Featured Slider

Como uma amizade sobrevive à transição da infância para a adolescência?

 Com protagonismo PCD e diversidade familiar, Rebeca Kim apresenta história sobre os desafios do amadurecimento no lançamento "Minha (quase) ex-melhor amiga"

Divulgação | VR Editora


Manu e Duda sempre foram inseparáveis. Daquelas amizades que se constroem nos pequenos rituais do dia a dia, como dividir o lanche no intervalo, trocar confidências e encontrar um espaço seguro uma na outra. No entanto, com a chegada do 6º ano na escola, algo começa a mudar. Em meio a novas dinâmicas, sentimentos difíceis de nomear e silêncios que passam a ocupar o lugar das conversas, a relação entre as duas se transforma. É nesse território sensível de transição da infância para a adolescência que acontece a narrativa de Minha (quase) ex-melhor amiga, lançamento de Rebeca Kim.

Na obra, publicada pela VR Editora, o leitor acompanha o início desse distanciamento a partir de situações cotidianas que, aos poucos, ganham novos significados. O ciúme diante de novas amizades, pequenas atitudes mal interpretadas e um gesto impulsivo que gera desconfiança passam a tensionar a relação das meninas. Esse acúmulo de emoções é evidenciado durante os ensaios para a festa junina, quando já não encontram mais o mesmo ritmo, nem na dança, nem na amizade.

O conflito ganha novos contornos quando a falta de sincronia dá início a uma discussão verbal, que evolui para uma briga física, causa a queda de Manu de sua cadeira de rodas e termina com as duas suspensas por três dias. Longe da rotina escolar, é no silêncio da ausência que percebem o quanto a amizade ainda ocupa um lugar central em suas vidas, seja na falta das conversas sobre séries, das partidas de videogame ou na simples presença uma da outra.

Incentivada pelas mães, Manu toma a iniciativa de se reaproximar, e o reencontro acontece com o pretexto de ensaiarem a coreografia da apresentação. Entre conversas e confissões, Duda revela o que não conseguiu dizer antes e, pela primeira vez, conseguem falar sobre o que estavam sentindo. Mais do que resolver o desentendimento, esse episódio marca o início de uma nova forma de se relacionar: mais honesta, aberta e atravessada pelas descobertas dessa fase.

Manu e Duda facilmente andariam no recreio, ou melhor,
no intervalo com minhas personagens. Em “Minha (quase) ex-melhor amiga”,
você vai ver que com uma boa rede de apoio podemos passar pela adolescência
com mais carinho e entender que todos os sentimentos são válidos
— a gente só precisa não ter medo de entendê-los melhor.

Thalita Rebouças, escritora best-seller

Carioca, nipo-brasileira e cadeirante, Rebeca Kim constrói um enredo em que a diversidade aparece de forma orgânica, integrada à vida das personagens, sem ser tratada como obstáculo. Ao trazer uma protagonista negra, cadeirante e filha de duas mulheres com naturalidade e afeto, a autora amplia as possibilidades de identificação para jovens leitores, sem recorrer a estereótipos ou a uma visão limitada dessas vivências. Com ilustrações delicadas de Purin Naka, que retrata cada fase da amizade das protagonistas, Minha (quase) ex-melhor amiga é uma história sobre amadurecimento que acolhe, representa e convida à empatia, reforçando que toda experiência merece ser vista em sua complexidade e, sobretudo, em sua potência.

Ficha Técnica:
Título: Minha (quase) ex-melhor amiga
Volume: 01
Autora: Rebeca Kim
Ilustradora: 
Purin Naka
Editora: VR Editora
Edição/ano: 1ª/2026
ISBN do livro físico:  978-85-507-0793-8
ISBN do e-book: 978-85-507-0794-5
Gênero: Literatura infantojuvenil
Idade recomendada: A partir de 10 anos
Número de páginas: 132
Preço: R$ 59,90
Onde encontrarAmazon | E-commerce VR Editora | Mercado Livre | Principais livrarias do Brasil

Foto: D3 Fotografia


Sobre a autora: Rebeca Kim é neta de japoneses, cadeirante, vascaína, formada em Direito e nascida em Niterói (RJ), de onde sempre parte para novos destinos de viagens. Além de escrever para blogs de cultura pop, ela também publicou histórias independentes na internet. Minha quase ex-melhor amiga é seu livro de estreia.

Redes sociais:

Sobre a editora: VR Editora está no Brasil há 25 anos. Tudo começou com a linha de Livros Presentes para ocasiões especiais. Posteriormente, com a entrada da coleção Diário de um Banana em 2008 e se tornando um sucesso de vendas em pouco tempo, a VR Editora tornou-se inspiração quando o assunto é leitura infanto-juvenil, com temas importantes da atualidade apresentados aos pequenos leitores por premiados autores e ilustradores, nacionais e estrangeiros.

Instagram: @VReditorabr  | TikTok: @vreditorabr


Créditos: Dielin da Silva


JOHN JOHN transforma jeans em projeto social em colaboração com a Casa dos Curumins

 Bolsa exclusiva criada em parceria terá parte da renda revertida para a instituição


A JOHN JOHN reafirma sua parceria com a Casa dos Curumins, organização sem fins lucrativos que atua na zona sul de São Paulo promovendo inclusão sociocultural de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade por meio da educação, da arte e da cultura.
 

Destaque entre os projetos da instituição, a Banda dos Curumins, formada por jovens talentos revelados na própria organização, foi o ponto de partida para mais um capítulo dessa colaboração. Ao longo do semestre, os integrantes participaram de uma imersão no escritório da marca, onde, em conjunto com o time de estilo da JOHN JOHN, desenvolveram uma logo exclusiva que traduz a identidade criativa do projeto.
 

“Essa parceria representa uma oportunidade muito potente de ampliar o alcance do trabalho que já realizamos com os jovens. Ver essa troca acontecendo de forma tão genuína, conectando criatividade, moda e identidade, fortalece ainda mais o protagonismo deles dentro e fora da Casa dos Curumins” afirma Adriana Eisenhardt, presidente da Casa dos Curimins.
 

A parceria também deu origem a uma bolsa jeans exclusiva, criada pela JOHN JOHN e customizada pela Casa dos Curumins. A peça carrega a assinatura colaborativa entre moda e arte, e terá parte de sua renda revertida para os projetos sociais da instituição, ampliando o impacto da iniciativa.
 

Para Renata Viacava, diretora da JOHN JOHN a colaboração representa mais do que uma parceria: “Acreditamos na moda como uma plataforma de expressão, mas também como um agente de transformação. Essa colaboração com a Casa dos Curumins traduz exatamente esse olhar, unir criatividade e propósito em um projeto que gera impacto real.”
 

Mais do que uma conexão pontual, o projeto materializa o investimento contínuo da JOHN JOHN em iniciativas de impacto social com viés criativo. Ao lado da Casa dos Curumins, a marca amplia sua atuação para além do produto, apoiando iniciativas que incentivam que geram impacto positivo na comunidade.

 

Sobre a JOHN JOHN

A JOHN JOHN é uma marca de moda que construiu sua identidade a partir do jeans como expressão de atitude, liberdade e autenticidade. Mais do que um produto, o denim é o ponto de partida de uma linguagem que atravessa gerações, estilos e momentos, conectando cultura e comportamento. Movida pela energia da cidade, pela música e pelas pessoas, a JOHN JOHN acredita na moda como ferramenta de expressão individual e coletiva. Suas coleções dialogam com o tempo presente, resgatando referências culturais e reinterpretando o clássico de forma atual, sem perder sua essência. O jeans segue como fio condutor desta narrativa, reafirmando a força de um símbolo que nunca sai de cena e que acompanha quem vive em movimento.


Créditos: Marina Zimmermann

Advogada aborda em livro acesso ao BPC-LOAS para pessoas com autismo e vulnerabilidade social

 Capítulo assinado por Ana Paula Cavalcante no livro "Além do diagnóstico" discute direitos assistenciais, barreiras sociais e critérios legais para concessão do benefício

Ana Paula Cavalcante
Divulgação / Literare Books International

O acesso a direitos assistenciais por pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), especificamente em contextos de vulnerabilidade social, é o tema do capítulo “BPC-LOAS - Transtorno do espectro autista (TEA) e vulnerabilidade social”, assinado pela advogada Ana Paula Cavalcante no livro “Além do diagnóstico” (Literare Books International). A obra reúne diferentes olhares sobre o autismo e busca ampliar a compreensão sobre os desafios enfrentados por pessoas no espectro e suas famílias.

No texto, a autora destaca a importância de compreender o TEA não apenas sob o ponto de vista clínico, mas também jurídico e social. Segundo ela, esse entendimento é essencial para evitar interpretações equivocadas e garantir um atendimento mais humanizado e eficaz, especialmente por profissionais do Direito que atuam diretamente com demandas envolvendo pessoas com deficiência.

O capítulo apresenta uma análise detalhada do Benefício de Prestação Continuada (BPC), previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que assegura o pagamento de um salário-mínimo mensal a pessoas com deficiência incapacitante para o trabalho e idosos a partir de 65 anos de idade que comprovem não possuir meios de subsistência. A advogada ressalta que, para fins legais, pessoas com TEA são reconhecidas como pessoas com deficiência, conforme a legislação brasileira, o que lhes garante acesso a uma série de direitos, incluindo o benefício assistencial.

Com mais de uma década de atuação na área previdenciária, Ana Paula Cavalcante reúne experiência prática e conhecimento técnico para discutir o tema. A advogada também chama atenção para o conceito de “impedimento de longo prazo”, previsto na legislação, destacando que o autismo, por ser uma condição genética presente desde o nascimento e que impacta o neurodesenvolvimento, se enquadra nesse critério. Além disso, o capítulo discute como as barreiras sociais, que vão desde dificuldades de comunicação até limitações no acesso a serviços e espaços, comprometem a participação plena dessas pessoas na sociedade.

Ana Paula Cavalcante
Divulgação / Literare Books International


Outro ponto relevante abordado é a análise da condição socioeconômica das famílias. A autora explica que, embora exista um critério objetivo de renda para a concessão do BPC, a legislação permite a flexibilização desse parâmetro, considerando fatores como o grau da deficiência, a dependência de terceiros e os custos com tratamentos e cuidados não oferecidos pelo Poder Público.

A obra também evidencia o impacto da realidade social no desenvolvimento de crianças com TEA. Em muitos casos, a necessidade de acompanhamento constante por equipes multidisciplinares exige a dedicação integral de um dos responsáveis, geralmente a mãe, o que limita a capacidade de geração de renda familiar e reforça a importância do benefício assistencial.

O tema contribui para o debate sobre inclusão, cidadania e garantia de direitos, reforçando a necessidade de olhar para o autismo de forma ampla, considerando não apenas o diagnóstico, mas também as condições sociais que impactam diretamente a qualidade de vida das pessoas no espectro e de suas famílias.

Créditos: Débora Luz


Closeup promove beijo de Nicole Bahls e Diogo Defante em campanha do Dia do Beijo

 Marca de cuidados bucais da Unilever se une aos influenciadores para comemorar a data e reforçar a mensagem que beijo bom é beijo com hálito fresco



 Ontem foi comemorado o Dia do Beijo, e Closeup, marca de cuidados bucais da Unilever, promoveu sua nova campanha em comemoração à data, ativação que já faz parte do calendário da marca todos os anos. Com a participação de ninguém menos que Nicole Bahls e Diogo Defante, a marca criou uma comunicação divertida, seguindo o posicionamento jovem e ousado da marca, para mostrar que não importa quem beijamos, sejam sapos ou não, o que torna um beijo especial é o hálito fresco e de longa duração, promovendo a linha Fresh. 

Para dar vida à campanha, a marca entrou na conversa com Nicole sobre o novo pet da sua fazenda, o sapo batizado de Diogo Defante, criando um burburinho nas redes em torno do novo animal e o motivo da escolha do nome para o anfíbio. Como parte da campanha, a ideia foi criar uma identificação do público com o sapo, fazendo referência aos sapos que beijamos ao longo da vida.  

“O Dia do Beijo é uma data que se conecta facilmente com Closeup, pois falamos sobre hálito fresco e duradouro, sobre confiança e aproximação de pessoas. E neste ano pensamos em abordar uma nova visão para o beijo, o beijo que não se importa com a estereótipos, mas sim com o hálito fresco e duradouro, que permite a aproximação e a diversão. Com essa ideia, não teríamos ninguém melhor que Nicole Bahls e Diogo Defante para ilustrarem a campanha e engajarem o público”, explica Vitoria Cordeiro, Gerente de Marketing de Oral Care na Unilever. 

Com uma estratégia focada nas redes sociais, a campanha começou com Nicole contando aos seus seguidores a chegada do mais novo pet em sua fazenda, o sapinho Diogo. Ao longo da semana, a influenciadora publicou outros posts mostrando a nova vida do anfíbio, trazendo até interações do próprio Diogo Defante, contando que se identificou com o sapo e revelou que já foi um “sapo” em alguns beijos durante a sua vida.   

E ontem, no Dia do Beijo, a grande revelação veio em um post collab entre Closeup, Nicole Bahls e Diogo Defante, com os influenciadores se beijando, fazendo alusão à transformação do novo sapo de Nicole no Diogo Defante, o original. “O Dia do Beijo é uma data importante para os brasileiros, sabemos que adoramos beijar por aqui né, beijamos até sapos. E fazer parte dessa campanha de Closeup, que reforça a quebra de estereótipos de maneira leve e divertida foi muito bacana para mim”, comenta Nicole Bahls.  

Conectada a campanha, o público também poderá garantir os produtos da linha Fresh no app do iFood com ação especial de leve 3 e pague 2. A campanha foi desenvolvida pela Drum, agência de criação da marca, em parceria com a Spark, agência de influência de Closeup.  

 

Sobre Closeup  

Nascida na década de 60 como uma marca pioneira e disruptiva, Closeup trouxe a primeira pasta em gel dental dos EUA, enquanto o resto do mercado só possuía a tradicional pasta em creme branca. No Brasil, chegando pouco tempo depois, em 1971, construiu uma identidade própria e inovadora, trazendo um mix de sabores intensos e coloridos, sempre com foco no público jovem através de campanhas ousadas e produtos exclusivos. Hoje, a marca é líder global no segmento de refrescância e está presente em mais de 60 países sendo umas das 50 maiores marcas do mundo e atendendo mais de 700 milhões de consumidores por ano. Closeup incentiva as pessoas a terem confiança para dar o próximo passo e luta contra qualquer tipo de preconceito, afinal, toda forma de amar é bem-vinda.  


Créditos: Uly Barbosa de Campos  


"1964: O que ainda nos resta dizer?" inscrito no Prêmio Jabuti Acadêmico 2026

 

autores da coletânea

Coletânea reúne 11 autores e propõe uma reflexão crítica sobre os impactos da ditadura militar no Brasil

A coletânea "1964: O que ainda nos resta dizer?", organizada pela historiadora Luciene Carris e publicada pela Editora Metanoia (Selo Estudos Americanos), está inscrita no  Prêmio Jabuti Acadêmico 2026. O livro reúne 11 autores em uma análise aprofundada sobre o legado da ditadura militar brasileira, um dos períodos mais marcantes e controversos da história do país.


Dividido em oito capítulos, o livro apresenta uma gama de temas centrais, como a destruição e a reconstrução de patrimônios, a resistência artística e comunitária, a repressão aos trabalhadores rurais e a luta por moradia. A coletânea também examina as diversas formas de opressão enfrentadas pelo povo brasileiro, especialmente nos momentos mais difíceis da ditadura.


A autora Luciene Carris, fala da importância de concorrer a esse prêmio:
“Para mim, a inscrição no Jabuti Acadêmico já é uma conquista valiosa. A premiação, caso aconteça, leva o debate sobre a ditadura para outros espaços, além do ambiente acadêmico. Além disso, reconhece a importância dos temas pesquisados pelos onze autores e autoras, como repressão, luta por moradia, resistência artística, políticas indigenistas, patrimônio, liberdade de expressão, cultura e direitos civis. Passamos por um momento na história recente do país marcado por disputas sobre essa memória. A coletânea analisa esse período com intuito de compreender o passado e o presente, além de reforçar a importância da democracia na contemporaneidade.”


Mais do que revisitar o passado, "1964: O que ainda nos resta dizer?" busca fomentar o debate sobre o presente. Ao completar os 60 anos do golpe em 2024, a obra ressalta desafios ainda atuais para a consolidação da democracia no Brasil, como a garantia da liberdade de expressão, a resistência política e a defesa de direitos fundamentais.


Em um contexto em que a memória histórica segue em disputa, o livro se destaca como uma contribuição relevante para a compreensão do passado recente e para o estímulo à reflexão crítica sobre suas reverberações na sociedade contemporânea.
Participam da coletânea os seguintes autores: Andréa Cristina de Barros Queiroz; Carlos Eduardo Pinto de Pinto e Rodolfo Rodrigues de Souza; Andréa Casa Nova Maia, Adriana Camargo Pereira e Rita Lages Rodrigues; Vicente Saul Moreira dos Santos; Silene Orlando Ribeiro; Luzimar Soares Bernardo; Mário Brum e Luciene Carris e Maria Nilda Bizzo.

Sobre a organizadora
Luciene Carris é doutora e mestre em História Política (UERJ) e graduada e licenciada em História pela mesma universidade. Realizou estágios pós-doutorais no Laboratório de Geografia Política (USP), no Departamento de História (PUC/Rio) e no Departamento de História (UERJ). É pesquisadora do Laboratório de Imagem, Memória, Arte e Metrópole (IMAM) da UFRJ, integra o GT de História Urbana da ANPUH/Rio, é sócia efetiva do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro (IHGRJ) e sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Atualmente, atua como gerente do Centro de Ensino e Pesquisa do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.

Serviço:
Título: 1964 – O que ainda nos resta dizer?
Organização: Luciene Carris
Editora: Editora Metanoia - Selo Estudos Americanos
Páginas: 264
Preço: R$ 60

Informações para a imprensa:
Marcela Vigo/Inês Dell’Erba
MVigo Assessoria de Comunicação
Assessoria de Imprensa/Marketing de Conteúdo
(21) 99945-2044 /99953-8584



Luciene Carris


Créditos: Marcela Vigo

Para que serve a poesia no século 21?

 

Foto ilustrativa/Freepik


*Por Marcelo Gomes Jorge Feres

Podemos dizer, sem grande exagero, que a poesia foi mãe da filosofia e, de certo modo, avó das ciências. Se voltarmos à tradição ocidental, veremos que a busca pelo sentido da vida não é algo novo. Antes mesmo das explicações racionais da filosofia, vieram os mitos e as poesias. No mundo grego arcaico, os aedos e rapsodos já narravam, em versos, as origens, os conflitos, os deuses, os destinos e os mistérios da existência.  

Isso porque o ser humano, antes de explicar o mundo, precisou senti-lo. Antes das razões organizadas, vieram os espantos, como no homem que sai da caverna de Platão e se assombra com o real. E é justamente desse “thaumazéin”, como diriam os gregos, que nasceu a necessidade humana de uma linguagem simbólica, sensível e interior. 

A poesia sempre serviu como um modo de nomear aquilo que escapa. Ela não existe apenas para ornamentar a linguagem ou embelezar a realidade. Sua função mais profunda talvez seja a de restituir espessura à vida. Em outras palavras, ela nos ajuda a perceber que viver não é apenas funcionar. E esse ponto parece decisivo no século 21. 

Vivemos um tempo de aceleração contínua, de produtividade compulsória e de materialismos cada vez mais externos. Tudo nos empurra para fora: para a performance, para a exposição, para a utilidade, para o consumo veloz de conteúdos e sensações. E, assim, o espaço do silêncio e da contemplação vai sendo comprimido. 

Talvez por isso tanta gente experimente, hoje, uma estranha falta de sentido mesmo em meio a tantas possibilidades. Há informação em abundância, mas há pouca assimilação. Há conexão o tempo todo, mas pouca presença. Há discursos por toda parte, mas escasseiam as palavras que realmente toquem o ser. 

Quando quase tudo precisa “servir para alguma coisa” de modo prático, a poesia nos recorda que há valor também no invisível, e isso não é pouco. Ela nos devolve àquilo que ainda pulsa sob a rotina endurecida, e lembra que nem tudo o que importa pode ser medido, monetizado ou imediatamente explicado. 

Não por acaso, eu ainda gosto de voltar, em espírito, à Grécia antiga, aos templos, a Delfos, ao “conhece-te a ti mesmo”. Não por nostalgia estéril, mas porque ali permanece uma intuição decisiva: a de que o ser humano não vive apenas de respostas externas.  

Há algo que precisa ser buscado adentro e a poesia continua sendo uma das linguagens mais aptas para essa travessia interior. 

Marcelo Feres (Dionysius Fredericus)
Divulgação/Arquivo Pessoal


--

*Marcelo Gomes Jorge Feres é historiador, escritor, estudante de Filosofia e autor do livro O balbuciar de um eterno, sob o pseudônimo de Dionysius Fredericus.



Créditos: Ana Paula Gonçalves


CCBB São Paulo completa 25 anos e convida o público a celebrar com programações gratuitas em abril

 


No dia 21 de abril, o Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo (CCBB SP) completa 25 anos de atividades e, para celebrar o marco, preparou uma programação completa que promete encantar públicos de todas as idades.
Instalado desde 2001 no Centro Histórico, o CCBB São Paulo tem como missão formar novas plateias nas mais diversas expressões artísticas, democratizar o acesso à cultura e contribuir para sua promoção, difusão e incentivo. A ocupação e manutenção dos espaços do CCBB SP refletem também o cuidado com a revitalização da região e com a preservação de seu valioso patrimônio histórico e arquitetônico, essencial para a memória da cidade. Com uma programação regular, acessível e plural, que contempla múltiplas manifestações artísticas, o CCBB SP é uma referência cultural para os paulistanos e turistas da maior cidade do Brasil.
Desde sua criação, foram inúmeras as oportunidades de emocionar, inspirar e surpreender o público da capital e os milhares de visitantes que passam pelo espaço diariamente. Para celebrar essa trajetória junto ao público, foi preparada uma programação comemorativa nos dias 18, 19, 21, 25 e 26 de abril, reunindo atividades culturais, artísticas e diversas ativações especiais.
 
Programação de aniversário


A programação comemorativa marca o retorno do Grupo Esparrama às janelas do CCBB São Paulo após temporada de sucesso em 2024, com o espetáculo “Acorda!”, que terá quatro apresentações e promete emocionar crianças e adultos nos dias 21, 25 e 26/04. A agenda inclui ainda muita música com a DJ Marina Lopes, os grupos Estação do Choro e Monte Cristo, além da cantora Giana Viscardi.
Na estreia da programação, no sábado, dia 18, o grupo Estação do Choro ocupa o CCBB SP com uma animada roda de choro, celebrando a música instrumental brasileira a partir das 15h.
No dia seguinte, domingo, 19, a DJ e pesquisadora Marina Lopes traz toda a essência do seu projeto Samba do Sol para agitar o Centro Histórico a partir das 13h.
Na terça-feira, feriado de 21 de abril, o CCBB SP abre suas portas com a programação regular e atrações especiais: nova participação da DJ Marina Lopes a partir das 13h; duas sessões do espetáculo “Acorda!”, às 11h e às 15h, além da pré-estreia do filme brasileiro Love Kills, às 16h30, com a presença da diretora e dos atores principais.
A festa não para por aí, já que no fim de semana seguinte ainda tem programação especial. No sábado, dia 25, o prédio “desperta” com mais uma apresentação do “Acorda!”, às 15h e um show repleto de brasilidade com Giana Viscardi às 17h.
No último dia de comemoração, domingo, 26, acontece a apresentação final do “Acorda!” às 15h, e a partir das 17h, um show com o quarteto de cordas Monte Cristo.
Além da programação cultural, os dias de festa serão repletos de ativações das 13h às 18h, incluindo parede instagramável, cabine fotográfica com impressão instantânea, carrinhos de sorvete e algodão-doce, máquina de garra com brindes, além de presentes exclusivos para clientes Banco do Brasil.

Programação completa:
Dia 18 de Abril – Sábado
13h às 18h
Cabine fotográfica
Máquina de Garra
Carrinhos de algodão doce
Carrinhos de sorvete
Brindes exclusivos para clientes BB
*ativações sujeitas à disponibilidade
 

15h às 16h

Show – Chorinho: Grupo Estação do Choro

 
Dia 19 de Abril - Domingo
13h às 18h
Cabine fotográfica
Máquina de Garra
Carrinhos de algodão doce
Carrinhos de sorvete
Brindes exclusivos para clientes BB
*ativações sujeitas à disponibilidade
 

13h às 18h

DJ – Brasilidades: Marina Lopes

 
Dia 21 de Abril – Terça-feira (Feriado)
13h às 18h
Parede de drinks não alcoólicos
Cabine fotográfica
Máquina de Garra
Carrinhos de algodão doce
Carrinhos de sorvete
Brindes exclusivos para clientes BB
*ativações sujeitas à disponibilidade
 

11h às 12h | 15h às 16h

Teatro – Acorda! com Grupo Esparrama

 

13h às 15h | 16h às 18h

DJ – Brasilidades: Marina Lopes

 

16h30 às 19h30

Cinema – Mestras do Macabro 2: Sessão pré-estreia Love Kills seguida de bate-papo mediado pela curadora Beatriz Saldanha com a diretora do filme Luiza Shelling Tubaldini e com os protagonistas, Thais Lago e Gabriel Stauffer. Haverá distribuição de pipoca doce no início da sessão.


14h30 às 18h30

Cosplay – Performáticos de vampiros

 
Dia 25 de Abril – Sábado
13h às 18h
Cabine fotográfica
Máquina de Garra
Carrinhos de algodão doce
Carrinhos de sorvete
Brindes exclusivos para clientes BB
*ativações sujeitas à disponibilidade
 

15h às 16h

Teatro – Acorda! com Grupo Esparrama

 

17h às 18h

Show – MPB: Giana Viscardi

 
Dia 26 de Abril – Domingo
13h às 18h
Cabine fotográfica
Máquina de Garra
Carrinhos de algodão doce
Carrinhos de sorvete
Brindes exclusivos para clientes BB
*ativações sujeitas à disponibilidade
 

15h às 16h

Teatro – Acorda! com Grupo Esparrama

 

17h às 18h

Show - Quarteto de cordas: Monte Cristo

 
Serviço:
Ingressos em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB
Centro Cultural Banco do Brasil  
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP 
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças. Aberto excepcionalmente na terça-feira, dia 21/04 - feriado. 
Telefone: (11) 4297-0600  
Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas - necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.  
Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.  
Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.  
Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).  
Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal 
 
 
Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 - Centro Histórico - São Paulo - SP

Informações: bb.com.br/cultura     facebook.com/ccbbsp     instagram.com/ccbbsp    tiktok.com/@ccbbcultura


Créditos: CCBB SAO PAULO - SP 20257  

Anne Hathaway usa Christian Louboutin em divulgação do seu novo filme

 

Getty Images

 Anne Hathaway foi vista em Nova York para uma exibição especial de Mother Mary, seu novo filme, usando Christian Louboutin. Para a ocasião, a atriz escolheu um vestido longo em tecido leve e transparente, com brilho suave e recortes fluidos, criando um visual elegante e sofisticado. 

Divulgação




Nos pés, Anne apostou no modelo Miss Z, scarpin metálico da Maison francesa em tom rosé espelhado, que trouxe modernidade ao look e destacou a icônica sola vermelha da marca. Com cabelos soltos e styling discreto, a atriz mostrou mais uma vez sua elegância clássica em eventos de divulgação. 

Modelos similares disponíveis em: iguatemi365.com/christian-louboutin 

Sobre a Christian Louboutin 
Christian Louboutin fundou seu negócio no coração de Paris em 1991, inicialmente com uma coleção feminina, seguida por uma coleção masculina alguns anos depois, ambas reconhecíveis pela icônica sola vermelha envernizada. Em 2014, foi lançada a Christian Louboutin Beauté, e em 2022 a marca introduziu novas categorias dedicadas a crianças e pets. Com uma coleção prolífica de sapatos, artigos de couro e acessórios, Christian Louboutin agora conta com mais de 150 pontos de venda ao redor do mundo. 

@louboutinworld 


Créditos: Julia Almeida Moreira  


Festa do Peão de Barretos: evento de lançamento em São Paulo acontece nesta quinta-feira

 Festa oficial de lançamento no Villa Country reúne convidados e imprensa e marca um dos principais momentos do calendário que antecede a edição 2026 da Festa de Barretos

                      Evento de lançamento oficial acontece nesta quinta-feira, dando início à contagem regressiva para a 71ª Festa do Peão de Barretos, que será realizada de 20 a 30 de agosto. ( Crédito foto:Alisson Demétrio)


A 71ª Festa do Peão de Barretos realiza, nesta quinta-feira, 16 de abril, em São Paulo, o seu tradicional evento de lançamento no Villa Country. A noite reúne convidados, imprensa, diretoria da Associação Os Independentes e amantes do universo sertanejo, em um encontro que dá início à contagem regressiva para a maior festa do gênero da América Latina, que acontece de 20 a 30 de agosto.

 

O evento apresenta novidades da edição 2026 e antecipa detalhes da programação. O lançamento oferece ao público presente a oportunidade de conhecer, em primeira mão, atrações e experiências previstas para este ano.

 

A programação musical da noite terá como destaque o show da dupla Matheus & Kauan, que também integra a grade oficial da festa e se apresenta no dia 20 de agosto, no Barretão.

 

Além disso, outros artistas também devem participar do lançamento como Guilherme & Benuto, Israel & Rodolffo, Kaique & Felipe, além dos grupos Pixote e Turma do Pagode.

 

Para o presidente da Associação Os Independentes, Jeronimo Luiz Muzeti, o lançamento oficial em São Paulo já faz parte do calendário da festa. “O lançamento na capital paulista é uma tradição importante para a Festa de Barretos e marca o início da contagem regressiva para mais uma edição. É o momento de apresentar novidades, reunir parceiros e imprensa e começar a viver o clima de 2026, com grandes atrações e toda a força que fazem do evento o maior da América Latina”, destaca.


A programação musical terá como destaque Matheus & Kauan, que também se apresenta no dia 20 de agosto no Barretão, além de participações de Guilherme & Benuto, Israel & Rodolffo, Kaique & Felipe, Pixote e Turma do Pagode. ( Crédito foto: Divulgação)


 

Serviço
Lançamento da 71ª Festa do Peão de Barretos
Data: 16 de abril de 2026
Local: Villa Country – São Paulo (SP)
Atrações: Matheus & Kauan, Guilherme & Benuto, Israel & Rodolffo, Kaique & Felipe, Pixote e Turma do Pagode
Ingressos: Ticket 360 e bilheteria do local


Créditos: Festa do Peão de Barretos 



Natanzinho Lima anuncia gravação de DVD histórico em São Paulo

 

Divulgação/Natanzinho Lima

Natanzinho Lima acaba de confirmar a gravação de seu novo DVD, “Na Liga em Sampa”, que acontecerá no dia 23 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Vivendo uma das fases mais expressivas da carreira, o artista se consolida como um dos maiores nomes da música atual e principal representante do brega no país. O ritmo, que já rompeu barreiras regionais, hoje ocupa posição de destaque no cenário nacional, muito impulsionado pelo sucesso e alcance de Natanzinho.

A escolha da capital paulista acompanha a grandiosidade do projeto. Com uma das maiores estruturas já vistas em sua trajetória, o DVD promete reunir milhares de pessoas em uma noite que celebra não só seus sucessos, mas também a força de um gênero que segue em ascensão.

“Gravar um DVD em São Paulo sempre foi um sonho pra mim. Estar vivendo esse momento, com tanta gente abraçando meu trabalho, é algo que eu nem sei explicar”, afirma o artista.

“Na Liga em Sampa” chega como um marco na carreira de Natanzinho Lima e reforça seu protagonismo em um dos movimentos mais relevantes da música brasileira atual.


Créditos: Camila Soares | Access Mídia