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'The White Lotus' inicia filmagens da 4ª temporada na França

 


A quarta temporada da série original da HBO e vencedora do Emmy®, THE WHITE LOTUS, criada por Mike White, começou a ser filmada na Riviera Francesa. A temporada será filmada em Cannes, St. Tropez e Mônaco. Gravações também acontecerão em Paris, embora a história seja ambientada na Côte d'Azur. 

A quarta temporada seguirá um novo grupo de hóspedes e funcionários do hotel White Lotus ao longo de uma semana, desta vez durante o Festival de Cinema de Cannes. 

O elenco já anunciado da nova temporada inclui Helena Bonham Carter, Vincent Cassel, Steve Coogan, Caleb Jonte Edwards, Dylan Ennis, Corentin Fila, Ari Graynor, Marissa Long, Alexander Ludwig, Chris Messina, AJ Michalka, Kumail Nanjiani e Nadia Tereszkiewicz, além de Chloe Bennet, Sandra Bernhard, Heather Graham, Max Greenfield, Frida Gustavsson, Charlie Hall, Jarrad Paul, Rosie Perez, Ben Schnetzer e Laura Smet. 

Os hotéis apresentados na 4ª temporada incluem o Airelles Château de la Messardière como o White Lotus du Cap e o Hôtel Martinez como o White Lotus Cannes. 

THE WHITE LOTUS Ã© uma série criada, escrita e dirigida por Mike White, que também participa da produção executiva junto de David Bernad e Mark Kamine. 

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SOBRE A HBO MAX 
HBO Max é a plataforma global de streaming da Warner Bros. Discovery que oferece histórias únicas e cativantes da mais alta qualidade, abrangendo conteúdos roteirizados, filmes, documentários, true crime, animação adulta, esportes ao vivo (nos países disponíveis) e conteúdo infantil. HBO Max é o destino de marcas de entretenimento prestigiadas como HBO, Warner Bros., Max Originals, DC, Harry Potter, além de shows icônicos como “Friends” e “The Big Bang Theory”, tudo em um só lugar. 


Créditos: Larissa Katz Barrichello  


Escritora de Singapura apresenta crítica social a invisibilidade de imigrantes em enredo de mistério

 Inspirada em um caso real, Balli Kaur Jaswal narra a investigação de um crime envolvendo trabalhadoras domésticas das Filipinas e expõe desigualdades no sudeste asiático no livro "Agora vocês veem"

Divulgação | VR Editora


Quando uma trabalhadora doméstica filipina é acusada de assassinar a própria patroa em Singapura, o caso rapidamente ganha contornos de verdade absoluta. Afinal, em uma sociedade marcada por hierarquias rígidas, é mais fácil apontar o dedo para quem vive à margem do que questionar o que acontece dentro das casas mais ricas. É a partir desse crime difícil de ignorar que a escritora singapuriana Balli Kaur Jaswal, autora do best-seller Escola de contos eróticos para viúva, desenvolve o suspense Agora vocês veem.

Na obra, que chega ao Brasil pela VR Editora, com tradução de Heci Regina Candiani, o leitor acompanha Corazon, Donita e Angel, três mulheres invisíveis perante a sociedade, que deixaram as Filipinas para trabalhar como domésticas em Singapura. Enquanto Cora, como é chamada, tenta manter sua vida discreta após um passado marcado por perdas, Donita enfrenta abusos constantes de uma patroa controladora e Angel tem de lidar com a solidão, o fim de um relacionamento e situações de assédio dentro do ambiente de trabalho.

Unidas pela suspeita de que algo está errado na acusação contra Flordeliza Martinez, decidem investigar o caso por conta própria. É nesse ponto que serem vistas e ao mesmo tempo ignoradas passa a ser uma vantagem, já que podem transitar por diferentes espaços sem que tenham a presença notada. Entre mensagens trocadas às escondidas, encontros em shoppings e incursões arriscadas, elas começam a reunir pistas que colocam em xeque a versão oficial do crime.

Donita puxa um bloco, mas ele mal se move. Ela percebe algo marrom, com textura de couro, se enrolando no canto do escorregador e recua depressa. Uma cobra? Ela aperta os olhos, analisa atentamente e vê a curva brilhante de uma fivela. É uma bolsa. Uma mochila de couro, exatamente como a que Flor estava usando naquele dia.
(Agora vocês veem, p. 148)

À medida que a investigação avança, a narrativa revela um sistema marcado por vigilância constante, desigualdade e silenciamentos. Monitoradas por patrões, expostas em redes sociais e sujeitas a leis rígidas de imigração, essas mulheres vivem em um equilíbrio delicado entre permanecer invisíveis e sobreviver. Ao mesmo tempo, é na construção de uma rede de apoio entre elas mesmas que encontram força para enfrentar os riscos e seguir em busca da verdade.

Inspirado no caso real de Flor Contemplacion, doméstica executada em 1995 por um crime que não cometeu e que mobilizou os dois locais onde a história se desenrola, o livro amplia o debate sobre justiça, pertencimento e as diferentes versões de uma mesma história. Especialmente porque o episódio repercutiu de maneiras opostas em cada um dos países: enquanto em Singapura a narrativa predominante reforçava a culpa da trabalhadora, nas Filipinas o caso foi amplamente visto como uma injustiça marcada por preconceito e desigualdade.

Mais do que um suspense envolvente, este lançamento questiona quem tem o direito de ser ouvido e quem é silenciado antes mesmo de contar a própria versão. Ao trazer para o centro da narrativa personagens que costumam ocupar as margens sociais, Balli Kaur Jaswal constrói um retrato potente da vida de trabalhadoras imigrantes no sudeste asiático. Agora vocês veem se destaca ao deslocar o olhar do eixo Estados Unidos-Europa e apresentar uma história enraizada em Singapura, com suas tensões culturais, sociais e econômicas, convidando o leitor a reconhecer que, por trás da invisibilidade, existem histórias que não podem mais ser ignoradas.

Ficha Técnica:
Título: Agora vocês veem
Título original: Now You See Us
Autora: Balli Kaur Jaswal
Tradutora: Heci Regina Candiani
Editora: VR Editora
Edição/ano: 1ª/2026
ISBN do livro físico: 978-85-507-0721-1
ISBN do e-book: 978-85-507-0722-8
Gênero: Ficção contemporânea/Mistério
Idade recomendada: A partir de 16 anos
Número de páginas: 324
Preço: R$ 89,90
Onde encontrarAmazon | E-commerce VR Editora | Mercado Livre | Principais livrarias do Brasil

Foto: Lin Lei Photography


Sobre a autora: Balli Kaur Jaswal é uma romancista autora de cinco livros, entre eles Escola de contos eróticos para viúvas, selecionado para o Clube do Livro de Reese Witherspoon em 2018. Seu romance de estreia, Inheritance, foi reconhecido com o prêmio de Melhor Jovem Romancista Australiano pelo Sydney Morning Herald e adaptado para o cinema. Nascida em Singapura, passou a infância no Japão, na Rússia e nas Filipinas, estudou Escrita Criativa nos Estados Unidos e deu aulas de inglês na Austrália e na Turquia. Colaborou com a Universidade de East Anglia, na Inglaterra, e com a Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura, onde completou seu doutorado em Escritos da Diáspora Sul-Asiática. Já publicou textos não literários em veículos como o New York Times e Harper’s Bazaar India, e nos sites Refinery29 e Salon.com, entre outros.

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Sobre a editora: VR Editora está no Brasil há 25 anos. Tudo começou com a linha de Livros Presentes para ocasiões especiais. Posteriormente, com a entrada da coleção Diário de um Banana em 2008 e se tornando um sucesso de vendas em pouco tempo, a VR Editora tornou-se inspiração quando o assunto é leitura infanto-juvenil, com temas importantes da atualidade apresentados aos pequenos leitores por premiados autores e ilustradores, nacionais e estrangeiros.

Instagram: @VReditorabr  | TikTok: @vreditorabr



Créditos: Dielin da Silva


Artigo: A escola faz barulho demais e isso está afetando o aprendizado

 Artigo revela como a acústica inadequada interfere diretamente no ensino e na saúde vocal dos docentes

O barulho invisível que está prejudicando a aprendizagem nas escolas

Divulgação
Welton Nadai no projeto Violão na Escola


Por Welton Nadai*

Ao longo dos últimos anos, com o projeto Violão na Escola, percorri centenas de escolas públicas no interior paulista. Em cada cidade, em cada sala, a música revelava algo que muitas vezes passa despercebido no cotidiano escolar: o som do ambiente. Não o som da música, mas o som da própria escola. O que se encontra, na grande maioria dos casos, são salas com paredes lisas, pisos rígidos, tetos sem qualquer tratamento e uma ausência quase total de materiais que absorvam o som.

À primeira vista, isso pode parecer apenas uma escolha construtiva comum. Mas, na prática, essas superfícies transformam a sala de aula em um espaço onde o som não desaparece, ele se acumula. Cada fala permanece no ar por mais tempo do que deveria, as conversas se sobrepõem e os ruídos ganham força. A consequência disso não é um ambiente que gera incômodo e dificulta a própria função da escola: comunicar.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, ambientes de aprendizagem deveriam manter níveis de ruído abaixo de 35 decibéis. No entanto, em situações reais, é comum que salas de aula atinjam níveis muito superiores, frequentemente entre 60 e 80 decibéis.

Mais do que o volume em si, há um fator ainda mais crítico: o tempo que o som permanece no ambiente. Quando a reverberação é alta, a fala perde a definição. As palavras deixam de ser nítidas e, quando a fala não é compreendida com clareza, o aprendizado começa a falhar. Em uma sala acusticamente inadequada, o aluno não apenas escuta menos, ele entende menos.

Estudos mostram que, em ambientes ruidosos, crianças podem perder uma parcela significativa da compreensão verbal, especialmente aquelas em fase inicial de desenvolvimento. Isso afeta diretamente a atenção, a memória e a capacidade de acompanhar o conteúdo. Não é apenas uma questão pedagógica, é física. Ao mesmo tempo, do outro lado da sala, está o professor. Para vencer o ruído, ele eleva a voz. E depois eleva mais um pouco e mais. Ao longo de horas, dias e anos, esse esforço contínuo cobra seu preço. O desgaste vocal se torna comum, a fadiga se instala e o estresse se acumula. Ensinar, nessas condições, deixa de ser apenas um desafio didático, passa a ser também um desafio físico.

A escola, que deveria ser um espaço de construção, passa a ser também um espaço de desgaste. É importante dizer: não se espera silêncio absoluto em uma escola. Crianças e adolescentes são naturalmente mais expressivos, mais sonoros. Isso faz parte do desenvolvimento humano e social.

O problema não está no comportamento dos alunos, mas na forma como o espaço responde a esse comportamento. Hoje, muitas escolas são construídas com materiais que refletem o som quase integralmente. O resultado é um ambiente que amplifica o que já existe. A arquitetura, nesse caso, não ajuda, ela atrapalha. Diante disso, a primeira medida necessária é simples, mas ainda pouco praticada: medir.

É preciso entender, com dados concretos, qual é a realidade acústica das escolas. Avaliar níveis de ruído, tempo de reverberação, qualidade da propagação sonora. Sem esse diagnóstico, qualquer ação se torna superficial. A partir daí, as soluções não precisam ser complexas nem inacessíveis. Materiais absorventes, painéis acústicos, forros adequados e pequenas intervenções podem transformar completamente a experiência sonora de uma sala de aula.

Não se trata de sofisticar o espaço, mas de torná-lo funcional. Porque ouvir bem é condição básica para aprender. Depois de tantas escolas visitadas, a impressão que fica é clara: estamos tentando ensinar em ambientes que dificultam a escuta. E isso compromete tudo o que vem depois. A acústica não é um detalhe técnico, é parte essencial da educação. E, enquanto não for tratada como tal, continuará atuando silenciosamente contra ela.

 

Divulgação
O músico e educador musical Welton Nadai


*Welton Nadai Ã© violonista, educador musical e produtor cultural. Natural de Rio Claro (SP), é formado em música e atua há mais de uma década na difusão da música instrumental e na formação de público. Desenvolve o projeto Violão na Escola, por meio do qual já realizou apresentações e atividades pedagógicas em centenas de escolas públicas no interior paulista, aproximando estudantes da música erudita e ampliando repertórios culturais.

Créditos: Vivian Guilherme


Como voltar a ouvir a voz da alma?

 Terapeuta Gabriela Picciotto mostra como unir psicologia e espiritualidade para transformar autoconhecimento em ação

Divulgação


No livro Voz da Alma: Um guia prático para se reconectar com sua essência e manifestar a realidade almejadaGabriela Picciotto afirma que existe “uma sabedoria profunda e silenciosa dentro de cada um de nós”. Segundo a terapeuta e doutora em Psicologia, aprender a escutar essa voz interior é o primeiro passo para sair do piloto automático e viver de acordo com quem realmente somos. A autora reúne ferramentas que integram corpo, mente e espírito para traduzir autoconhecimento em escolhas mais conscientes.

A ideia da obra surgiu após um burnout aos 33 anos, episódio que levou a autora a questionar o ritmo e os padrões que guiavam sua vida até então. Experiências como a falência financeira do pai e um relacionamento abusivo que resultou em divórcio também aprofundaram sua investigação sobre identidade e valor pessoal. Essas vivências se somam à base profissional e acadêmica da escritora, que já guiou milhares de pessoas em processos de descoberta e desenvolvimento pessoal. 

O livro apresenta reflexões sobre consciência, propósito e manifestação, conectando espiritualidade e vida prática a partir de atividades que ajudam o leitor a aplicar o conteúdo na própria rotina, como: exercícios de escuta interior para diferenciar a “voz do ego” da “voz da alma”; propostas de escrita reflexiva para reconhecer padrões e crenças limitantes; além de visualizações e perguntas norteadoras. O processo também inclui momentos de alinhamento entre intenção e ação, para transformar desejos em escolhas e compromissos concretos.

Em tempos de ruído e sobrecarga emocional, Voz da Alma Ã© voltado a pessoas que lidam com rotinas intensas, sentem desconexão da própria essência e buscam mais equilíbrio entre sentido e realização. O guia oferece um caminho para despertar a consciência e entrar em contato consigo mesmo, mostrando como integrar psicologia e espiritualidade em atitudes acessíveis no cotidiano. Com texto acolhedor, Gabriela Picciotto também inspira a fortalecer a autoestima, romper automatismos e alinhar intuição com ação: ser e fazer, sempre com autenticidade.

Ficha técnica
Título: Voz da Alma
Subtítulo: Um guia prático para se reconectar com sua essência e manifestar a realidade almejada
Autora: Gabriela Picciotto
Editora: Literare Books International
ISBN-10: 8594554931 
ISBN-13: 978-8594554932
Páginas:  ‎240
Preço: R$ 69,20
Onde encontrar o livro: Amazon e principais livrarias físicas do Brasil 

Divulgação


Sobre a autora: Gabriela Picciotto é terapeuta e consultora organizacional com mais de 19 anos de experiência em desenvolvimento humano. É formada em Administração de Empresas pela Fundação Getulio Vargas (FGV), possui Doutorado em Psicologia pela Universidade do Porto, em Portugal — com foco no fenômeno do spiritual bypassing — e especialização em Psicologia Transpessoal. É também Master Certified pelo Integral Coaching Canada.

Instagram@gabi_picciotto



Créditos: Luísa Santini

"Vencendo na Vida: do nada ao tudo" traz história real de superação, fé e recomeços

 Carlos Vianna compartilha trajetória marcada por perdas, desafios e conquistas em uma biografia inspiradora que convida à reflexão e à resiliência




O empresário, compositor e agora escritor Carlos Vianna lançou sua biografia "Vencendo na vida: do nada ao tudo", editado pela Letras e Versos, contando sua trajetória com experiências reais de dor, aprendizado e conquistas. Aos 47 anos, Carlos revisita sua jornada desde a infância humilde em Campos de Goytacazes, interior do estado do Rio de Janeiro, até a construção de uma vida estável, guiada pela fé, perseverança e propósito.

Motivado pelo desejo de ajudar outras pessoas, Carlos transformou sua própria história em um instrumento de inspiração. "A vida não é como a gente quer, ela tem um processo, um período de aprendizado e crescimento. Meu objetivo é mostrar que sempre existe uma luz no fim do túnel", afirma.

Ao longo dos anos, ele reuniu memórias e reflexões que hoje se transformam em uma narrativa de autoajuda capaz de tocar leitores que enfrentam momentos de incerteza e dificuldade.

O processo de escrita, no entanto, não foi simples. Relembrar perdas profundas — como a morte da mãe e de familiares próximos — exigiu tempo e coragem. "Houve momentos em que precisei parar, porque era doloroso demais. Mas entendi que tudo faz parte da vida e do nosso processo de amadurecimento", conta.

O título da obra reflete não apenas sua história, mas uma filosofia de vida: todos estão vencendo diariamente, mesmo diante das adversidades. "Vencer na vida é não se esquecer de onde viemos e saber onde queremos chegar", resume o autor, que enfrentou uma infância marcada por privações, violência familiar e dificuldades financeiras.

Um dos principais pontos de virada em sua trajetória foi após a morte da sua mãe quando foi adotado, por volta dos cinco anos, por uma família que lhe proporcionou acolhimento, educação e novas oportunidades. Foi nesse período que ele passou a ter o que nunca teve: estrutura, estudo, ensinamentos e base para crescer.

A chegada ao Rio de Janeiro, o aprendizado de uma profissão, a formação da família, a perda de um filho e de um irmão durante a pandemia são outras histórias encontradas na obra.

Mais do que um relato pessoal, o livro se apresenta como um convite à mudança de perspectiva. Carlos acredita que sua história pode incentivar outras pessoas a enfrentarem seus desafios com mais esperança, mas para isso é preciso ter fé, perseverança, propósito e acreditar em si mesmo. "Sem isso, não se chega a lugar nenhum", aconselha.

Hoje, o autor define felicidade de forma simples e profunda: estar com a família, ajudar ao próximo, viver com dignidade, poder escolher as pessoas que estarão ao seu lado para somar e não invejar os outros.

Carlos já está trabalhando em um novo livro, que abordará sua experiência profissional como barbeiro e hair stylist, destacando o papel humano e artístico da profissão.  

 Vencendo na Vida: do nada ao tudo" Ã©, acima de tudo, uma leitura tocante sobre empatia, resiliência e transformação. Uma obra que mostra que, mesmo nas fases mais difíceis, a fé, o amor e a solidariedade podem iluminar caminhos e reconstruir histórias.

SERVIÇO:
Livro "Vencendo na vida: do nada ao tudo"

Autor: Carlos Vianna (@carlinhosvianna7)

Editora: Letras e Versos

Páginas: 164

Preço: R$ 30,00 (livro físico) e R$ 19,99 (e-book: https://www.amazon.com.br/Vencendo-vida-Do-nada-tudo-ebook/dp/B0FK32RXXT) / Tel: 21- 99390-7183.


 Créditos: Inês Dell Erba  


Companhia Ensaio Aberto abre temporada no Rio com "O Dragão", de Eugène Schwartz

 Espetáculo estreia dia 1° de maio, levando ao palco a crítica política à tirania e ao conformismo

Thiago Gouvêa

“Nós precisamos da fantasia para pensar o mundo. E para transformá-lo.” China Miéville

Material Divulgação

Há 400 anos, uma cidade é dominada e enganada por um dragão de três cabeças. Um conto de fadas para adultos, uma fábula que narra a história de um povo que não conhece a verdadeira liberdade. 

“Não se conta um conto de fadas para esconder, mas para revelar”, diz o autor e escritor russo Eugène Schwartz, que iniciou a dramaturgia de O Dragão às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Em 1939, Hitler e Stalin assinam o pacto germano-soviético, um pacto de não agressão (um pacto de “paz”). Era “meia-noite no século”. Em 1941 Hitler quebrou o pacto com a Operação Barbarossa, invadindo a Rússia e abrindo a segunda frente de batalha da Segunda Guerra Mundial. No final de 1941 Stalingrado é sitiada pelos alemães. O destino do mundo está sendo disputado nos vastos espaços da União Soviética. Schwartz retomou a ideia em 1943, quando foi banido, junto com toda a companhia do Teatro de Comédia de Leningrado para a hoje cidade de Duchambé, no Tajiquistão, e, em um ano, concluiu "O Dragão".

A montagem da Companhia Ensaio Aberto, com direção de Luiz Fernando Lobo, leva à cena o encantamento e a imaginação dos contos fantásticos, as cores de Chagall e a potência histórica de uma memória de luta ancorada em nossa realidade. A estreia será no dia 1º de maio de 2026, sexta-feira, num grande dispositivo cênico, criado pelo cenógrafo J. C. Serroni, no Armazém da Utopia. A temporada vai até 8 de junho, com sessões de sexta a segunda, sempre às 20h.

 

- “O Dragão” é uma peça que, apesar de escrita em 1943, traz de volta as conquistas do teatro russo-soviético dos anos 20 e dos anos 30. Um texto profundamente político, onde a fantasia tem um papel fundamental. O espetáculo é oportuno e necessário, especialmente quando nos encontramos na iminência de uma possível 3ª Guerra Mundial e assistimos passivamente ao assassinato de milhares de civis em Gaza, no Líbano e em outras partes do mundo”, afirma o diretor.

 

Beth Filipecki e Renaldo Machado assinam os figurinos, Cesar de Ramires a luz, Felipe Radicetti a direção musical e trilha original. A preparação corporal é de Luiza Moraes, e a parte da acrobacia aérea leva a assinatura de Adelly Costantini e Lana Borges. O grande dragão, a máscara do gato e outros adereços foram confeccionados por Eduardo Andrade, enquanto Claudio Baltar é o responsável por ter projetado a traquitana em que Lancelot e o Dragão de seis metros sobrevoam a plateia. Em cena, 24 atores se revezam, entre personagens e o coro operário, lanceiros e tropa de choque. O diretor Luiz Fernando Lobo faz o dragão, Leonardo Hinckel é Lancelot, Tuca Moraes, o gato; Luiza Moraes, Elsa; Gilberto Miranda, Carlos Magno; Claudio Serra, o burgomestre, e Mateus França, Henrique.

 

A tradução da peça é da escritora Maria Julieta Drummond de Andrade. Tuca Moraes assina a direção de produção, Aninha Barros a produção executiva.


Este espetáculo é patrocinado pela Petrobras, via Lei Rouanet, Lei de Incentivo Fiscal à Cultura. Onde tem cultura, tem Governo do Brasil.

 

Este projeto tem o apoio da CSN - Companhia Siderúrgica Nacional, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro (ICMS), da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (Secec).

 

Ficha Técnica – O Dragão, de Eugène Schwartz

Tradução: Maria Julieta Drummond de Andrade

Direção: Luiz Fernando Lobo

Direção de Produção: Tuca Moraes

Cenografia: J.C.Serroni

Iluminação: Cesar de Ramires

Figurinos: Beth Filipecki e Renaldo Machado

Direção musical: Felipe Radiceti

Produção Executiva: Aninha Barros

Elenco: Ana Clara Assunção, Anderson Primo, Bibi Dullens, Claudio Serra, Dani Arreguy, Daniel de Mello, Eduardo Machado, Gabriel Ribeiro, Gilberto Miranda, Grégori Eckert, Jorge Guerreiro, Kyara Zenga, Leonardo Hinckel, Lua Vicentini, Lucas Menezes, Luiz Fernando Lobo, Luiza Moraes, Marcus Liberato, Mateus Pitanga, Matheus França, Rafael Telles, Rossana Russia, Tuca Moraes e Thaise Oliveira.

Sinopse
A peça do dramaturgo russo Eugène Schwartz conta a história das batalhas contra os dragões que se espalham por todas as partes do mundo. Com as armas forjadas pela classe operária, Lancelot luta para cortar as três cabeças de um dragão que mantém uma cidade dominada há 400 anos. 

SERVIÇO O Dragão
Estreia: 1º de maio de 2026
Local: Armazém da Utopia (Armazém 6, Cais do Porto, s/n)
Lotação: 300 lugares
Horário: Sextas, sábados, domingos e segundas, às 20h | Abertura da casa 1h antes do início do espetáculo
Temporada: 1º de maio a 8 de junho de 2026
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 105 minutos
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) | Ingressos a valores sociais para grupos pelo Whatsapp (21) 97976-0046
Vendas: www.sympla.com/armazemdautopia ou pelo whatsapp (21) 97976-0046 ___________________________________________________________________

 

Créditos: Christina Martins


ASUS lança seu primeiro notebook do Brasil com processador Intel® Core™ Ultra Série 3

 Com apenas 1,1 cm e 1,2 kg, o ASUS Zenbook S14 possui bateria com duração de até 27 horas e tela OLED 2.8K

ASUS
Zenbook S14

 A ASUS, marca líder global em tecnologia e inovação, anunciou hoje o lançamento do notebook ASUS Zenbook S14, seu primeiro do Brasil com processador Intel® Core™ Ultra Série 3. O notebook une design ultrafino e resistente, com desempenho poderoso e bateria de longa duração. 

Com apenas 1,1 cm de espessura e 1,2 kg, o ASUS Zenbook S14 é projetado para máxima portabilidade sem renunciar a durabilidade — garantida pela tampa em Ceraluminum™, material exclusivo da marca que combina a leveza do alumínio com a resistência da cerâmica.

Esse lançamento reforça o compromisso da ASUS em reduzir cada vez mais o intervalo entre o lançamento global e a chegada deles no mercado brasileiro, garantindo que os consumidores locais tenham acesso às tecnologias mais recentes, no menor tempo possível.

A parceria entre ASUS e Intel fortalece o mercado de tecnologia brasileiro, sempre buscando trazer as mais recentes tecnologias para o consumidor local. "Estamos muito entusiasmados com o lançamento do ASUS Zenbook S14 no mercado brasileiro. Este notebook representa o que há de mais avançado em tecnologia e design, oferecendo aos usuários uma experiência excepcional de produtividade e mobilidade. A parceria entre Intel e ASUS continua gerando frutos extraordinários, e é gratificante trabalhar junto com uma empresa que compartilha nossa visão de inovação e excelência tecnológica. O Zenbook S14 é mais um exemplo de como essa colaboração estratégica resulta em produtos que realmente fazem a diferença na vida dos consumidores da região.", comenta Marcelo Bertolami, diretor de vendas técnicas para América Latina na Intel.

O ASUS Zenbook S14 é equipado com o recém-lançado processador Intel® Core™ Ultra 9 da Série 3, que entrega 40% mais desempenho multithread e 10% menos consumo de energia. Os novos processadores ainda entregam até 50 TOPS, otimizando o trabalho integrado da Inteligência Artificial.

Como um Copilot+ PC, o ASUS Zenbook S14 executa tarefas de IA diretamente do notebook, sem dependência de nuvem, oferecendo processamento mais ágil, maior privacidade e menor consumo de energia.

Com bateria de 77 Wh e até 27 horas de autonomia, o ASUS Zenbook S14 permite trabalhar e criar em movimento durante todo o dia. A recarga ultrarrápida via USB-C Easy Charge recupera 60% da carga em apenas 49 minutos, sem carregadores com plugs especiais, basta um cabo USB-C e uma fonte de energia compatível.

Mesmo com perfil ultrafino, o ASUS Zenbook S14 oferece todas as conexões necessárias em um notebook. São duas portas USB-C Thunderbolt™, uma USB-A 3.2 Gen 2, uma saída HDMI® 2.1 e porta para fone/microfone. O Wi-Fi 7 com certificação ASUS WiFi Master Premium e o Bluetooth 6.0 garantem conexões sem fio mais rápidas e estáveis.

O ASUS Zenbook S14 já está disponível na Loja ASUS a partir de R$ 14.999,00

Sobre a ASUS

A ASUS é uma empresa líder global, conhecida pelas melhores placas-mãe, notebooks e monitores, entre outros dispositivos inovadores e intuitivos. Inspirada pelo propósito da marca “Em Busca do Incrível”, a ASUS projeta e constrói tecnologias inteligentes de última geração para proporcionar experiências incríveis que melhoram a vida das pessoas. A empresa coleciona prêmios ao redor do mundo, seja pela qualidade, inovação ou design de seus produtos. Além disso, a ASUS também é reconhecida como uma das Marcas Mais Admiradas do Mundo, pela revista Fortune.


Créditos: João Mancz - BS

Mais livros, menos telas: 10 motivos para incentivar a leitura de crianças e adolescentes

 Aumento desproporcional do uso de telas e declínio de hábitos literários despertam preocupação em educadores e instituições de ensino


Crédito: divulgação/Colégio Semeador


Quanto tempo seu filho passa diante de uma tela todos os dias? E quanto tempo dedica à leitura por prazer? Essa comparação, cada vez mais presente nas conversas entre pais e educadores, revela um cenário preocupante: enquanto o uso de dispositivos digitais cresce de forma acelerada, o hábito literário perde espaço na rotina dos jovens. Dados recentes da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2024) mostram que mais da metade da população brasileira (53%) se considera não leitora e apenas uma em cada cinco pessoas afirma ler livros no tempo livre.

Diante desse contexto, o Grupo Positivo decidiu transformar o incentivo à leitura em um de seus pilares estratégicos para 2026, ampliando o projeto que teve início no ano anterior e trouxe resultados mensuráveis, segundo pesquisa da instituição. O novo posicionamento do grupo envolve a ampliação das ações em mais de 200 escolas e comunidades em todo o país. A iniciativa envolve investimentos em bibliotecas, formação de professores, criação de espaços literários e programas de mediação da leitura.

“Queremos recolocar a leitura literária no centro da vida das pessoas. Acreditamos que o acesso ao livro precisa ser cotidiano e afetivo, especialmente nas comunidades mais vulneráveis”, destaca a doutora em Educação e pesquisadora do Instituto Positivo, Maíra Weber. Segundo ela, a estratégia combina investimento social, engajamento e atuação territorial. “Estamos estruturando uma política permanente de fomento à leitura. Trata-se da construção de uma rede de incentivo que envolva colaboradores e comunidades”, relata. 

A seguir, professores e especialistas listam dez motivos que explicam por que incentivar a leitura é, hoje, uma decisão estratégica para o presente e o futuro das novas gerações.

1.Desenvolve a empatia e melhora os relacionamentos

A leitura literária coloca o leitor dentro da mente e do coração de outras pessoas — reais ou imaginárias. Uma pesquisa publicada em 2013 na revista Science mostrou que quem lê ficção literária, especialmente obras com personagens complexos e dilemas morais, melhora o entendimento das emoções e motivações humanas. De acordo com a professora e assessora pedagógica de Redação no Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) dos colégios da Rede Positivo, Candice Almeida, isso acontece porque a literatura nos faz interpretar ambiguidades, imaginar o que os personagens pensam, questionar comportamentos e nos colocar em seus lugares: um treinamento de empatia. “Ao acompanhar, por exemplo, as dúvidas de Bento Santiago em Dom Casmurro e tentar decidir se Capitu o traiu ou não, o leitor pratica o mesmo tipo de leitura psicológica que usamos na vida real para compreender as pessoas ao nosso redor”, exemplifica.

2.Reduz a ansiedade e fortalece a saúde emocional

hábito de leitura atua como um poderoso aliado contra a ansiedade e a depressão, reduzindo o estresse fisiológico em até 68% em apenas seis minutos, conforme estudo da University of Sussex (2009). “Isso porque, diferentemente da hiperestimulação digital — associada a déficits de atenção e à dopamina rápida das telas —, a leitura promove aprofundamento cognitivo, foco profundo e interrupção de pensamentos negativos, ativando redes de autorregulação emocional”, explica a coordenadora da Educação Inclusiva e Orientação Educacional no Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) dos colégios da Rede Positivo, Michelle Cristina Norberto Martins.

Um estudo publicado no Clinical Psychology Review afirma que a biblioterapia reduz sintomas depressivos de forma comparável às intervenções leves (não medicamentosas), enquanto estudos do National Literacy Trust mostram que jovens leitores frequentes exibem maior autoestima, menor isolamento e bem-estar psicológico superior, oferecendo modelos de enfrentamento, vocabulário emocional e senso de significado contra a fragmentação da era digital.

3.Melhora o desempenho escolar em todas as disciplinas

Para quem pensa que o hábito literário beneficia apenas o desempenho em linguagens e redação, os relatórios do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) e da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), revelam uma conexão profunda entre proficiência em leitura e o desempenho em ciências e matemática, mostrando que a leitura não só favorece o domínio de linguagens, mas também aplicam esse repertório cognitivo em disciplinas aparentemente distantes.

Um levantamento do Grupo Positivo feito com mais de 8 mil estudantes, além de 1.036 famílias e 443 colaboradores em 2025, revelou um avanço consistente nos hábitos de leitura. Entre os estudantes, a média mensal chegou a mais de 2 livros por estudante nos anos finais e Ensino Médio, enquanto entre as famílias, 46% das crianças têm contato diário com leitura e 81% leem ao menos semanalmente. Entre os colaboradores, 85% afirmam ler ao menos semanalmente, indicando uma forte cultura leitora em toda a comunidade escolar. Os dados apontam que o aumento do tempo dedicado à leitura vem consolidando o hábito entre estudantes e fortalecendo o vínculo com a aprendizagem.

De acordo com o professor de Matemática do Colégio Semeador, Cristian Loch, a compreensão leitora é um dos fatores que mais influenciam o avanço na resolução de problemas, sobretudo entre alunos com desempenho inicial mais baixo. “Isso acontece porque interpretar corretamente um enunciado é o primeiro passo para encontrar a solução. Quando a leitura é bem desenvolvida, o estudante consegue identificar dados relevantes, compreender relações lógicas e escolher estratégias adequadas de raciocínio”, explica.

Em avaliações como o PISA 2022, quedas globais em leitura (-10 pontos na média da OCDE) se refletiram em perdas semelhantes em matemática (-14 pontos) e estagnação em ciências, reforçando que investir em leitura é uma estratégia acessível para elevar o patamar geral da educação no país.

4.Amplia o vocabulário e a capacidade de expressão

Crianças que leem com frequência têm repertório linguístico mais amplo. Isso impacta diretamente a clareza ao falar, escrever e argumentar. “Para muitos pais, a dificuldade de comunicação dos filhos é motivo de preocupação, e a leitura é uma das formas mais eficazes de enriquecer a linguagem de forma natural e progressiva”, aponta Maíra Weber.

5.Estimula o diálogo entre gerações

Estudos do CIPP dos colégios do Grupo Positivo mostram que quando uma criança ou adolescente cria o hábito de ler, é frequente que o costume se espalhe pela família. “É contagioso”, afirma a professora Candice. Além disso, segundo a educadora, as conversas sobre livros aproximam pais e filhos, criando espaços de troca entre as gerações em um cotidiano muitas vezes dominado por telas e agendas apertadas.

6.Combate à desinformação

Um estudo publicado no Thinking & Reasoning demonstra que leitores habituais de ficção literária apresentam maior capacidade de detectar inconsistências lógicas e falácias em argumentos, graças ao treino constante de questionar narradores não confiáveis — como o ambíguo Bentinho em Dom Casmurro, de Machado de Assis, em que o leitor deve analisar pistas contextuais para formar juízos independentes. “Esse exercício fortalece o discernimento diante de fake news, discursos extremistas e manipulações digitais”, assinala o professor de Literatura e de Arte do Curso e Colégio Positivo, Rodrigo Wieler.

Ao analisar neuroimagens, uma pesquisa da Universidade de Stanford (2018) mostra que a narração na literatura ativa regiões cerebrais que fortalecem a habilidade de avaliar perspectivas múltiplas e de resistir à manipulação ideológica. “Assim, quem cultiva o hábito literário não apenas interpreta símbolos e dilemas morais complexos, mas constrói uma mente afiada para navegar realidades ambíguas com discernimento e autonomia”, complementa Rodrigo.

7.Reduz a agressividade e combate o bullying

Para a orientadora educacional dos Anos Finais do Colégio Positivo – Londrina, Renata Moraes, o estímulo à prática literária pode enfrentar diretamente problemas atuais, como o bullying e o cyberbullying, que afetam um em cada sete jovens entre 10 e 19 anos, segundo relatórios recentes da Universidade Erasmus de Roterdã. “A leitura de narrativas que humanizam diferentes personagens diminui atitudes hostis e preconceituosas. Ao ampliar a compreensão do ‘outro’, o jovem tende a agir com mais respeito e menos impulsividade, inclusive no ambiente digital”, esclarece.

Um estudo publicado em 2012 no Journal of Applied Social Psychology demonstrou que obras literárias ficcionais reduzem atitudes agressivas ao incentivar a identificação com as vítimas. Já o relatório Countering Online Hate Speech, da Unesco, destaca o letramento crítico como proteção contra a radicalização e o discurso de ódio online. “Ao introduzir ambiguidade moral e humanizar grupos diversos, como em romances que exploram dilemas éticos, a literatura é como um antídoto aos estereótipos e a polarização, fomentando a convivência pacífica desde a infância”, completa Renata.

8.Fortalece a memória e a concentração, reduzindo riscos de demências

A leitura atua como um verdadeiro treino para a memória, pois exige que o cérebro mantenha várias peças de informação ativas simultaneamente e as organize de forma coerente. “Na ficção literária, o leitor precisa lembrar quem são os personagens, o que aconteceu em capítulos anteriores, quais conflitos estão em jogo e como tudo isso se conecta à medida que a história avança”, detalha a médica pediatra do Departamento de Saúde Escolar dos colégios da Rede Positivo, Andrea Dambroski.

Esse esforço constante de guardar, atualizar e relacionar informações mobiliza a chamada memória de trabalho: sistema mental que permite manipular dados no meio do pensamento, na tomada de decisões ou na compreensão de texto. “É como comparar o elevador com a escada: o segundo exige esforço ativo, o que fortalece a ‘musculatura’ da memória e constrói uma reserva cognitiva que retarda o impacto de patologias como o Alzheimer”, esclarece Andrea. “Ler com frequência, mesmo que poucos minutos ao dia, funciona como uma espécie de academia para o cérebro, ajudando a preservar a agilidade mental e a clareza de raciocínio”, complementa.

9.Constrói autonomia intelectual e aumenta a segurança digital

Segundo a coordenadora do Ensino Médio do Vila Olímpia Bilingual School, Kamyla Garcia Leão, quem lê aprende a aprender. “A leitura desenvolve disciplina mental, capacidade de estudo independente e organização do pensamento. Para pais preocupados com falta de foco ou dependência excessiva de estímulos externos, o livro é um exercício diário de autonomia”, recomenda.

Com habilidades para avaliar fontes, detectar vieses e questionar narrativas manipuladoras, esses jovens também se tornam menos vulneráveis a conteúdos nocivos, promovendo decisões mais conscientes em um ambiente digital saturado.

Crédito: divulgação/Vila Olímpia Bilingual School


Crédito: divulgação/Colégio Positivo


10.Forma cidadãos mais conscientes e participativos

Relatórios do Instituto Pró-Livro (2025) reforçam que leitores habituais apresentam maior engajamento cívico e criatividade em soluções coletivas. “O contato com textos diversos promove reflexão, mudança social e inserção ética, transformando alunos em cidadãos capazes de escolher melhor seus governantes, criticar desigualdades e lutar por justiça”, expressa o doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo, Daniel Medeiros.

Segundo ele, ao incentivar debates saudáveis, reflexão sobre consequências e análise de perspectivas múltiplas, os jovens ganham capacidade de transformar preocupações como corrupção e discriminação em ações efetivas para um futuro mais justo e ético.


Créditos:Central Press



Funcionamento do MetrôRio neste domingo (26/04), com show do The Weeknd e Anitta no Engenhão e partida de futebol no Maracanã

 Concessionária orienta que os clientes carreguem seus cartões com antecedência ou utilizem o pagamento por aproximação diretamente nos validadores das catracas

 

Crédito: Divulgação/MetrôRio

 

O MetrôRio funcionará até as 23h neste domingo (26/04) e conta com esquema especial para atender aos clientes que vão ao show do The Weeknd com Anitta, às 21h, no estádio Nilton Santos (Engenhão); e assistir à partida de futebol entre Flamengo e Chapecoense, no Maracanã, a partir das 20h30.

Para facilitar o retorno do público na ida e volta do show do cantor canadense no Nilton Santos, a concessionária vai estender o horário de embarque de clientes na estação Central do Brasil/Centro, que faz a integração com o serviço de trens urbanos da SuperVia, até 1h. O embarque será feito exclusivamente pelo acesso A (Central do Brasil).

 

Jogo no Maracanã

 
Neste domingo, a partir das 20h30, acontece a partida entre Fluminense e Chapecoense no Maracanã pelo Campeonato Brasileiro. Para atender aos torcedores na volta para casa, também haverá extensão de horário de embarque de passageiros nas estações Maracanã e São Cristóvão por 1 hora após o término da partida, até 23h30. A concessionária reforçará ainda o efetivo de segurança e de operadores de estação em todo o período, principalmente nas estações próximas ao estádio.

 

As demais estações do sistema funcionarão normalmente até as 23h. Porém, depois das 23h meia-noite, elas ficarão abertas apenas para desembarque e dispersão do público, tanto do show no Engenhão quanto do jogo no Maracanã. A Linha 2 vai operar entre Pavuna e Botafogo, e a transferência entre linhas 1 e 2 poderá ser feita no trecho compartilhado entre as estações Central do Brasil/Centro e Botafogo.

 

O MetrôRio sugere que os torcedores se programem e antecipem a chegada ao estádio do Maracanã. É importante verificar também qual é a estação mais próxima de cada setor do estádio. Quem tem ingressos para acesso nos portões A, B e C (Oeste e Sul) deve desembarcar na estação Maracanã (Linha 2). Já para quem tem bilhetes para o portão D, E e F (Leste e Norte), a concessionária indica que o desembarque seja feito na estação São Cristóvão (Linha 2).

 

A concessionária orienta ainda que os clientes utilizem métodos de pagamento por aproximação ou comprem e recarreguem seus cartões com antecedência para evitar filas. Outra dica importante é usar o aplicativo do MetrôRio, disponível para Android e iOS, para planejar os trajetos e acompanhar, em tempo real, a operação do sistema metroviário. Os clientes podem consultar a ferramenta “Planeje sua viagem” no site da concessionária neste link: https://www.metrorio.com.br/.

 

 

SERVIÇO

 

Horários de funcionamento do metrô neste domingo (26/04)

 

Metrô - Linhas 1, 2 e 4

Domingo (26/04): até as 23h, com extensão de horário para embarque na estação Central até 1h da madrugada; e extensão de horário até 23h30 também nas estações Maracanã e São Cristóvão. As demais estações apenas para desembarque após as 23h.

 

Transferência entre as linhas 1 e 2 

Domingo (26/04): no trecho compartilhado entre Central do Brasil/Centro e Botafogo


Créditos: MetrôRio  


Thiaguinho, Ferrugem e outros gigantes em um só lugar: o que está por trás da GINGA mais quente da temporada

 Com programação especial durante o Mundial, a GINGA São Paulo une shows, transmissão dos jogos e clima de torcida em uma experiência imersiva


Quando um evento consegue reunir, em uma mesma programação, artistas que individualmente já mobilizam multidões, o impacto vai além do line-up. É exatamente esse movimento que a GINGA provoca em São Paulo ao concentrar alguns dos maiores nomes do samba e do pagode em uma única edição, elevando a etapa paulista a um dos momentos mais aguardados de toda a temporada. 

Mais do que um reforço artístico, a escolha desses nomes reposiciona o tamanho da experiência. Em São, a GINGA ganha contornos de grande acontecimento popular ao unir música, futebol e celebração em uma programação pensada para acompanhar a jornada da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. 

Realizada no Clube Pinheiros, a GINGA São Paulo foi desenhada para unir transmissão dos jogos, clima de torcida e shows em datas estratégicas no calendário do Mundial. Entre os destaques já confirmados, Ferrugem abre a programação em 13 de junho, Thiaguinho sobe ao palco em  9 de julho, Péricles está previsto para a semifinal, em 14 ou 15 de julho (em caso de classificação do Brasil), e Turma do Pagode encerra a programação em 19 de julho, data da final. 

O line-up também reúne nomes como Pagode do Xandó, Samba da Rosa, Syon Trio, DJ GBR, +5521, Melhor Eu Ir, Mais Que Nosso e Cool Keedz, ampliando a diversidade musical e reforçando a proposta de um verdadeiro time escalado para embalar cada fase do Mundial. 

Mais do que reunir artistas populares, a edição paulista consolida a GINGA como um dos centros de gravidade da temporada. Com quase meio milhão de pessoas já impactadas em edições anteriores e previsão de ativações em 14 cidades brasileiras, além de uma etapa internacional em Miami, o projeto ganha em São Paulo uma de suas vitrines mais potentes.

Ao reunir gigantes da música em uma única edição, a GINGA não apenas fortalece sua presença na cidade, ela eleva a temperatura da temporada. O resultado é uma experiência pensada para ocupar um lugar central no imaginário da Copa: um espaço onde o jogo termina e a celebração continua. 


LINE-UP GINGA SÃO PAULO (Copa do Mundo 2026)

  • 13/06 – Brasil x Marrocos: Ferrugem
  • 19/06 – Brasil x Haiti: Pacode do Xandó
  • 24/06 – Brasil x Escócia: +5521 + DJ GBR
  • 05/07 – Oitavas de final: Samba da Rosa
  • 09/07 – Quartas de final: Thiaguinho 
  • 11/07 – Quartas de final: Melhor Eu Ir + atração surpresa
  • 14 ou 15/07 – Semifinal (com o Brasil classificado): Péricles 
  • 19/07 – Final: Turma do Pagode + Syon Trio

Créditos:Ritha Contarelli