, publicado pela Editora Vida. Em Ser diferente é um presente, a autora se inspira na própria história para apresentar a santidade de forma prática como uma resposta voluntária ao amor de Deus, sem reduzi-la a comportamentos, tabus ou proibições. 

Vitória tomou uma decisão quando tinha apenas dez anos: guardar seu primeiro beijo para o casamento. Aos vinte, cumpriu essa promessa no altar e compartilhou a experiência nas redes sociais, em um debate que acabou viralizando e abrindo espaço para conversas sobre fé e convicções. Nesta obra, ela reúne os significados que aprendeu com a frase dita pela mãe ao longo da vida. Em sete capítulos, aborda temas como: a diferença entre pureza e santidade; culpa, arrependimento e restauração; relacionamentos e namoro; renúncia e sacrifício; identidade; responsabilidade; maturidade; propósito; entre outros. 

Com linguagem acolhedora e pastoral, a obra conduz a jovem leitora a compreender que a santidade começa no interior e alcança todas as áreas, desde os sonhos mais íntimos até as escolhas do cotidiano. Oferece sobretudo base bíblica sólida, testemunhos pessoais da autora, reflexões aplicáveis à rotina, interlúdios poéticos e ilustrações dos ensinamentos a partir de histórias e personagens bíblicos – como Daniel, Davi, José, Ester e Lúcia, de As Crônicas de Nárnia

 "Para o mundo, puro é sinônimo de intocado.
Para Deus, porém, puro é quem foi
transformado pelo seu toque.”
(p. 171)  

Em um momento no qual as mulheres enfrentam cada vez mais a pressão das redes sociais para se adequar, negociar valores e buscar aprovação externa, Vitória Martinello propõe o contrário. Ser diferente é um presente mostra que construir uma vida santa não significa seguir uma lista de regras, mas viver uma relação de intimidade com Deus: permitindo que apenas Ele transforme o coração, os desejos e a maneira de enxergar o mundo, sem precisar se encaixar em nenhum padrão. 

Ficha Técnica 
Título: Ser diferente é um presente 
Autora: Vitória Martinello 
Editora: Editora Vida  
Edição: 1ª (2026) 
Gênero: Vida cristã  
ISBN: 978-65-5584-999-8  

Divulgação | Editora Vida



Sobre a autora: Vitória Martinello é casada com Marco Pizzollo, cristã, criadora de conteúdo e acadêmica de Psicologia. Filha dos pastores Telmo Martinello e Viviane Martinello, líderes da Abba Pai Church, cresceu em um ambiente de discipulado. Tornou-se conhecida por compartilhar sua caminhada com Cristo e encorajar as novas gerações a viverem uma fé autêntica. Também é fundadora da mentoria Casa de Maria, voltada para adolescentes e jovens adultas, onde ensina sobre identidade, feminilidade bíblica, pureza e intimidade com Deus. 

Instagram: @vitoriamartinello  

Sobre a editora: Com mais de 60 anos de atuação promovendo o crescimento espiritual do leitor, a Editora Vida é uma das principais casas editoriais cristãs do Brasil. Seu catálogo abrange espiritualidade, ficção, vida cristã, teologia e público infantil e jovem, com enfoque contemporâneo e respeito a obras clássicas. É reconhecida pela publicação de Bíblias em diversas versões, edições especiais e traduções inéditas.  

Instagram: @editora_vida  


Créditos: Luísa Santini


Billboard Brasil bate recorde de ações no Rock in Rio 2026

 Com 11 marcas parceiras, a plataforma chega à sua maior operação em um festival, reunindo conteúdo, curadoria artística, experiências e alcance internacional

 

Crédito: Divulgação Rock in Rio



 A Billboard Brasil chega ao Rock in Rio 2026 com sua maior operação em um festival desde o início de suas atividades no país. Ao todo, 11 marcas integram iniciativas que envolvem curadoria e gestão artística, produção de conteúdo em todas as plataformas, edição impressa exclusiva, ações de relações públicas e ativações especiais.
 

O marco coincide com os três anos da Billboard no Brasil e de sua parceria com a Rock World. Como revista parceira do Rock in Rio, a marca vem ampliando sua participação no evento desde 2024, tanto na cobertura editorial quanto no desenvolvimento de iniciativas que aproximam o universo da música das estratégias das marcas presentes no festival.
 

“Esses três anos de parceria com a Rock World nos permitiram explorar diferentes possibilidades dentro do Rock in Rio e construir uma presença que vai além da cobertura do festival. Chegar a esta edição com 11 marcas mostra também como o mercado passou a enxergar a Billboard como uma parceira para desenvolver iniciativas que partem da música e dialogam de forma genuína com artistas e público”, afirma Camila Zana, CMO da Billboard Brasil.
 

Entre os cases que sustentam o recorde desta edição, é possível observar o avanço no mix de serviços oferecido, a Coca-Cola, por exemplo, terá, mais uma vez, a curadoria musical da Billboard no Espaço Coca-Cola, além de assinar uma experiência inédita que irá acontecer na sexta-feira (11). Durante a ação, o público poderá acessar um QR Code, escolher uma música para tocar no espaço e compartilhar a história por trás daquela escolha. Por um período, a programação do Espaço Coca-Cola será construída em tempo real a partir das músicas e histórias de quem estiver vivendo a experiência, transformando o público em parte da curadoria musical. Com KitKat, o trabalho envolve curadoria e gestão artística de Dennis DJ e Luísa Sonza, além da produção de conteúdo durante o festival.
 

Para a Volkswagen, além da cobertura do evento, a Billboard assume pela primeira vez a estratégia de relações públicas da marca no Rock in Rio, com uma narrativa alinhada ao território da música. A Trident, por sua vez, contará com uma edição especial da Billboard dedicada a Marina Sena, artista embaixadora da marca durante o festival.
 

A parceria com a LATAM começou antes mesmo da abertura dos portões, com a curadoria e cobertura de um voo especial entre São Paulo e Rio de Janeiro com pocket show dos DJs Cat Dealers, que integram o line-up do festival. A operação contempla ainda entregas para Itaú, incluindo Itaú Personnalité, TIM, Diageo, Superbet, Piracanjuba e Ipiranga, com conteúdos relacionados às iniciativas das marcas durante o evento e presença nas diferentes frentes da plataforma.
 

Neste ano, o Rock in Rio também ocupa integralmente a revista impressa da Billboard Brasil, com uma edição 100% dedicada ao festival e com capa da banda Sepultura, que faz a sua turnê de despedida. A publicação reúne conteúdos especiais sobre o evento e leva para o impresso as histórias e personagens que movimentam a Cidade do Rock.
 

Além da cobertura no Brasil, parte dos conteúdos produzidos durante o festival também terá distribuição internacional. Os canais da Billboard na Colômbia, Argentina, Estados Unidos, Canadá, França, Coreia do Sul e Japão estarão entre os que participarão de colaborações, levando momentos e artistas do Rock in Rio a audiências de diferentes mercados.
 

“Fazer parte de uma marca presente em diferentes países nos permite criar conexões que ultrapassam o período e o espaço do festival. É uma oportunidade de levar o que estamos produzindo no Brasil para outras audiências e, ao mesmo tempo, colocar artistas e histórias que passam pelo Rock in Rio em circulação dentro desse ecossistema internacional”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Billboard Brasil.
 

Com o recorde de projetos comerciais nesta edição, a Billboard Brasil reforça a parceria construída com a Rock World nos últimos três anos e consolida o Rock in Rio como uma de suas principais frentes de atuação no país, reunindo cobertura editorial, projetos com marcas, experiências e distribuição internacional.

 

Sobre a Billboard:

Fundada em 1894, a Billboard é a publicação mais respeitada e influente do universo musical no mundo. A versão brasileira chega pelas mãos dos sócios Fátima Pissarra, Carlos Scappini, Marcus Buaiz, Marcello Azevedo, Raquel Henare e Michel Kury, que possuem o compromisso de oferecer aos leitores notícias atualizadas, insights profundos e análises abrangentes sobre a cena musical do país. A CEO da publicação é Fátima Pissarra e a CMO é Camila Zana.


Créditos: Carol Merencia  

Compositora aproxima literatura, música e tecnologia ao transformar poemas em canções

 Em "Versos que Cantam", a escritora e produtora musical Andréa Brandão apresenta textos autorais com melodias que proporcionam ao público uma experiência imersiva  

Divulgação/Andréa Brandão


Há versos que surgem dos sentimentos mais profundos da experiência humana: o amor em suas múltiplas formas, a fé que ampara nos momentos de incerteza, a esperança que insiste em florescer mesmo diante da dor e a superação de quem atravessa perdas sem deixar de acreditar. Foi assim que nasceu Versos que Cantam, da escritora, compositora e produtora musical Andréa Brandão, que reúne 32 poemas transformados em canções. 

Cada composição vem acompanhada de comentários em que a autora revela as inspirações e o processo criativo por trás dos versos, compartilhando as experiências e emoções que deram origem a cada composição. Um exemplo é "Menino Meu", inspirado no amor de Andréa pelo próprio filho. Ao ganhar melodia, a faixa viralizou espontaneamente nas redes sociais e alcançou cerca de 20 milhões de visualizações. Para a compositora, a repercussão reforça a potência da música como forma de ampliar a projeção da poesia. 

Menino meu, Menino meu  
Menino meu, Menino meu 

Podem passar até mil anos  
Em todos os meus planos, você sempre estará  
Mesmo que eu não consiga, nos meus braços carregar  
Até os confins vou te amar 

(Versos que Cantam, p.32) 

Com o avanço da inteligência artificial, que possibilitou transformar os textos em canções, e a repercussão de “Menino Meu”, o projeto cresceu além das expectativas e fez da música um elemento central da obra, aproximando literatura e recursos digitais. Para Andréa Brandão, a IA amplia as possibilidades de criação sem se sobrepor à essência humana. Nesse sentido, o livro mostra como diferentes linguagens artísticas podem dialogar e se complementar, criando novas maneiras de conexão com o público contemporâneo. “A tecnologia, quando utilizada com amor, respeito e propósito, não substitui a criação humana: ela amplia suas possibilidades”, afirma.  

Versos que Cantam foi pensado para um público que valoriza a produção cultural sensível e carregada de significado, sem se limitar a uma faixa etária. “Se cada leitor puder encontrar, em um verso ou em uma canção, um motivo para sentir, lembrar, sonhar ou seguir em frente, então a missão desta obra terá sido cumprida”, conclui.  

FICHA TÉCNICA 

Título: Versos que Cantam 
Subtítulo: Inspirações de poemas que viraram músicas com IA  
Autora: Andréa Brandão 
ISBN: 978-65-02-033394-4 
Páginas: 136 
Preço: R$ 48,01 
Onde encontrar: Amazon e Loja UICLAP 

Divulgaçaõ/Andréa Brandão


Sobre a autora: Andréa Brandão é contadora, especialista financeira, empresária, escritora, compositora e produtora musical. Autora de dez livros, atua na literatura desde 2009, participando de diversas antologias. Recebeu o Prêmio Literarte de Literatura Infantojuvenil, em 2022, além de ter sido reconhecida como Personalidade do Ano 2022, em Paris. Membro da Academia Mineira de Belas Artes (AMBA), foi homenageada com o Troféu Vozes Contemporâneas – Prêmio Minas Gerais dos Saberes. Também é autora de App para Iniciantes – Faça seu Primeiro Aplicativo Low Code, publicado pela Paco Editorial. Em 2024, iniciou de forma experimental um novo caminho artístico ao musicalizar seus poemas e em 2025, criou o podcast Bate-Papo Cultural. Como compositora e produtora musical, possui mais de 50 canções autorais. Versos que Cantam está disponível nas principais plataformas digitais de streaming. 

Créditos: Victória Gearini



Héloa lança single em parceria com Luedji Luna e Liu Kid

 Faixa ‘Dança N’kisi Dança’ celebra a ancestralidade e a conexão Brasil-Angola e chega às plataformas no dia 9 de setembro

Capa ‘Dança N’kisi Dança’


“Dança N’kisi Dança”, a primeira música de “Árida”, novo álbum de Héloa, será lançada no dia 9 de setembro em parceria com Luedji Luna e Liu Kid. O single dançante e celebratório cria uma ponte entre Brasil e Angola através da palavra, da ancestralidade, do corpo e da música. A faixa é um convite ao movimento, à celebração e à experiência de dançar coletivamente.

 

A música marca o reencontro artístico de Héloa com Luedji Luna, vencedora do Latin Grammy 2025. Mulheres de terreiro e parceiras de longa data, as duas reafirmam neste trabalho uma história compartilhada e a força que surge quando corpos se reúnem em torno da dança. O encontro ganha dimensão internacional com a participação do cantor, rapper e compositor angolano Liu Kid, que assina a composição ao lado de Héloa. A presença do artista evidencia a herança linguística dos vocábulos de origem angolana incorporados ao português falado no Brasil, transformando a memória e a língua em ponte viva entre territórios.


Luedji Luna, Héloa e Liu Kid. Crédito: divulgação


O título aponta para a matriz espiritual e cultural da faixa: N’kisi (ou inquice) é a denominação das divindades cultuadas no Candomblé Angola. Para Héloa, que é liderança de terreiro e pesquisadora das matrizes africanas, a referência parte do pertencimento.

 

“Evocar o N’kisi é trazer para a música a força dessa herança angolana presente no Candomblé brasileiro e celebrar uma ancestralidade que permanece viva na relação com a natureza, na espiritualidade, na música, na dança e no corpo”, destaca a artista.

 

Com direção musical assinada por Héloa e Yuri Queiroga, que também responde pela produção musical, o single constrói um território sonoro atravessado pelo afrobeat e por ritmos de matrizes africanas em uma abordagem contemporânea, pulsante e dançante.

 

Mais do que uma criação musical, ‘Dança N’kisi Dança’ traduz a dança como linguagem de liberdade, união e pertencimento. A faixa afirma a potência da experiência coletiva e celebra aquilo que permanece quando a cultura atravessa o oceano: a palavra, a memória e a ancestralidade em movimento.

 

Letra - Dança N’kisi dança

 

Eu quero dançar

No toque do Ijexá

Meu corpo templo/espaço

Pra fluir

 

Tambor me chama

Batuque me encanta

É ginga com tempero

E dendê

 

Dança que se dança só é bom

Dança que se dança junto é melhor

Dança que se dança

Dança que se dança

 

Dança Nkisi dança

É toque, e rumbê

Dança Nkisi dança

Pra Kalunga

Dança Nkisi dança

Dança Nkisi dança

 

A liberdade está

Se o vento dá

Banho de mar

Um gesto pra gostar da vida

A felicidade está

No jeito bom de celebrar

O gosto de gostar da vida

 

Enquanto Angola canta ao som da Marimba

Nós celebramos a dança de Luanda até cabinda

Ritmo que me inspira poesia na ginga

Dança com o soba da aldeia melhor ainda

Espiritualidade é a minha vida sou um homem grande

Ficarei para sempre como a palavra de gandhi

Quedas de calandula não enfraquecem o Dande

Minha dança é protegida com a benção de Zambi

Eu danço sem parar

Na sombra da mulemba

Misturo o meu estilo , o samba e o semba

África na história com as vozes de Papa Wemba

Angola profunda no som de Sabino Henda

 

Dança que se dança só é bom

Dança que se dança junto é melhor

Dança que se dança

Dança que se dança

 

Dança Nkisi dança

É toque, e rumbê

Dança Nkisi dança

Pra Kalunga

Dança Nkisi dança

Dança Nkisi dança

 

Dança é o meu caminho com a força da Muxima

Batuque acelera e a dikanza muda o clima

Chame toda gente não importa a melanina

União é tudo manifesta energia

 

 

Ficha técnica

Composição: Héloa e Liu Kid

Voz e Vocais: Héloa e Luedji Luna (Gravado na YB Music por Cacá Lima)

Voz e Vocais: Liu Kid (Gravado por Liu Kid em Nasa Record)

Bateria: Yara Oliveira Percussão: Cauê Silva Palmas: Héloa, Cauê Silva e Yuri Queiroga

Gravado na YB Music por Cacá Lima)

Guitarras: Gabriel Melo

(Gravado Maruim Records por Gabriel Melo)

Programações, Beat, Sampler, Synths: Yuri Queiroga

(Gravado no Aláfia Musical por Yuri Queiroga)

Arranjos: Yuri Queiroga, Gabriel Melo, Yara Oliveira e Cauê Silva

Mixagem: Vitor Farias

Master: Carlos Freitas

Direção Criativa: Héloa e Yuri Queiroga

Direção Musical: Héloa e Yuri Queiroga

Produção Músical: Yuri Queiroga

Arte Capa: Roniery e Mariana Veloso

Selo Musical: Aláfia Cultural/YBMusic

 

Sobre Héloa

Héloa é uma artista afroindígena que vem ocupando um lugar de destaque na música nacional brasileira, construindo uma trajetória marcada pela circulação contínua pelos grandes circuitos culturais do país. Em mais de 20 anos de carreira, suas turnês e giras a levaram por importantes polos musicais e espaços de referência, consolidando uma presença que atravessa festivais, centros culturais e eventos de grande alcance. Sua trajetória se afirma na conexão entre tradição e contemporaneidade, na circulação por diferentes territórios e públicos, e na construção de uma obra que entende a música como encontro, celebração e expressão cultural em escala nacional. Ao longo desse percurso, Héloa já passou por palcos e programações como Auditório Ibirapuera, Feira Preta, Festival de Artes de São Cristóvão (SE), o Itaú Cultural (SP), o Galo da Madrugada e o Marco Zero (PE), além de grande circulação nos Sescs (SP), Festival de Inverno de Garanhuns, Rock The Mountain, Festival Carambola (AL), , Casa Natura, Forró Caju (SE), Virada Cultural (SP e BH), entre outros circuitos pelo Brasil.


Créditos: Igor Basilio  

Jovens estão lendo menos ou apenas descobrindo os livros de outra forma?

 Redes sociais disputam a atenção dos adolescentes com os livros, mas também criam novas formas de descobrir histórias, compartilhar leituras e se identificar com elas. Painel na Bienal passa pelo tema "A Vida Entre Likes e Sentimentos", com participação de Bruna Paiva - escritora independente que viralizou com vídeo sobre leitura no metrô.

Escritora Bruna Paiva e o livro Adolescente Demais
JMCosta/Divulgação


Entre vídeos curtos, notificações e um feed que nunca termina, os livros parecem disputar uma batalha desigual pela atenção dos adolescentes. Mas existe um paradoxo nessa relação: as mesmas telas apontadas como responsáveis pela dispersão dos jovens também estão ajudando livros e autores a chegarem até eles. Afinal, as redes sociais estão afastando os adolescentes da leitura ou criando novas formas de descobrir histórias?

É nesse contexto que a escritora carioca Bruna Paiva participa do painel Entre Likes e Sentimentos, no dia 5 de setembro, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A conversa propõe uma reflexão sobre como as redes sociais influenciam a forma como os adolescentes se relacionam, expressam suas emoções e constroem suas identidades — e como esse universo digital também pode influenciar a maneira como eles descobrem histórias e se conectam com a literatura.

A discussão ganha força com a presença cada vez maior dos livros nas plataformas digitais. Indicações, resenhas, vídeos sobre personagens e comunidades de leitores transformaram a literatura em conteúdo compartilhável e fizeram com que muitos jovens conhecessem determinadas obras justamente enquanto navegavam pelo celular. Entre likes, comentários e compartilhamentos, o livro também passou a ocupar um espaço de identificação e troca, aproximando-se do universo de sentimentos e experiências vivido pelos adolescentes.

É nesse cenário que a escritora independente Bruna Paiva lança “Adolescente Demais”, seu quarto livro durante a Bienal de São Paulo. A escritora acompanha de perto a relação entre leitores, livros e redes sociais. Em uma série de vídeos semanais, ela percorre diferentes linhas do metrô para descobrir o que os passageiros estão lendo. O projeto já ultrapassou 8 milhões de visualizações desde que foi ao ar pela primeira vez, em maio deste ano. Ela mesma começou a escrever ainda na adolescência e escolheu dedicar suas obras a esse público.

A experiência mostrou que, mesmo em um ambiente dominado pelas telas, existe curiosidade em torno dos livros — e que a leitura continua despertando identificação e interesse.

Do feed para o livro

A maneira como os adolescentes encontram uma leitura mudou. Se antes a indicação vinha principalmente de pais, professores, amigos ou livrarias, hoje ela também pode aparecer no feed.

Um vídeo de poucos segundos pode apresentar um personagem, uma história ou um autor e despertar no jovem a vontade de conhecer a obra completa. As redes, nesse sentido, podem funcionar como uma espécie de ponte entre o conteúdo digital e a leitura.

O fenômeno também criou novas comunidades literárias. O adolescente não apenas lê: comenta, recomenda, grava vídeos, compartilha opiniões e acompanha outras pessoas falando sobre os livros que despertaram seu interesse. Nesse processo, a literatura deixa de ser apenas uma experiência individual e passa a fazer parte das conversas, das relações e das formas de expressão dessa geração.

Mas existe o outro lado. A lógica das redes é baseada em estímulos rápidos e sucessivos, enquanto a leitura exige concentração, continuidade e disposição para permanecer em uma mesma narrativa. Surge, então, um dos principais desafios para pais e educadores: como estimular o hábito da leitura em uma geração acostumada à velocidade das telas?

“A discussão não precisa ser colocada como uma escolha entre celular e livro. O desafio está em compreender os novos hábitos dos adolescentes e encontrar caminhos para que o interesse despertado no ambiente digital possa se transformar em uma experiência de leitura”, comenta a escritora.

Adolescência em transformação

O tema dialoga diretamente com Adolescente Demais, livro que aborda sentimentos, conflitos, descobertas e transformações características dessa fase da vida. Mais do que perguntar se os jovens estão lendo mais ou menos, a questão é entender como estão descobrindo os livros, o que procuram nas histórias e qual papel as redes sociais desempenham nesse processo.

A discussão também coloca em perspectiva a maneira como os adolescentes lidam com o próprio universo emocional. Se nas redes eles encontram espaços para compartilhar opiniões, buscar aprovação e construir uma imagem de si mesmos, na literatura podem encontrar personagens, situações e sentimentos que ajudam a reconhecer e compreender suas próprias experiências. É justamente nesse encontro entre o mundo digital e o mundo interior que a discussão proposta pelo painel Entre Likes e Sentimentos ganha força. O debate reunirá as escritoras Bruna Paiva, Natália Avila e Nicole Oliveira, com mediação da jornalista Clara Novais, em uma conversa sobre identidade, pertencimento, pressão social, validação nas redes e equilíbrio emocional na adolescência.

Pais, escolas, editoras e escritores estão diante de uma nova realidade: talvez não seja necessário afastar o adolescente das telas para aproximá-lo da literatura. Pode ser justamente por meio delas que uma nova geração de leitores esteja encontrando o caminho até os livros — e, nas histórias que encontra, novas formas de compreender a si mesma e os próprios sentimentos.

 

Serviço: Lançamento de Adolescente Demais, de Bruna Paiva

Onde: Bienal do Livro de São Paulo, no estande Seu Novo Crush Literário (H-85)

Endereço: Distrito Anhembi — Avenida Olavo Fontoura, 1.209, Santana, São Paulo (SP) Quando: De 4 a 13 de setembro de 2026

Sexta-feira (4/9): 9h às 22h

Sábado e domingo (5 e 6/9): 10h às 22h

Segunda a sexta (7 a 11/9): 9h às 22h

Sábado (12/9): 10h às 22h

Domingo (13/9): 10h às 21h


Painel Entre Likes e Sentimentos
Data: 5 de setembro de 2026, às 14h30

Onde: Espaço Educação — Bienal do Livro de São Paulo

Sessão de autógrafos: 17h
Local: estande Seu Novo Crush Literário(H-85)

 

Créditos: Keyla Assunção