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Denilson Baniwa reorganiza elementos para entender o mundo atual na exposição, que abre dia 07/04, n'A Gentil Carioca SP

 

Pedro Agílson / A Gentil Carioca
Obra "Máscaras de Jurupary" (2025) de Denilson Baniwa n'A Gentil Carioca SP


Suas obras reúnem linguagens e representações ligadas à química e à medicina, diferentes maneiras de observar o cosmos e narrativas sobre a origem do mundo

A Gentil Carioca São Paulo apresenta “Denilson Baniwa: Yawara Akanga", a partir do dia 07 de abril de 2026 (terça-feira), a partir das 16h, a nova mostra do artista visual indígena em que apresenta 10 obras inéditas feitas em fibra de tururi, produzidas em 2025, em que dá continuidade à sua pesquisa sobre a presença não indígena na região do Rio Negro e no território amazônico. O texto crítico fica a cargo do curador chefe do Museo Universitário del Chopo da Cidade do México, Miguel A. López. É a segunda solo na unidade paulista, precedida pela mostra “Moqueca de Maridos”, realizada em 2023.

Suas obras revisitam o passado por meio da reinterpretação de imagens de tradições e representações locais, instituições europeias e norte-americanas (incluindo o Musée du Quai Branly, na França; o Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, em Portugal; a Biblioteca da Universidade de Princeton e a Fundação Getty, ambas nos Estados Unidos), bem como arquivos fotográficos de internatos católicos e missões salesianas em aldeias amazônicas.

Uma ode à natureza
Criadas com pigmentos naturais, carvão e penas de aves sobre fibras de casca de árvore, essas peças funcionam tanto como testemunhos ancestrais quanto como diagramas contemporâneos das forças que moldam os corpos e a vida na Amazônia.

Frases como “Antes do pecado, todos bebiam CAXIRI!” ou “FÉ! Fé! Luta! Luta!” destacam a transição entre a imposição religiosa e as formas de resistência anticolonial, enquanto a presença de imagens de deuses e espiritualidades indígenas ao lado de figuras da mitologia grega e romana demonstra uma tentativa de posicionar as histórias amazônicas como pontos de partida para repensar a filosofia e a história ocidentais.

“Ao mesmo tempo, as obras mostram a construção da subjetividade indígena como um processo constante de negociação e resistência, no qual — diferentemente da perspectiva ocidental moderna — animais, plantas e forças espirituais ocupam um papel de liderança", afirma o curador Miguel A. López em seu texto.

Instalação multimídia
Recentemente, ele apresentou a vídeo-instalação “O JARDIM” (Trilogia das Plantas 2), juntamente com o cineasta Felipe M. Bragança, de nov/2025 a jan/2026, na mesma unidade da Gentil carioca, na Travessa Dona Paula, em Higienópolis, em São Paulo. O projeto é parte de uma trilogia que mistura narrativas do povo Baniwa com a filosofia do italiano Emanuele Coccia (que faz uma participação na obra) para projetar a ideia de uma iminente "revolução vegetal". A obra foi realizada com o apoio do RUMOS ITAÚ CULTURAL.

Sobre Denilson Baniwa
Artista amazônida de origem na nação Baniwa, tem como base de trabalho a pesquisa sobre aparecimentos e desaparecimentos de indígenas na História Oficial do Brasil, ao mesmo tempo em que busca nas cosmologias indígenas e suas representações artísticas um possível método de compartilhar conhecimentos ancestrais e ao mesmo tempo criar um banco de dados com essas cosmologias como modo de salvaguardá-las.

Participou de exposições no CCBB, Pinacoteca de São Paulo, CCSP, Centro de Artes Hélio Oiticica, Museu Afro Brasil, MASP, MAR, Museu do Amanhã, Bienal de Sidney, Bienal de São Paulo, Getty Museum em Los Angeles, Museo Amparo no México, Inhotim, dentre outros. Em 2024, foi um dos curadores do Pavilhão Brasileiro na Bienal de Veneza.



Serviço
Denilson Baniwa: Yawara Akanga
Texto crítico: Miguel A. López
Abertura: 07 de abril de 2026 (terça-feira), 16h às 21h
Em cartaz: 08 de abril a 23 de maio de 2026
Visitação: De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 11h às 17h
Local: A Gentil Carioca – São Paulo
Travessa Dona Paula, 108 – Higienópolis, São Paulo/SP - 01239-050
Site: https://www.agentilcarioca.com.br/


Pedro Agílson / A Gentil Carioca
Obra "Solve et Coagula (Dissolver e Coagular)"(2025), de Denilson Baniwa n'A Gentil Carioca SP


Pedro Agílson / A Gentil Carioca
Obra Marajoara" (2026) de Denilson Baniwa n'A Gentil Carioca SP

Pedro Agílson / A Gentil Carioca
Obra "Caxiri de pupunha vermelha" (2025) de Denilson Baniwa n'A Gentil Carioca SP

Pedro Agílson / A Gentil Carioca
Obra "Poema a Oswald de Andrade" (2026) de Denilson Baniwa n'A Gentil Carioca SP




CABREL _ Escritório de Imagem / Fundação Bienal de São Paulo
O artista visual indigena Denilson Baniwa




Créditos: 
marmiroli comunicação



“Brutal Paraíso” explode e ultrapassa 1 milhão de streams em 1 hora

 Novo álbum de Luísa Sonza estreia com força imediata e mobilização massiva do público


“Brutal Paraíso” chegou dominando. Em apenas uma hora após o lançamento, o álbum superou a marca de 1 milhão de streams no Spotify, evidenciando o impacto instantâneo do novo projeto de Luísa Sonza nas plataformas digitais.
 

O desempenho reforça o alto nível de antecipação em torno do disco e posiciona o lançamento entre os mais fortes da carreira da artista, com resposta imediata da audiência logo nos primeiros minutos.

 

Com 23 faixas, o álbum marca uma nova fase de Luísa, ampliando seu alcance e consolidando sua presença no cenário pop com um projeto de grande escala e forte apelo popular.









Créditos das imagens: Pam Martins



Créditos: Renatha Nicolau  







O solo “Duvido” encerra temporada, neste domingo (12/04), no Teatro Municipal Café Pequeno

 

Duvido - Atriz Marcéli Torquato Foto de Carolina Calcavecchia 10

Duvido - Atriz Marcéli Torquato Foto de Carolina Calcavecchia 16

Duvido - Atriz Marcéli Torquato Foto de Carolina Calcavecchia 11



Com texto e atuação de Marcéli Torquato e direção de Camila Nhary, a peça nasceu da vontade de investigar a dúvida como força criativa a partir de histórias de infância, maternidade, amor, medo, luto e desejo

 

Vivemos em uma sociedade que valoriza histórias de superação, decisões rápidas e confiança inabalável. Mas e se não superarmos? E se estivermos inseguros? E se caminharmos aos tropeços? São essas perguntas que conduzem o espetáculo “Duvido”, que encerra temporada, neste domingo (12/04), no Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon. Com texto e atuação de Marcéli Torquato e direção de Camila Nhary, o monólogo nasceu da vontade da autora de investigar a dúvida como força criativa e propor um espaço onde desconfia-se das certezas.


O ponto de partida é o grande arquétipo da dúvida na literatura ocidental: Hamlet, de William Shakespeare. Um homem atravessado pela hesitação persistente, que investiga até as últimas consequências o preço de agir e o de não agir. O famoso monólogo “Ser ou não ser?” atravessa o espetáculo como confronto direto com a nossa própria pergunta sobre o que significa seguir, quando tudo parece incerto.


Na trama, uma atriz espera Hamlet, que está atrasado. Enquanto ele não chega, o palco se transforma em aeroporto, casa e pensamento. Entre malas, voos, dúvidas e perguntas, a peça percorre histórias de infância, maternidade, amor, medo, luto e desejo, costurando textos clássicos de Shakespeare com temas contemporâneos. Em diálogo direto com o público, a personagem cria um jogo entre hesitação persistente e certeza, entre o que está ensaiado e o que acontece na vida. Hamlet desvenda um assassinato através de uma peça de teatro: em “Duvido”, o teatro também entra como motor, mas aqui para ensaiar a vida. A personagem se sente segura no palco, é o lugar onde ela acredita que tudo está sob controle, tudo está tudo ensaiado.


“A peça mostra a saga de uma mulher que está diante do público em busca de validação, esperando que alguém diga para ela o que fazer, como seguir, o que vestir. Acredito que é uma busca que todos nós fazemos enquanto passamos pela vida, buscamos nossos espelhos, nossos pares, nos entendemos e nos encontramos nos outros”, descreve a atriz e autora Marcéli Torquato. “Esta é uma peça de perguntas sem respostas, um elogio a seguir em frente catando cavaco, de seguir sem certezas. A certeza sempre é uma aposta”, completa.


Atriz e uma das fundadoras do grupo Bando de Palhaços, Camila Nhary faz sua estreia na direção. A artista comenta que o mundo atual, com excesso de informações, nos traz muito mais dúvidas do que certezas. E demonstrar em cena essa linha tênue entre verdades e mentiras foi o mais desafiador.

 

“Em tempos de fake news, de redes sociais, filtros e procedimentos estéticos, passamos a duvidar de nós mesmos, das nossas verdades, dos nossos reais desejos e necessidades, da nossa sanidade. O mundo atual, com excesso de informação, nos traz muito mais dúvidas do que certezas”, analisa a diretora. “O espetáculo provoca a dúvida no espectador o tempo inteiro, colocando tudo que é apresentado a ele em xeque. Tudo pode ser verdade, e as verdades se tornam mentira num piscar de olhos”, acrescenta.

 

 

Sinopse

 

O solo acompanha uma atriz em estado permanente de dúvida. Enquanto espera Hamlet, a personagem cria um jogo entre hesitação persistente e certeza, entre o que está ensaiado e o que acontece na vida, entre a segurança do que se ensaia e a imprevisibilidade da vida real.

 

Ficha Técnica:

Dramaturgia e atuação: Marcéli Torquato

Diretora: Camila Nhary

Assistente de direção: Verônica Rocha

Diretora de movimentos: Verônica Rocha

Diretora Musical: Beà Ayòóla

Diretor de Arte: Flávio Souza

Iluminador: Paulo César Medeiros

Designer: Rita Davis

Preparador vocal: Victor Seixas

Imagens: Carolina Calcavecchia

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Mídias Sociais: Nathalia Alves

Diretora de produção: Chris Igreja

Produção executiva: Hugo Souza

Realização: Teatro Caminho


Serviço

Espetáculo: Duvido

Temporada: de 19 de março a 12 de abril

Teatro Municipal Café Pequeno: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ

Dias e horários: quinta (apenas dia 19/03), às 20h, sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h.

Lotação: 90 lugares

Duração: 1h

Classificação: 12 anos

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada)

Venda de ingressos: na bilheteria e no site Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/117170/d/369551/s/2479295

Funcionamento da bilheteria: abertura 1 hora antes do início do espetáculo



Créditos: Rachel Almeida

Nutrição e Mente: Alimentos que ajudam a preservar a memória após os 60 anos



 À medida que amadurecemos, a atenção com a saúde vai além do corpo físico e alcança um dos nossos bens mais preciosos: a mente. Manter a memória ativa e prevenir o declínio cognitivo é uma preocupação crescente, e a ciência é clara ao afirmar que o segredo pode estar no carrinho de compras.


A nutricionista do Supermercado Guará, Joyce Marinho,  explica que a curadoria de alimentos frescos e saudáveis é pensada para acompanhar todas as fases da vida. Para quem já passou dos 60, alguns nutrientes específicos funcionam como verdadeiros "combustíveis" para os neurônios.

O "cardápio do cérebro"
Para manter o foco e a agilidade mental, especialistas recomendam a inclusão de alimentos ricos em antioxidantes, ômega-3 e vitaminas do complexo B. Confira os destaques que você encontra nas gôndolas do Supermercado Guará:

Peixes de Águas Frias: O salmão e a sardinha são fontes ricas de Ômega-3, um ácido graxo essencial que compõe as membranas das células cerebrais e possui ação anti-inflamatória.

Frutas Vermelhas: Morangos, amoras e mirtilos (blueberries) possuem flavonoides que retardam o envelhecimento cognitivo e melhoram a comunicação entre os neurônios.

Folhas Verdes Escuras: Espinafre, couve e brócolis são abundantes em vitamina K e luteína, nutrientes associados à redução do ritmo de declínio mental.

Oleaginosas: As nozes e castanhas, além de práticas para o lanche, são fontes de vitamina E, que protege as células contra o estresse oxidativo.

Azeite de oliva extravirgem: Um pilar da dieta mediterrânea, ajuda a reduzir a inflamação cerebral e protege a memória de longo prazo.

Após os 60 anos, também é importante manter atenção aos níveis de vitamina B12, vitamina D e à hidratação adequada, já que esses fatores influenciam diretamente a saúde cerebral. Associar alimentação balanceada à prática de atividade física, sono de qualidade e controle de doenças como diabetes e hipertensão potencializa os benefícios para a mente.

Sobre o Supermercado Guará
Referência em qualidade e frescor no Ceará, o Supermercado Guará atua há mais de 18 anos focado em oferecer uma experiência de compra prática e próxima ao cliente. Com unidades em Fortaleza e Eusébio, a rede se destaca pela curadoria de produtos saudáveis e pelo compromisso em promover o bem-estar e a qualidade de vida da comunidade local.

Créditos: Lara Alves 

TNT Sports realiza a cobertura completa dos jogos de ida das quartas de final da UEFA Champions League 2025/26

 A partir da próxima terça-feira (7), a HBO Max transmite todos os confrontos da nova fase, com destaque para os duelos entre Sporting x Arsenal e PSG x Liverpool, que serão exclusivos da plataforma de streaming. Já o canal TNT exibe partidas selecionadas.


Nos dias 07 e 08 de abril, próximas terça e quarta-feira, a TNT Sports realiza a cobertura completa e multiplataforma dos jogos de ida das quartas de final da UEFA Champions League 2025/26. A HBO Max transmitirá os quatro confrontos, com destaque para os duelos entre Sporting x Arsenal e PSG x Liverpool, que serão exclusivos da plataforma de streaming. 

Para esta nova fase, a marca esportiva prepara uma cobertura extensa dos confrontos, recheada de informações, análises e bastidores das partidas, com 1h30 de pré-jogo e o pós-jogo completo, trazendo toda a repercussão das quatro decisões nos programas Melhor da Liga e Último Lance. 

Na terça-feira (7), a partir das 16h, a bola rola para o grande duelo entre Real Madrid e Bayern de Munique, um dos principais desta fase, com transmissão da HBO Max e da TNT. No mesmo horário a plataforma de streaming exibe com exclusividade o confronto eletrizante entre Sporting e Arsenal.  

Já na quarta-feira (8), às 16h, acontece o clássico entre Barcelona e Atlético de Madrid, com transmissão da HBO Max e da TNT. Também às 16h, a plataforma de streaming apresenta a transmissão exclusiva de PSG e Liverpool, a grande revanche da temporada 2025/26, que terminou com vitória dos franceses na ocasião, diretamente da Inglaterra.  

Confira a agenda dos jogos de ida das quartas de final da UEFA Champions League 2025/26: 

Terça-feira, 07/04 
TNT e HBO Max 
14h30 - Pré-jogo  
16h00 – Real Madrid x Bayern de Munique 
18h00 - Melhor da Liga 
18h45 - Último Lance 
19h45 - Encerramento  

HBO Max  
14h30 - Pré-jogo  
16h00 - Sporting x Arsenal 
18h00 - Melhor da Liga 
18h45 - Encerramento 

Quarta-feira, 08/04  
TNT e HBO Max 
14h30 - Pré-jogo  
16h00 – Barcelona x Atlético de Madrid  
18h00 - Melhor da Liga 
18h45 - Último Lance 
19h45 - Encerramento  

HBO Max  
14h30 - Pré-jogo  
16h00 – PSG x Liverpool 
18h00 - Melhor da Liga 
18h45 - Encerramento  

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SOBRE A TNT SPORTS      

A TNT SPORTS é a marca que reúne todo o conteúdo esportivo da América Latina, com presença efetiva no Brasil, Argentina, Chile e México. A TNT SPORTS reflete o espírito do torcedor através de seu lema "Paixão sem limites". Por meio de uma proposta multiplataforma, transmite os torneios da FPF (Paulistão e Paulista Feminino), além das principais competições europeias de futebol (Liga dos Campeões da UEFA, Supercopa da UEFA, entre outras). Eventos e programas exclusivos, conteúdos e coberturas digitais, uma abordagem global, e uma renomada equipe de jornalistas e correspondentes na Europa complementam uma proposta pensada por e para o fã, onde a paixão e a emoção pulsam. 

SOBRE A HBO MAX 

HBO Max é a plataforma global de streaming da Warner Bros. Discovery que oferece histórias únicas e cativantes da mais alta qualidade, abrangendo conteúdos roteirizados, filmes, documentários, true crime, animação adulta, esportes ao vivo (nos países disponíveis) e conteúdo infantil. HBO Max é o destino de marcas de entretenimento prestigiadas como HBO, Warner Bros., Max Originals, DC, Harry Potter, além de shows icônicos como “Friends” e “The Big Bang Theory”, tudo em um só lugar. 


Créditos: Gustavo Lanfranchi 

A peça “A mulher estátua” estreia, dia 10 de abril, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta

 

A mulher estátua - Atriz Adriana Seiffert - Foto de Jeydsa Felix 3


Com texto e direção de Thiago Picchi e atuação de Adriana Seiffert, o monólogo reflete sobre como é se sentir estagnado num mundo que nos incita à ação


 

Uma mulher cansada de tanto tentar e fracassar na vida, decide parar, não fazer nada, não dar mais nem um passo, custe o custar. Não quer mais mexer um só músculo. A partir de agora, ela é uma mulher-estátua. Mas como ficar imóvel em um mundo que gira e se transforma cada vez mais rápido? É a partir dessa reflexão que se desenrola a peça “A mulher estátua”, que estreia, dia 10 de abril, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta, no Humaitá. Com texto e direção de Thiago Picchi e atuação de Adriana Seiffert, a montagem é uma adaptação da obra “Neste livro cabe uma baleia”, do próprio Thiago, lançada em 2015 pela editora 7letras. O texto é uma profunda reflexão sobre as escolhas que fazemos durante nossas vidas, suas consequências, ganhos e perdas.

 

A trama se desenrola a partir de um jogo cênico entre a protagonista e uma transeunte que, intrigada com a figura dessa mulher imóvel na calçada, decide se aproximar dela e puxar uma conversa.  A mulher estátua revela sua trágica história de vida: quando sem querer matou sua família inteira tentando retirar uma baleia morta que estava se decompondo na Praia do Boqueirão, onde nasceu. Após ter cumprido sua pena na cadeia, ela decide ir para as ruas com o objetivo de fazer de si mesma um monumento, em homenagem a todos os homens e mulheres que nunca realizaram um grande feito para serem homenageados.

 

“A peça aborda vários temas contemporâneos: a solidão, a fetichismo da mercadoria, a necessidade de crescimento econômico ilimitado num mundo em que os recursos são limitados, a vida dos artistas de rua num mundo cada vez mais digitalizado, as transformações da própria rua e do comércio de rua..., mas o tema mais me toca na peça é a estagnação da protagonista, a recusa dela a agir, num mundo que nos incita a agir. A inação é uma escolha consciente que, no caso dela, exige mais coragem do que se imagina”, analisa o dramaturgo e diretor Thiago Picchi.

 

Uma passante se aproxima curiosa em saber de onde vem essa mulher. Onde mora? O que faz ali? Assim, torna-se cúmplice da intensa e melodramática história dessa artista de rua. A atriz Adriana Seiffert transita de uma personagem para a outra, questionando abertamente com o público os acontecimentos da vida da mulher estátua, e sobre quem somos e quem nos tornamos.

 

 “A peça retrata temas sociais, políticos e culturais importantes que levam o público a uma profunda reflexão sobre a objetificação do ser humano diante de uma sociedade enferma”, descreve a atriz Adriana Seiffert.

 

O projeto A Mulher Estátua conta com uma equipe artística composta por Kelly Siqueira na direção de arte, Paulo César Medeiros na iluminação, Gabriel Ares na trilha sonora e Maureen Miranda no figurino.

 

Sinopse

 

Uma mulher que ganha a vida imitando estátuas decide fazer de si mesma um monumento. Ao relembrar um acidente que provocou ao explodir uma baleia morta, percebe que outra explosão está prestes a acontecer.

 

Ficha Técnica:

Texto e direção: Thiago Picchi

Atuação: Adriana Seiffert

Direção de arte: Kelly Siqueira

Iluminação: Paulo César Medeiros

Trilha Sonora: Gabriel Ares

Figurino: Maureen Miranda

Assistência de Direção e Preparação Corporal: Laura Mollica

Projeto Gráfico: Adriana Alegria

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografias: Jeydsa Felix

Produção: Gabriela Vasselai – Papagaio Empreendimentos Culturais


A mulher estátua - Atriz Adriana Seiffert - Foto de Jeydsa Felix 10

A mulher estátua - Atriz Adriana Seiffert - Foto de Jeydsa Felix 9

 

Serviço

Espetáculo: A mulher estátua

Temporada: de 10 a 26 de abril de 2026

Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta: Rua Visconde de Silva s/n, ao lado do n° 292 – Humaitá. Acesso somente por escadas.

Telefone: (21) 2535-3846

Dias e horários: sextas e sábados, às 19h, e domingos às 18h.

Ingressos: 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).

Capacidade: 25 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação etária: 14 anos

Venda de ingressos: pelo site https://bileto.sympla.com.br/event/117811/d/372497/s/2493468 e na bilheteria do centro cultural, de quarta a domingo das 15h às 21h.

Instagram: @amulherestatua

 

Créditos: Rachel Almeida - Racca Comunicação



Cuscuz Doce de Arroz e Coco: receita cremosa para servir quentinha

 Prato clássico brasileiro é fácil de fazer e fica pronto em apenas trinta minutos


CUSCUZ DOCE DE ARROZ E COCO

DELINE CREMOSA


Deline.
Cuscuz Doce de Arroz e Coco.


Rendimento: 2 porções

Tempo de preparo: 30 minutos

Nível de dificuldade:

(x) Fácil

(  ) Médio

(  ) Difícil

Tipo de receita:

(  ) Salgada

(x) Doce

Ingredientes:

- 1 xícara (chá) de flocão de arroz (100g)

- 1 colher (sopa) de açúcar (12g)

- 1 pitada de sal

- ¼ xícara (chá) de água (60ml)

- ½ xícara (chá) de coco ralado fresco (50g)

- 1 colher (sopa) de Deline Cremosa (10 g)

- Fitas de coco queimado para decorar

- Leite condensado a gosto para servir

Modo de preparo:

  1. Misture o flocão de arroz com o açúcar e o sal. Hidrate com a água por 10 minutos.
  2. Misture com o coco ralado fresco e coloque toda a mistura na cuscuzeira. Cozinhe por cerca de 10 minutos a partir do momento em que a água dentro da cuscuzeira começar a ferver.
  3. Assim que retirar o cuscuz da cuscuzeira, espalhe sobre ele a Deline Cremosa. Decore com as fitas de coco queimado e, se desejar, regue com leite condensado. Sirva ainda quente.
 
 
Créditos: Giulia Costa Leocadio  

Rock 80 Festival leva shows gratuitos à Praça Saens Peña, na Tijuca, com 10 atrações em dois dias

 Evento acontece nos dias 11 e 12 de abril, com programação musical das 12h às 22h e arrecadação solidária de alimentos

Nos dias 11 e 12 de abril, a Praça Saens Peña, na Tijuca, será palco de um fim de semana dedicado ao rock e à convivência ao ar livre com a realização do Rock 80 Festival. O evento gratuito reúne 10 apresentações musicais ao longo de dois dias, das 12h às 22h, com repertórios que transitam por clássicos do rock nacional e internacional. A programação pode ser conferida no Instagram @rock80festival.

Além da programação musical, o festival também propõe uma ação solidária: o público é convidado a contribuir com a doação de 2kg de alimentos não perecíveis, reforçando o caráter social do encontro.

De acordo com o organizador Fernando Fernandes, a expectativa é de reunir diferentes gerações em torno da música e de uma atmosfera positiva. “A ideia é proporcionar um ambiente leve, com boas energias, onde as pessoas possam curtir música de qualidade, encontrar amigos e viver momentos especiais em família. O Rock 80 Festival é sobre conexão, memória afetiva e alegria”, afirma.

A programação contempla desde DJs até bandas com repertórios que revisitam nomes consagrados do rock. No sábado (11), o line-up começa ao meio-dia com o DJ Luis Ribeiro, seguido pela banda Kuroi Tenshi, que aposta no chamado “nerdrock”, com trilhas de animes e séries. Na sequência, sobem ao palco as bandas VINX, Time Machine Classic Rock Experience, Ypsolon e The Red Pilot, encerrando a noite.

No domingo (12), a agenda se repete com abertura de DJ e apresentações das bandas Crowns, A Makina Oficial, Banda Rio Oficial, SuperFiction, com tributo ao Oasis e A Conexão 80, que fecha o festival.

Com entrada gratuita e programação extensa, o Rock 80 Festival se consolida como uma opção cultural acessível na Zona Norte do Rio, reunindo música, lazer e solidariedade em um dos pontos mais tradicionais da Tijuca.







Programação:

 

11 de abril – Sábado

12h - DJ Luis Ribeiro – Instagram @djluisribeirorj
13h - Kuroi Tenshi | Nerdrock - Projeto eu quero abrir o Rock80  - Instagram @kuroitenshi.nerdrock (Temas de Naruto, Power Rangers, Dragon Ball Z, InuYasha, Jaspion, Changeman, Festa Ploc, Trem da Alegria e outros);
14:30 – Banda VINX  - Instagram @bandavinx (Beatles, Titãs, Rolling Stones, Lobão, Creedence, Dire Ktraits, Kid Abelha, Kansas, Eagles, Paralamas e muitos outros);
16:30 – Banda Time Machine Classic Rock Experience – Instagram @bandatimemachinerock (Ozzy,Black Sabbath, Iron Maiden ,Metallica, Whitesnake, Kiss, Led Zeppelin, e muito mais);
18:30 – Banda Ypsolon – Instagram @bandaypsolon (Legião, Cazuza, Detonautas, RPM, Charlie Brown Jr e Capital);
20:30 - The Red Pilot – Instagram @theredpilot.band (Black Sabbath, Alice in Chains, Soundgarden, Led Zeppelin, Pearl Jam, Danzig)

12 de abril - Domingo
12h - DJ
13h – Banda Crowns – Instagram  @bandacrowns (Participante do Projeto eu quero abrir o Rock 80);
14:30 – A Makina Oficial - Instagram @amakinaoficial;
16:30 – Banda Rio Oficial - Instagram @bandario80oficial  (Biquíni, Barão, The Police, Creedence, Raul, Plebe, e Legião);
18:30 -  SuperFiction – Instagram @superfictionrock (Tributo a Oasis);
20:30 – A Conexão 80 – Instagram @aconexao80 (Plebe Rude, Guns, Biquini, Queen, Beatles)

Serviço:

Rock 80 Festival

Dias: 11 e 12 de abril

Horário:  das 12h às 22h

Local: Praça Saens Peña, na Tijuca

Instagram: @rock80festival

https://www.instagram.com/rock80festival/

 

 

Créditos: Deborah Goi


Arquitetura como travessia: homenagem a Sebastião Salgado ganha forma na Amazônia

 Projeto de Fernanda Rubatino na Bienal de Arquitetura Brasileira traduz, em fibras naturais e narrativa sensorial, o olhar do fotógrafo sobre origem, percurso e regeneração

 

A arquiteta Fernanda Rubatino apresenta, na primeira Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB), o projeto “Casa da Terra para Sebastião Salgado”, uma homenagem ao fotógrafo Sebastião Salgado a partir do bioma Amazônia — território simbólico que atravessa sua obra e seu olhar sobre o mundo.
 

Mais do que uma transposição geográfica, a proposta constrói uma leitura sensível da Amazônia como origem, travessia e regeneração — conceitos que estruturam tanto o espaço quanto a narrativa expositiva. A arquitetura surge como extensão poética do fotógrafo, traduzindo em matéria e experiência temas recorrentes em sua trajetória: a relação entre humanidade, natureza e tempo.
 

O percurso do visitante é guiado por três momentos. Em Origem, artefatos ancestrais e elementos naturais evocam a sabedoria dos povos originários e sua relação primordial com a terra. Em Travessia, imagens e objetos constroem uma narrativa das jornadas de Sebastião Salgado por diferentes territórios do planeta. Já em Regeneração, o espaço se abre para o silêncio, a luz e a materialidade da terra, convidando à reflexão sobre o futuro e o reencontro entre homem e natureza.
 

A materialidade do projeto reforça essa imersão. Fibras naturais, superfícies táteis e elementos orgânicos conduzem a experiência sensorial, criando uma atmosfera que remete à floresta e à sua complexidade. A madeira de biriba, aplicada em estruturas leves e ritmadas, dialoga com saberes construtivos vernaculares e com o uso consciente dos recursos naturais.
 

A paleta de cores acompanha essa narrativa, com tons profundos que evocam a densidade da paisagem amazônica, a presença da água e a força da terra. Texturas e camadas constroem um ambiente que não se impõe, mas se revela aos poucos — assim como as imagens de Salgado. A ambientação dialoga com a curadoria de Otilhiane Juchem, do Studio Tilli House, que propõe uma cartografia sensível da Terra, conectando passado e presente por meio de objetos que atravessam diferentes culturas e tempos.
 

A narrativa expositiva também incorpora uma camada afetiva ao dialogar com a produção artística de Rodrigo Salgado, filho de Sebastião Salgado. Artista visual, Rodrigo desenvolve obras marcadas pelo uso expressivo da cor, em contraste com o olhar em preto e branco que consagrou a trajetória do pai.

Algumas das obras presentes no espaço — como as que aparecem no percurso — foram selecionadas pela curadoria como uma referência sensível a essa produção. Inseridas no ambiente, elas criam um contraponto visual e simbólico, ampliando a leitura da homenagem ao incorporar diferentes camadas do universo de Salgado: o documental, o humano e o íntimo.
 

O projeto também ecoa o legado ambiental de Sebastião Salgado e de sua esposa, Lélia Wanick Salgado, à frente do Instituto Terra, iniciativa reconhecida internacionalmente por seu impacto em regeneração ambiental. Esse compromisso se traduz na escolha de materiais, no uso de fibras reaproveitadas e na valorização de processos que respeitam os ciclos da natureza.
 

Na Bienal — que propõe a arquitetura como ferramenta de transformação e aproximação com a vida real — a “Casa da Terra” se apresenta como uma experiência imersiva. Um espaço onde arquitetura, memória e natureza se encontram para contar, em linguagem sensível, a história de um dos maiores fotógrafos contemporâneos.

 

Sobre Fernanda Rubatino 

 

Natural de Minas Gerais e com uma trajetória marcada pelo equilíbrio entre estética, funcionalidade e conforto, a arquiteta Fernanda Rubatino tem se destacado no cenário da arquitetura contemporânea por desenvolver projetos que encantam ao mesmo tempo em que atendem com precisão às demandas técnicas de cada espaço. Seu trabalho carrega a assinatura de quem busca constantemente o aprimoramento e a atualização frente às tendências do mercado, sem renunciar à essência de cada projeto: criar ambientes únicos, acolhedores e cheios de personalidade.

São 15 anos à frente de projetos residenciais exclusivos, além de experiências nas áreas comercial e corporativa. Fernanda encara cada novo trabalho como uma oportunidade de transformar espaços em experiências — combinando estilo, bem-estar e soluções inteligentes. Sua atuação é pautada por um olhar sensível, atenção aos detalhes e a convicção de que a arquitetura tem o poder de elevar a qualidade de vida e promover conexões verdadeiras entre as pessoas e os ambientes que habitam.

 

www.rubatinoarquitetura.com.br 


Créditos: Gabriela Isgroi