Featured Slider

Quando a estética deixa de ser escolha e vira tendência

 Médico especialista em Cirurgia, Dr. Georgen Hauagge defende que naturalidade e equilíbrio devem prevalecer sobre modismos e padrões de beleza passageiros

Divulgação | MOIA Editora

Mais de 80% dos brasileiros afirmam ter interesse em realizar algum procedimento estético. Ao mesmo tempo, uma pesquisa recente revelou que 74% das pessoas que já passaram por algum tipo de intervenções rejeitam exageros e preferem resultados mais naturais. Os números mostram que, embora a procura por tratamentos continue em alta, cresce também a preocupação com a preservação da aparência individual e com resultados que respeitem as características de cada paciente.

Essa é a abordagem que acompanha a trajetória clínica do Dr. Georgen Hauagge há mais de 15 anos. Formado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), especializado em Cirurgia pelo HU-UFSC e com pós-graduações em Dermatologia, Medicina Estética e Visagismo, ele é um defensor de que a estética facial deve ser guiada por naturalidade e equilíbrio, ao invés da tentativa de reproduzir tendências passageiras ou padrões de beleza impostos pelas redes sociais. “Tendência passa, procedimento fica”, destaca.

É a partir dessa vivência profissional que o médico lança Seu rosto não é moda - Exageros, falsas promessas e a responsabilidade esquecida na estética moderna, livro em que traz para além do consultório discussões (muitas vezes polêmicas) que costumam surgir durante as consultas. Nas páginas o especialista, aborda temas como a influência dos filtros digitais, a busca pela simetria perfeita (e inexistente), a pressão por mudanças constantes e o papel da ética médica em um mercado cada vez mais competitivo. Ao questionar práticas, promessas e comportamentos que se tornaram comuns na estética contemporânea, o cirurgião propõe reflexões sobre temas que, embora pareçam óbvios, raramente são debatidos em profundidade.

Segundo Hauagge muitos arrependimentos na estética não acontecem por falhas técnicas, mas por expectativas incompatíveis com a realidade, promessas exageradas ou pela influência de tendências que mudam com o tempo. No livro, ele também questiona a ideia de que a beleza está ligada à perfeição matemática e argumenta que a verdadeira harmonia facial está na proporção e na preservação da identidade.

Porque existem decisões que, depois de tomadas, não retornam ao ponto zero.
E há resultados que, mesmo com todo o investimento do mundo,
já não podem ser alcançados da forma ideal.

(Seu rosto não é moda, p. 188)

Natural de Pato Branco, Dr. Georgen Hauagge é um exemplo de como é possível construir uma atuação de alcance nacional e internacional fora dos grandes centros. No sudoeste paranaense, ele recebe pacientes de diferentes regiões do Brasil e do exterior para procedimentos estéticos em face, pálpebras, pescoço e transplante capilar. Paralelamente à prática clínica, atua na formação de médicos e participa de eventos voltados à saúde, empreendedorismo e gestão de clínicas, dentro e fora do país.

Sem se posicionar contra os procedimentos estéticos, em Seu rosto não é moda o autor propõe uma discussão sobre os limites entre autocuidado, influência social e responsabilidade médica. Ao reunir reflexões construídas ao longo de mais de 15 anos de experiência clínica, ele defende que a melhor decisão estética não é necessariamente a mais popular, mas aquela capaz de preservar a identidade do paciente ao longo do tempo.

Ficha técnica
Título: Seu rosto não é moda
Subtítulo: Exageros, falsas promessas e a responsabilidade esquecida na estética moderna
Editora: MOIA
Autor: Dr. Georgen Hauagge
ISBN: 978-65-83963-33-8
Páginas: 225
Preço: R$ 250 (físico) | R$ 31,99 (eBook)
Onde encontrar: Amazon

Foto: Arquivo pessoal


Sobre o autor: Dr. Georgen Hauagge é formado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), especialista em Cirurgia pelo Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC) e possui pós-graduações em Dermatologia, Medicina Estética e Visagismo. Também é graduado em Comércio Exterior, formação que contribuiu para a atuação como médico, empreendedor e educador. Com mais de 15 anos de experiência, atua com cirurgias e procedimentos estéticos para face, pescoço e transplante capilar. Natural de Pato Branco (PR), construiu sua carreira no sudoeste paranaense, onde recebe pacientes não apenas de diferentes regiões do brasil, mas também do exterior, em busca de tratamentos e cirurgias faciais. Além da prática clínica, dedica-se à formação de médicos por meio de cursos, mentorias e palestras voltadas para procedimentos estéticos, gestão, marketing e crescimento de clínicas. Sua atuação o levou a palestrar de eventos nacionais e internacionais do setor, compartilhando conhecimentos sobre medicina estética, empreendedorismo e desenvolvimento profissional. No livro Seu rosto não é moda, defende uma estética baseada em naturalidade, equilíbrio e preservação da identidade, princípios que orientam sua atuação médica há mais de uma década.

Redes sociais:




Créditos: Gabriela Cuerba

Preço não fideliza: experiência decide a próxima compra

 Atendimento, conveniência e cultura organizacional ganham peso na fidelização enquanto descontos continuam decisivos para conquistar a primeira venda

Mais da metade dos consumidores, 52%, já deixou uma marca após uma experiência ruim com produtos ou serviços, enquanto 29% fizeram o mesmo por problemas no atendimento, segundo levantamento da PwC. Em 2026, os números reforçam uma disputa que ganhou espaço na estratégia de empresas do varejo e de serviços: transformar a primeira venda em recorrência. Se o preço ajuda a conquistar o consumidor, atendimento consistente, conveniência, facilidade para resolver problemas e uma cultura organizacional preparada para sustentar essa experiência são fatores que passam a determinar se ele voltará a comprar ou buscará um concorrente. 

Alexandre Slivnik, com especialização pela Harvard Graduate School of Education e vice-presidente da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, a ABTD, é diretor executivo do IBEX, instituto sediado em Orlando voltado ao desenvolvimento de líderes e à excelência empresarial. Para ele, o desafio das empresas está em transformar a primeira compra em recorrência, já que o preço pode acelerar uma decisão, mas conveniência, atendimento e capacidade de resolver problemas pesam na permanência do consumidor.

A questão ganha força agora no segundo semestre, quando Black Friday e Natal ampliam o volume de campanhas promocionais e a disputa pela atenção do público. As ofertas ajudam na conversão, mas fatores menos facilmente replicáveis, como facilidade na jornada de compra, solução de reclamações e consistência na entrega, passam a influenciar a decisão seguinte.

Experiência começa dentro da empresa

Parte do que o consumidor percebe é definida antes mesmo do contato com a marca. Treinamento, autonomia para solucionar demandas, processos claros e comportamento das lideranças interferem no serviço que chega à ponta.

Na avaliação do especialista, é nesse ponto que cultura organizacional e experiência do cliente se encontram. “O encantamento do cliente externo é sempre consequência direta do encantamento do cliente interno. Se a equipe não se sente respeitada, ouvida e valorizada, ela até pode cumprir processos, mas dificilmente vai gerar experiências memoráveis”, destaca.

A tecnologia adiciona outra camada a essa discussão. Chatbots, inteligência artificial e automação podem reduzir espera, organizar demandas e simplificar etapas, mas há situações em que contexto, empatia e capacidade de interpretação ainda interferem na percepção do consumidor. “Tecnologia é meio, não fim. Ela pode facilitar processos, ganhar escala e apoiar decisões. A empresa precisa usá-la para potencializar o humano, e não simplesmente para eliminá-lo”, aponta Alexandre Slivnik.

Recompra virou a verdadeira disputa do varejo

O momento posterior à venda passou a concentrar parte relevante dessa disputa. Trocas, suporte, reclamações e facilidade para encontrar uma solução podem definir se a relação continua ou termina depois da primeira transação.

Para o especialista, a lógica coloca a experiência do cliente mais próxima da estratégia de crescimento do que de uma função isolada de atendimento. “Uma promoção pode colocar o consumidor dentro da empresa pela primeira vez. A maneira como ele é recebido e, principalmente, como a empresa reage quando surge um problema é que vai influenciar a decisão de voltar. Fidelização é consequência dessa consistência”, conclui.

Sobre Alexandre Slivnik




Alexandre Slivnik o único brasileiro a dar a volta ao mundo em um avião privado da Disney para conhecer os bastidores de todos os parques da empresa no mundo, juntamente com seus maiores executivos. É reconhecido oficialmente pelo governo norte americano como um profissional com habilidades extraordinárias na área de palestras e treinamentos (EB1). 

Autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. Diretor executivo do IBEX – Institute for Business Excellence, sediado em Orlando / FL (EUA). Vice-Presidente da ABTD - Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento. Professor convidado do MBA de Gestão Empresarial da FIA / USP. 

Palestrante com mais de 20 anos de experiência na área de RH e Treinamento. Atualmente um dos maiores especialistas em Encantamento de Clientes no Brasil. Palestrante Internacional com palestras feitas nos EUA, EUROPA, ÁFRICA e ÁSIA, tendo feito especialização na Universidade de Harvard (Graduate School of Education - Boston / EUA).

Para mais informações, acesse o site oficial: www.alexandreslivnik.com.br.

Sugestão de fonte: clique aqui

Fontes de Pesquisa:

Globo Ads Insights | Esquenta Black Friday 2026
https://globoads.globo.com/conhecimento/globo-ads-insights/esquenta-black-friday-2026

PwC | Pesquisa sobre Experiência do Consumidor 2025
https://www.pwc.com.br/pt/estudos/setores-atividade/produtos-consumo-varejo/2025/pesquisa-sobre-experiencia-do-consumidor-pwc-2025.html

Walmart | Walmart Releases Q4 FY26 Earnings
https://corporate.walmart.com/news/2026/02/19/walmart-releases-q4-fy26-earnings


Créditos: Carolina Lara


Bruna Black faz sua estreia no Rock in Rio 2026, no Palco Supernova

 Bruna Black faz sua estreia no Rock in Rio 2026, no Palco Supernova

Apresentação aconteceu no dia 13 de setembro e trouxe músicas do seu álbum “Fulorá” além de outros sucessos da carreira


Crédito: victorcorrea


O palco Supernova recebeu uma das vozes mais potentes da nova geração da música brasileira: Bruna Black. Reconhecida por seu talento e presença de palco marcante, Bruna fez sua estreia no festival em 13 de setembro e trouxe repertório de seu último álbum solo, "Fulorá", que celebra um ano de lançamento neste mês.

 

"Fulorá" é um verdadeiro mergulho em ritmos tradicionais brasileiros, como o maracatu, o coco e o xote, misturados de forma moderna com guitarras e metais. O disco é dividido conceitualmente em três fases que mostram sua evolução artística, "Semente, Broto e Florescer", que carregam composições profundas sobre amor, afeto, maternidade e representatividade. A coletânea ainda conta com parcerias de peso, como Chico César e Juliana Linhares

 

Bruna chegou ao palco do maior festival do país com sua banda completa e um show cheio de energia. O time inclui Kabé Pinheiro na direção musical e bateria, Cosme Vieira na sanfona, Tercio Guimarães nos teclados e sopros, e Beatriz Lima no baixo. O show conta ainda com a participação especial da cantora, pandeirista e percussionista pernambucana Nega Deza. Vinda de Olinda, ela é neta de Dona Selma do Coco e filha de Mestra Aurinha do Coco, trazendo a força e a tradição de uma das famílias mais importantes do coco de roda para o festival. A apresentação criou momentos que conectaram e emocionaram o público.

 

Atualmente, Bruna Black faz parte do casting da agência e produtora artística Bloop Cultural. 

 

Sobre Bruna Black

Nascida em Diadema, São Paulo, a cantora e compositora Bruna Black começou a cantar aos 3 anos de idade na igreja. Formada em canto popular pela Etec de Artes de São Paulo, em 2018 ingressou na Escola Municipal de Música de SP e integrou o Coral Jovem do Estado de São Paulo, na EMESP Tom Jobim, onde permaneceu por quatro anos em cada, uma experiência que possibilitou à Bruna expandir ainda mais sua vivência musical.
 

Em 2019, iniciou sua parceria com Jota.pê no duo ÀVUÀ, projeto que se destacou com o single “Conte Comigo” e chegou, inclusive, a integrar o álbum “Onze” — coleção de composições inéditas de Adoniran Barbosa indicada ao Grammy Latino em 2022. No ano seguinte, Bruna também conquistou visibilidade nacional ao participar do programa The Voice Brasil, chegando até as quartas de final.
 

Em 2024 lançou, em parceria com o compositor norte-americano John Finbury, o álbum “Vã revelação”, com nove faixas, dentre as quais “Será”, “Chão de nuvem” e a faixa-título.
 

Já em 2025 divulgou o álbum “Fulorá”, com 13 faixas autorais e participações especiais de Juliana Linhares em “Saudade”, Chico César em “Marrom cremoso”, Baobá em “Quebra prato”, Jéssica Gaspar e Clarianas em “Zoin de jabuticaba”.
 

Em 2026, Bruna subiu ao palco do Allianz Parque, em São Paulo, para cantar diante de 60 mil pessoas como convidada especial no show do projeto Dominguinho, de Jota.pê, João Gomes e Maestrinho.


Créditos: Sophia Pietá Milhorim Botta  

Joelma e Viviane Batidão recebem homenagem da Believe após encontro no Rock in Rio

Artistas paraenses ganharam quadros por seus marcos nas plataformas digitais ao se apresentarem no Palco Sunset
 

Joelma - Divulgação Believe
Viviane Batidão - Divulgação Believe

 

A estreia de Joelma e Viviane Batidão no Rock in Rio também foi marcada pela celebração de importantes conquistas de suas carreiras. Após se apresentarem juntas no Palco Sunset, neste domingo (13), as artistas paraenses receberam da Believe quadros comemorativos por seus marcos nas plataformas digitais. Joelma foi homenageada pelos 932 milhões de streams de áudio e vídeo, enquanto Viviane, sua convidada, recebeu o reconhecimento por mais de 180 milhões totais de streams.


 

O encontro levou ao festival duas gerações e diferentes vertentes da música produzida no Pará. De um lado, a sonoridade marcante de Joelma, que mistura ritmos paraenses e elementos do pop; do outro, o tecnomelody de Viviane Batidão. Preparada especialmente para o Rock in Rio, a apresentação contou com ensaios conjuntos de repertório, coreografias e performance e colocou a identidade musical amazônica em destaque em um dos principais palcos do festival.


 

Com mais de 30 anos de carreira, Joelma construiu uma trajetória diretamente ligada à projeção nacional da música paraense e dos ritmos do Norte do país. A cantora soma três indicações ao Grammy Latino, além de grandes turnês e sucessos que atravessaram diferentes gerações.


 

Viviane Batidão, por sua vez, é um dos nomes de destaque do tecnomelody paraense e vem ampliando a projeção do gênero para além da Região Norte. Com uma carreira construída a partir da cena musical do Pará, a cantora levou sua identidade a novos públicos e ganhou ainda mais projeção nacional nos últimos anos.


 

Em 2026, ano em que celebra 20 anos de atuação global e mais de uma década de presença no Brasil, a Believe reforça sua conexão com a diversidade da música brasileira e sua atuação no desenvolvimento de artistas e cenas regionais. A homenagem a Joelma e Viviane Batidão destaca esse olhar para a força dos ritmos que nascem em diferentes regiões do país e alcançam novos públicos.


 

“É muito simbólico celebrar a primeira participação de Joelma no Rock in Rio. Depois de mais de 30 anos de carreira, ela segue como uma referência que atravessa gerações, com uma conexão muito forte com o público e com suas raízes paraenses. Ver Joelma ocupar esse palco, um dos maiores da música no Brasil, é um reconhecimento da dimensão e da relevância que ela construiu ao longo de sua trajetória. E poder viver esse momento ao lado de Viviane, que representa uma nova geração da música paraense, torna tudo ainda mais especial. Para a Believe, que acredita e investe na potência dos ritmos e talentos regionais, celebrar essas duas artistas juntas é também celebrar a força da música do Norte”, afirma Marcela Moreira, Country Director da Believe no Brasil.


 

Joelma com o time da Believe - Divulgação Believe
Viviane Batidão com o time da Believe - Divulgação Believe


 

Sobre a Believe

A Believe é uma empresa global de desenvolvimento de artistas. Sua missão é impulsionar o crescimento de artistas, selos e editoras em todas as etapas de suas carreiras, por meio de expertise, respeito, transparência e relações justas.

 

Presente em mais de 50 países e com mais de 2 mil colaboradores, a Believe oferece um conjunto completo de serviços, incluindo desenvolvimento de audiência, publishing, marketing e distribuição, com uma abordagem personalizada para atender às necessidades de artistas, selos e editoras em diferentes estágios de desenvolvimento.

 

O Brasil é um dos mercados mais estratégicos da Believe no mundo. Por meio de suas operações de Artist Services, Label & Artist Solutions e TuneCore, a companhia consolidou-se como uma das principais parceiras de artistas e selos independentes em diversos gêneros musicais, trabalhando com nomes de destaque como Xand Avião, João Gomes, Pablo, Felipe Amorim, Nattan, Gilsons, MC Davi, Afreekassia, Priscila Senna e Iguinho & Lulinha, entre muitos outros.

 

Com um portfólio de marcas que inclui Nuclear Blast, naïve, TuneCore, Groove Attack, Sentric, AllPoints e Byond, entre outras, a Believe promove independência e inovação por meio de um modelo que combina expertise local e uma plataforma tecnológica global, oferecendo soluções para que artistas ampliem sua audiência, desenvolvam suas carreiras e monetizem sua música por meio de parcerias estratégicas com os principais serviços digitais do mundo.

 

A Believe é uma empresa de capital francês. Saiba mais em www.believe.com.


Créditos: Luana Barreto  


Rock in Rio: entenda o que é o “efeito Zara Larsson”, maquiagem da cantora que já apareceu no look de Hariany Almeida

 “Eu queria uma maquiagem com muito brilho. A referência da Zara me chamou atenção justamente por isso”, afirma Hariany Almeida

 

Créditos: @hariany | @mouraacarlos | CO ASSESSORIA
 

Com Zara Larsson no Brasil para se apresentar no Rock in Rio, uma das marcas visuais da cantora também volta ao centro das atenções: as maquiagens com aplicações de cristais, strass e pontos de brilho no rosto. O visual, que passou a ser associado nas redes ao chamado “efeito Zara Larsson”, mistura referências dos anos 2000 com uma aplicação mais pontual e limpa, deixando as pedras como principal destaque da produção.

A estética já apareceu também em um look de Hariany Almeida, de 28 anos. A ex-BBB apostou em aplicações de pedras ao redor dos olhos. “Eu queria alguma coisa que tivesse impacto nas fotos. Quando vi as referências da Zara, gostei justamente desse equilíbrio entre brilho e uma maquiagem mais limpa”, afirma.

Para o maquiador e fotógrafo Carlos Moura, o que diferencia essa retomada do bedazzling é justamente a forma como os cristais são usados. “As pedras voltaram, mas hoje aparecem de forma mais pontual e estratégica. O efeito funciona melhor quando existe equilíbrio com o restante da maquiagem. Quando tudo compete ao mesmo tempo, o brilho perde sofisticação”, explica. Segundo ele, a proposta funciona melhor quando as aplicações ficam concentradas em áreas específicas, como os olhos, têmporas ou linha inferior dos cílios.

Com Zara prestes a subir ao palco do festival, a tendência ganha ainda mais força como referência de beleza para quem busca inspiração nos últimos dias do Rock in Rio. Hariany diz que o que mais gostou foi justamente a possibilidade de adaptar uma estética de palco para um look fora desse contexto. “A referência estava ali, mas eu queria que continuasse parecendo comigo. Acho que quando você consegue trazer uma tendência para o seu estilo, sem simplesmente copiar, o resultado fica muito mais interessante”, conclui.
 

Créditos: @hariany | @mouraacarlos | CO ASSESSORIA

 

Créditos: CO-Assessoria 

A investigação se intensifica em 'Lanternas': não perca o quinto episódio neste domingo na HBO Max

 Depois de conhecermos mais sobre a trajetória de John Stewart para se tornar um Lanterna Verde, a investigação continua, enquanto a confiança, o passado e as verdadeiras intenções daqueles ao seu redor ganham cada vez mais peso


A investigação de Hal Jordan (Kyle Chandler) e John Stewart (Aaron Pierre) continua avançando e, com o tempo jogando contra eles, cada nova pista parece aproximá-los um pouco mais de descobrir a verdade. O quinto episódio de LANTERNAS chega neste domingo, 13 de setembro, na HBO Max com novas revelações. 

A investigação de Hal Jordan (Kyle Chandler) e John Stewart (Aaron Pierre) em Rushville tomou um rumo inesperado. Novas descobertas aproximaram os Lanternas das respostas que buscavam, mas também colocaram à prova a confiança entre os dois e deixaram claro que há muito mais por trás do caso do que parecia. 

Agora, enquanto as peças começam a se encaixar, a tensão aumenta e a investigação entra em uma fase cada vez mais perigosa. Mas, à medida que o caso começa a revelar novas conexões, as diferenças entre Hal e John também se tornam mais evidentes.  

As decisões de Hal, seu encontro com Sinestro (Ulrich Thomsen) e as dúvidas que começam a surgir entre os dois colocam à prova uma aliança que, até agora, tem sido fundamental para seguir o rastro de uma ameaça muito mais complexa do que imaginavam. 

Neste domingo, as consequências de tudo o que aconteceu começam a ser sentidas. Com Rushville no centro de um perigo crescente e a investigação chegando a um ponto decisivo, Hal e John terão que determinar em quem podem confiar e o que estão dispostos a arriscar para chegar à verdade. 

Eles estão realmente mais perto da verdade… ou estão apenas começando a descobrir a dimensão do que enfrentam? Não perca o quinto episódio de LANTERNAS, neste domingo, 13 de setembro, na HBO Max. 

 

###  
Siga-nos nas redes sociais:  
Instagram @hbomaxbrasil  
TikTok, Youtube:@hbomaxbr  


SOBRE A HBO MAX

HBO Max é a plataforma global de streaming da Warner Bros. Discovery que oferece histórias únicas e cativantes da mais alta qualidade, abrangendo conteúdos roteirizados, filmes, documentários, true crime, animação adulta, esportes ao vivo (nos países disponíveis) e conteúdo infantil. HBO Max é o destino de marcas de entretenimento prestigiadas como HBO, Warner Bros., Max Originals, DC, Harry Potter, além de shows icônicos como “Friends” e “The Big Bang Theory”, tudo em um só lugar. 


Créditos: Bruna Santos Galvao  

Itaú Unibanco encerra Rock in Rio 2026 em clima de nostalgia com o grupo É o Tchan

 Com Beto Jamaica, Compadre Washington e Sheila Mello, grupo se apresenta no último dia do festival e encerra a agenda de shows do Pavilhão Itaú nesta edição do Rock in Rio


Grupo se apresentará no Pavilhão Itaú (Reprodução/Instagram)
 

O Itaú Unibanco encerra a agenda de apresentações do Pavilhão Itaú no Rock in Rio Brasil 2026 em clima de celebração e nostalgia. No próximo domingo (13), último dia do festival, É o Tchan se apresenta no espaço com Beto Jamaica, Compadre Washington e Sheila Mello, em um pocket show que leva à Cidade do Rock sucessos que marcaram a trajetória do grupo e seguem presentes na memória afetiva de diferentes gerações de fãs. Ao longo dos dois fins de semana do Rock in Rio Brasil 2026, o Pavilhão Itaú recebeu artistas de diferentes estilos, momentos de carreira e gerações da música brasileira, ampliando as experiências oferecidas ao público na Cidade do Rock.
 

Nesta edição, nomes como Pabllo Vittar, Fernanda Abreu, Jão, Léo Foguete e Melody passaram pelo espaço em uma programação que refletiu a diversidade da cena musical do país e o papel da música como ponto de encontro entre diferentes públicos. Desde 2017, quando passou a investir em uma programação artística própria na Cidade do Rock, o Itaú reuniu nomes como Anitta, Duda Beat, Liniker, Criolo, Fresno, Juliette, Pedro Sampaio, João Gomes, BK’, FBC, Forfun, Paulo Miklos, Arnaldo Antunes e Xuxa, consolidando uma trajetória que reúne diferentes gêneros, gerações e movimentos da música brasileira.
 

Em 2026, a programação ganha um significado especial ao celebrar os 25 anos de parceria entre Itaú e Rock in Rio. Ao longo desse período, a música se consolidou como um dos principais territórios de conexão da marca com o público, por meio de experiências que aproximam artistas, cultura e fãs. Com mais de 1000 m² distribuídos em três andares e projeto assinado por Marcelo Rosenbaum, o Pavilhão Itaú reúne ativações pensadas para ampliar a jornada do público na Cidade do Rock. Nesta edição, o espaço também celebra os dez anos da curadoria musical do Itaú no festival, reforçando uma trajetória construída a partir de encontros que conectam diferentes gerações e formas de viver a música.


Créditos:  Luana Moreira  

Artista Ju Morais apresenta, pela primeira vez no RJ, as obras criadas a partir da residência em Montevidéu, no Circuito de Ateliês do Centro

 Primeira edição do evento conta com 48 espaços e 166 artistas

A artista visual carioca Ju Morais passa por um momento relevante na sua carreira profissional. Recém chegada de uma residência artística no Espacio de Arte Contemporáneo (EAC), em Montevidéu, no Uruguai — programa Hola Rio / Loco por Ti América (SECEC-RJ), que lhe renderam um Caderno do Artista e um vídeo, que serão apresentados durante o Circuito de Ateliês do Centro do Rio de Janeiro, nos dias 18 e 19 de setembro de 2026, durante a semana da ArtRio, que acontece na Marina da Glória.

Divulgação
Obra "Entre Rejas y veu" de Ju Morais


Circuito de Ateliês do Centro
Serão apresentados o Caderno do Artista - fisicamente costurado com texto, fotografias analógicas e fragmentos coletados em Montevidéu, e o vídeo da residência intitulado “Tecendo Territórios”, com duração de 26'02", com direção de Ju Morais e Julia Cartier Bresson - em que disseca de maneira conceitual e em forma de diário a experiência artística na capital uruguaia. O evento, que reúne 34 ateliês/studios, foi idealizado e tem produção executiva da artista visual Fernanda Sattamini e conta com apoio institucional da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Casa Proeza.

Uruguai
“Tecendo Territórios” é um projeto de pesquisa artística de Ju Morais - única artista têxtil do grupo de cinco artistas fluminenses selecionadas, que investiga as relações entre costura, crochê, construção e território. A partir do uso de materiais tradicionalmente ligados à construção civil, como arame, madeira, vergalhão, pedras e restos construtivos, o trabalho aproxima o gesto têxtil de práticas de construção e reparo, criando diálogos entre corpo, memória, trabalho manual e arquitetura popular.

O projeto foi contemplado no Edital LOCO POR TI, AMÉRICA — SECEC RJ, para realização de residência artística no Espacio de Arte Contemporáneo (EAC), em Montevidéu, Uruguai, através do Festival Hola Rio. Foi também contemplada no edital Fluxos/SECEC-RJ para realizar, em março de 2027, uma exposição juntamente com a artista visual Fava da Silva, com curadoria de Bruna Costa, no MAC-Niterói, também no Rio de Janeiro.

Divulgação
Detalhe da obra "Entre Rejas y veu" da artista visual Ju Morais


Divulgação
O Caderno de Artista, realizado em Montevideu pela artista visual Ju Morais

Divulgação
O Caderno de Artista, realizado em Montevideu pela artista visualJu Morais

Divulgação
Obra "Tecer, Esfarinhas Coser" da artista visual Ju Morais


Divulgação
Obra "Cacos" da artista visual Ju Morais



Jéssica Senra / Divulgação
Artista visual Ju Morais no seu ateliê


Sobre a artista
Ju Morais (aka Juliana Soares de Morais) nasceu em 1986, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. É artista visual, pesquisadora, costureira e figurinista. Doutoranda e mestra em Linguagens Visuais pelo Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais da UFRJ (PPGAV/UFRJ), vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Maricá (RJ).

Sua prática artística parte de uma herança concreta: cinco gerações de mulheres costureiras na família, uma mãe que construiu o lar com a costura antes de se tornar professora, uma tia com ateliê de costura ativo até hoje. Aprendeu a costurar com a mãe e a crochetar sozinha aos dez anos, gestos que décadas depois se tornariam o núcleo de uma prática artística consistente e politicamente situada.

Antes de se tornar artista visual, trabalhou por cerca de dez anos no mercado de moda no estilo e marketing de marcas como Cantão e Animale, como repórter de moda ao lado de Heloisa Marra entre outras marcas. Nesse percurso, observou costureiras nos galpões de produção e se perguntou por que os chãos de fábrica da moda eram quase exclusivamente femininos. Essa pergunta se tornou o motor de sua pesquisa artística.

Em 2018, voltou ao Parque Lage para construir um portfólio e ingressar no mestrado. Mergulhou na história da costura e nos seus desdobramentos políticos e sociais. Aprovada no PPGAV/UFRJ, concluiu em 2022 a dissertação “O Pesponto da costura feminina nas artes visuais” e ingressou no doutorado em 2023, com a tese “Mão-agulha”, que qualifica em agosto de 2026 e defende em 2027. https://www.jumorais.com.br

Serviço
Ju Morais - “Tecendo Territórios”
Circuito de Ateliês do Centro do Rio de Janeiro
Dias: 18 e 19 de setembro de 2026 (sexta-feira e sábado) 
Local: Av. Mal. Floriano, 143 - sala 1403
Centro - Rio de Janeiro - RJ, 20080-005
Custo: Gratuito
Site: https://www.jumorais.com.br
Site evento: https://circuitodeateliesdocentro.com.br
Instagram: @jumorais.com.br



Créditos: marmiroli comunicação

Bella Campos em Miami com novo filme

 Em tour internacional do filme Cinco tipos de medo, a protagonista Bella Campos prestigia Festival de Cinema em Miami

Também passaram por lá Mel Lisboa, Cléo Pires e Glória Pires, homenageada da 30ª edição do Inffinito Brazilian Film Festival

Créditos: André Freitas


Bella Campos participou da 30ª edição do Inffinito Brazilian Film Festival, em Miami, nesta sexta-feira, 11, com Cinco Tipos de Medo, seu primeiro filme no cinema. Protagonizado pela atriz e dirigido por Bruno Bini, o longa chega ao festival após conquistar quatro Kikitos no Festival de Gramado.

Para acompanhar a exibição do longa em que é protagonista, a atriz usou um vestido exclusivo de passarela da Mondepars, marca brasileira de Sasha Meneguel. A mesma peça com cintura geométrica e corset estruturado foi usada por Bruna Marquezine na apresentação da coleção Inverno 2026, em maio.

Bella Campos com vestido Mondepars durante o Inffinito Brazilian Film Festival, em Miami | Créditos: André Freitas; Divulgação

“Minha estreia no cinema já está sendo muito maior do que eu poderia imaginar. É um filme que nasceu de uma história na minha cidade natal, Cuiabá, de um Brasil profundo e ainda pouco refletido nas telas. Ver o caminho que Cinco Tipos de Medo está construindo, desde Gramado até Miami, é uma confirmação de que as histórias brasileiras têm força para atravessar fronteiras”, comenta a protagonista Bella Campos. Inspirada em um caso real, Bella interpreta Marlene, uma enfermeira envolvida em uma relação marcada pelo risco com Sapinho, personagem de Xamã 

Bruno Bini, diretor de Cinco Tipos de Medo, e Bella Campos | Créditos: André Freitas

Em uma trama que retrata relações de afeto, violência e escolhas difíceis, o elenco conta ainda com João Vitor Silva e Bárbara Colen. Dirigido e roteirizado por Bruno Bini, Cinco Tipos de Medo foi o grande vencedor do Festival de Gramado 2025, levando quatro prêmios, incluindo Melhor Filme pelo Júri Oficial, Melhor Roteiro e Melhor Montagem.



Créditos: Victória Abreu  

Gilsons celebram 1,5 bilhão de streams e recebem homenagem da Believe no Rock in Rio

 Trio recebeu quadro comemorativo neste sábado (12), após se apresentarem no Palco Sunset

Crédito: Divulgação/Gilsons

Os Gilsons tiveram um motivo a mais para celebrar sua passagem pelo Rock in Rio 2026. Após se apresentarem no Palco Sunset, neste sábado (12), o trio recebeu da Believe um quadro comemorativo pela marca de 1,5 bilhão de streams de áudio e vídeo, reconhecendo o alcance conquistado pelo grupo nas plataformas digitais.

 

Formado em 2018 por José Gil, Francisco Gil e João Gil, respectivamente filho e netos de Gilberto Gil, o trio construiu uma identidade própria ao unir MPB, pop, samba e influências afro-brasileiras. Com músicas como “Várias Queixas”, “Love Love”, “Devagarinho” e “Algum Ritmo”, os Gilsons vêm ampliando sua presença na música brasileira e também no ambiente digital.

 

A apresentação marcou a terceira participação dos Gilsons no Rock in Rio, depois de passagens pelo festival em 2022 e 2024. Desta vez, o trio recebeu Daniela Mercury e Olodum como convidados no Palco Sunset, em um encontro emocionante e vibrante unindo diferentes gerações e referências da música baiana.

 

"Os Gilsons representam a força e a capacidade de renovação da música brasileira, levando essa identidade para públicos de diferentes perfis e gerações. É um trabalho que une emoção e sensibilidade, ao mesmo tempo em que estabelece uma conexão muito própria com quem escuta. A marca de 1,5 bilhão de streams traduz esse alcance e mostra a relevância desses artistas. Para a Believe, é uma alegria celebrar esse momento ao lado deles em um palco tão importante como o Rock in Rio”, afirma Marcela Moreira, Country Director da Believe no Brasil.

 

Celebrando 20 anos de atuação global em 2026 e mais de uma década de presença no Brasil, a Believe reforça sua conexão com a música brasileira e amplia sua atuação ao lado de artistas de diferentes gêneros e regiões do país.



Sobre a Believe

A Believe é uma empresa global de desenvolvimento de artistas. Sua missão é impulsionar o crescimento de artistas, selos e editoras em todas as etapas de suas carreiras, por meio de expertise, respeito, transparência e relações justas.

 

Presente em mais de 50 países e com mais de 2 mil colaboradores, a Believe oferece um conjunto completo de serviços, incluindo desenvolvimento de audiência, publishing, marketing e distribuição, com uma abordagem personalizada para atender às necessidades de artistas, selos e editoras em diferentes estágios de desenvolvimento.

 

O Brasil é um dos mercados mais estratégicos da Believe no mundo. Por meio de suas operações de Artist Services, Label & Artist Solutions e TuneCore, a companhia consolidou-se como uma das principais parceiras de artistas e selos independentes em diversos gêneros musicais, trabalhando com nomes de destaque como Xand Avião, João Gomes, Pablo, Felipe Amorim, Nattan, Gilsons, MC Davi, Afreekassia, Priscila Senna e Iguinho & Lulinha, entre muitos outros.

 

Com um portfólio de marcas que inclui Nuclear Blast, naïve, TuneCore, Groove Attack, Sentric, AllPoints e Byond, entre outras, a Believe promove independência e inovação por meio de um modelo que combina expertise local e uma plataforma tecnológica global, oferecendo soluções para que artistas ampliem sua audiência, desenvolvam suas carreiras e monetizem sua música por meio de parcerias estratégicas com os principais serviços digitais do mundo.

 

A Believe é uma empresa de capital francês. Saiba mais em www.believe.com.


Créditos: Luana Barreto