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Como Cassie e Nate Jacobs: relembre outros casamentos dramáticos na HBO Max

 No clima do episódio mais recente de EUPHORIA, revisite outras cerimônias que marcaram o cinema e a televisão


O casamento pode até ser o final feliz de um conto de fadas... Mas também pode terminar de forma épica e repleta de drama. Na HBO Max, muitas uniões marcaram momentos icônicos das principais produções do catálogo e, assim como Cassie e Nate Jacobs no último episódio de EUPHORIAnão terminaram exatamente como o esperado. 

Para celebrar (se for possível) a lua de mel do casal, relembre de outros casamentos que não saíram como o planejado nas principais séries e filmes disponíveis na plataforma. Confira: 

OS CASAMENTOS SANGRENTOS DE A GUERRA DOS TRONOS
Poucas coisas na televisão foram tão chocantes quanto os casamentos de A GUERRA DOS TRONOS. Os fãs sabem bem: no jogo pelo poder, toda cerimônia era motivo de muita expectativa. 

Quem não se lembra onde estava quando Robb Stark e Talisa Maegyr decidiram se casar? O Casamento Vermelho, exibido no final da terceira temporada, tornou-se um marco histórico na televisão e até hoje é inesquecível para os fãs da série, com mortes trágicas e uma reviravolta inesperada. 

Alguns episódios depois, Joffrey Baratheon e Margaery Tyrell também se casaram em uma cerimônia surpreendente – porém, por outros motivos. Os fãs ficaram perplexos com a celebração, que marcou a despedida de um dos personagens mais emblemáticos da série. 

EM SUCCESSION, O CASAMENTO TAMBÉM DEIXOU MARCAS
O que era para ser o dia mais feliz das vidas de Connor e Willa acabou sendo um dos episódios mais marcantes de SUCCESSION. No entanto, o choque não tem nada a ver com o casamento: durante a cerimônia, a família Roy é surpreendida com uma notícia inesperada, e se veem obrigados a lidar com as consequências de um instante para o outro. 

O terceiro episódio da última temporada da série marcou a televisão e pegou o público de surpresa. O capítulo traz uma das maiores reviravoltas de SUCCESSION e é decisivo para a trama e para o futuro dos irmãos Roy. 

A UNIÃO INUSITADA DE COMO ÁGUA PARA CHOCOLATE
Na produção original mexicana COMO ÁGUA PARA CHOCOLATE, o casamento entre Pedro e Rosaura também é uma das tramas mais impactantes da série. Isso pois o casal não necessariamente se ama, mas sim se casa por conta de um acordo inusitado. 

Pedro é apaixonado pela irmã mais nova de sua esposa, chamada Tita, mas é proibido de casar-se com ela por um motivo inesperado. Seguindo a tradição da família De La Garza, Tita é proibida de se casar para cuidar de sua mãe, Elena, e quando Pedro pede a mão da filha, a matriarca oferece Rosaura em seu lugar. 

Tita é obrigada pela mãe a preparar o bolo do casamento, e a receita envolve as lágrimas de tristeza da filha. Em uma série marcada pelo realismo mágico e pela fantasia, os convidados provam o bolo e a celebração toma um rumo melancólico. 

CONTINUE A ACOMPANHAR EUPHORIA (E OUTROS CASAMENTOS) NA HBO MAX
Além dessas séries, a HBO Max também conta a história de vários casamentos que não saíram como o planejado. O streaming traz os principais lançamentos do cinema e da televisão para o catálogo, com alternativas para todos os gostos. 

Entre as opções, há uniões que marcaram época, como a de Priscilla e Elvis Presley em PRISCILLA, e noivados caóticos, como o de Carrie e Big em SEX AND THE CITY.  

E para além da cerimônia de Cassie e Nate Jacobs, a terceira temporada de EUPHORIA continua a todo vapor. Novos episódios vão ao ar todo domingo, a partir das 22h, na HBO e na HBO Max. 

 

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SOBRE A HBO MAX
HBO Max é a plataforma global de streaming da Warner Bros. Discovery que oferece histórias únicas e cativantes da mais alta qualidade, abrangendo conteúdos roteirizados, filmes, documentários, true crime, animação adulta, esportes ao vivo (nos países disponíveis) e conteúdo infantil. HBO Max é o destino de marcas de entretenimento prestigiadas como HBO, Warner Bros., Max Originals, DC, Harry Potter, além de shows icônicos como “Friends” e “The Big Bang Theory”, tudo em um só lugar. 


Créditos: Bruna Santos Galvao 


Neste thriller psicológico, o crime perfeito não é aquele que ninguém descobre, mas o que ninguém sequer suspeita

 Romance de estreia de Danilo Quartiero Filho explora como crimes podem se ocultar na vida cotidiana e nas relações íntimas

Divulgação

O crime perfeito talvez não seja aquele que ninguém descobre, mas o que ninguém sequer suspeita. Essa é a provocação que permeia as páginas do livro Até que a morte se disfarce, romance de estreia do economista e empresário Danilo Quartiero Filho.  

Na obra, Quartiero mergulha em uma zona inquietante da experiência humana: a intimidade dos casais. É nesse território de portas fechadas onde relações de poder, controle e silêncio constroem cenários perfeitos para tragédias que jamais entram nas estatísticas criminais. 

Inspirado por dados alarmantes de mortes registradas sem causa definida — mais de 40 mil apenas em 2023, segundo dados mundiais de organizações ligadas à ONU — o autor constrói um thriller psicológico que questiona a ideia de crime sem suspeitos. 

Partindo do princípio de que nem toda morte é um crime, mas muitas deixam de ser investigadas porque parecem naturais, a narrativa acompanha Naomi, uma executiva altamente competente e diretora de Relações Internacionais na empresa de tecnologia da família. Por trás da aparência de estabilidade, porém, sua vida funciona como uma gaiola invisível, onde decisões, emoções e até dúvidas parecem cuidadosamente administradas por aqueles ao seu redor.  

Seu marido, Sebastian, é admirado socialmente por sua inteligência estratégica e charme impecável. No espaço privado, entretanto, exerce um controle sutil e corrosivo, utilizando afeto, racionalidade e a suposta preocupação com a saúde mental da esposa como instrumentos de poder.  

A relação do casal é simbolizada pelo autor pela metáfora do bonsai, a arte japonesa de cultivar árvores em miniatura. Assim como a planta é podada para manter sua forma, Naomi tem sua vida moldada e contida para preservar uma aparência de beleza e ordem. O sofrimento passivo dá lugar à lucidez quando ela descobre um plano orquestrado pela própria mãe para retirá-la da sucessão da empresa e entregá-la ao controle de Sebastian. 

A dupla traição desperta em Naomi o instinto de sobrevivência e a percepção de que, para continuar viva, subjetiva e fisicamente, talvez precise eliminar seu algoz. Ela passa então a ponderar sobre as fragilidades do corpo humano e sobre quantas mortes podem ser cuidadosamente produzidas para parecer naturais, acidentes inevitáveis ou fatalidades sem explicação. 

Convencida de que a morte não precisa ser violenta para ser intencional, a protagonista visualiza as possibilidades de assassinato dentro da rotina doméstica. Elementos banais, como o ar, a temperatura, o banheiro de casa ou uma adega, passam a carregar uma ameaça invisível e mortal. Eles tornam-se extensões silenciosas da vulnerabilidade humana e o que antes era cotidiano passa a operar como ameaça. 

Danilo Quartiero Filho leva para a ficção sua experiência no ambiente corporativo e o olhar atento sobre as imperfeições das relações humanas, inaugurando um projeto autoral dedicado à complexidade psicológica, à ambiguidade moral e à recusa de respostas fáceis. 

Indicação certeira também para fãs de true crimeAté que a morte se disfarce aposta em um enredo denso, elegante e desconfortável, que confia na inteligência de quem lê. Sem panfletarismo, heróis claros ou vilões caricatos, esse lançamento explora zonas cinzentas da mente humana, onde razão, medo, desejo de controle e autoengano coexistem. 

Ficha técnica 

Título: Até que a morte se disfarce - O silêncio sempre esconde mais do que revela 
Autoria: Danilo Quartiero Filho 
Editora: Independente 
ISBN: 978-6589867616 
Páginas: 291 
Preço: R$ 24,99 (e-Book) / R$ 106,57 (físico) 
Onde encontrarAmazon 

Sobre o autor 

Divulgação


Danilo Quartiero Filho é economista, empresário e pai, com trajetória marcada por decisões que equilibram razão e intuição, a mesma dualidade que atravessa suas histórias. A paixão por literatura, cinema e jogos que desafiam o intelecto e nunca a sorte molda seu olhar sobre os enigmas da mente e das relações humanas. De suas vivências no ambiente corporativo e das imperfeições do amor, extrai personagens que oscilam entre o controle e o colapso. “Até que a morte se disfarce” é seu primeiro romance publicado. 

Rede social do autor 


Créditos: Bárbara Azalim


“Grito Mudo”: solo de Marcella Dale ocupa o porão da Casa de Cultura Laura Alvim com seis apresentações em maio

 

Grito Mudo1_Crédito Juliana Cerqueira


Após uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes, o espetáculo “Grito Mudo” retorna à cena carioca para uma nova temporada nos dias 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de maio, às 19h, no Espaço Rogério Cardoso, localizado na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Concebido e interpretado pela bailarina e coreógrafa Marcella Dale, o solo propõe uma investigação sensorial sobre o corpo como território de resistência diante do silêncio. “Grito Mudo” é uma realização da SpaçoSala Produções, produtora fundada em 2023 e dedicada à criação e circulação de projetos voltados à dança contemporânea e à pesquisa em dramaturgia física, com atuação na cena cultural do Rio de Janeiro. Os ingressos já estão disponíveis para venda através do link


Com linguagem centrada na dança contemporânea e na dramaturgia física, a obra parte de um processo íntimo para construir uma narrativa que transita entre contenção e ruptura. Em cena, o silêncio deixa de ser ausência e passa a operar como matéria viva, traduzido em gesto, tensão e presença.


“Grito Mudo” nasce de uma travessia pessoal da artista e se estrutura como um espaço de memória. A cena é composta por elementos mínimos, uma cadeira de madeira e a iluminação assinada por Francisco Hashiguchi, que instauram uma atmosfera de densidade e expectativa. A partir de seus próprios escritos e da influência do poema “A infanticida Marie Farrar”, de Bertolt Brecht, Marcella Dale desenvolve uma partitura corporal que privilegia a economia de movimentos para alcançar uma expressividade intensa.


“Esse trabalho é sobre o que transborda quando não podemos mais calar. Voltar com o ‘Grito Mudo’ em 2026 é entender que esse corpo mudou, a escuta está mais apurada e a urgência de comunicar o invisível é ainda maior”, afirma a artista.


Grito Mudo2_Juliana Cerqueira


A criação conta com supervisão artística de Toni Rodrigues, que contribui para aprofundar a relação entre corpo e espaço, e trilha sonora original de Vinícius Mousinho, responsável por uma ambiência sonora que amplia a experiência sensorial do público.


Como parte da programação, as apresentações dos dias 7, 14 e 20 de maio serão seguidas por debates com a participação da psicóloga Juliana Cerqueira, propondo uma reflexão sobre os atravessamentos emocionais e físicos suscitados pelo espetáculo.


O espetáculo conta com apoio institucional da Casa de Cultura Laura Alvim, Funarj (Fundação de Artes do Rio de Janeiro), Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Cultura e Economia Criativa. 


Sinopse

Em um corpo atravessado por memórias e silêncios, “Grito Mudo” investiga os espaços que se abrem quando a palavra já não dá conta. Entre ausências e urgências, a cena se transforma em rito e deslocamento. Um solo que tensiona o tempo e faz do movimento um ato de permanência.


Ficha técnica

Criação, dramaturgia e interpretação: Marcella Dale
Supervisão Artística: Toni Rodrigues
Desenho de luz: Francisco Hashiguchi
Direção musical: Vinícius Mousinho

Design gráfico: Kyanne Montes

Fotos e vídeo: Filipe Gerias 

Mídia Social: Juliana Cerqueira

Direção de produção: Marcella Dale
Produção executiva: Eduardo Almeida
Assessoria de Imprensa: Michelle Antelo 

Realização: SpaçoSala Produções


Sobre Marcella Dale

Bailarina, coreógrafa, atriz e diretora de movimento, Marcella Dale desenvolve uma pesquisa autoral que transita entre o balé clássico e práticas contemporâneas. Com mais de uma década de atuação, participou de montagens teatrais, projetos audiovisuais e companhias de dança, além de colaborar com diferentes diretores da cena carioca. É formada pela CAL, licenciada pela UCAM e pós-graduada pela Faculdade Angel Vianna.


Sobre a SpaçoSala Produções

Fundada por Marcella Dale, a SpaçoSala Produções atua na criação e difusão de projetos cênicos autorais, com foco na investigação do corpo como linguagem poética. A produtora desenvolve espetáculos e ações formativas que articulam técnica e experimentação no campo da cena contemporânea.


Serviço

“Grito Mudo” – solo de dança contemporânea com Marcella Dale

Datas: 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de maio

Horário: 19h
Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim) - Av. Vieira Souto, 176 - Ipanema, Rio de Janeiro
Ingressos: R$60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)

Link para compra
Classificação: 16 anos
Duração: 40 minutos
Rede social: @spacosala_de_criacao / @marcelladale


APOIO: 

Academia de Ballet Marilda Flores

Canastra pizza

Cépage Vinhos

Clínica Dale

Clinisul

Footvolley Club

Jamile Alves Experience

Manoela Ganem Consultoria Imobiliária

Pita Produções


APOIO INSTITUCIONAL:

Casa de Cultura Laura Alvim

Funarj (Fundação de Artes do Rio de Janeiro)

Governo do Estado do Rio de Janeiro

Secretaria de Cultura e Economia Criativa


Créditos: Michelle Antelo





Em "Pássaro de Fogo - O Talismã de Yelnya", Marcel Bennet mergulha nas contradições humanas em meio à brutalidade da guerra

 Em "Pássaro de Fogo - O Talismã de Yelnya", Marcel Bennet mergulha nas contradições humanas em meio à brutalidade da guerra


Divulgação / Marcel Bennet


Quando as forças alemãs invadiram o Leste Europeu às vésperas da Segunda Guerra Mundial, a maioria dos soviéticos estavam alheios à tragédia iminente. É nesse contexto que Pavel Mchailovich Petrov, o protagonista de Pássaro de Fogo – O Talismã de Yelnya, escrito por Marcel Bennet, tem a vida abruptamente transformada ao ser lançado ao front, onde sobreviver exige mais do que coragem. Diante da devastação, especialmente nas ruínas de Stalingrado, ele desenvolve habilidade como atirador e passa a enfrentar o peso mortal de cada decisão.  

Antes do conflito, Pavel levava uma vida simples como operário e estudante de engenharia, encontrando no amor proibido por sua professora, Irina, um raro refúgio. Em meio às tensões da União Soviética, sua convocação para a batalha rompe essa realidade de forma irreversível. Ao abandonar a universidade e a mulher que amava, ele vê seus sonhos cederem lugar às incertezas do combate. 

Já em Stalingrado, isolado, com frio e fome, o rapaz observa o inimigo à distância enquanto enfrenta um conflito interno crescente. As lembranças da amada e do passado surgem como os últimos vestígios de sua humanidade, mas também o fragilizam diante da guerra. Entre a necessidade de continuar lutando e o desgaste emocional, resta a dúvida: ainda há espaço para compaixão ou apenas sobrevivência? 

Na incessante vigilância, patenteava-se a dolorosa contradição do equilíbrio pelo terror, que, ao dar-lhes sobrevida, feria de morte qualquer gérmen de confiança mútua. Estariam ali, forçosamente associados, para que afinal se matassem? Podia aceitar a morte em combate, mas atar-se ao inimigo, obrigando-se ao convívio em completa escuridão? Não havia arranjo que lhe garantisse, na lide às cegas com o outro, a vida.
(Pássaro de Fogo, p. 112)

Com forte carga poética e introspectiva, Marcel Bennet constrói uma linguagem elaborada, marcada por descrições sensoriais — como a neve, o silêncio e as ruínas da guerra — e por reflexões profundas do protagonista sobre a vida e a morte. O tom dramático e emocional alterna entre as cenas de combate com os momentos contemplativos. Por vezes, nos diálogos e confrontos, a escrita se torna mais direta, sustentando o equilíbrio entre lirismo e realismo histórico. 

Pássaro de Fogo – O Talismã de Yelnya também explora temas como identidade, destino e o impacto das escolhas individuais em meio às adversidades. A narrativa reflete sobre a perda da inocência, o amadurecimento forçado e os limites da moralidade em situações extremas, questionando até que ponto é possível preservar valores em um cenário de destruição.  

“Convido o leitor a um passeio pelas contradições inerentes à criatura humana e seus pendores para o bem e o mal; por suas abstrações arrojadas, mas também pelo mais obtuso desconhecimento acerca de si e dos reais motivos que guiam as nações pelos caminhos da paz e da guerra. Ao final, há um vislumbre da esperança que ainda vive e se justifica por nossa resiliência e capacidade de transformação”, explica o autor. 

FICHA TÉCNICA 
Título: Pássaro de Fogo 
Subtítulo: O Talismã de Yelnya 
Autor: Marcel Bennet 
Editora: Autografia 
ISBN/ASIN: 978-85-518-6809-6 
Páginas: 190 
Preço: R$ 46,90 (físico) R$ 15,00 (e-book) R$ 0,00 (Kindle Unlimited) 
Onde comprar: Amazon  

Divulgação / Marcel Bennet


Sobre o autor: Marcelo Batista Rodrigues de Castro, mais conhecido pelo pseudônimo Marcel Bennet, possui formação em aeronaves e atuou por quinze anos na manutenção da Força Aérea Brasileira (FAB).  Também exerceu, por igual período, a profissão de cirurgião-dentista no atendimento à população pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). Após retornar de uma viagem à Rússia, em 2013, trouxe consigo uma bagagem intangível: a ideia para o livro Pássaro de Fogo – O Talismã de Yelnya


Créditos: Maria Clara Menezes



Schutz lança campanha de Dia das Mães com Isa Scherer e traduz o que é se destacar em diferentes áreas da vida

 Marca propõe um olhar sobre protagonismo feminino ao explorar o “cool” como expressão de identidade, atitude e múltiplas versões da mulher contemporânea




A Schutz, marca de sapatos do grupo Azzas 2154, apresenta sua nova campanha de Dia das Mães estrelada por Isa Scherer. A campanha parte de uma reflexão sobre o que significa se destacar hoje, traduzindo o conceito para além de uma única definição e conectando-o às diferentes áreas da vida da mulher contemporânea.

 

Mais do que um atributo específico, a campanha propõe o “cool” como uma percepção que atravessa estilo, comportamento e atitude. Nesse contexto, o destaque não é performado, é uma construção que nasce da identidade, da forma única com que cada mulher conduz sua trajetória, equilibra seus papéis e expressa quem é, sem concessões. Sob a assinatura “Born to stand out. As a mother and beyond” (Nascida para se destacar. Como mãe e além), a campanha reforça esse olhar ao valorizar mulheres que se destacam em suas múltiplas dimensões, com liberdade para expressar quem são.

 

“Estamos olhando para algo que vai além de uma estética ou tendência, é uma forma de estar no mundo. Queremos traduzir isso tanto na imagem quanto no design dos produtos, com a criação de peças que acompanham a mulher em suas diferentes versões e momentos, respeitando sua individualidade e a maneira única com que constrói sua trajetória”, diz Rafaela Furlanetto, Diretora Criativa de Shoes and Bags.

 

A escolha da protagonista traduz essa ideia. Chef premiada, empreendedora e mãe, Isa representa, de forma autêntica, uma trajetória marcada por excelência, personalidade e originalidade, enquanto sua maternidade adiciona uma camada emocional potente e real. A criadora não apenas se sobressai profissionalmente, mas também redefine o que é ser mãe hoje: forte, multifacetada e com identidade própria.

 

“Fiquei muito feliz com o convite da Schutz. É uma campanha que tem muito a ver comigo, com esse olhar mais real sobre a mulher. Sobre ser original, ser várias versões ao mesmo tempo, mãe, profissional, tudo junto. Eu acho muito bonito quando a gente entende que não precisa caber em uma caixa só. E poder representar isso de um jeito tão natural foi muito especial pra mim”, diz Isa Scherer.

 

A coleção apresenta uma releitura dos códigos de SCHUTZ sob essa nova perspectiva, com peças pensadas para acompanhar a mulher em diferentes momentos do seu dia. Entre os destaques da temporada estão scarpins, sandálias e sneakers, que aparecem com formas esculpidas e traços geométricos, equilibrando informação de moda e versatilidade.

 

Os materiais e acabamentos exploram detalhes e superfícies marcantes, enquanto a cartela de cores transita por preto, marrom, bordô, caramelo, off-white, prata e dourado, reforçando a proposta estética da campanha. O design se destaca por uma abordagem futurista e urbana, com solados imponentes, consolidando a coleção como um verdadeiro manifesto do streetstyle de alto impacto. Nesse contexto, a Leoness, novo ícone da Schutz, é incorporada em bolsas e sapatos por meio de uma silhueta inspirada no universo felino, traduzida em linhas precisas e elementos de design que evocam força, agilidade e instinto, reforçando a presença marcante da coleção.

 

Com o lançamento, a Schutz reforça seu olhar para a mulher em sua pluralidade e convida o público a ressignificar o que é se destacar como uma construção pessoal, cotidiana e em constante transformação.

 

A coleção já está disponível nas lojas físicas e no e-commerce da marca.


Créditos: Gabriela Fernanda de Oliveira Garcia 

Vinhos no avião: R3 Destinos orienta viajantes sobre as regras da ANAC, limites da Receita Federal e como trazer rótulos do exterior sem dor de cabeça

 Agência de curadoria de viagens de luxo detalha o que pode ir na bagagem de mão e na despachada, a cota de 12 litros de bebidas alcoólicas por passageiro, o uso correto do duty free de chegada e os cuidados que evitam multa, apreensão e quebra de garrafas

R3 Destinos



São Paulo, abril de 2026 – Trazer na mala o Malbec degustado em Mendoza, o Brunello provado na Toscana ou o Vinho do Porto envelhecido em Gaia é um dos maiores prazeres do turismo enogastronômico brasileiro. Mas entre a vinícola e a adega de casa existe um caminho de regras que, quando ignorado, pode resultar em garrafas apreendidas, impostos elevados e até no descarte de rótulos exclusivos antes do embarque. Para orientar o viajante, a R3 Destinos – agência de curadoria de viagens de luxo integrante do grupo R3 Viagens – preparou um panorama completo sobre transporte de vinhos em voos domésticos e internacionais, cotas da Receita Federal e boas práticas para proteger o investimento enológico durante a jornada.

A demanda é real: segundo dados do setor, o enoturismo cresce a dois dígitos no Brasil e regiões como Mendoza, Vale do Colchagua, Douro, Toscana, Bordeaux e Rioja concentram parte significativa das viagens de lazer premium vendidas no país. O vinho, nesse cenário, deixou de ser souvenir e virou parte integrante da experiência – o que exige preparo logístico tão bem desenhado quanto o próprio roteiro.

 

1. Voos domésticos no Brasil: o que diz a ANAC

Para trechos dentro do Brasil, as regras são definidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e são mais flexíveis para bebidas com baixo teor alcoólico, como é o caso da maioria dos vinhos (entre 12% e 16%).

  • Bebidas com até 24% de teor alcoólico podem ser transportadas na bagagem de mão.
  • Cada recipiente deve ter, no máximo, 1 litro e estar lacrado de fábrica.
  • O limite total por passageiro é de 5 litros de bebidas alcoólicas.
  • O passageiro precisa ser maior de 18 anos.
  • É preciso respeitar o peso máximo permitido para a bagagem de mão (geralmente 10 kg).
  • Na bagagem despachada, não há limite específico de quantidade além da franquia de peso contratada.

Para voos com conexões que envolvam desembarque internacional, a recomendação é desde já planejar as garrafas na mala despachada, evitando o risco de reclassificação no trecho seguinte.

2. Voos internacionais: por que a mala despachada é a regra

Em trechos internacionais, as regras da ANAC (Resolução 515/2019) e de órgãos congêneres – como TSA (EUA), EASA (Europa) e autoridades locais – seguem o padrão global de restrição a líquidos na cabine.

  • Na bagagem de mão, líquidos só são permitidos em frascos de até 100 ml, acondicionados em embalagem plástica transparente que totalize, no máximo, 1 litro.
  • Garrafas tradicionais de vinho (750 ml) NÃO podem ir na cabine em voos internacionais – devem obrigatoriamente ser despachadas.
  • Exceção: vinhos comprados em lojas duty free após a inspeção de segurança podem ser levados na cabine, desde que lacrados em saco de segurança (STEB – Security Tamper Evident Bag) com o comprovante de compra visível dentro do lacre.
  • Em conexões internacionais, atenção: algumas escalas exigem nova inspeção e o lacre duty free pode ser questionado. É indispensável manter o cupom fiscal intacto.

Na bagagem despachada, a regra prática é que bebidas com até 24% de álcool (vinhos, a maior parte dos espumantes e fortificados) podem ser transportadas sem limite quantitativo pela companhia aérea – desde que respeitada a franquia de peso. Entre 24% e 70% de álcool, o teto é de 5 litros por passageiro. Acima de 70%, o transporte é proibido.

3. Cotas da Receita Federal: quanto vinho é possível trazer de fora

Na chegada ao Brasil, quem define as regras é a Receita Federal. Segundo o guia oficial do viajante, o viajante maior de 18 anos precisa observar simultaneamente dois tipos de limite: o de quantidade e o de valor.

Limites quantitativos (bagagem acompanhada)

  • Até 12 litros de bebidas alcoólicas por pessoa – o equivalente a 16 garrafas padrão de 750 ml.
  • As cotas são individuais e intransferíveis: não é possível somar a cota entre familiares, mesmo que viajem juntos.
  • Menores de 18 anos não podem ter bebidas alcoólicas na bagagem, ainda que acompanhados pelos pais ou responsáveis.
  • Excesso sem finalidade comercial: os bens continuam a ser tratados como bagagem, mas perdem a isenção e são tributados.

Cota de valor (isenção de impostos)

  • US$ 1.000 para chegadas por via aérea ou marítima.
  • US$ 500 para entradas por via terrestre.
  • Valor total das compras no exterior acima da cota: imposto de 50% sobre o excedente.
  • A declaração deve ser feita antecipadamente na e-DBV (Declaração Eletrônica de Bens de Viajante).

Cota extra no Duty Free de chegada

  • Nas lojas Duty Free de chegada nos aeroportos brasileiros, o viajante tem uma cota adicional de US$ 1.000 – independente da cota exterior.
  • Limite quantitativo: até 24 garrafas de bebidas alcoólicas, com máximo de 12 unidades do mesmo tipo (por exemplo, 12 vinhos + 12 espumantes).
  • Dica R3: para quem já usou parte da cota em adegas lá fora, o duty free de chegada é o caminho mais eficiente para complementar a coleção sem estourar limites.

4. Boas práticas para proteger a garrafa (e o investimento)

  • Use wine bags com bolha interna, protetores infláveis ou caixas rígidas específicas para vinho – cada garrafa deve ficar isolada.
  • Posicione as garrafas no centro da mala, envoltas por roupas, longe das laterais.
  • Guarde sempre a nota fiscal original, especialmente para rótulos de alto valor.
  • Declare na e-DBV antes do desembarque. A declaração correta isenta de multa quem está dentro da cota.
  • Consulte as regras do país de conexão: alguns aeroportos (Londres-Heathrow e aeroportos norte-americanos, por exemplo) têm exigências próprias para itens duty free em trânsito.
  • Evite trazer vinho em voos com múltiplas conexões e recheck de bagagem – o risco de avaria aumenta proporcionalmente ao número de manuseios.

 

A palavra da liderança

“O vinho deixou de ser lembrança para se tornar parte central da experiência de viagem dos nossos clientes. Memória líquida, como costumamos dizer. Orientar quem viaja sobre como transportar essas garrafas com segurança e dentro da legalidade é parte integrante da curadoria R3 Destinos – não adianta desenhar um roteiro impecável por Bordeaux, Mendoza ou pelo Piemonte se o cliente chega ao aeroporto e descobre que terá que deixar três rótulos raros para trás por falta de informação”, afirma Roberto Ruiz Júnior, CEO da R3 Destinos.

“Na operação, vemos isso se repetir com frequência: o viajante desinformado paga multa, tem garrafa apreendida ou precisa reorganizar a mala no balcão de check-in. Na R3 Destinos, trabalhamos de forma proativa – antes do embarque, nossa equipe entrega ao cliente um briefing com as regras atualizadas da ANAC, da companhia aérea escolhida e da Receita Federal, além de orientar sobre embalagens, uso correto da cota duty free e preenchimento da e-DBV. É um cuidado invisível para o cliente, mas que faz toda a diferença na experiência”, explica Vinícius Casagrande, sócio e diretor operacional da R3 Destinos.

“Tecnologia, para nós, não é gadget – é resolver dores reais do viajante. Na R3 Destinos, conteúdos como este são disparados de forma personalizada conforme o destino contratado: quem vai para a Itália recebe um guia, quem vai para a Argentina recebe outro, quem vai para Portugal recebe um terceiro, cada um com as especificidades alfandegárias e logísticas do trecho. É esse o diferencial que a WS Labs constrói junto da agência: uma camada digital invisível que antecipa necessidades e garante uma experiência sem atrito, do clique na reserva ao desembarque em casa com as garrafas intactas”, complementa Wilson Silva, diretor de marketing e tecnologia da R3 Destinos e CEO da WS Labs, empresa responsável pela estratégia de marketing e tecnologia da agência.

 

Sobre a R3 Destinos

R3 Destinos é a agência de viagens de lazer do grupo R3 Viagens, referência nacional em curadoria premium. Com modelo híbrido que combina inteligência artificial e curadoria humana por Travel Designers dedicados, a R3 Destinos atende viajantes independentes e executivos de alta renda com roteiros sob medida, concierge 24/7 e acesso a experiências exclusivas em destinos como Maldivas, Bali, Toscana, Mendoza, Patagônia, Safáris africanos, Japão e as principais regiões vinícolas do mundo. A infraestrutura tecnológica da agência é desenvolvida pela WS Labs, empresa especializada em marketing e tecnologia para o setor de turismo de luxo.

 

 Créditos: Wilson Silva


O Diabo Veste Prada 2: como o livro que inspirou o fenômeno da cultura pop pode revelar pistas sobre o novo filme

 

Com estreia marcada para 30 de abril, sequência reacende teorias entre fãs e reforça o papel da literatura na criação
Foto de divulgação - Livro


Com estreia marcada para 30 de abril, sequência reacende teorias entre fãs e reforça o papel da literatura na criação de um dos universos mais icônicos do cinema sobre moda, poder e carreira

São Paulo, Abril de 2026 – Com estreia prevista para 30 de abril nos cinemas brasileiros, O Diábo Veste Prada 2 reacendeu a paixão dos fãs por uma das histórias mais emblemáticas da cultura pop. Mais de duas décadas após o lançamento do livro de Lauren Weisberger, obra que inspirou o filme, a narrativa volta ao centro das atenções e levanta novas teorias sobre o destino de Andy Sachs e Miranda Priestly. O fenômeno também reforça o papel da literatura como ponto de partida para histórias que atravessam gerações e continuam moldando o cinema.

Publicado originalmente em 2003, O Diabo Veste Prada se tornou um best-seller internacional ao retratar, com ironia e bastidores afiados, o universo das revistas de moda e a dinâmica de poder dentro das redações. A obra deu origem ao filme estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway em 2006 e consolidou personagens que se tornaram referência cultural. Agora, a sequência retorna ao universo da revista fictícia Runway, com Andy de volta à redação em um novo momento de sua carreira.

Embora a trama do novo longa ainda seja cercada de mistério, trailers e informações preliminares indicam que a história acompanha Miranda enfrentando os desafios da transformação da indústria editorial, enquanto reencontra personagens do passado em um cenário marcado por disputas de poder e mudanças no mercado de mídia. A produção reúne novamente parte do elenco original e aposta na nostalgia para expandir o universo criado a partir do livro que deu origem à franquia.

“Histórias como essas mostram como a literatura tem a capacidade de criar universos narrativos duradouros, que continuam inspirando adaptações e novas leituras ao longo do tempo. Quando um livro conquista leitores e se transforma em fenômeno cultural, ele passa a influenciar também o cinema, a moda e até discussões sobre carreira e comportamento”, afirma Clineia Candia, pedagoga e parceira da Disal.

Enquanto o enredo oficial permanece em segredo, fãs e especialistas já analisam pistas deixadas no trailer e na própria história original para imaginar o que pode acontecer na sequência. A partir da narrativa do livro e do universo construído ao longo dos anos, algumas teorias têm ganhado força entre os admiradores da saga. Confira:

  1. Miranda esqueceu Andy ou é mais um jogo psicológico?

Uma das teorias mais discutidas surgiu após uma cena do trailer em que Miranda parece não reconhecer Andy. Para muitos fãs, isso não seria esquecimento, mas uma estratégia da editora para reafirmar poder e hierarquia, algo bastante alinhado à personalidade da personagem.

  1. A crise das revistas de moda

Outra hipótese é que o filme explore a transformação da indústria editorial, com a revista Runway enfrentando dificuldades no novo cenário digital, um conflito que colocaria Miranda em uma posição de vulnerabilidade inédita.

  1. Emily é a nova rival da trama?

Algumas informações sobre a trama indicam que Emily Charlton teria se tornado executiva de um conglomerado de luxo, o que pode colocá-la em disputa direta com Miranda pela sobrevivência da revista.

  1. Andy como líder editorial

A volta da personagem ao universo da Runway sugere que ela não será mais apenas a assistente que conhecemos no primeiro filme, mas alguém em posição de influência dentro da redação.

  1. Elementos do livro sequência podem aparecer na trama

Fãs também especulam que o novo filme pode incorporar elementos de A Vingança Veste Prada, continuação literária escrita por Lauren Weisberger, que mostra Andy anos depois reconstruindo sua carreira enquanto lida novamente com o legado de Miranda.

 

Enquanto o filme não chega, que tal um esquenta com o livro? https://www.disal.com.br/produto/9901167-O-Diabo-Veste-Prada-26aEd#


Créditos: Giulia Marini


Na semana do Dia das Mães, clientes que comprarem dois pratos no Griletto vão ganhar sobremesa de brinde

 Ação será de 4 a 10 de maio, no balcão das lojas da rede, e valerá para quem adquirir duas opções das linhas Direto da Grelha, Express ou Tempero Brasileiro

Picanha Premium, da linha Direto da Grelha, é um dos pratos que integram a ação do Dia das Mães
(Fotos: Divulgação/Halipar)


O Griletto realiza, entre a próxima segunda-feira (4) e o dia 10 de maio, uma ação especial motivada pelo Dia das Mães. Durante este período, os clientes que comprarem dois pratos das linhas Direto da Grelha, Express ou Tempero Brasileiro do cardápio da rede de grelhados do Grupo Halipar ganharão de brinde uma sobremesa. A ação será válida apenas no balcão das lojas.

 

Os consumidores poderão escolher entre uma das opções clássicas da marca La Mus, que são mousses de chocolate Alpino® e Prestígio® oferecidos em parceria com a Nestlé, além de terem a Torta Holandesa ou o Brigadeirão como outras alternativas disponíveis. A campanha, cujo mote foi inspirado pela data comemorada no próximo dia 10, é “O amor ela compartilha, a sobremesa não” e será um motivo a mais para as famílias se reunirem com as suas mamães nas mais de 150 unidades franqueadas do Griletto espalhadas pelo Brasil.



Entre as categorias do menu do Griletto que participam desta ação, a Express possui pratos com cortes tradicionais de carne que acompanham arroz, feijão, salada e fritas ou purê de batata. Na linha Direto da Grelha, os clientes podem escolher acompanhamentos como legumes e massas. Já a Tempero Brasileiro reúne alternativas de pratos que contam com sabores tradicionais do país.

 

“A campanha do Dia das Mães reafirma o compromisso do Griletto em sempre buscar oferecer benefícios aos seus clientes. As linhas que participam dessa ação possuem diversas opções com ótimo custo-benefício e, ao optarem por duas delas, os consumidores ainda poderão presentear as suas mamães com uma sobremesa deliciosa”, ressalta Maurício Albuquerque, gestor da rede.

 

Com mais de 150 unidades franqueadas no Brasil, o Griletto mantém um cardápio diversificado, que inclui desde cortes como contrafilé, picanha e salmão até linhas completas de refeições. E além das várias opções das categorias Express, Direto da Grelha e Tempero Brasileiro, o menu da rede conta com a Top Griletto e a Levíssimo, assim como as sobremesas que integram essa ação criada especialmente para ser promovida durante a semana do Dia das Mães.

 

Sobre o Griletto

Com mais de 20 anos, o Griletto é a maior rede do Brasil especializada em grelhados e parmegianas. Atualmente, são mais de 150 lojas franqueadas em diferentes regiões do país. A marca já recebeu 15 Selos de Excelência em Franchising e um ESG, conferidos pela ABF (Associação Brasileira de Franchising). O Griletto oferece um cardápio variado, para todos os gostos e bolsos, com opções que vão desde grelhados, parmegianas e massas a pratos lights, porções e tábuas para compartilhar, além de sobremesas.

 

Sobre a Halipar

A Halipar (Holding de Alimentação e Participações) envolve cerca de 400 unidades franqueadas das redes Griletto, Montana Grill, Jin Jin e Croasonho, distribuídas em 24 estados. Com a união de marcas voltadas a diferentes públicos e gostos, é um dos maiores grupos do mercado nacional de franchising no segmento de alimentação. Ao longo dos últimos anos, suas redes conquistaram diversos prêmios, incluindo o de Franquia do Ano pela PEGN (Montana Grill/2022) e o de Franqueadora do Ano pela ABF (Jin Jin/2022). As marcas também já foram premiadas com 5 Estrelas no Guia de Franquias da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN). As quatro marcas da holding somam 69 Selos de Excelência em Franchising e quatro ESG.

 

Créditos: Rafael Franco