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Museu do Ingá, em Niterói, inaugura duas exposições com obras raras do acervo e retrospectiva de Zé Igino

 Museu do Ingá, em Niterói, inaugura duas exposições com obras raras do acervo e retrospectiva de Zé Igino



Mostras "Ingá: Revelações de um Acervo" e "Zé: A Criação dos Bichinhos" abrem ao público na primeira semana de agosto

O Museu do Ingá inaugura, nos dias 6 e 8 de agosto, duas novas exposições abertas ao público. A mostra "Ingá: Revelações de um Acervo", com abertura no dia 6, reúne obras raramente exibidas da Reserva Técnica da instituição, enquanto "Zé: A Criação dos Bichinhos", que será inaugurada no dia 8, apresenta uma retrospectiva da produção do artista Zé Igino, desenvolvida na Oficina de Gravura do próprio museu desde a década de 1980.

"Ingá: Revelações de um Acervo" propõe um percurso por obras preservadas na Reserva Técnica do museu, permitindo ao público conhecer peças que, por questões de conservação e espaço expositivo, permanecem normalmente fora de visitação. Organizada em cinco núcleos temáticos, a exposição reúne produções que misturam arte contemporânea, paisagem, memória, patrimônio e cultura popular brasileira, além de prestar homenagem ao pintor Lucílio de Albuquerque, destaque na pintura brasileira da virada do século XIX para o século XX.

Já "Zé: A Criação dos Bichinhos" apresenta uma seleção de gravuras produzidas por Zé Igino na Oficina de Gravura do Museu do Ingá ao longo de mais de quatro décadas. A retrospectiva traz diferentes momentos da trajetória do artista, evidenciando processos técnicos, experimentações visuais e aspectos poéticos de sua produção, reconhecida no campo da arte naïf brasileira. A programação também prevê a exibição de um documentário sobre sua trajetória, seguida de uma roda de conversa com o artista.

As duas exposições integram a programação do Museu do Ingá e oferecem diferentes visões sobre a produção artística e o patrimônio cultural preservado pela instituição, aproximando o público tanto do acervo do museu quanto da produção contemporânea vinculada ao espaço.

Serviço

Exposição: “Ingá: Revelações de um Acervo”
Abertura: 6 de agosto de 2026
Local: Museu do Ingá

Exposição: “Zé: A Criação dos Bichinhos”
Abertura: 8 de agosto de 2026
Local: Museu do Ingá


Créditos: ASCOM FUNARJ




Créditos: ASCOM FUNARJ  

A urgência virou cultura e isso está custando caro às empresas

 A pressão por respostas imediatas fez executivos tratarem tudo como prioridade. O resultado aparece em decisões impulsivas, mais retrabalho, queda de produtividade e uma experiência pior para clientes

A urgência deixou de ser uma exceção na rotina das empresas e passou a orientar a forma como muitas decisões são tomadas. Reuniões sucessivas, notificações constantes, metas de curto prazo e um volume crescente de informações transformaram a resposta imediata em um padrão de gestão. O problema é que essa lógica tem aumentado o retrabalho, reduzido a qualidade das decisões e comprometido o crescimento de empresas de diferentes portes.

Para Bethel Lombardi, especialista em experiência do cliente, fundador da Encantar Mentory e criador do método EPL (Encantar Para Lucrar), a velocidade passou a ser confundida com eficiência dentro da gestão empresarial. Segundo o especialista, organizações que operam permanentemente sob pressão reduzem sua capacidade de avaliar riscos, definir prioridades e tomar decisões estratégicas.

"A urgência é importante em situações específicas, mas, quando passa a orientar todas as decisões da empresa, a gestão deixa de ser estratégica e se torna apenas reativa. As consequências aparecem na produtividade, no relacionamento com clientes, no desempenho das equipes e, inevitavelmente, nos resultados do negócio", afirma.

Casos recentes mostram como a pressão por velocidade pode comprometer decisões empresariais. Em 2024, a Boeing promoveu uma ampla reformulação em sua liderança após enfrentar uma crise provocada por falhas de produção e controle de qualidade. O episódio ampliou o debate sobre governança corporativa, qualidade dos processos e capacidade de tomada de decisão em organizações submetidas a metas cada vez mais agressivas de desempenho.

Embora envolva uma multinacional, o fundador da Encantar Mentory afirma que o mesmo comportamento é observado diariamente em empresas brasileiras de todos os portes. "Muitos empresários acreditam que decidir rápido significa decidir melhor. Na prática, a tomada de decisão sem critérios aumenta o retrabalho, gera conflitos internos, compromete a experiência do cliente e faz com que decisões precisem ser revistas pouco tempo depois. O prejuízo normalmente não aparece no primeiro dia, mas se acumula ao longo do tempo."

A aceleração da rotina corporativa também aparece em pesquisas recentes. O Work Trend Index, estudo desenvolvido pela Microsoft em parceria com o LinkedIn, aponta que 75% dos profissionais já utilizam inteligência artificial no trabalho para acompanhar o aumento das demandas diárias. O levantamento também mostra que a maioria dos líderes afirma não ter tempo suficiente para concluir suas atividades durante o expediente, refletindo um ambiente de trabalho marcado pela sobrecarga de informações e pela pressão constante por produtividade.

Quando tudo é urgente, nada é estratégico

Na avaliação do especialista em experiência do cliente, um dos maiores desafios das lideranças é separar o que realmente exige uma resposta imediata do que precisa de análise estratégica. Quando todas as demandas recebem o mesmo grau de prioridade, decisões relevantes acabam sendo tomadas sem reflexão suficiente.

"Existe uma diferença entre empresas ágeis e empresas que vivem em estado permanente de urgência. Organizações ágeis estruturam processos, definem prioridades e conseguem responder rapidamente quando necessário. Já empresas que trabalham apenas apagando incêndios acabam comprometendo a qualidade da gestão e das decisões."

Segundo o especialista, esse comportamento também afeta diretamente a experiência do cliente. Mudanças constantes de prioridade, promessas feitas sem planejamento, falhas de comunicação e decisões precipitadas reduzem a confiança dos consumidores, enfraquecem relacionamentos comerciais e dificultam a fidelização.

Empresas ágeis não são empresas apressadas

Para o criador do método EPL, empresas que crescem de forma consistente não são necessariamente aquelas que tomam mais decisões, mas as que desenvolvem processos capazes de melhorar a qualidade da tomada de decisão.

Isso passa por estabelecer prioridades claras, organizar fluxos de aprovação, reduzir interrupções desnecessárias e reservar momentos específicos para análises estratégicas antes de decisões relevantes.

"Nem toda decisão precisa ser imediata. Muitas vezes, algumas horas de análise evitam meses corrigindo consequências. Empresas que conseguem diferenciar urgência de prioridade desenvolvem uma gestão mais eficiente, fortalecem a experiência do cliente e criam condições para um crescimento empresarial sustentável."

Na avaliação do executivo, um dos principais diferenciais competitivos das empresas deixou de ser apenas a velocidade de execução e passou a ser a capacidade de decidir com qualidade.

"Responder rápido pode resolver um problema do presente. Decidir bem protege o futuro da empresa. A velocidade continua sendo importante, mas ela precisa caminhar ao lado de critérios, planejamento e visão estratégica. É essa combinação que sustenta produtividade, confiança e crescimento de longo prazo."




Sobre Bethel Lombardi

Bethel Lombardi é especialista em experiência do cliente (CX), mentor e empresário com mais de 24 anos de atuação. Graduado bacharel em Ciências Contábeis, é criador do método EPL (Encantar Para Lucrar) e fundador da Encantar Mentory, onde orienta empresários na construção de estratégias de fidelização, jornada do cliente e crescimento de receita.

Também é idealizador do Encantar Experience, evento anual que reúne centenas de empresários em uma imersão voltada à aplicação prática de estratégias de gestão, experiência do cliente e crescimento de negócios. Além disso, lidera o Encantar Club, grupo de mentoria executiva.

Promove imersões internacionais em ecossistemas de referência como Orlando e Vale do Silício, onde conduz empresários em experiências práticas inspiradas nos bastidores de empresas como Disney, Apple e Amazon.

Para mais informações: (site: encantarmentory.com | encantar experience: encantarexperience.com.br | instagram: @bethellombardi | linkedin: bethel-lombardi-475337353).

Sugestão de fonte: clique aqui

Fontes de Pesquisa:

Reuters – Boeing reformula liderança após crise envolvendo qualidade e produção: https://www.reuters.com/business/aerospace-defense/how-boeings-leadership-was-fired-by-its-own-customers-2024-03-27/

Microsoft Work Trend Index:

https://www.microsoft.com/worklab/work-trend-index 

LinkedIn News – dados complementares do Work Trend Index: https://www.linkedin.com/business/talent/blog/talent-strategy/work-trend-index 

 

Créditos: Carolina Lara


Best-seller do The New York Times, Tillie Cole retorna com romance arrebatador

 Publicado pelo selo Outro Planeta, da Editora Planeta, Escreva sobre mim é o novo livro da autora

 

“— Escreva sobre mim.

— Oi? — sussurrei, confusa.

Jesse me olhou nos olhos, mantendo só um centímetro de distância enquanto os examinava.

— Escreva sobre mim. Na sua grande história de amor. Se apaixone por mim. — Ele pressionou a testa na minha. — Me deixe me apaixonar por você. Escreva sobre mim.”

 

p. 113

 

Tillie Cole está de volta com mais uma história de amor de arrebatar os corações. Publicado pelo selo Outro Planeta da editora Planeta, Escreva sobre mim é um romance indicado para leitores e leitoras acima dos 14 anos de idade.

 

O livro conta a história de June Scott, uma garota de dezessete anos que sempre sonhou em escrever um romance tradicional: um livro cheio de alegria, beleza e com um amor que dura até depois do “felizes para sempre”. Porém, ela nunca se apaixonou e, quando recebe a notícia de que sua doença está em estágio terminal e não há mais nada que possa ser feito, ela passa a se questionar se algum dia irá viver um grande amor. Tudo muda quando ela conhece Jesse Taylor, um jovem que vive a vida como se cada instante fosse o último.

 

Eles passam a conviver entre beijos roubados e momentos de tranquilidade e, em forma de um presente para Jesse, June escreve uma linda história sobre o amor deles, algo que ficará eternizado no mundo.

 

Best-seller do The New York Times, Tillie Cole é autora de livros como Mil beijos de garoto, Mil corações partidos, Um desejo para nós dois, Doce lar e Doce queda, todos publicados pela Editora Planeta.

 

FICHA TÉCNICA

Título: Escreva sobre mim

Autora: Tillie Cole

Tradução: Wélida Muniz
ISBN: 978-85-422-4171-6

Páginas: 352

Preço livro físico: R$ 67,90

Editora Planeta | Selo Outro Planeta

 

SOBRE A AUTORA

TILLIE COLE nasceu em Teesside, na Grã-Bretanha, filha de uma mãe inglesa e um pai escocês. Graduada na Universidade de Newcastle, ela foi professora por sete anos antes de se mudar com o marido para o Canadá. Escreve romances contemporâneos – como sua série de maior sucesso, Sweet. Mil beijos de garoto é sua estreia no gênero young adult.

 

SOBRE O SELO

Outro Planeta é o selo jovem da Planeta, que traz as melhores histórias da ficção juvenil nacional e estrangeira, além de projetos de não ficção, guias, livros de fãs entre outros. Apesar de ser um dos selos mais recentes da editora no Brasil, é a casa de alguns dos maiores best-sellers do grupo. O público-alvo são os leitores de 8 a 14 anos, chegando também aos leitores YA. Focamos em autores que são promessas da literatura nacional e internacional. Alguns de nossos autores de destaque: Gabriel Dearo e Manu Digilio (As aventuras de Mike e As aventuras de Priminha Irritante), Maidy Lacerda (O diário de uma princesa desastrada e Caderno de Scorpio), Tillie Cole (Mil beijos de garoto), Sosuke Natsukawa (O gato que amava livros), a franquia Garotas Rebeldes, Natalia Avila (Não direi que é amor), Flor M. Salvador (Boulevard), Luluca (Luluca em Paris), Bianca Briones (O amor é a magia mais forte), Renan Carvalho (Dez mil sóis), Matheus Peleteiro (Gael e a Terra dos Vivos), Vítor DiCastro (Deboche Astral e Inferno Astral), Joya Goffney (Desculpa se não fico linda quando choro), Fabi Santina (Você acredita mesmo em amor à primeira vista?) e muitos outros!


Créditos: Imprensa - Editora Planeta  

A vida é o que interessa resgata o olhar sensível de Contardo Calligaris sobre a vida cotidiana

 A obra reúne algumas das melhores crônicas do psicanalista e escritor, publicadas ao longo de duas décadas e inéditas em formato de livro


 

Chega às lojas pelo selo Paidós da Editora Planeta A vida é o que interessa, novo volume que reúne crônicas de Contardo Calligaris. Dando continuidade ao projeto de publicação de suas melhores crônicas — iniciado com Aproveitar a vida e suas dores —, a obra apresenta uma seleção de textos publicados ao longo de 20 anos na Folha de S.Paulo, reafirmando a capacidade singular do autor de transformar o cotidiano em matéria de reflexão profunda, sensível e acessível.

 

Em A vida é o que interessa, Calligaris dedica atenção especial a temas como relacionamentos afetivos, vida em família, convivência social e os sentidos da existência. Com seu olhar psicanalítico característico, o autor convida o leitor a desacelerar, suspender certezas e exercitar a curiosidade diante das experiências humanas. Em tempos marcados pelo excesso de opiniões e pela escassez de escuta, seus textos seguem oferecendo um espaço raro para a reflexão, a dúvida e a liberdade de pensamento.

 

Autor best-seller de obras como Cartas a um jovem terapeuta e O sentido da vida, além de vencedor do Prêmio Jabuti, Contardo Calligaris construiu uma trajetória marcada pela capacidade de dialogar com públicos diversos sem abrir mão do rigor intelectual. As crônicas reunidas nesta edição nunca haviam sido publicadas em livro e revelam a atualidade de suas reflexões sobre os desafios e os dilemas da vida contemporânea.

 

A edição conta ainda com apresentação de Max Calligaris e posfácio do psicanalista Christian Dunker, ampliando o diálogo em torno do legado de um autor cuja obra continua inspirando leitores a olhar para si mesmos e para o mundo com mais atenção, sensibilidade e interesse.

 

FICHA TÉCNICA

Título: A vida é o que interessa
Autor: Contardo Calligaris
ISBN: 978-85-422-4315-4
Páginas: 208
Preço livro físico: R$ 62,90
Editora Planeta | Selo Paidós

 

SOBRE O AUTOR

Contardo Calligaris (1948–2021) foi um psicanalista, ensaísta e escritor italiano radicado no Brasil. Formou-se em Epistemologia, em Letras e Filosofia em Genebra; foi doutorando de Roland Barthes em semiologia; e formou-se na Escola Freudiana de Paris – a Escola de Lacan. Doutor em Psicologia Clínica pela Universidade de Provença, na França, foi professor visitante na Universidade da Califórnia em Berkeley e na New School of New York, ambas nos Estados Unidos. No Brasil, além de atender por muitos anos em seu consultório clínico, escreveu semanalmente, por mais de duas décadas, crônicas para uma coluna semanal do jornal Folha de S.Paulo. Autor de diversos livros, deixou-nos um imenso legado literário, entre eles as obras, Cartas a um jovem terapeuta e O sentido da vida – seu último trabalho, lançado postumamente e vencedor do Prêmio Jabuti 2024. A vida é o que interessa dá continuidade à publicação, pelo selo Paidós da Editora Planeta, dos melhores textos de Contardo, após o lançamento de Aproveitar a vida e suas dores.

 

SOBRE O SELO

Criado na Argentina em 1945, quando dois professores universitários decidiram publicar Carl Gustav Jung pela primeira vez no país, o selo Paidós passou a integrar o Grupo Planeta em 2003. Hoje conta com mais de 2 mil títulos lançados na Espanha e em países da América Latina, chegando ao Brasil no ano de 2020. De origem grega, a palavra “paidós” significa “criança” e, assim como o espírito questionador dos pequenos, o selo tem como objetivo discutir e buscar perguntas certeiras para algumas das principais questões da humanidade com base em obras de psicologia e outras áreas de ciências humanas para o público geral.


Créditos: Imprensa - Editora Planeta  

Ícone brasileiro vivido por Jason Momoa, Blanka enfrenta Ryu em cena inédita de 'Street Fighter'

 Filme da Paramount Pictures estreia nos cinemas brasileiros em 15 de outubro

Assista ao trecho dublado AQUI
Assista ao trailer legendado AQUI


 A Paramount Pictures acaba de divulgar um trecho inédito de “Street Fighter”. Confinado em uma prisão, Ryu (Andrew Koji) precisará lutar não só com criminosos, mas também com uma criatura verde chamada Blanka (Jason Momoa), personagem brasileiro muito popular entre os fãs do jogo original no país. O encontro entre Ryu e Blanka é um dos destaques do longa dirigido por Kitao Sakurai, que chega aos cinemas de todo o país no dia 15 de outubro.

Ambientado em 1993, os lutadores Ryu (Andrew Koji) e Ken Masters (Noah Centineo) são colocados de volta no combate quando a misteriosa Chun-Li (Callina Liang) os recruta para o próximo World Warrior Tournament: uma brutal briga de socos, destino e fúria. Entretanto, por trás desse campeonato, se esconde uma conspiração mortal que os força a encarar um ao outro e os demônios do passado. E se eles não fizerem, é game over!

No elenco principal, além de Koji, Centineo e Liang, estão Joe “Roman Reigns” Anoai, como “Akuma”,  David Dastmalchian, como “M. Bison”, Cody Rhodes, como “Guile”, Andrew Schulz, como “Dan Hibiki”, Vidyut Jammwal, como “Dhalsim”, Eric André, como “Don Sauvage”.  Curtis ‘50 Cent’ Jackson interpreta “Balrog” e Jason Momoa está no papel de “Blanka”, personagem brasileiro do jogo. O trailer ainda conta com uma versão inédita de “AMBITIONZ AZ A RIDAH”, criada por Tupac Shakur para Mike Tyson nos anos 1990. 

“Street Fighter” promete trazer as lutas dos videogames para as telonas com Hadoukens, roundhouses e todos os personagens favoritos da franquia. O longa é uma associação entre a Paramount Pictures, a Legendary Pictures e a Capcom.

Street Fighter - 15 de outubro de 2026 nos cinemas
@paramountbrasil
#StreetFighter

Filme com acessibilidade disponível através do aplicativo GRETA.


Créditos: Fernando Gomes


Ronnie Wood abre venda de ingressos para show da turnê Fearless em São Paulo

 


Realizado pela 30e e com apresentação do Itaú Live, o espetáculo será dia 1º de novembro, no Espaço Unimed; a venda geral inicia hoje (30), às 13h no site da Eventim

Ronnie Wood, um dos guitarristas mais queridos e um dos cantores e compositores mais bem-sucedidos do mundo, está comemorando os seus 60 anos (e contando) de carreira musical e 50 anos como um Rolling Stone. A turnê Fearless desembarca em São Paulo, no dia 1º de novembro, no Espaço Unimed, com ingressos disponíveis para a venda geral a partir de hoje (30), às 13h no site da Eventim (acesse aqui).

A tour acompanha o lançamento do álbum Fearless: Anthology 1965–2025, que percorre diferentes fases de Ronnie Wood como guitarrista, compositor, performer e colaborador. A coletânea reúne faixas dos sete álbuns solo de estúdio do artista, além de coautorias e registros ligados a momentos importantes de sua trajetória com Rolling Stones, Faces, Rod Stewart, Ronnie Lane e Jeff Beck Group.

Este show intimista é uma oportunidade de ver um dos guitarristas mais emblemáticos do mundo fora de suas apresentações em estádio com os Rolling Stones. Serão os primeiros sets solo ao vivo completos que Ronnie Wood tocará em mais de 16 anos. Juntando-se à banda em ambas as apresentações estará sua amiga íntima Imelda May. A dupla colaborou várias vezes em discos e ao vivo, principalmente no Concerto Tributo a Jeff Beck de 2023, no Royal Albert Hall, em Londres.

“Ronnie Wood é um desses artistas cuja trajetória ajuda a contar a própria história do rock. O mais interessante desse show é poder vê-lo em uma apresentação solo, em um formato mais próximo, revisitando diferentes fases de uma carreira construída entre bandas, parcerias e projetos autorais. É uma oportunidade rara, e ficamos muito felizes que a 30e possa proporcionar esse encontro para o público brasileiro”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.

Ronnie foi incluído duas vezes no Rock and Roll Hall of Fame (com os Rolling Stones e os Faces). Ele tocou em alguns dos grupos de rock mais influentes de todos os tempos e fez participações especiais com importantes nomes da música. Paralelamente, construiu uma carreira notável como artista respeitado e, graças ao seu talento natural como contador de histórias, conquistou um recorde de três prestigiosos prêmios Sony de Personalidade de Rádio.

“Ronnie Wood é um artista que ajudou a construir a história do rock e segue mobilizando fãs de diferentes gerações ao redor do mundo. No Itaú Live, nosso objetivo é colocar esses fãs no centro da experiência, oferecendo benefícios que facilitem o acesso ao show, como pré-venda exclusiva e condições especiais de pagamento. Queremos estar presentes em toda essa jornada, tornando esse encontro com a música mais simples, conveniente e memorável”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú Unibanco.

Com uma carreira marcada por encontros, reinvenções e diferentes capítulos, Ronnie Wood chega ao Brasil para celebrar 60 anos de música em uma apresentação que reúne memória, repertório e a presença de um artista que ajudou a moldar a história do rock.

Foto: Elisabeth Hoff


SERVIÇO
Ronnie Wood
Realização: 30e
Apresentação: Itaú Live

SÃO PAULO
Data: 1º de novembro de 2026 (sábado)
Local: Espaço Unimed - Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo/SP
Horário de abertura da casa: 18h
Classificação etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal
Setores e preços:
Pista - R$ 262,50  (meia-entrada) | R$ 525,00  (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité - R$ 397,50  (meia-entrada) | R$ 795,00  (inteira)
Mezanino - R$ 437,50  (meia-entrada) | R$ 875,00  (inteira)
Camarote A e B - R$ 497,50  (meia-entrada) | R$ 995,00  (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú - R$ 1.396,50  (meia-entrada) | R$ 1.794,00  (inteira)

Pacote VIP Super Fã Itaú*
Incluso
- 1 (um) ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité
- Acesso antecipado à venue (Early Entry) com fila exclusiva
- Acesso antecipado à loja de merchandise
- Credencial VIP comemorativa + cordão
- Kit com itens exclusivos do show
- 1 (um) copo exclusivo
- 1 (um) voucher para welcome drink : Com álcool: Aperol Spritz, Moscow Mule e Gin Tônica / Sem álcool: Pink Lemonade, Mojito Sem Álcool e Maracujá Fresh.

Pré-venda clientes Itaú Unibanco:
Clientes Private Bank e Itaú Personnalité: 28 de julho, às 12h, até 29 de julho, às 12h
Demais clientes Itaú Unibanco: 29 de julho, às 12h, até 30 de julho, às 12h
Venda geral: 30 de julho, às 13h
Vendas online em: eventim.com.br/ronnie-wood-2026
Bilheteria oficial: Nubank Parque - Rua Palestra Itália, 200  – Portão A – Água Branca, São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h* | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

Benefício para clientes Itaú Unibanco
Pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito
*Compra de 4 ingressos por CPF -  sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade
Parcelamento em até 3x sem juros 
O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso.

SOBRE A 30e
A 30e é a maior e a mais relevante companhia brasileira de entretenimento ao vivo. Com a missão de entregar felicidade e criar memórias inesquecíveis, a empresa tem a inovação, a excelência e as pessoas no centro de tudo o que faz. E, desta forma, a 30e ganhou reconhecimento global como a nova geração do setor. A companhia construiu credibilidade junto ao mercado e ganhou a confiança dos artistas internacionais e nacionais, além dos fãs de música. Já realizou shows de Paul McCartney, System of a Down, Lana Del Rey, Twenty One Pilots, Florence and the Machine, Kendrick Lamar, Slipknot, Gorillaz, The Killers, Roger Waters e Bring Me The Horizon no país. Como uma empresa 100% brasileira, a 30e tem as credenciais necessárias para dimensionar os artistas nacionais e idealizou tours que transformaram a perspectiva do showbiz no Brasil. A turnê Titãs Encontro, a SUPERTURNÊ do Jão, a despedida do Natiruts dos palcos e, agora, a última turnê de Gilberto Gil, TEMPO REI, são exemplos disso. A companhia realiza mais de 200 eventos por ano e tem a projeção de impactar 4 milhões de pessoas em 2025 — sempre desenvolvendo o seu posicionamento de “Delivering Happiness”.

Sobre o Itaú Live
Itaú Live é a plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, criada para conectar fãs, artistas e experiências ao vivo em uma estratégia de relacionamento de longo prazo. A iniciativa potencializa toda a atuação do banco nesse território, reunindo shows, festivais e conteúdo.
Entre os pilares da plataforma está a parceria estratégica de cinco anos com a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, que garante escala e recorrência de shows e turnês em todo o país. Ao colocar o fã no centro da jornada, o Itaú Live transforma a música em um ecossistema de conexão, oferecendo condições especiais de compra, descontos, parcelamento sem juros e experiências exclusivas que ampliam o acesso e qualificam a vivência nos eventos. Site: https://www.itau.com.br/itau-live 

Créditos: Comunicação - 30e

Jorja Smith se prepara para show do novo álbum em São Paulo

 Cantora britânica se apresenta no Espaço Unimed no dia 30 de outubro com repertório que inclui as novas faixas do terceiro álbum de estúdio, What Are the Odds

DJ Akila assina a abertura da noite

Foto de divulgação


Pouco mais de dois meses após o lançamento do seu terceiro álbum de estúdio, a cantora e compositora britânica Jorja Smith desembarca no Brasil para um show solo em São Paulo. A apresentação, idealizada pela IDW Company, acontece no dia 30 de outubro (sexta-feira), no Espaço Unimed. Em novembro, Jorja segue para Salvador, onde integra a programação do AFROPUNK Brasil. Ingressos disponíveis!

 

Reconhecida como uma das principais vozes do R&B de sua geração e por sua relação próxima com o público brasileiro, Jorja sobe ao palco para apresentar, pela primeira vez no país, as músicas de What Are the Odds, álbum que será lançado em agosto. Produzido integralmente por P2J, parceiro da cantora desde Falling or Flying (2023), o disco reúne 12 faixas e amplia a pesquisa sonora da artista ao explorar referências do UK garage, grime e house, sem abrir mão da identidade que consolidou sua trajetória.

 

O projeto vem sendo apresentado ao público com os singles "What's Done Is Done" e "Alive", parceria com WizKid, faixa que celebra a intensidade do início de um relacionamento e ganhou videoclipe gravado em Paris.

 

"Trazer a Jorja para o Brasil é mais um compromisso da IDW com os fãs. Eles pedem há tempos a artista no país e esse será o melhor momento para realizar esse desejo. Jorja chega com álbum novo, show único em São Paulo e fará história também na Bahia. Será lindo", afirma Potyra Lavor, CEO da IDW Company
 

A noite em São Paulo também contará com apresentação da DJ Akila, que assina o set de abertura. Reconhecida por transitar entre afrobeats, R&B, hip hop e música eletrônica, a artista prepara o público para a chegada de Jorja com uma seleção conectada às sonoridades que marcam o universo da cantora.


 

DJ Akila_Divulgação


 

A turnê brasileira terá sua estreia em São Paulo antes da participação de Jorja Smith no AFROPUNK Brasil 2026, reforçando a conexão da artista com o público brasileiro e com um dos principais festivais dedicados à música e à cultura negra no país.


 

SERVIÇO | Jorja Smith no Espaço Unimed – São Paulo


Data: 30 de outubro de 2026 (sexta-feira)
Local: Espaço Unimed
Hora: abertura da casa às 20h | início do show - às 22h
Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, SP

Ingressos: Link 


Créditos: Ágata Cunha


ASUS Business celebra primeiro ano de operação no Brasil e reforça expansão no mercado corporativo

 Unidade B2B amplia rede de parceiros, expande portfólio e prevê novos investimentos e lançamentos no segundo semestre de 2026, com meta de alcançar o Top 3 entre fabricantes de PCs corporativos até 2030

Divulgação

A ASUS Business completa seu primeiro ano de atuação no Brasil consolidando sua estratégia de expansão no mercado corporativo. Desde o lançamento da unidade B2B no país, a empresa ampliou sua presença em segmentos como pequenas e médias empresas, grandes corporações, educação, governo, saúde, varejo e indústria, estruturou uma rede com mais de 100 parceiros comerciais e prepara novos investimentos e lançamentos para o segundo semestre de 2026.

No período, a unidade avançou na consolidação de seu posicionamento no país e já representa uma fatia crescente e estratégica da operação local da ASUS, refletindo o aumento da demanda por soluções corporativas voltadas à mobilidade, segurança e gestão de ambientes híbridos.

Ao longo desse primeiro ano, a ASUS Business concentrou esforços na expansão de seu portfólio corporativo, com destaque para a linha ExpertBook, desenvolvida para atender às necessidades das empresas em um cenário cada vez mais orientado pela transformação digital, trabalho híbrido e eficiência operacional. Após iniciar a operação em 2025 com três modelos, a companhia ampliará seu portfólio em 2026 com cinco novos equipamentos da linha, oferecendo diferentes configurações para atender organizações de diversos portes e segmentos.

A recepção da linha ExpertBook no mercado brasileiro reforçou o potencial da operação B2B da ASUS. Empresas dos setores de educação, construção civil, serviços financeiros, varejo e prestação de serviços já adotam as soluções da marca, impulsionadas pela combinação entre desempenho, segurança, durabilidade e recursos voltados à gestão dos ambientes corporativos.

"Completar o primeiro ano de ASUS Business no Brasil representa um marco importante na consolidação da nossa estratégia para o mercado corporativo. Nesse período, fortalecemos nosso portfólio, ampliamos o relacionamento com parceiros e clientes e comprovamos o papel crescente da ASUS no suporte à transformação digital das empresas brasileiras", afirma Henrique Costa, gerente de Produtos Commercial da ASUS.

Entre os destaques da operação está o ASUS ExpertBook B1503, responsável por aproximadamente 95% dos resultados da unidade no primeiro ano de atuação. O desempenho foi impulsionado pela produção local do equipamento, que ampliou sua competitividade e disponibilidade para o mercado brasileiro.

Entre os diferenciais da ASUS Business estão soluções desenvolvidas para atender às demandas do ambiente corporativo moderno, incluindo recursos avançados de segurança, gerenciamento de dispositivos, mobilidade e durabilidade. Os equipamentos também contam com suporte especializado e serviços voltados à simplificação da rotina das equipes de TI.

A estratégia da companhia inclui ainda o fortalecimento contínuo de seu ecossistema de canais. Atualmente, a ASUS Business conta com três distribuidores nacionais e mais de 100 revendedores espalhados por todo o território brasileiro, número que segue em expansão e amplia o alcance das soluções da marca. Embora a maior concentração de clientes esteja na região Sudeste, a empresa pretende fortalecer sua presença em todas as regiões do país.

Para o segundo semestre de 2026, a ASUS Business prevê a continuidade dos investimentos no Brasil para ampliar o portfólio de soluções corporativas, fortalecer sua estrutura de canais e suporte especializado e acompanhar a crescente demanda do mercado empresarial. Ainda neste ano, a empresa lançará cinco novos produtos da linha ExpertBook.

"As empresas buscam cada vez mais equipamentos capazes de unir produtividade, confiabilidade e segurança. Nosso primeiro ano mostrou que existe espaço para uma atuação cada vez mais especializada no mercado corporativo brasileiro. Agora, nosso foco é ampliar o portfólio, fortalecer nossa rede de parceiros e expandir nossa presença em todo o país para acelerar essa trajetória de crescimento", completa Henrique Costa.

Para os próximos anos, a ASUS Business pretende acelerar sua atuação no segmento corporativo brasileiro, fortalecendo o relacionamento com parceiros estratégicos e ampliando sua participação no ecossistema empresarial. A meta é consolidar a empresa entre as quatro maiores fabricantes de computadores corporativos do Brasil e alcançar o Top 3 em participação de mercado até 2030.

Créditos: Izabelle Prado - BS

Tília recebe mentoria de Raoni Carneiro para processo de desenvolvimento artístico e revisita os próximos passos da carreira

 Cantora reúne equipe para refletir sobre sua trajetória, fortalecer sua identidade artística e construir uma visão de longo prazo


 

 crédito: Fred Othero

 

A cantora, DJ e streamer Tília inicia um novo momento de sua trajetória profissional. Aos 23 anos, a artista decidiu dedicar um período ao desenvolvimento de sua carreira, promovendo um processo de reflexão sobre sua identidade artística, seus objetivos e os caminhos que deseja construir nos próximos anos.
 

A iniciativa reúne sua equipe em torno de uma pergunta central: quem é a artista que Tília deseja se tornar? A partir dessa provocação, o trabalho busca ampliar a visão sobre sua carreira, revisitando posicionamento, repertório, comunicação, escolhas criativas e oportunidades futuras de forma integrada.

 

Como parte desse processo, Tília convidou o criador, diretor e advisor estratégico Raoni Carneiro para conduzir uma mentoria focada em desenvolvimento artístico e estratégia de carreira. Com ampla experiência na criação de espetáculos e no desenvolvimento de narrativas para o palco, Raoni assinou o primeiro show e a primeira turnê de Anitta, "Meu Lugar", a direção artística de "Nossa História", de Sandy & Junior, o espetáculo de Madonna em Copacabana, além do projeto "Acústico em Nova York", do Capital Inicial. Também foi diretor de gênero de Música, Festivais e Eventos dos Estúdios Globo por anos.


 



Fotos de divulgação - Raoni Carneiro

“A Tília representa uma geração que me desperta muita curiosidade. Existe uma forma completamente nova de construir carreira, se relacionar com o público e produzir cultura, e estar próximo disso também é uma oportunidade de aprendizado para mim. O que me chamou atenção foi a disposição dela para parar e refletir sobre algo que, muitas vezes, fica em segundo plano: a consciência artística. Não é apenas sobre música ou repertório, mas sobre a consciência de palco, da performance, das escolhas criativas, da relação com o público e da construção estratégica de uma carreira. São essas conversas que ajudam um artista a entender, cada vez mais, quem ele está se tornando”, destaca Raoni Carneiro.
 

A mentoria propõe um espaço de troca e reflexão sobre a trajetória da artista, fortalecendo sua identidade e contribuindo para a construção de uma visão estratégica de longo prazo para sua carreira.

 

"Estou muito feliz de trazer uma pessoa da relevância do Raoni para somar. Tem sido uma troca diária, que está me gerando um novo olhar, não só pro meu novo projeto, mas, para minha carreira como um todo. Essa parceria veio no momento ideal, onde estou encaixando cada peça que arquitetei na minha mente de onde quero chegar", completa Tília.
 

Diferentemente de uma direção artística para um álbum ou espetáculo específico, a mentoria tem como foco a construção da artista. O objetivo é criar um espaço de reflexão, amadurecimento e desenvolvimento, permitindo que as próximas etapas de sua carreira sejam consequência de uma visão mais clara sobre quem ela é, o que deseja comunicar e o impacto que pretende gerar por meio da sua arte.

 

O processo acontece paralelamente aos projetos em andamento da cantora e representa um investimento em sua evolução profissional. Mais do que preparar um próximo lançamento, a iniciativa busca fortalecer as bases que irão orientar suas escolhas criativas e estratégicas ao longo dos próximos anos.


Créditos: Ágata Cunha

50 anos da morte de Juscelino Kubitschek

 Livro revisita o legado de Juscelino Kubitschek e questiona os custos do desenvolvimentismo

Em “Juscelino: Uma Crítica ao Desenvolvimentismo”, Antônio Claret Jr. e Lucas Berlanza analisam as consequências econômicas, políticas e institucionais do modelo associado ao ex-presidente


Juscelino: uma crítica ao desenvolvimentismo, de Lucas Berlanza e Antônio Claret Jr.

Às vésperas dos 50 anos de sua morte, Juscelino Kubitschek continua ocupando um lugar singular no imaginário brasileiro. Associado ao lema “50 anos em 5”, à construção de Brasília e à implantação da indústria automobilística, JK tornou-se símbolo de uma época marcada pelo otimismo e pela crença de que o Brasil poderia superar rapidamente o subdesenvolvimento.

Essa memória consagrada é reexaminada por Antônio Claret Jr. e Lucas Berlanza em “Juscelino: Uma Crítica ao Desenvolvimentismo”, publicado pela LVM Editora. Em vez de uma biografia tradicional, o livro analisa a trajetória pública de JK e as consequências do modelo político e econômico adotado em suas passagens pela Prefeitura de Belo Horizonte, pelo Governo de Minas Gerais e pela Presidência da República.

A obra aborda o desenvolvimentismo como uma estratégia baseada na atuação do Estado como indutor da industrialização, nos grandes investimentos públicos e na atração de capital estrangeiro. O objetivo não é negar a importância histórica de JK, mas discutir os custos que acompanharam suas principais realizações. “Juscelino tinha uma combinação rara de carisma, habilidade política e capacidade de transmitir confiança. Seu governo ficou associado à ideia de que o Brasil estava deixando para trás o atraso e entrando em uma fase de crescimento”, afirmam os autores.

O Plano de Metas concentrou investimentos em áreas como energia, transportes, alimentação, indústria de base e educação. Brasília, inicialmente fora das 30 metas setoriais, tornou-se a chamada “meta-síntese” do projeto. Segundo a Fundação Getulio Vargas, o programa alcançava setores públicos e privados responsáveis por aproximadamente um quarto da produção nacional. A política econômica combinava intervenção estatal, participação do capital privado brasileiro e entrada de investimentos estrangeiros para acelerar a industrialização.

Os resultados foram relevantes. Durante o período, a economia brasileira cresceu, em média, mais de 7% ao ano, enquanto a produção industrial avançou e o setor automobilístico se consolidou. A instalação das montadoras impulsionou fornecedores, gerou empregos e difundiu novos conhecimentos técnicos.

Para Claret Jr. e Berlanza, entretanto, o período também consolidou a ideia de que caberia ao Estado selecionar setores estratégicos, direcionar investimentos, conceder incentivos e proteger determinadas atividades. “Esse modelo produziu resultados importantes, como a expansão da infraestrutura e da indústria. Seria errado ignorar isso. Mas ele também fortaleceu uma cultura de dependência em relação ao Estado, estimulando subsídios, protecionismo e uma relação muito próxima entre poder público e grupos econômicos”, afirma Claret Jr.

O livro destaca que a aceleração do crescimento foi acompanhada pelo aumento dos gastos públicos, pelo endividamento externo e por pressões inflacionárias. Levantamento histórico do CPDOC registra que a inflação média anual passou de 13,5%, entre 1948 e 1955, para 22,4% durante o governo JK. Parte dos investimentos também foi financiada por operações externas de curto prazo e custo elevado.

Na visão dos autores, o êxito político de Juscelino acabou sendo confundido com a eficácia permanente de seu modelo econômico. “O maior equívoco é transformar Juscelino em um personagem que não pode ser criticado. JK foi relevante, tinha talento político, conduziu grandes projetos e marcou o país. O ponto do livro é questionar se o modelo desenvolvimentista adotado por ele deve continuar servindo como referência”, explicam.

Juscelino: uma crítica ao desenvolvimentismo, de Lucas Berlanza e Antônio Claret Jr.

Juscelino: uma crítica ao desenvolvimentismo, de Lucas Berlanza e Antônio Claret Jr.





Brasília: símbolo e contradição

Inaugurada em 21 de abril de 1960, Brasília sintetiza as realizações e as contradições do período. A nova capital representou um marco arquitetônico, urbanístico e político, favoreceu a interiorização do desenvolvimento e concretizou uma aspiração presente em constituições anteriores.

Ao mesmo tempo, segundo os autores, a obra exigiu elevados recursos públicos em um país que ainda enfrentava graves problemas em áreas como educação, saúde e saneamento. “Brasília sintetiza a lógica das grandes obras, da forte presença estatal e do crescimento acelerado, mas com pouca preocupação com os custos fiscais e os efeitos de longo prazo”, afirma Lucas Berlanza.

Para os autores, a capital não deve ser vista apenas como uma demonstração do sucesso de JK nem como simples desperdício de recursos. Ela representa tanto a capacidade realizadora do período quanto os dilemas econômicos do modelo utilizado para viabilizá-la.

Uma discussão que permanece atual

Embora examine decisões tomadas entre as décadas de 1940 e 1960, o livro dialoga com questões contemporâneas: qual deve ser o papel do Estado na economia? Como financiar investimentos públicos? Como conciliar crescimento, responsabilidade fiscal, planejamento e participação do setor privado?

“A experiência de JK mostra que é possível acelerar a economia por meio do gasto público e da expansão do investimento estatal. A questão é o que acontece depois. Quando esse crescimento vem acompanhado de inflação, endividamento e perda de eficiência, os custos aparecem mais cedo ou mais tarde”, afirmam Claret Jr. e Berlanza. A crítica da obra não se dirige ao investimento público em si, mas à ideia de que o Estado pode impulsionar continuamente a economia sem considerar limites fiscais, qualidade dos gastos, produtividade dos projetos e condições para o investimento privado.

A memória de JK 50 anos depois

Juscelino morreu em 22 de agosto de 1976, em um acidente na Rodovia Presidente Dutra. A proximidade dos 50 anos de sua morte também reabre as discussões sobre as circunstâncias do episódio. Em 2014, a Comissão Nacional da Verdade concluiu que não havia elementos materiais que indicassem homicídio. Em 2026, porém, um relatório da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos voltou a apontar a possibilidade de atentado. “Caso um dia haja uma conclusão definitiva sobre as circunstâncias da morte de JK, isso certamente terá impacto na compreensão de seus últimos anos e de sua relação com a ditadura militar. Mas não altera o debate sobre o legado político e econômico de seu governo”, afirmam os autores. 

Ao examinar Juscelino por um ângulo menos habitual, “Juscelino: Uma Crítica ao Desenvolvimentismo” convida o leitor a separar a força simbólica de JK da avaliação das políticas que implementou. Mais do que negar seus feitos, a obra questiona os custos do crescimento acelerado e a permanência dessa herança na maneira como o Brasil ainda discute desenvolvimento, planejamento e atuação estatal.

 

Créditos: Camila Pessanha