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Tília recebe mentoria de Raoni Carneiro para processo de desenvolvimento artístico e revisita os próximos passos da carreira

 Cantora reúne equipe para refletir sobre sua trajetória, fortalecer sua identidade artística e construir uma visão de longo prazo


 

 crédito: Fred Othero

 

A cantora, DJ e streamer Tília inicia um novo momento de sua trajetória profissional. Aos 23 anos, a artista decidiu dedicar um período ao desenvolvimento de sua carreira, promovendo um processo de reflexão sobre sua identidade artística, seus objetivos e os caminhos que deseja construir nos próximos anos.
 

A iniciativa reúne sua equipe em torno de uma pergunta central: quem é a artista que Tília deseja se tornar? A partir dessa provocação, o trabalho busca ampliar a visão sobre sua carreira, revisitando posicionamento, repertório, comunicação, escolhas criativas e oportunidades futuras de forma integrada.

 

Como parte desse processo, Tília convidou o criador, diretor e advisor estratégico Raoni Carneiro para conduzir uma mentoria focada em desenvolvimento artístico e estratégia de carreira. Com ampla experiência na criação de espetáculos e no desenvolvimento de narrativas para o palco, Raoni assinou o primeiro show e a primeira turnê de Anitta, "Meu Lugar", a direção artística de "Nossa História", de Sandy & Junior, o espetáculo de Madonna em Copacabana, além do projeto "Acústico em Nova York", do Capital Inicial. Também foi diretor de gênero de Música, Festivais e Eventos dos Estúdios Globo por anos.


 



Fotos de divulgação - Raoni Carneiro

“A Tília representa uma geração que me desperta muita curiosidade. Existe uma forma completamente nova de construir carreira, se relacionar com o público e produzir cultura, e estar próximo disso também é uma oportunidade de aprendizado para mim. O que me chamou atenção foi a disposição dela para parar e refletir sobre algo que, muitas vezes, fica em segundo plano: a consciência artística. Não é apenas sobre música ou repertório, mas sobre a consciência de palco, da performance, das escolhas criativas, da relação com o público e da construção estratégica de uma carreira. São essas conversas que ajudam um artista a entender, cada vez mais, quem ele está se tornando”, destaca Raoni Carneiro.
 

A mentoria propõe um espaço de troca e reflexão sobre a trajetória da artista, fortalecendo sua identidade e contribuindo para a construção de uma visão estratégica de longo prazo para sua carreira.

 

"Estou muito feliz de trazer uma pessoa da relevância do Raoni para somar. Tem sido uma troca diária, que está me gerando um novo olhar, não só pro meu novo projeto, mas, para minha carreira como um todo. Essa parceria veio no momento ideal, onde estou encaixando cada peça que arquitetei na minha mente de onde quero chegar", completa Tília.
 

Diferentemente de uma direção artística para um álbum ou espetáculo específico, a mentoria tem como foco a construção da artista. O objetivo é criar um espaço de reflexão, amadurecimento e desenvolvimento, permitindo que as próximas etapas de sua carreira sejam consequência de uma visão mais clara sobre quem ela é, o que deseja comunicar e o impacto que pretende gerar por meio da sua arte.

 

O processo acontece paralelamente aos projetos em andamento da cantora e representa um investimento em sua evolução profissional. Mais do que preparar um próximo lançamento, a iniciativa busca fortalecer as bases que irão orientar suas escolhas criativas e estratégicas ao longo dos próximos anos.


Créditos: Ágata Cunha

50 anos da morte de Juscelino Kubitschek

 Livro revisita o legado de Juscelino Kubitschek e questiona os custos do desenvolvimentismo

Em “Juscelino: Uma Crítica ao Desenvolvimentismo”, Antônio Claret Jr. e Lucas Berlanza analisam as consequências econômicas, políticas e institucionais do modelo associado ao ex-presidente


Juscelino: uma crítica ao desenvolvimentismo, de Lucas Berlanza e Antônio Claret Jr.

Às vésperas dos 50 anos de sua morte, Juscelino Kubitschek continua ocupando um lugar singular no imaginário brasileiro. Associado ao lema “50 anos em 5”, à construção de Brasília e à implantação da indústria automobilística, JK tornou-se símbolo de uma época marcada pelo otimismo e pela crença de que o Brasil poderia superar rapidamente o subdesenvolvimento.

Essa memória consagrada é reexaminada por Antônio Claret Jr. e Lucas Berlanza em “Juscelino: Uma Crítica ao Desenvolvimentismo”, publicado pela LVM Editora. Em vez de uma biografia tradicional, o livro analisa a trajetória pública de JK e as consequências do modelo político e econômico adotado em suas passagens pela Prefeitura de Belo Horizonte, pelo Governo de Minas Gerais e pela Presidência da República.

A obra aborda o desenvolvimentismo como uma estratégia baseada na atuação do Estado como indutor da industrialização, nos grandes investimentos públicos e na atração de capital estrangeiro. O objetivo não é negar a importância histórica de JK, mas discutir os custos que acompanharam suas principais realizações. “Juscelino tinha uma combinação rara de carisma, habilidade política e capacidade de transmitir confiança. Seu governo ficou associado à ideia de que o Brasil estava deixando para trás o atraso e entrando em uma fase de crescimento”, afirmam os autores.

O Plano de Metas concentrou investimentos em áreas como energia, transportes, alimentação, indústria de base e educação. Brasília, inicialmente fora das 30 metas setoriais, tornou-se a chamada “meta-síntese” do projeto. Segundo a Fundação Getulio Vargas, o programa alcançava setores públicos e privados responsáveis por aproximadamente um quarto da produção nacional. A política econômica combinava intervenção estatal, participação do capital privado brasileiro e entrada de investimentos estrangeiros para acelerar a industrialização.

Os resultados foram relevantes. Durante o período, a economia brasileira cresceu, em média, mais de 7% ao ano, enquanto a produção industrial avançou e o setor automobilístico se consolidou. A instalação das montadoras impulsionou fornecedores, gerou empregos e difundiu novos conhecimentos técnicos.

Para Claret Jr. e Berlanza, entretanto, o período também consolidou a ideia de que caberia ao Estado selecionar setores estratégicos, direcionar investimentos, conceder incentivos e proteger determinadas atividades. “Esse modelo produziu resultados importantes, como a expansão da infraestrutura e da indústria. Seria errado ignorar isso. Mas ele também fortaleceu uma cultura de dependência em relação ao Estado, estimulando subsídios, protecionismo e uma relação muito próxima entre poder público e grupos econômicos”, afirma Claret Jr.

O livro destaca que a aceleração do crescimento foi acompanhada pelo aumento dos gastos públicos, pelo endividamento externo e por pressões inflacionárias. Levantamento histórico do CPDOC registra que a inflação média anual passou de 13,5%, entre 1948 e 1955, para 22,4% durante o governo JK. Parte dos investimentos também foi financiada por operações externas de curto prazo e custo elevado.

Na visão dos autores, o êxito político de Juscelino acabou sendo confundido com a eficácia permanente de seu modelo econômico. “O maior equívoco é transformar Juscelino em um personagem que não pode ser criticado. JK foi relevante, tinha talento político, conduziu grandes projetos e marcou o país. O ponto do livro é questionar se o modelo desenvolvimentista adotado por ele deve continuar servindo como referência”, explicam.

Juscelino: uma crítica ao desenvolvimentismo, de Lucas Berlanza e Antônio Claret Jr.

Juscelino: uma crítica ao desenvolvimentismo, de Lucas Berlanza e Antônio Claret Jr.





Brasília: símbolo e contradição

Inaugurada em 21 de abril de 1960, Brasília sintetiza as realizações e as contradições do período. A nova capital representou um marco arquitetônico, urbanístico e político, favoreceu a interiorização do desenvolvimento e concretizou uma aspiração presente em constituições anteriores.

Ao mesmo tempo, segundo os autores, a obra exigiu elevados recursos públicos em um país que ainda enfrentava graves problemas em áreas como educação, saúde e saneamento. “Brasília sintetiza a lógica das grandes obras, da forte presença estatal e do crescimento acelerado, mas com pouca preocupação com os custos fiscais e os efeitos de longo prazo”, afirma Lucas Berlanza.

Para os autores, a capital não deve ser vista apenas como uma demonstração do sucesso de JK nem como simples desperdício de recursos. Ela representa tanto a capacidade realizadora do período quanto os dilemas econômicos do modelo utilizado para viabilizá-la.

Uma discussão que permanece atual

Embora examine decisões tomadas entre as décadas de 1940 e 1960, o livro dialoga com questões contemporâneas: qual deve ser o papel do Estado na economia? Como financiar investimentos públicos? Como conciliar crescimento, responsabilidade fiscal, planejamento e participação do setor privado?

“A experiência de JK mostra que é possível acelerar a economia por meio do gasto público e da expansão do investimento estatal. A questão é o que acontece depois. Quando esse crescimento vem acompanhado de inflação, endividamento e perda de eficiência, os custos aparecem mais cedo ou mais tarde”, afirmam Claret Jr. e Berlanza. A crítica da obra não se dirige ao investimento público em si, mas à ideia de que o Estado pode impulsionar continuamente a economia sem considerar limites fiscais, qualidade dos gastos, produtividade dos projetos e condições para o investimento privado.

A memória de JK 50 anos depois

Juscelino morreu em 22 de agosto de 1976, em um acidente na Rodovia Presidente Dutra. A proximidade dos 50 anos de sua morte também reabre as discussões sobre as circunstâncias do episódio. Em 2014, a Comissão Nacional da Verdade concluiu que não havia elementos materiais que indicassem homicídio. Em 2026, porém, um relatório da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos voltou a apontar a possibilidade de atentado. “Caso um dia haja uma conclusão definitiva sobre as circunstâncias da morte de JK, isso certamente terá impacto na compreensão de seus últimos anos e de sua relação com a ditadura militar. Mas não altera o debate sobre o legado político e econômico de seu governo”, afirmam os autores. 

Ao examinar Juscelino por um ângulo menos habitual, “Juscelino: Uma Crítica ao Desenvolvimentismo” convida o leitor a separar a força simbólica de JK da avaliação das políticas que implementou. Mais do que negar seus feitos, a obra questiona os custos do crescimento acelerado e a permanência dessa herança na maneira como o Brasil ainda discute desenvolvimento, planejamento e atuação estatal.

 

Créditos: Camila Pessanha


Vogue Celebra realiza quarta edição durante o Festival de Cinema de Gramado

      Evento dedicado ao cinema brasileiro reuniu nomes do audiovisual, da moda e da indústria criativa em noite de gala

Marina Ruy Barbosa


Na noite de sábado, dia 15, a Vogue Brasil realizou a quarta edição do Vogue Celebra durante o 54º Festival de Cinema de Gramado, no hotel Buona Vitta, em Gramado. Promovido em parceria com a Gramado Parks, o evento reuniu celebridades e convidados do audiovisual, da moda e da indústria criativa para uma noite dedicada ao cinema brasileiro.

Entre os presentes estavam nomes como Zezé Motta, Lázaro Ramos, Débora Falabella, Flávia Alessandra, Vitoria Strada, Giullia Buscaccio, Gabriela Loran e João Vitor Silva, além de personalidades como Maria Gal, Marina Ruy Barbosa, Valentina Herszage e Jay Boggo.

“Foi uma noite linda, animada e elegante, reunindo pessoas muito importantes para o cinema e para a moda nacional. Foi, sem dúvida, uma noite de muita alegria e celebração”, afirma Maria Laura Neves, diretora da Vogue Brasil. 

Realizada pela primeira vez em Gramado, a celebração aconteceu em formato de jantar de gala e contou com red carpet e uma programação musical que incluiu apresentação intimista de Silva, show do Silva Trio e apresentação da DJ Sarah Stenzel.

Entre os parceiros da edição estiveram Montblanc, como patrocinadora, Stella Artois, como apoiadora, além de Grupo Azzas 2154 e Pacco. As marcas também participaram da noite com ativações e experiências distribuídas pelos diferentes ambientes do evento.

 

 

Lazaro Ramos
Maria Laura Neves
Debora Falabella 
Flavia Alessandra

 

Gabriela Loran 
João Vitor Silva

 

 

Vitoria Strada
Silva
Zeze Motta
Valentina Herszage
Cris Vianna

 

Carol Ribeiro 
Maria Gal


Creditos das fotos: Lali Moss e Lu Prezia

HBO Max apresenta o teaser de 'Colisão', nova novela mexicana Max Original

 Macarena Achaga e Margarita Rosa de Francisco protagonizam uma história em que segredos de família, intriga e ambição se entrelaçam na disputa pela liderança dos negócios. Afinal, na vida e na empresa, só uma pode mandar.



A HBO Max apresenta o teaser oficial de COLISÃO, a nova novela Max Original produzida pela Telemundo Studios, que chegará em breve à plataforma. Uma história arrebatadora em que o poder e a traição transformam o ambiente familiar no lugar mais perigoso de todos. 

Este primeiro teaser apresenta Belén (Margarita Rosa de Francisco) e Zoé (Macarena Achaga), mãe e filha unidas pelo sangue, mas marcadas por visões de mundo opostas. Na disputa pelo controle da empresa da família, elas colocarão à prova alianças, lealdades, o amor, a ambição e seus próprios limites — em uma trama onde as aparências ocultam verdades dolorosas e cada decisão traz consequências devastadoras. Assim, os laços de sangue dão lugar a uma batalha que mudará para sempre o destino e o legado da dinastia Robles  

COLISÃO é protagonizada por Macarena Achaga (no papel de Zoé), Margarita Rosa de Francisco (como Belén), Diego Klein (como Matías), Christian Vázquez (como Ikal) e Juan Pablo Castañeda (como Juan). O elenco estelar conta ainda com Jorge Caballero, Belén Aguilar, Armando Espitia, Leonardo Daniel, Mayra Sérbulo, David Montalvo, Constantino Morán e Ernesto Álvarez. 
 
Baseada nas obras originais de Corín Tellado, No le hagas caso a tu hija e Cumplí tu condena, COLISÃO tem direção de Max Zunino, Mariano Ardanaz e Laura Marco, com roteiro assinado por Lina Arboleda, Andrés Montoya, Laura Barneix e Jorge Maestro. 
 
COLISÃO estreará em breve, exclusivamente na HBO Max. 

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SOBRE A HBO MAX  
HBO Max é a plataforma global de streaming da Warner Bros. Discovery que oferece histórias únicas e cativantes da mais alta qualidade, abrangendo conteúdos roteirizados, filmes, documentários, true crime, animação adulta, esportes ao vivo (nos países disponíveis) e conteúdo infantil. HBO Max é o destino de marcas de entretenimento prestigiadas como HBO, Warner Bros., Max Originals, DC, Harry Potter, além de shows icônicos como “Friends” e “The Big Bang Theory”, tudo em um só lugar.  


Créditos: Giulia Degan Bechara  


OPPO anuncia Marina Sena como a primeira Reno Girl da marca no Brasil para linha OPPO Reno16

 Cantora protagoniza campanha inspirada em criatividade e expressão individual, reforçando a conexão da OPPO com uma geração que transforma suas ideias em identidade

Divulgação: OPPO Brasil


 A OPPO, uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo, com mais de 760 milhões de usuários globalmente, anuncia a cantora e compositora Marina Sena como a primeira Reno Girl do Brasil para o lançamento da campanha da linha OPPO Reno16, nova aposta da marca no país, que chega oficialmente ao Brasil em 3 de agosto. Com design tridimensional inovador, câmeras desenvolvidas para ampliar as possibilidades da fotografia criativa e desempenho fluido, a nova linha chega para elevar a experiência do usuário em diferentes momentos do dia a dia.

A parceria une dois universos que compartilham valores em comum: criatividade, autenticidade e a coragem de construir uma identidade própria. Reconhecida por sua personalidade marcante, sensibilidade artística e pela forma intuitiva como transforma diferentes referências em expressão criativa, Marina protagoniza a nova campanha da OPPO, que convida o público a explorar seu universo particular e celebrar aquilo que torna cada pessoa única.

"Acreditamos que a tecnologia pode apoiar as pessoas em sua jornada de autodescoberta, criatividade e expressão. A Marina representa essa visão de forma muito genuína. Sua personalidade, sensibilidade artística, liberdade criativa e a maneira como construiu uma identidade única dialogam diretamente com os valores que queremos celebrar com o lançamento do OPPO Reno16", afirma Mariana Passos, Gerente Sênior de Comunicação da OPPO Brasil.

A escolha de Marina para a campanha reforça o posicionamento da OPPO junto a uma geração que valoriza autenticidade, criatividade e liberdade para construir o próprio caminho. Desde o início de sua carreira, a artista conquistou o público ao desenvolver uma identidade singular, guiada por sua essência, por diferentes referências criativas e pela coragem de transformar sua própria visão de mundo em conexão com milhares de pessoas.

"Fiquei muito feliz com o convite da OPPO porque a campanha fala sobre algo em que acredito muito: confiar na essência e na própria intuição, experimentar e encontrar uma forma natural de mostrar ao mundo quem você é. Acho que cada pessoa tem um universo único, e foi muito especial participar de um projeto que incentiva as pessoas a explorarem essa identidade e expressarem sua criatividade de maneira verdadeira", afirma Marina Sena.

Divulgação: OPPO Brasil.

Com a tagline "Seu Universo Brilha", a nova campanha da OPPO para a linha Reno16 celebra a individualidade e incentiva as pessoas a registrarem o mundo ao seu redor de forma autêntica, valorizando suas histórias, criatividade e diferentes formas de expressão.

A nova linha OPPO Reno16 será disponibilizada no mercado brasileiro na próxima semana, ampliando o portfólio da marca no País com foco em design, desempenho e recursos de inteligência artificial. Acompanhe as redes sociais da marca para mais novidades.

SOBRE A OPPO
OPPO é uma das maiores marcas globais em dispositivos inteligentes. Desde o lançamento do seu primeiro celular “Smiley Face”, em 2008, a OPPO tem buscado incansavelmente a sinergia perfeita entre satisfação estética e tecnologia inovadora. Hoje, a OPPO oferece uma ampla gama de dispositivos inteligentes liderados pelas séries Find X, Reno e A. Além dos dispositivos, a OPPO também fornece aos seus usuários o sistema operacional ColorOS e serviços de internet, como OPPO Cloud e OPPO+. A OPPO está presente em mais de 70 países e regiões, com mais de 40 mil funcionários dedicados a proporcionar uma vida melhor para consumidores em todo o mundo.

Créditos: Yuri Ferreira  

Deekapz reforça presença nos palcos entre São Paulo e Rio de Janeiro ao lado de Kaytranada e BK'

 Após lançar Deekapz FM e seu álbum de Remixes, a dupla integra a programação das duas datas brasileiras da turnê de Kaytranada e do show que celebra os 10 anos de Castelos & Ruínas, de BK’

Poucos meses após expandir o universo de Deekapz FM com o lançamento do álbum de Remixes, Matheus Henrique e Paulo Vitor, mais conhecidos como Deekapz, vivem um novo momento da carreira ao consolidarem sua presença nos palcos. Em agosto e setembro, a dupla integra a programação de dois dos principais eventos do calendário da música, assinando as aberturas do show de Kaytranada em São Paulo e no Rio de Janeiro, além da participação na abertura da apresentação histórica de BK', que celebra os 10 anos do álbum Castelos & Ruínas, no Nubank Parque (antigo Allianz Parque).


A sequência de apresentações começa no dia 14 de agosto, quando Deekapz sobe ao palco do Komplexo Tempo, em São Paulo, para abrir o retorno de Kaytranada ao Brasil. No dia seguinte, 15 de agosto, a dupla volta a dividir a programação com o produtor canadense no Armazém da Utopia, no Rio de Janeiro. Reconhecido por aproximar house, hip hop, R&B e música eletrônica em uma linguagem própria, o produtor canadense dialoga com referências que também atravessam a trajetória da dupla, marcada pela pesquisa sonora e pela mistura de gêneros.
 

Pouco mais de um mês depois, em 19 de setembro, Deekapz participa da abertura do maior show da carreira de BK'. A apresentação celebra os dez anos de Castelos & Ruínas e marca o primeiro show solo de um rapper brasileiro em um estádio, no Nubank Parque.

Os dois convites refletem um momento de crescente reconhecimento do trabalho desenvolvido por Deekapz, que vem transitando com naturalidade entre diferentes circuitos da música brasileira. Conhecidos inicialmente como DJs e produtores, Matheus Henrique e Paulo Vitor ampliaram sua atuação ao longo dos últimos anos ao colaborar com artistas de diferentes gerações e estilos, levando sua identidade para palcos, festivais e projetos autorais.
 

Esse movimento ganhou um novo capítulo com Deekapz FM, álbum que reuniu artistas de diferentes vertentes da música urbana e eletrônica em torno de uma proposta colaborativa. Na sequência, Deekapz FM – Remixes expandiu esse universo ao convidar produtores da nova geração da música eletrônica brasileira para reinterpretar as faixas do disco, reforçando o papel da dupla como ponto de encontro entre diferentes cenas.
 

Agora, as apresentações ao lado de Kaytranada e BK' transportam essa proposta para o palco, reafirmando a versatilidade de Deekapz e sua capacidade de circular entre grandes nomes da música eletrônica, do rap e da cultura urbana.

OUÇA “Deekapz FM Remixes” AQUI!

SERVIÇOS

Deekapz + Kaytranada | São Paulo
Data: 14 de agosto de 2026 (sexta-feira)
Local: Komplexo Tempo
Endereço: Avenida Henry Ford, n° 511, São Paulo
Informações e ingressos: Sympla.com.br

Deekapz + Kaytranada | Rio de Janeiro
Data: 15 de agosto de 2026 (sábado)
Local: Armazém Utopia
Endereço: Av. Rodrigues Alves,0 - Armazém 6, Rio de Janeiro
Informações e ingressos: Sympla.com.br

Deekapz + BK' – Castelos & Ruínas 10 Anos | São Paulo
Data: 19 de setembro de 2026 (sábado)
Local: Nubank Parque
Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 1705, R. Palestra Itália, 200 - Água Branca, São Paulo
Informações e ingressos: Eventim.com.br
 

Créditos: Ágata Cunha

Quando um quarto branco se transforma em espelho de uma vida

 No livro "O Buraco", a escritora Fabiana C.O. utiliza a história de uma mulher presa em um misterioso cômodo branco para discutir identidade, relações familiares e os silêncios que atravessam a experiência de muitas mulheres

Divulgação | VR Editora


Eva abre os olhos e se percebe presa num quarto completamente branco. Não há portas, janelas ou qualquer pista de como foi parar ali. Ao redor, vê apenas uma cama de ferro, um girassol, uma escada e um bloco de notas. Enquanto tenta compreender o espaço, é tomada por lembranças de uma vida marcada por expectativas, perdas e silêncios. É a partir dessa premissa que o leitor é apresentado ao enredo de O Buraco, lançamento da escritora Fabiana C.O., publicado pela VR Editora.

Em um espaço onde passado e presente se misturam, a protagonista revisita a própria existência, ao confrontar a infância ao lado dos avós, as expectativas familiares em relação ao próprio futuro, o casamento desgastado e anos convivendo com dores crônicas da endometriose que insistiam em ser tratadas como exagero. Sem transformar a obra em um relato sobre a doença, a autora incorpora à narrativa a realidade de cerca de 8 milhões de brasileiras que também convivem com a inflamação do endométrio e enfrentam negligência e um atraso médio de sete anos para o diagnóstico.

Certa vez, uma enfermeira, ao me ver em observação no hospital, tomando soro
para aliviar as cólicas e possíveis contrações, insinuou que a dor era psicológica.
“Não é possível uma menina sentir tudo isso. Contração é coisa de mulher grávida.
Você só está menstruando”, disse ela, conferindo a velocidade do soro.
Durante muito tempo aquelas palavras me assombraram.

(O Buraco, p.80)

Embora a endometriose seja apenas uma das camadas da história da personagem, a escritora amplia a discussão para além da doença ao abordar a forma como muitas mulheres aprendem a silenciar dores, inseguranças e conflitos pessoais. No enredo, Fabiana explora como expectativas familiares, relacionamentos e escolhas feitas ao longo da vida podem afastar uma pessoa da própria identidade. A vida de Eva também reflete uma realidade em que sintomas e sentimentos femininos ainda são frequentemente minimizados, transformando uma experiência individual em uma reflexão sobre escuta, pertencimento e autoconhecimento.

Ao longo das páginas, o misterioso quarto branco deixa de ser apenas um cenário intrigante para conduzir a protagonista por diferentes lembranças e acontecimentos que marcaram sua trajetória. A ambientação minimalista, mas ao mesmo tempo carregada de simbolismo, contribui para a construção de um suspense que acompanha o leitor do início ao fim, revelando em doses homeopáticas as camadas emocionais da personagem sem antecipar respostas.

Por meio da ficção, Fabiana C.O. transforma experiências femininas frequentemente invisibilizadas em literatura sensível e provocadora. Escritora, palestrante e estudiosa do comportamento humano, a autora provoca reflexões sobre tudo aquilo que muitas mulheres aprendem a suportar caladas, sem abrir mão da delicadeza, da subjetividade e da força emocional. O Buraco conta com projeto gráfico assinado por Malu Francini, cujas ilustrações e intervenções visuais ampliam a imersão do leitor nos pensamentos, nas memórias e nos conflitos vividos por Eva.

Ficha Técnica:
Título: O Buraco
Autora: Fabiana C.O.
Editora: VR Editora
Edição/ano: 1ª/2026
ISBN do livro físico: 978-85-507-0817-1
ISBN do e-book: 978-85-507-0818-8
Gênero: Ficção
Idade recomendada: A partir de 16 anos
Número de páginas: 216
Preço: R$ 69,90
Onde encontrar: Amazon | VR-Commerce | Mercado Livre | Principais livrarias do Brasil

Foto: Arquivo pessoal


Sobre autora: Escritora, palestrante e voluntária, Fabiana C.O. encontra no cotidiano feminino - com suas contradições, silêncios e emoções - a matéria-prima para uma escrita sensível e provocadora. Nascida em São Paulo em 1986, é formada em Marketing de Moda e tem MBA em Gestão de Empresas. Hoje, aprofunda seus estudos em Filosofia, Autoconhecimento e Psicologia Positiva pela Universidade de Harvard. Apaixonada por comportamento humano, Fabiana escreve sobre o que as mulheres vivem, o que carregam e o que ainda precisam dizer em voz alta.

 Redes sociais: @eupossoservoce

Sobre a editora: Alguns livros viram febre, outros, marcam gerações. Com mais de 25 anos no Brasil e um catálogo de autores e ilustradores premiados, a VR Editora transforma literatura em experiências que os leitores querem viver e reler.

Instagram: @VReditorabr 



Créditos: Dielin da Silva


Grupo de K-Pop YOUNITE retorna ao Brasil em setembro, em tour por oito cidades brasileiras

 Grupo de K-Pop YOUNITE retorna ao Brasil em setembro, em tour por oito cidades brasileiras

 

Turnê marca a segunda passagem do grupo sul-coreano pelo país e apresenta a nova era do YOUNITE, com o álbum INYUN Part.1 e a faixa-título “POSE!”; shows acontecem em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Goiânia
 



 O boy group sul-coreano YOUNITE retorna ao Brasil em setembro, para sua segunda passagem pelo país, com a turnê 2026 YOUNITE TOUR – INYUN IN BRAZIL, produzida pela K-Beat Entertainment. Desta vez, a passagem pelo país contempla oito capitais brasileiras – Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Goiânia –, fortalecendo o alcance do K-Pop em diferentes regiões do país.

 

O YOUNITE debutou em abril de 2022 e conta atualmente com sete integrantes: Eunho, Steve, Hyungseok, Woono, DEY, Kyungmun e Sion. O grupo já esteve no Brasil em agosto de 2025 e agora retorna em meio à sua nova era, marcada pelo álbum INYUN Part.1, lançado em 2026, e pela faixa-título POSE!, reforçando a conexão construída com os fãs brasileiros desde aquela estreia.


 

Calendário de shows
 

CidadeDataLocal
Curitiba05/09 (sábado)Igloo Super Hall
São Paulo07/09 (segunda-feira)Studio Stage
Rio de Janeiro09/09 (quarta-feira)Teatro Claro Mais
Porto Alegre10/09 (quinta-feira)Opinião
Belo Horizonte13/09 (domingo)Mister Rock
Fortaleza16/09 (quarta-feira)Teatro Claro Mais
Recife18/09 (sexta-feira)Teatro Luiz Mendonça
Goiânia20/09 (domingo)Teatro Madre Esperança Garrido
















Vendas & Diferenciais

Os ingressos para a 2026 YOUNITE TOUR – INYUN IN BRAZIL já estão à venda pelo link oficial meaple.com.br/younite.


Sobre a K-Beat Entertainment

A K-Beat Entertainment é uma produtora especializada em experiências imersivas de cultura coreana na América Latina. Atuando do K-pop e do K-Drama, a empresa cria eventos que conectam fãs, artistas e marcas de forma autêntica, com soluções completas que vão do planejamento à execução.
 

A produtora se posiciona como ponte estratégica entre Coreia e Brasil em um momento de forte expansão do mercado de eventos coreanos no país — o Brasil é hoje o 4º maior consumidor de K-Pop no Spotify e o 3º maior consumidor de K-dramas do mundo. Seu público se divide entre fãs (jovens de 18 a 34 anos altamente engajados em comunidades online, além de um público maduro de fãs de K-dramas) e artistas e empresas coreanas que buscam consolidar carreiras na região, especialmente idols em ascensão.

 

No Brasil, a K-Beat está em turnê com o NTX por 18 cidades na América Latina, sendo 13 delas no Brasil. A produtora foi ainda responsável por turnês do Way Better com from20, HELLOGLOOM, Kang Yuchan e Lim Sejun e da cantora Yerin.

 

 

YOUNITE – 2026 YOUNITE TOUR – INYUN IN BRAZIL

Onde e quando: Curitiba (05/09), São Paulo (07/09), Rio de Janeiro (09/09), Porto Alegre (10/09), Belo Horizonte (13/09), Fortaleza (16/09), Recife (18/09) e Goiânia (20/09)
 


Créditos: Cristiane Nascimento  


Romance expõe violências disfarçadas de tradição no sertão

 A escrita de Lita Maria não apenas retrata o sertão, mas revela a violência simbólica presente nos costumes e nas relações sociais, em uma prosa de alta densidade poética

Divulgação | Lita Maria

Terceiro romance do Ciclo do Sertão, A Casa de Todos os Santos, da escritora Lita Maria, acompanha a trajetória de Maria Angelita de Todos os Santos, conhecida como Cota. Filha da lavadeira Isteobalda, ela cresce em meio às dificuldades do sertão, onde pobreza, religiosidade e laços familiares parecem moldar seu destino. Fruto de uma pesquisa acadêmica focada nos processos de criação e na artesania da escrita ficcional pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), o romance investiga as microviolências estruturais disfarçadas de moralidade, religiosidade e laços de sangue. 

Um dos primeiros projetos de ficção seriada da literatura do Tocantins, o Ciclo de Vozes do Sertão, idealizado pela escritora, reúne narrativas que exploram a memória, a cultura popular e as transformações sociais do sertão. Com uma prosa memorialística que dialoga com a literatura brasileira contemporânea, a obra tem conquistado reconhecimento para além dos livros. O Canto da Carpideira (Livro I) foi premiado pela Editora da UFT, indicado em vestibulares e adaptado para o teatro. Já Sobre Dora e Dores está em processo de adaptação para o cinema pela Cenaberta Produções. Lita Maria, que também é membro da União Brasileira de Escritores (UBE-GO), será uma das vozes atuais a ter um romance levado às telas, tendo grandes nomes do cinema nacional no elenco, como a atriz Marcélia Cartaxo. 

Em A Casa de Todos os Santos, Cota cresce ao lado da irmã Benigna e da prima Efigênia, observando como honra, casamento e maternidade definem o lugar das mulheres na sociedade. Enquanto isso, a protagonista transita entre a simplicidade de sua casa e a convivência com a abastada família de Romeão e Gemma, revelando os contrastes de classe e regras de convenções sociais. A narrativa contrapõe ainda dois universos femininos: de um lado, dona Gemma enfrenta a pressão da família pela chegada de um herdeiro homem; de outro, Isteobalda, mãe solo que, em um gesto de resistência e reinvenção, cria o sobrenome "de Todos os Santos" para dar identidade aos filhos. 

A vida simples na casa de Isteobalda denotava cotidianos crus e, algumas vezes, raros sonhos, que nunca seriam realizados. Um deles Isteobalda alimentava só para si mesma. Ainda queria ver realizado o seu desejo. Talvez, o único que se permitiu alimentar. Sonhava arrumar um bom casamento para as suas duas filhas, as meninas de Todos os Santos. (A Casa de Todos os Santos, p.30) 

Segundo a autora, a obra nasce da trajetória de mulheres marcadas pelo olhar de uma sociedade que muitas vezes reduz o valor feminino ao cumprimento de papéis patriarcais, como os de mães, esposas e cuidadoras do lar. O livro revela ainda como aquelas que não correspondem a essas expectativas, seja por não terem filhos homens, por não se casarem ou por desafiarem padrões estabelecidos, acabam sendo vistas como peso ou desvio. 

Voltada a leitores de romances literários e narrativas regionalistas, a trama tem como público principal pessoas interessadas em literatura brasileira contemporânea, ancestralidade e nos dilemas sociais do sertão. O título também dialoga com estudantes, professores, pesquisadores e integrantes de clubes de leitura interessados nas representações do interior do Brasil. 

Por meio de uma narrativa sensível e memorialística, a obra evidencia como violências podem estar presentes em costumes, discursos familiares e julgamentos cotidianos herdados de uma sociedade patriarcal. Para Lita Maria, o livro é, acima de tudo, uma reflexão sobre a força das mulheres e sobre um sertão que permanece vivo na memória e nas experiências das personagens, revelando a relação entre a geografia da terra e os corpos femininos que o habitam. 

FICHA TÉCNICA 

Título: A Casa de Todos os Santos 
Autora: Lita Maria 
ISBN: 978-65-5253-451-4 
Páginas: 173 
Preço: R$ 24,99  
Onde encontrar: Amazon  

Divulgação | Arquivo pessoal


Sobre a autora: Lita Maria é escritora, mestra e doutoranda em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Tocantins (PPGLetras/UFT), com concentração em Estudos Literários e ênfase em Escrita Criativa. É formada em Psicologia e licenciada em Letras. É autora de três romances que compõem o mesmo universo literário: O canto da carpideira, Sobre Dora e dores e A casa de Todos os Santos. Em processo de criação, Lita Maria trabalha atualmente no quarto romance do Ciclo, Mulher de currutela, ainda sem editora e data de lançamento. 



Créditos: Victória Gearini